Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado.
No segundo período do último parágrafo, a expressão “áreas muito mais amplas da visão” integra o sujeito da oração expressa pela forma verbal “ativavam-se”.
Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado.
A correção gramatical do texto seria mantida caso se substituísse “existam” (segundo período do quarto parágrafo) por hajam.
I.Em "que ainda se mantém em categoria oficial de ameaça", o verbo manter-se foi corretamente conjugado, uma vez que se refere à "única espécie de baleia" e deve estar no singular.
II.Em "Dentro dos limites da APA existem ", o verbo existir pode ser substituído por "haver", mantendo o sentido. Nesse caso, a construção adequada é: Dentro dos limites da APA há".
III.Em "aonde as baleias vivem", o uso de "aonde" está incorreto, uma vez que o pronome se refere a mar e não a um verbo de movimento. O adequado seria "onde as baleias vivem".
É correto o que se afirma em:
Assinale a alternativa em que a construção do período mantém o mesmo sentido expresso em:
"Agendas eletrônicas e aplicativos são boas ferramentas, mas não devem substituir a presença."
"'Para baixo, todo santo ___________', diz a expressão conhecida. Mas, na hora do sufoco, só alguns santos __________ salvar quem está desesperado, como _________ a crendice popular".
(Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/horoscopo/noticias/redacao/2025/07/1 4/sao-longuinho-santa-clara-e-mais-quais-os-santos-convocados-nas-u rgencias.htm. Acesso em 17 jul. 2025. Adaptado.)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do texto:
Utilize o Texto para responder à questão.


Fonte: OLIVEIRA, Louise. Variação linguística: o que é e exemplos. Norma Culta, s.d. Disponível em: https://www.normaculta.com.br/variacoes-linguisticas/. Acesso em: 2 abr. 2025.
Utilize o Texto para responder à questão.
Celular na escola: faz sentido proibir?
Por Maria Clara Rossini
Atualizado em 23 fev. 2025, 14h22 - Publicado em 21 fev. 2025, 10h00
É consenso que a pandemia contribuiu para a consolidação dos smartphones nas escolas. Embora os celulares sejam oficialmente proibidos em muitas delas, isso raramente ocorre na prática. A lei número 15.100, sancionada no início deste ano, é uma tentativa de voltar à época em que a regra era cumprida com mais afinco: ela restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis durante as aulas e o recreio. Eles só são autorizados para fins pedagógicos, de acessibilidade ou saúde.
Não precisa ser nenhum Piaget para concluir que os celulares podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças e adolescentes. Mas não é só isso: educadores e neurocientistas estão preocupados com o desenvolvimento cognitivo e a saúde mental da geração que cresceu com os smartphones. “Essas habilidades cognitivas amadurecem em torno dos 24 e 25 anos”, diz Sabine Pompeia, Professora na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “O jovem é muito mais propenso a ficar dependente desse tipo de situação e não conseguir se desvencilhar do que um adulto”.
Os aplicativos e redes sociais foram de fato construídos com a ciência dos caça-níqueis em mente. Documentos vazados em 2021 mostram que o Facebook tinha consciência do caráter viciante da rede e utilizou essas técnicas para engajar os usuários. Fica difícil desenvolver o autocontrole, porém, quando a “substância” em questão apita no bolso, gerando pequenas descargas de dopamina ao longo do dia.
O quanto exatamente o uso de smartphones está prejudicando essas habilidades básicas? É difícil responder. Para bater o martelo, seria necessário acompanhar o desenvolvimento de várias crianças distribuídas aleatoriamente em dois grupos: com ou sem acesso a smartphones. Esse seria um experimento científico padrão-ouro. Mas é virtualmente impossível realizar um experimento nesses moldes.
A solução então seria proibir o uso de smartphones por crianças e adolescentes? Qualquer pai sabe que essa tarefa beira o impossível. “Uma das coisas mais difíceis de aprender é a socialização, entender os limites das pessoas e como lidar com o outro”, diz Pompeia. “Essa geração tem que aprender a socializar em dois ambientes diferentes, porque as regras sociais em pessoa são diferentes das regras sociais nas redes”.
A escola, naturalmente, não é o espaço ideal para o celular. A lei que passa a valer em 2025 pode ser o caminho de uma mudança coletiva, mas a implementação e a fiscalização da regra devem variar de acordo com o colégio. O impacto que isso terá no aprendizado, no desenvolvimento e na socialização são cenas dos próximos capítulos.
Fonte: ROSSINI, Maria Clara. Celular na escola: faz sentido proibir? Revista Superinteressante [on-line], 23 fev. 2025. Acesso em 1 abr. 2025. [Adaptado].
Considere o seguinte período composto:

