Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

Foram encontradas 42.010 questões

Q3787099 Português
A estrutura da oração na língua portuguesa é organizada a partir da relação entre seus constituintes, que se distribuem entre termos essenciais, integrantes e acessórios. O domínio dessa classificação é indispensável à análise sintática, já que cada termo desempenha papel específico na construção do sentido.
Com base nessas informações, analise as afirmativas a seguir:

I.O sujeito e o predicado são termos essenciais da oração, pois sem eles não há estrutura oracional completa.
II.O complemento nominal é um termo integrante que completa o sentido de nomes.
III.O adjunto adnominal é termo integrante do sujeito, estabelecendo ligação direta com o verbo transitivo.
IV.O agente da passiva é termo acessório da oração, introduzido pela preposição "por" ou "de", e indica o responsável pela ação em construções na voz passiva.

Em quais afirmativas todas as classificações e definições estão corretas? 
Alternativas
Q3787060 Português
A concordância nominal é um dos campos da morfossintaxe em que mais se observam sutilezas da norma culta, especialmente quando envolve casos específicos de variação. Assim, analise as orações a seguir e assinale a alternativa em que há erro de concordância nominal, segundo as regras da gramática normativa. 
Alternativas
Q3787059 Português
A análise das orações subordinadas é essencial para compreender a lógica sintática e semântica entre as orações do período composto. Com base nessas informações, analise as afirmativas a seguir:

I. "Farei o relatório conforme as instruções da coordenação." → A oração subordinada expressa conformidade, pois indica o modo como o relatório será feito.
II. "Embora os dados sejam parciais, o pesquisador publicou o artigo." → A oração subordinada expressa causa, já que justifica o motivo da publicação.
III. "O aluno estudou tanto que conseguiu excelente resultado." → A oração subordinada expressa consequência, pois indica o efeito do estudo.
IV. "Caso haja imprevistos, o evento será adiado." → A oração subordinada expressa condição, pois estabelece uma hipótese necessária à ocorrência da ação da oração principal.

Em quais afirmativas há classificação correta das orações subordinadas adverbiais quanto ao tipo de relação expressa? 
Alternativas
Q3787039 Português
A análise das orações subordinadas é essencial para compreender a lógica sintática e semântica entre as orações do período composto.
Com base nessas informações, analise as afirmativas a seguir:

I. "Farei o relatório conforme as instruções da coordenação." → A oração subordinada expressa conformidade, pois indica o modo como o relatório será feito.
II. "Embora os dados sejam parciais, o pesquisador publicou o artigo." → A oração subordinada expressa causa, já que justifica o motivo da publicação.
III. "O aluno estudou tanto que conseguiu excelente resultado." → A oração subordinada expressa consequência, pois indica o efeito do estudo.
IV. "Caso haja imprevistos, o evento será adiado." → A oração subordinada expressa condição, pois estabelece uma hipótese necessária à ocorrência da ação da oração principal.

Em quais afirmativas há classificação correta das orações subordinadas adverbiais quanto ao tipo de relação expressa? 
Alternativas
Q3787038 Português
A concordância nominal é um dos campos da morfossintaxe em que mais se observam sutilezas da norma culta, especialmente quando envolve casos específicos de variação. Assim, analise as orações a seguir e assinale a alternativa em que há erro de concordância nominal, segundo as regras da gramática normativa. 
Alternativas
Q3786887 Português
Para responder à questão, leia a tira a seguir, em que Haroldo (o tigre) e Calvin (o garoto) conversam sobre a tarefa escolar do garoto, que é fazer uma coleção de folhas:


Q8_9.png (349×352)

(Bill Watterson, Calvin e Haroldo, O Estado de S.Paulo)
Assinale a alternativa que apresenta reescrita de trecho da tira de acordo com a norma-padrão de concordância e crase.
Alternativas
Q3786885 Português
Leia o excerto a seguir para responder à questão.


Por que o tempo voa: uma investigação sobretudo científica


    Pensamos constantemente no tempo: avaliamos sua duração, consideramos o ontem e o amanhã, distinguimos o antes do depois. Habitamos no tempo e sobre ele, antecipando, lembrando, observando sua passagem. Em geral essas experiências são conscientes e, até onde podemos afirmar, exclusivas de nossa espécie. Mas, por baixo da superfície, sem que se pense nisso, infundindo toda vida e retroagindo a 4 bilhões de anos, está o ciclo circadiano, o tempo que se mede em dias.

    Para um fenômeno biológico, ele é notavelmente mecânico em sua confiabilidade, e nas últimas duas décadas cientistas deram largos passos delineando seus fundamentos genéticos e bioquímicos. De todos os relógios que existem em nós, o relógio circadiano é de longe o mais compreendido. Se a exploração científica do tempo humano fosse mapeada como uma jornada física, começaria em terra firme e à luz do dia, com nosso conhecimento dos ritmos circadianos, e baixaria para uma pantanosa obscuridade.

    Ritmos circadianos são comumente associados ao ciclo sono-vigília de alguém. Mas esse é um indicador enganoso: embora seus padrões de sono sejam influenciados por seu relógio circadiano, eles também são sujeitos ao controle da consciência. Você pode optar por ir cedo para a cama e se levantar cedo; viver como uma coruja, dormindo de dia e ficando desperto à noite; ou mesmo dispensar o sono por dias a fio. Não se passa por cima do relógio circadiano com tanta facilidade; se fosse assim, ele não seria digno de consideração.


(Alan Burdick, Por que o tempo voa: uma investigação sobretudo científica. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma passagem do texto em que o verbo expressa uma ação hipotética.
Alternativas
Q3786882 Português
Leia o excerto a seguir para responder à questão.


Por que o tempo voa: uma investigação sobretudo científica


    Pensamos constantemente no tempo: avaliamos sua duração, consideramos o ontem e o amanhã, distinguimos o antes do depois. Habitamos no tempo e sobre ele, antecipando, lembrando, observando sua passagem. Em geral essas experiências são conscientes e, até onde podemos afirmar, exclusivas de nossa espécie. Mas, por baixo da superfície, sem que se pense nisso, infundindo toda vida e retroagindo a 4 bilhões de anos, está o ciclo circadiano, o tempo que se mede em dias.

    Para um fenômeno biológico, ele é notavelmente mecânico em sua confiabilidade, e nas últimas duas décadas cientistas deram largos passos delineando seus fundamentos genéticos e bioquímicos. De todos os relógios que existem em nós, o relógio circadiano é de longe o mais compreendido. Se a exploração científica do tempo humano fosse mapeada como uma jornada física, começaria em terra firme e à luz do dia, com nosso conhecimento dos ritmos circadianos, e baixaria para uma pantanosa obscuridade.

    Ritmos circadianos são comumente associados ao ciclo sono-vigília de alguém. Mas esse é um indicador enganoso: embora seus padrões de sono sejam influenciados por seu relógio circadiano, eles também são sujeitos ao controle da consciência. Você pode optar por ir cedo para a cama e se levantar cedo; viver como uma coruja, dormindo de dia e ficando desperto à noite; ou mesmo dispensar o sono por dias a fio. Não se passa por cima do relógio circadiano com tanta facilidade; se fosse assim, ele não seria digno de consideração.


(Alan Burdick, Por que o tempo voa: uma investigação sobretudo científica. Adaptado)
Considere a passagem a seguir:

•  “Mas, por baixo da superfície, sem que se pense nisso, infundindo toda vida e retroagindo a 4 bilhões de anos, está o ciclo circadiano, o tempo que se mede em dias.” (1° parágrafo)

O trecho destacado pode ser substituído, sem alteração do sentido original, por:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Pouso Redondo - SC Provas: FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Anos Iniciais Ensino Fundamental - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Anos Iniciais Ensino Fundamental - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Ciências - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Ciências - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Física - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Física - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Infantil - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de História - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de História - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Língua Inglesa - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Matemática - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Português - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Psicólogo | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Infantil - Não Habilitado |
Q3786558 Português
A norma-padrão distingue o uso de "mas" (conjunção adversativa) e "mais" (advérbio de intensidade/quantidade). 

Assinale a alternativa que apresenta o uso CORRETO da palavra destacada, indicando ideia de oposição/contrariedade: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Pouso Redondo - SC Provas: FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Anos Iniciais Ensino Fundamental - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Anos Iniciais Ensino Fundamental - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Ciências - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Ciências - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Física - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Física - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Infantil - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de História - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de História - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Língua Inglesa - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Matemática - Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Português - Não Habilitado | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Psicólogo | FRONTE - 2025 - Prefeitura de Pouso Redondo - SC - Professor de Educação Infantil - Não Habilitado |
Q3786557 Português
De acordo com as regras de regência e o emprego do sinal indicativo de crase, assinale a alternativa em que o uso do acento grave é estritamente proibido:
Alternativas
Q3786496 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Encanto ou Ilusão

Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!

André corria e gritava:

— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.

Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.

A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.

ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
No trecho do texto "Encanto ou Ilusão" — "porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças" — a palavra "se", no contexto em que foi empregada, atua como:
Alternativas
Q3786454 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Morado

Ele estava jogado na cadeira, curvado e esgotado, enquanto me observava com um olhar duro que me fazia encarar meus próprios descuidos. Aproximar-me dele era como carregar peso demais, como quem chega atrasado para acertar contas antigas. Tentei justificar o abandono, alegar cansaço, rotina, crises, mas o silêncio que vinha dele me julgava mais do que qualquer palavra.

Recordei nossas melhores fases: viagens, reencontros, pequenas aventuras que marcaram nossa história. Mesmo assim, percebia como o tempo havia desgastado nossa relação, como eu o deixara envelhecer sem cuidado, afogado em tarefas, prazos e adiamentos. Ele parecia cansado de esperar atenção, cansado de ser sempre o último da fila.

Assumi minhas faltas: projetos adiados, saúde negligenciada, planos engavetados, promessas não cumpridas. O corpo, outrora parceiro fiel, agora revelava rugas, dores e sinais de desgaste que eu insistira em ignorar. A pandemia, o excesso de trabalho e as desculpas fáceis haviam criado um abismo entre nós.

Prometi mudança, viagens futuras, leveza, cuidado. Disse que não desistiria dele quando saísse dali, embora não soubesse se ainda havia crédito para minhas promessas. Quando o alarme tocou, encerrei o encontro, guardei a culpa no bolso e parti, consciente de que havia conversado com ninguém mais senão meu próprio corpo.

Texto Adaptado

SOUSA, Bruno Alves de. Morado. In: ALBUQUERQUE, Joaquim Melo de; ANDRADE, Maria Pinheiro Pessoa de; OLIVEIRA, Lady Dayana Silva de (org.). Coletânea Travessia: contos e crônicas, v. II [livro eletrônico]. Fortaleza: Imprensa Universitária; Secretaria de Cultura da UFC, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/61403/1/2021_liv_mjalbuquerqu e.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando a pontuação empregada no trecho "Recordei nossas melhores fases: viagens, reencontros, pequenas aventuras que marcaram nossa história", assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3786453 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Morado

Ele estava jogado na cadeira, curvado e esgotado, enquanto me observava com um olhar duro que me fazia encarar meus próprios descuidos. Aproximar-me dele era como carregar peso demais, como quem chega atrasado para acertar contas antigas. Tentei justificar o abandono, alegar cansaço, rotina, crises, mas o silêncio que vinha dele me julgava mais do que qualquer palavra.

Recordei nossas melhores fases: viagens, reencontros, pequenas aventuras que marcaram nossa história. Mesmo assim, percebia como o tempo havia desgastado nossa relação, como eu o deixara envelhecer sem cuidado, afogado em tarefas, prazos e adiamentos. Ele parecia cansado de esperar atenção, cansado de ser sempre o último da fila.

Assumi minhas faltas: projetos adiados, saúde negligenciada, planos engavetados, promessas não cumpridas. O corpo, outrora parceiro fiel, agora revelava rugas, dores e sinais de desgaste que eu insistira em ignorar. A pandemia, o excesso de trabalho e as desculpas fáceis haviam criado um abismo entre nós.

Prometi mudança, viagens futuras, leveza, cuidado. Disse que não desistiria dele quando saísse dali, embora não soubesse se ainda havia crédito para minhas promessas. Quando o alarme tocou, encerrei o encontro, guardei a culpa no bolso e parti, consciente de que havia conversado com ninguém mais senão meu próprio corpo.

Texto Adaptado

SOUSA, Bruno Alves de. Morado. In: ALBUQUERQUE, Joaquim Melo de; ANDRADE, Maria Pinheiro Pessoa de; OLIVEIRA, Lady Dayana Silva de (org.). Coletânea Travessia: contos e crônicas, v. II [livro eletrônico]. Fortaleza: Imprensa Universitária; Secretaria de Cultura da UFC, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/61403/1/2021_liv_mjalbuquerqu e.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Com base na norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que analisa corretamente a regência verbal dos termos destacados no trecho "Disse que não desistiria dele quando saísse dali, embora não soubesse se ainda havia crédito para minhas promessas".
Alternativas
Q3786306 Português
O Gato Amarelo

No quintal de Dona Lúcia, vivia um gato amarelo, gordo e preguiçoso. Ele passava a maior parte do dia deitado sob a mangueira, sem fazer nada. A vida parecia-lhe monótona, mas ele gostava.

Certa manhã, um pintassilgo tagarela pousou na árvore. O gato, sonolento, abriu apenas um olho. O pintassilgo, que não tinha medo, começou a cantar uma melodia alegre. O gato tentou se espreguiçar, mas a preguiça era enorme. De repente, a bola colorida de um menino rolou perto, e o gato, num salto rápido, levantou-se e a perseguiu.

Dona Lúcia, que observava a cena da janela, sorriu e pensou: "Ele é o mais esperto de todos."
No trecho "A vida parecia-lhe monótona, mas ele gostava.", qual é a classificação do sujeito da oração "mas ele gostava"?
Alternativas
Q3786305 Português
O Gato Amarelo

No quintal de Dona Lúcia, vivia um gato amarelo, gordo e preguiçoso. Ele passava a maior parte do dia deitado sob a mangueira, sem fazer nada. A vida parecia-lhe monótona, mas ele gostava.

Certa manhã, um pintassilgo tagarela pousou na árvore. O gato, sonolento, abriu apenas um olho. O pintassilgo, que não tinha medo, começou a cantar uma melodia alegre. O gato tentou se espreguiçar, mas a preguiça era enorme. De repente, a bola colorida de um menino rolou perto, e o gato, num salto rápido, levantou-se e a perseguiu.

Dona Lúcia, que observava a cena da janela, sorriu e pensou: "Ele é o mais esperto de todos."
Na frase: "Ele é o mais esperto de todos.", o verbo "ser" (conjugado como é) é classificado como:
Alternativas
Q3786115 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   O desenvolvimento da Inteligência Artificial Generativa (IAG) depende do treinamento de vastos conjuntos de informações para que o modelo aprenda sobre linguagem, padrões e conhecimento geral. Esses dados podem incluir textos, imagens ou vídeos, os quais frequentemente são protegidos por direitos autorais.

    Se, por um lado, a criatividade e o conteúdo humano precisam ser preservados e recompensados, por outro, regras rígidas de direitos autorais para o treinamento da IAG podem trazer efeitos colaterais preocupantes, tais como: custos proibitivos para empresas de pequeno porte, aumentando a vantagem competitiva das grandes empresas; fuga de centros de IA para países mais permissivos; menor precisão diante da menor quantidade de dados; e repressão da pesquisa aberta e concentração de inovação em ambientes fechados.

   O conteúdo, enquanto obra passível de proteção, é utilizado somente como insumo técnico para ensinar o modelo sobre as relações estatísticas entre os seus elementos. Embora esses vetores não reproduzam diretamente a obra original e os modelos não armazenem os dados como um banco de referência consultável, eles podem carregar sua estrutura em forma matemática, o que poderia levar à conclusão de que, a partir disso, seria possível reconstruir o conteúdo protegido.

   Diferentemente de um livro digital ou de uma música arquivada, esses sistemas não guardam cada obra de forma individual, mas extraem padrões estatísticos gerais a partir do conjunto de uma grande massa toda. A memorização de trechos específicos pode ocorrer, mas em pequena escala. Em geral, o modelo generaliza e o impacto de cada obra isolada se dilui dentro da massa de dados, não havendo como rastrear a contribuição unitária. Isso torna inadequado tratar o treinamento desses modelos como se fosse equivalente ao uso individualizado de uma obra musical, jornalística ou literária.

    No Brasil, há fundamentos jurídicos que permitem a aplicação do “uso justo”, conforme entendimentos do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a Lei de Direitos Autorais, quando: se tratar de situação especial; não prejudicar a exploração normal da obra; e não causar dano injustificado aos interesses do autor.

    Em geral, no caso do “treinamento justo”, os argumentos são: os dados são utilizados apenas como insumos técnicos, para ensinar padrões estatísticos, e não para copiar as obras originais; o aprendizado de máquina é comparável ao processo humano de indução e generalização; e a responsabilização deve ser aplicada em relação aos resultados produzidos que violem direitos autorais.

   Ou seja, o tema é desafiador e de alta complexidade, sob a perspectiva técnica e jurídica. A tensão entre garantir a remuneração e o reconhecimento dos criadores, por um lado, e não inviabilizar a inovação tecnológica, por outro, exige abordagem regulatória cuidadosa, proporcional e tecnologicamente embasada.


(Rony Vainzof. Treinamento da IA, direitos autorais e regulação. www.estadao.com.br, 21.10.2025. Adaptado)
Considere o 3o parágrafo do texto:

O conteúdo, enquanto obra passível de proteção, é utilizado somente como insumo técnico para ensinar o modelo sobre as relações estatísticas entre os seus elementos. Embora esses vetores não reproduzam diretamente a obra original e os modelos não armazenem os dados como um banco de referência consultável, eles podem carregar sua estrutura em forma matemática, o que poderia levar à conclusão de que, a partir disso, seria possível reconstruir o conteúdo protegido.

Os vocábulos destacados podem ser substituídos, respectivamente, mantendo-se o sentido e a norma-padrão do trecho, por:
Alternativas
Q3785995 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   O desenvolvimento da Inteligência Artificial Generativa (IAG) depende do treinamento de vastos conjuntos de informações para que o modelo aprenda sobre linguagem, padrões e conhecimento geral. Esses dados podem incluir textos, imagens ou vídeos, os quais frequentemente são protegidos por direitos autorais.

    Se, por um lado, a criatividade e o conteúdo humano precisam ser preservados e recompensados, por outro, regras rígidas de direitos autorais para o treinamento da IAG podem trazer efeitos colaterais preocupantes, tais como: custos proibitivos para empresas de pequeno porte, aumentando a vantagem competitiva das grandes empresas; fuga de centros de IA para países mais permissivos; menor precisão diante da menor quantidade de dados; e repressão da pesquisa aberta e concentração de inovação em ambientes fechados.

   O conteúdo, enquanto obra passível de proteção, é utilizado somente como insumo técnico para ensinar o modelo sobre as relações estatísticas entre os seus elementos. Embora esses vetores não reproduzam diretamente a obra original e os modelos não armazenem os dados como um banco de referência consultável, eles podem carregar sua estrutura em forma matemática, o que poderia levar à conclusão de que, a partir disso, seria possível reconstruir o conteúdo protegido.

   Diferentemente de um livro digital ou de uma música arquivada, esses sistemas não guardam cada obra de forma individual, mas extraem padrões estatísticos gerais a partir do conjunto de uma grande massa toda. A memorização de trechos específicos pode ocorrer, mas em pequena escala. Em geral, o modelo generaliza e o impacto de cada obra isolada se dilui dentro da massa de dados, não havendo como rastrear a contribuição unitária. Isso torna inadequado tratar o treinamento desses modelos como se fosse equivalente ao uso individualizado de uma obra musical, jornalística ou literária.

    No Brasil, há fundamentos jurídicos que permitem a aplicação do “uso justo”, conforme entendimentos do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a Lei de Direitos Autorais, quando: se tratar de situação especial; não prejudicar a exploração normal da obra; e não causar dano injustificado aos interesses do autor.

    Em geral, no caso do “treinamento justo”, os argumentos são: os dados são utilizados apenas como insumos técnicos, para ensinar padrões estatísticos, e não para copiar as obras originais; o aprendizado de máquina é comparável ao processo humano de indução e generalização; e a responsabilização deve ser aplicada em relação aos resultados produzidos que violem direitos autorais.

   Ou seja, o tema é desafiador e de alta complexidade, sob a perspectiva técnica e jurídica. A tensão entre garantir a remuneração e o reconhecimento dos criadores, por um lado, e não inviabilizar a inovação tecnológica, por outro, exige abordagem regulatória cuidadosa, proporcional e tecnologicamente embasada.


(Rony Vainzof. Treinamento da IA, direitos autorais e regulação. www.estadao.com.br, 21.10.2025. Adaptado)
Considere o 3o parágrafo do texto:

    O conteúdo, enquanto obra passível de proteção, é utilizado somente como insumo técnico para ensinar o modelo sobre as relações estatísticas entre os seus elementos. Embora esses vetores não reproduzam diretamente a obra original e os modelos não armazenem os dados como um banco de referência consultável, eles podem carregar sua estrutura em forma matemática, o que poderia levar à conclusão de que, a partir disso, seria possível reconstruir o conteúdo protegido.

Os vocábulos destacados podem ser substituídos, respectivamente, mantendo-se o sentido e a norma-padrão do trecho, por:
Alternativas
Q3785994 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   O desenvolvimento da Inteligência Artificial Generativa (IAG) depende do treinamento de vastos conjuntos de informações para que o modelo aprenda sobre linguagem, padrões e conhecimento geral. Esses dados podem incluir textos, imagens ou vídeos, os quais frequentemente são protegidos por direitos autorais.

    Se, por um lado, a criatividade e o conteúdo humano precisam ser preservados e recompensados, por outro, regras rígidas de direitos autorais para o treinamento da IAG podem trazer efeitos colaterais preocupantes, tais como: custos proibitivos para empresas de pequeno porte, aumentando a vantagem competitiva das grandes empresas; fuga de centros de IA para países mais permissivos; menor precisão diante da menor quantidade de dados; e repressão da pesquisa aberta e concentração de inovação em ambientes fechados.

   O conteúdo, enquanto obra passível de proteção, é utilizado somente como insumo técnico para ensinar o modelo sobre as relações estatísticas entre os seus elementos. Embora esses vetores não reproduzam diretamente a obra original e os modelos não armazenem os dados como um banco de referência consultável, eles podem carregar sua estrutura em forma matemática, o que poderia levar à conclusão de que, a partir disso, seria possível reconstruir o conteúdo protegido.

   Diferentemente de um livro digital ou de uma música arquivada, esses sistemas não guardam cada obra de forma individual, mas extraem padrões estatísticos gerais a partir do conjunto de uma grande massa toda. A memorização de trechos específicos pode ocorrer, mas em pequena escala. Em geral, o modelo generaliza e o impacto de cada obra isolada se dilui dentro da massa de dados, não havendo como rastrear a contribuição unitária. Isso torna inadequado tratar o treinamento desses modelos como se fosse equivalente ao uso individualizado de uma obra musical, jornalística ou literária.

    No Brasil, há fundamentos jurídicos que permitem a aplicação do “uso justo”, conforme entendimentos do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a Lei de Direitos Autorais, quando: se tratar de situação especial; não prejudicar a exploração normal da obra; e não causar dano injustificado aos interesses do autor.

    Em geral, no caso do “treinamento justo”, os argumentos são: os dados são utilizados apenas como insumos técnicos, para ensinar padrões estatísticos, e não para copiar as obras originais; o aprendizado de máquina é comparável ao processo humano de indução e generalização; e a responsabilização deve ser aplicada em relação aos resultados produzidos que violem direitos autorais.

   Ou seja, o tema é desafiador e de alta complexidade, sob a perspectiva técnica e jurídica. A tensão entre garantir a remuneração e o reconhecimento dos criadores, por um lado, e não inviabilizar a inovação tecnológica, por outro, exige abordagem regulatória cuidadosa, proporcional e tecnologicamente embasada.


(Rony Vainzof. Treinamento da IA, direitos autorais e regulação. www.estadao.com.br, 21.10.2025. Adaptado)
Está em conformidade com o que se afirma no texto e com a norma-padrão de concordância verbal e nominal a frase:
Alternativas
Q3785991 Português
Está em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase e de regência verbal e nominal a frase:
Alternativas
Q3785854 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   O desenvolvimento da Inteligência Artificial Generativa (IAG) depende do treinamento de vastos conjuntos de informações para que o modelo aprenda sobre linguagem, padrões e conhecimento geral. Esses dados podem incluir textos, imagens ou vídeos, os quais frequentemente são protegidos por direitos autorais.

    Se, por um lado, a criatividade e o conteúdo humano precisam ser preservados e recompensados, por outro, regras rígidas de direitos autorais para o treinamento da IAG podem trazer efeitos colaterais preocupantes, tais como: custos proibitivos para empresas de pequeno porte, aumentando a vantagem competitiva das grandes empresas; fuga de centros de IA para países mais permissivos; menor precisão diante da menor quantidade de dados; e repressão da pesquisa aberta e concentração de inovação em ambientes fechados.

   O conteúdo, enquanto obra passível de proteção, é utilizado somente como insumo técnico para ensinar o modelo sobre as relações estatísticas entre os seus elementos. Embora esses vetores não reproduzam diretamente a obra original e os modelos não armazenem os dados como um banco de referência consultável, eles podem carregar sua estrutura em forma matemática, o que poderia levar à conclusão de que, a partir disso, seria possível reconstruir o conteúdo protegido.

   Diferentemente de um livro digital ou de uma música arquivada, esses sistemas não guardam cada obra de forma individual, mas extraem padrões estatísticos gerais a partir do conjunto de uma grande massa toda. A memorização de trechos específicos pode ocorrer, mas em pequena escala. Em geral, o modelo generaliza e o impacto de cada obra isolada se dilui dentro da massa de dados, não havendo como rastrear a contribuição unitária. Isso torna inadequado tratar o treinamento desses modelos como se fosse equivalente ao uso individualizado de uma obra musical, jornalística ou literária.

    No Brasil, há fundamentos jurídicos que permitem a aplicação do “uso justo”, conforme entendimentos do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a Lei de Direitos Autorais, quando: se tratar de situação especial; não prejudicar a exploração normal da obra; e não causar dano injustificado aos interesses do autor.

    Em geral, no caso do “treinamento justo”, os argumentos são: os dados são utilizados apenas como insumos técnicos, para ensinar padrões estatísticos, e não para copiar as obras originais; o aprendizado de máquina é comparável ao processo humano de indução e generalização; e a responsabilização deve ser aplicada em relação aos resultados produzidos que violem direitos autorais.

   Ou seja, o tema é desafiador e de alta complexidade, sob a perspectiva técnica e jurídica. A tensão entre garantir a remuneração e o reconhecimento dos criadores, por um lado, e não inviabilizar a inovação tecnológica, por outro, exige abordagem regulatória cuidadosa, proporcional e tecnologicamente embasada.


(Rony Vainzof. Treinamento da IA, direitos autorais e regulação. www.estadao.com.br, 21.10.2025. Adaptado)
Está em conformidade com o que se afirma no texto e com a norma-padrão de concordância verbal e nominal a frase:
Alternativas
Respostas
5421: A
5422: A
5423: B
5424: C
5425: B
5426: D
5427: B
5428: A
5429: C
5430: C
5431: C
5432: D
5433: E
5434: B
5435: D
5436: E
5437: E
5438: D
5439: D
5440: B