Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3904865 Português
“Desejo que todos os candidatos sejam aprovados no concurso”. A oração destacada no período classifica-se como uma:
Alternativas
Q3904864 Português
“Apaixonei-me quando te vi pela primeira vez”. A conjunção presente na oração exprime uma circunstância de: 
Alternativas
Q3904863 Português
I. “Não perdoarei ao meu amigo a ofensa”.
II. Não perdoarei a ofensa ao meu amigo”.

Sobre a regência do verbo perdoar nas orações acima, conclui-se que:
Alternativas
Q3904862 Português
Sobre a concordância do verbo “faltar” nas orações dos itens:

I. No dia da prova faltou vários fiscais de sala.
II. Ainda falta trinta minutos para o término da prova.

Pode-se afirmar corretamente que:
Alternativas
Q3904757 Português
A oração em destaque no período: “Não choveu o suficiente conforme foi previsto”, classifica-se como uma:
Alternativas
Q3904756 Português
Observado a regência dos adjetivos destacados nas orações:

I. Este garoto é fanático a futebol.
II. Este garoto é idêntico com o pai.

De acordo com a Norma Culta, pode-se afirmar corretamente que: 
Alternativas
Q3904754 Português
A transitividade do verbo na oração: “Rumores estranhos sucedem na política do país”, é de um:
Alternativas
Q3904753 Português
“Lampião caminhava tenso pela caatinga”. O termo destacado na oração classifica-se como:
Alternativas
Q3904752 Português
“Come-se bem nos restaurantes mineiros”. O sujeito da oração classifica-se como um: 
Alternativas
Q3904751 Português
O predicado de uma oração pode ter como núcleo um verbo ou um nome, ou os dois, ao mesmo tempo. Sendo assim, indique abaixo a única oração que apresenta um Predicado Verbal:
Alternativas
Q3903616 Português
Em 'se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada', o núcleo do sujeito da forma verbal 'tiveram' é:  
Alternativas
Q3903615 Português
No período 'Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada', há a presença de: 
Alternativas
Q3903613 Português
No trecho 'não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim', a conjunção 'e sim' estabelece:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: TJ-PI Órgão: TJ-PI Prova: TJ-PI - 2025 - TJ-PI - Residência Jurídica |
Q3903352 Português
No Versículo “Mulheres de Jerusalém, não chorem por mim, mas por vocês e pelos seus filhos!” (Mateus, 27:29), o termo destacado tem função:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: TJ-PI Órgão: TJ-PI Prova: TJ-PI - 2025 - TJ-PI - Residência Jurídica |
Q3903351 Português
 Nas orações que formam o seguinte período composto “Dá a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, tem-se respectivamente sujeitos:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: TJ-PI Órgão: TJ-PI Prova: TJ-PI - 2025 - TJ-PI - Residente Tecnológico |
Q3903001 Português
No trecho poético “Meu Deus, por que me abandonaste, se sabias que eu não era Deus, se sabias que eu era fraco”, in“Poema de Sete Faces’, de Carlos Drumond de Andrade, a particula SE, nas duas ultimas orações, tem funcao: 
Alternativas
Q3902963 Português
No trecho “Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação”, o sujeito da oração é:  
Alternativas
Q3902924 Português
Assinale a alternativa que apresenta correta concordância, tanto verbal quanto nominal: 
Alternativas
Q3902923 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
Dado o excerto:
“Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.”
Caso a forma de tratamento utilizada, “senhor”, fosse substituída pelo pronome de tratamento “Vossa Excelência”, a correta redação do período seria: 
Alternativas
Q3902922 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
Leia o fragmento que segue:

“(...) nada disso garante que você vá ao lugar certo.”

A oração subordinada presente no excerto é classificada como:
Alternativas
Respostas
4021: B
4022: A
4023: C
4024: B
4025: A
4026: D
4027: A
4028: B
4029: D
4030: C
4031: D
4032: B
4033: B
4034: C
4035: C
4036: B
4037: B
4038: D
4039: B
4040: B