Assinale a alternativa CORRETA.
Utilize o Texto para responder à questão.
3 notícias sobre: dengue
Ela trouxe uma “surpresa” esse ano. Mas a ciência também tem novas armas
Por Bruno Garattoni
31 mar. 2025, 12h00
Subtipo 3 aumenta o risco de surto da doença
A dengue é causada por um vírus, o DENV, que tem 4 subtipos. Este ano, o terceiro deles, DENV-3, foi detectado no Brasil (onde não era visto desde 2007), na Colômbia e na Argentina. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, isso pode aumentar o número de casos de dengue na América Latina – pois, como o DENV-3 é relativamente raro, a maioria da população não tem qualquer imunidade a ele.
Novo medicamento inibe a transmissão do vírus
Um estudo publicado por cientistas da Bélgica e dos EUA apontou que o JNJ-A07, um remédio que está sendo desenvolvido pela Janssen Pharma (subsidiária da Johnson & Johnson), inibe a replicação do vírus da dengue em ratos. Além disso, se os animais forem picados pelo Aedes aegipti, a droga é transferida para o corpo do mosquito, onde dificulta a replicação – e, portanto, a transmissão – do vírus.
Butantan prepara 100 milhões de doses da vacina
No Brasil, a vacina Butantan-DV, que oferece proteção contra a dengue, já passou pelas análises de segurança e eficácia da Anvisa, e deve ser aprovada este ano. O Butantan prevê produzir 100 milhões de doses da vacina nos próximos três anos. Ela funciona contra todos os subtipos do vírus e requer apenas uma dose. As vacinas atuais exigem duas (no caso da Qdenga) ou três doses (Dengvaxia). Fonte: GARATTONI, Bruno. 3 notícias sobre: dengue. Revista Superinteressante [on-line], 3 mar. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/3-noticiassobre-dengue/. Acesso em: 1 abr. 2025. [Adaptado].
Leia o terceiro parágrafo do texto e analise as afirmativas que seguem.

I- Aoração (1) esclarece o sentido do termo Avacina Butantan-DV e se classifica como oração subordinada adjetiva explicativa.
II- A oração (2) atua como objeto direto da oração principal (O Butantan prevê) e se classifica como uma oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo.
III- A oração (3) apresenta a mesma natureza sintática com relação à oração coordenada assindética (Ela funciona contra todos os subtipos do vírus) e se classifica como uma oração coordenada sindética aditiva.
É CORRETO o que se afirma em:
Utilize o Texto para responder à questão.
3 notícias sobre: dengue
Ela trouxe uma “surpresa” esse ano. Mas a ciência também tem novas armas
Por Bruno Garattoni
31 mar. 2025, 12h00
Subtipo 3 aumenta o risco de surto da doença
A dengue é causada por um vírus, o DENV, que tem 4 subtipos. Este ano, o terceiro deles, DENV-3, foi detectado no Brasil (onde não era visto desde 2007), na Colômbia e na Argentina. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, isso pode aumentar o número de casos de dengue na América Latina – pois, como o DENV-3 é relativamente raro, a maioria da população não tem qualquer imunidade a ele.
Novo medicamento inibe a transmissão do vírus
Um estudo publicado por cientistas da Bélgica e dos EUA apontou que o JNJ-A07, um remédio que está sendo desenvolvido pela Janssen Pharma (subsidiária da Johnson & Johnson), inibe a replicação do vírus da dengue em ratos. Além disso, se os animais forem picados pelo Aedes aegipti, a droga é transferida para o corpo do mosquito, onde dificulta a replicação – e, portanto, a transmissão – do vírus.
Butantan prepara 100 milhões de doses da vacina
No Brasil, a vacina Butantan-DV, que oferece proteção contra a dengue, já passou pelas análises de segurança e eficácia da Anvisa, e deve ser aprovada este ano. O Butantan prevê produzir 100 milhões de doses da vacina nos próximos três anos. Ela funciona contra todos os subtipos do vírus e requer apenas uma dose. As vacinas atuais exigem duas (no caso da Qdenga) ou três doses (Dengvaxia). Fonte: GARATTONI, Bruno. 3 notícias sobre: dengue. Revista Superinteressante [on-line], 3 mar. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/3-noticiassobre-dengue/. Acesso em: 1 abr. 2025. [Adaptado].
Assinale a frase em que esse termo anterior inclui uma oração.
Ensinam-se as fábulas de La Fontaine a todas as crianças, e não há uma só que as entenda. E, se as entendessem, seria ainda pior: pois a sua moral é tão embaralhada e tão inadequada à idade infantil que levaria as crianças ao vício antes que à virtude.
Sobre sua estruturação ou significação, assinale a afirmativa correta.
O desconhecido entrou e sentou-se. Era um tipo comum, mas o que havia nele de estranho, era a gordura. Não era desmedida ou grotesca, mas tinha um aspecto desonesto. Parecia que a fizera de repente e comia, a mais não poder, com medo de a perder de um dia para o outro. Era assim como a de um lagarto que entesoura enxúndia para o inverno ingrato. Através da gordura de suas bochechas, via-se perfeitamente a sua magreza natural, normal, e se devia ser gordo não era naquela idade, com pouco mais de trinta anos, sem dar tempo de que todo ele engordasse; porque, se as suas faces eram gordas, as suas mãos continuavam magras com longos dedos fusiformes e ágeis. (Lima Barreto)
Assinale a opção que está em desacordo com a significação ou a estruturação desse fragmento textual.
"[...] a ideia de que o Brasil é um país acolhedor é um mito. Essa ilusão está relacionada com a noção falsa de que existe uma convivência harmônica entre europeus e outros povos (como os africanos e os indígenas). Entretanto , a sociedade brasileira foi fundada com relações de violência, que nunca deixaram de acontecer. Por mais que algumas pessoas se entendam como acolhedoras, é preciso considerar que somos marcados por discriminações que estruturam nossa sociedade. Muitas vezes nossa educação normaliza preconceitos e violências, [...]."
(Disponível em: https://vidasimples.co/relacionamentos. Acesso em 23 jul. 2025. Adaptado.)
Assinale a alternativa cuja palavra substitui entretanto sem alterar o sentido do texto: