Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

Questões Discursivas

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Q399091 Português
Leia abaixo:

I. Notas altas não implicam conhecimento.
II. Obedeça ao seu coração.
III. Lembra de mim no dia que retornares!

As sentenças que apresentam correta regência verbal são:
Alternativas
Q399090 Português
Leia as sentenças:

É preciso que ela se encante por mim!
Chegou à conclusão de que saiu no preiuízo.

Assinale abaixo a alternativa que classifica, correta e respectivamente, as orações subordinadas substantivas (O.S.S.) destacadas
Alternativas
Q399088 Português
Leia a primeira estrofe de Póetica, de Vinicius de Moraes, para responder às questões de 33 a 35:

De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.

Como se pode ver, a estrofe é composta por quatro orações coordenadas. Assinale abaixo a alternativa que classifica corretamente essas orações.
Alternativas
Q399081 Português
Leia as sentenças abaixo:

I. Obedeça os seus avós, menino!
II. Amélia, aspire ao pó direito!
III. Estudo implica em concentração.

As afirmativas que apresentam erro quanto à regência verbal são:
Alternativas
Q398710 Português
O fenômeno da crase é marcado em português pelo acento grave. Assinale abaixo a alternativa que apresenta erro quanto ao uso do acento indicativo de crase.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2013 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q397860 Português
Considere o trecho a seguir.

Quando o computador doméstico começou a se popularizar, ainda ________ muitos usuários de máquinas de escrever que se recusavam a substituí-las pelos novos aparelhos, pois já ________ muitos anos que as máquinas vinham sendo utilizadas, e sempre ________ aqueles que veem com desconfiança as novidades tecnológicas.

Considerando-se a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2013 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q397859 Português
Considere o seguinte trecho:

Mesmo com o surgimento do computador doméstico, muitos escritores se recusaram a aposentar suas antigas máquinas de escrever.

Assinale a alternativa em que a oração em destaque no trecho está corretamente reescrita, conservando seu sentido inalterado.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2013 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q397858 Português
Assinale a alternativa em cuja frase, que conclui o trecho apresentado a seguir, o acento indicativo de crase foi corretamente empregado.

Com a pressão vinda de todos os lados, foram poucos os que resistiram
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2013 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q397856 Português
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.

Mágicas e exatas

Ruy Castro

     Conheço gente que trocou de profissão, de ideologia política, de nacionalidade, mas continuou firme na preferência quanto ao clube de futebol. E houve outro quesito que, em certa época, disputou com o futebol essa fidelidade carnívora - quando tivemos de trocar a máquina de escrever pelo computador.
      Foi em meados dos anos 80. Éramos felizes com nossas Remingtons e Olivettis, até que uma pressão vinda de todos os lados começou a nos empurrar para o computador doméstico. Muitos resistimos à novidade, como quem defende a bandeira do seu clube. No meu caso, fiquei firme até 1988, quando dois amigos me confessaram sua conversão àquele aparelho silencioso, que permitia reescrever e mover frases e parágrafos sem o cansativo recurso de bater xis, cobrir de tinta e fazer a emenda à mão ou à máquina.
      Por causa deles, aderi. Afinal, pensei, estava apenas trocando uma máquina de escrever por outra. E quer saber? Nunca me arrependi. Acho até que a geringonça me salvou a vida, permitindo-me produzir com metade do esforço e o dobro da velocidade. Minha Remington foi para um armário, onde está até hoje, há anos sem a esmola de um olhar.
      Um livro enviado por uma amiga, no entanto, me fez repensar o caso: o delicioso “Retratos Parisienses”, com entrevistas e perfis de escritores e pintores franceses por Rubem Braga. Logo nas primeiras páginas, reproduz-se um original de Rubem - uma página datilografada, sobre seu encontro com Jean-Paul Sartre, estupidamente bem escrita e quase sem emendas.
      Era possível escrever à máquina, de primeira, sem erros e já com as palavras mágicas e exatas. Bastava ser Rubem Braga.
(Folha de S.Paulo. 18.03.2013. Adaptado)

Considere os trechos a seguir:

• ... fiquei firme até 1988, quando dois amigos me confessaram sua conversão àquele aparelho silencioso...

• E quer saber? Nunca me arrependi. Acho até que a geringonça me salvou a vida...

No contexto em que são empregados, os termos em destaque nos trechos expressam, respectivamente, circunstância de
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2013 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q397855 Português
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.

Mágicas e exatas

Ruy Castro

     Conheço gente que trocou de profissão, de ideologia política, de nacionalidade, mas continuou firme na preferência quanto ao clube de futebol. E houve outro quesito que, em certa época, disputou com o futebol essa fidelidade carnívora - quando tivemos de trocar a máquina de escrever pelo computador.
      Foi em meados dos anos 80. Éramos felizes com nossas Remingtons e Olivettis, até que uma pressão vinda de todos os lados começou a nos empurrar para o computador doméstico. Muitos resistimos à novidade, como quem defende a bandeira do seu clube. No meu caso, fiquei firme até 1988, quando dois amigos me confessaram sua conversão àquele aparelho silencioso, que permitia reescrever e mover frases e parágrafos sem o cansativo recurso de bater xis, cobrir de tinta e fazer a emenda à mão ou à máquina.
      Por causa deles, aderi. Afinal, pensei, estava apenas trocando uma máquina de escrever por outra. E quer saber? Nunca me arrependi. Acho até que a geringonça me salvou a vida, permitindo-me produzir com metade do esforço e o dobro da velocidade. Minha Remington foi para um armário, onde está até hoje, há anos sem a esmola de um olhar.
      Um livro enviado por uma amiga, no entanto, me fez repensar o caso: o delicioso “Retratos Parisienses”, com entrevistas e perfis de escritores e pintores franceses por Rubem Braga. Logo nas primeiras páginas, reproduz-se um original de Rubem - uma página datilografada, sobre seu encontro com Jean-Paul Sartre, estupidamente bem escrita e quase sem emendas.
      Era possível escrever à máquina, de primeira, sem erros e já com as palavras mágicas e exatas. Bastava ser Rubem Braga.
(Folha de S.Paulo. 18.03.2013. Adaptado)

Em – Um livro enviado por uma amiga, no entanto, me fez repensar o caso… –, sem que seja alterado o sentido do trecho, a expressão em destaque pode ser corretamente substituída por
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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: FUNDUNESP Prova: VUNESP - 2013 - FUNDUNESP - Historiógrafo |
Q397854 Português
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.

Mágicas e exatas

Ruy Castro

     Conheço gente que trocou de profissão, de ideologia política, de nacionalidade, mas continuou firme na preferência quanto ao clube de futebol. E houve outro quesito que, em certa época, disputou com o futebol essa fidelidade carnívora - quando tivemos de trocar a máquina de escrever pelo computador.
      Foi em meados dos anos 80. Éramos felizes com nossas Remingtons e Olivettis, até que uma pressão vinda de todos os lados começou a nos empurrar para o computador doméstico. Muitos resistimos à novidade, como quem defende a bandeira do seu clube. No meu caso, fiquei firme até 1988, quando dois amigos me confessaram sua conversão àquele aparelho silencioso, que permitia reescrever e mover frases e parágrafos sem o cansativo recurso de bater xis, cobrir de tinta e fazer a emenda à mão ou à máquina.
      Por causa deles, aderi. Afinal, pensei, estava apenas trocando uma máquina de escrever por outra. E quer saber? Nunca me arrependi. Acho até que a geringonça me salvou a vida, permitindo-me produzir com metade do esforço e o dobro da velocidade. Minha Remington foi para um armário, onde está até hoje, há anos sem a esmola de um olhar.
      Um livro enviado por uma amiga, no entanto, me fez repensar o caso: o delicioso “Retratos Parisienses”, com entrevistas e perfis de escritores e pintores franceses por Rubem Braga. Logo nas primeiras páginas, reproduz-se um original de Rubem - uma página datilografada, sobre seu encontro com Jean-Paul Sartre, estupidamente bem escrita e quase sem emendas.
      Era possível escrever à máquina, de primeira, sem erros e já com as palavras mágicas e exatas. Bastava ser Rubem Braga.
(Folha de S.Paulo. 18.03.2013. Adaptado)

Considere o seguinte trecho do penúltimo parágrafo:

Logo nas primeiras páginas, reproduz-se um original de Rubem – uma página datilografada, sobre seu encontro com Jean-Paul Sartre, estupidamente bem escrita e quase sem emendas.

No trecho, a expressão em destaque foi utilizada pelo autor do texto para enfatizar a ideia de que a página em questão havia sido escrita de maneira
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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2013 - TJ-SP - Contador |
Q395833 Português
                                   O que é ler?

       Começo distraidamente a ler um livro. Contribuo com alguns pensamentos, julgo entender o que está escrito porque conheço a língua e as coisas indicadas pelas palavras, assim como sei identificar as experiências ali relatadas. Escritor e leitor possuem o mesmo repertório disponível de palavras, coisas, fatos, experiências, depositados pela cultura instituída e sedimentados no mundo de ambos.
       De repente, porém, algumas palavras me “pegam”. Insensivelmente, o escritor as desviou de seu sentido comum e costumeiro e elas me arrastam, como num turbilhão, para um sentido novo, que alcanço apenas graças a elas. O escritor me invade, passo a pensar de dentro dele e não apenas com ele, ele se pensa em mim ao falar em mim com palavras cujo sentido ele fez mudar. O livro que eu parecia soberanamente dominar apossa-se de mim, interpela-me, arrasta-me para o que eu não sabia, para o novo. O escritor não convida quem o lê a reencontrar o que já sabia, mas toca nas significações existentes para torná-las destoantes, estranhas, e para conquistar, por virtude dessa estranheza, uma nova harmonia que se aposse do leitor.
       Ler, escreve Merleau-Ponty, é fazer a experiência da “retomada do pensamento de outrem através de sua palavra”, é uma reflexão em outrem, que enriquece nossos próprios pensamentos. Por isso, prossegue Merleau-Ponty, “começo a compreender uma filosofia deslizando para dentro dela, na maneira de existir de seu pensamento”, isto é, em seu discurso.


                                   (Marilena Chauí, Prefácio. Em: Jairo Marçal, Antologia de Textos Filosóficos. Adaptado)


Assinale a alternativa correta quanto à concordância.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2013 - TJ-SP - Contador |
Q395830 Português
                                   O que é ler?

       Começo distraidamente a ler um livro. Contribuo com alguns pensamentos, julgo entender o que está escrito porque conheço a língua e as coisas indicadas pelas palavras, assim como sei identificar as experiências ali relatadas. Escritor e leitor possuem o mesmo repertório disponível de palavras, coisas, fatos, experiências, depositados pela cultura instituída e sedimentados no mundo de ambos.
       De repente, porém, algumas palavras me “pegam”. Insensivelmente, o escritor as desviou de seu sentido comum e costumeiro e elas me arrastam, como num turbilhão, para um sentido novo, que alcanço apenas graças a elas. O escritor me invade, passo a pensar de dentro dele e não apenas com ele, ele se pensa em mim ao falar em mim com palavras cujo sentido ele fez mudar. O livro que eu parecia soberanamente dominar apossa-se de mim, interpela-me, arrasta-me para o que eu não sabia, para o novo. O escritor não convida quem o lê a reencontrar o que já sabia, mas toca nas significações existentes para torná-las destoantes, estranhas, e para conquistar, por virtude dessa estranheza, uma nova harmonia que se aposse do leitor.
       Ler, escreve Merleau-Ponty, é fazer a experiência da “retomada do pensamento de outrem através de sua palavra”, é uma reflexão em outrem, que enriquece nossos próprios pensamentos. Por isso, prossegue Merleau-Ponty, “começo a compreender uma filosofia deslizando para dentro dela, na maneira de existir de seu pensamento”, isto é, em seu discurso.


                                   (Marilena Chauí, Prefácio. Em: Jairo Marçal, Antologia de Textos Filosóficos. Adaptado)


O escritor toca nas significações existentes para torná-las destoantes, estranhas, e para conquistar, devido_________estranheza, uma nova harmonia que se aposse do leitor, envolvendo-______.

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas da frase devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2013 - TJ-SP - Contador |
Q395826 Português
Leia a charge.

imagem-002.jpg

No contexto apresentado, a personagem, professor de Português, preferiria uma frase, escrita em norma-padrão da língua portuguesa, com os seguintes dizeres:
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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2013 - TJ-SP - Contador |
Q395823 Português
                                A ética da fila

        SÃO PAULO - Escritórios da avenida Faria Lima, em São Paulo, estão contratando flanelinhas para estacionar os carros de seus profissionais nas ruas das imediações. O custo mensal fica bem abaixo do de um estacionamento regular. Imaginando que os guardadores não violem nenhuma lei nem regra de trânsito, utilizar seus serviços seria o equivalente de pagar alguém para ficar na fila em seu lugar. Isso é ético?
        Como não resisto aos apelos do utilitarismo, não vejo grandes problemas nesse tipo de acerto. Ele não prejudica ninguém e deixa pelo menos duas pessoas mais felizes (quem evitou a espera e o sujeito que recebeu para ficar parado). Mas é claro que nem todo o mundo pensa assim.
        Michael Sandel, em “O que o Dinheiro Não Compra”, levanta bons argumentos contra a prática. Para o professor de Harvard, dublês de fila, ao forçar que o critério de distribuição de vagas deixe de ser a ordem de chegada para tornar-se monetário, acabam corrompendo as instituições.
        Diferentes bens são repartidos segundo diferentes regras. Num leilão, o que vale é o maior lance, mas no cinema prepondera a fila. Universidades tendem a oferecer vagas com base no mérito, já prontos-socorros ordenam tudo pela gravidade. O problema com o dinheiro é que ele é eficiente demais. Sempre que entra por alguma fresta, logo se sobrepõe a critérios alternativos e o resultado final é uma sociedade na qual as diferenças entre ricos e pobres se tornam cada vez mais acentuadas.
        Não discordo do diagnóstico, mas vejo dificuldades. Para começar, os argumentos de Sandel também recomendam a proibição da prostituição e da barriga de aluguel, por exemplo, que me parecem atividades legítimas. Mais importante, para opor-se à destruição de valores ocasionada pela monetização, em muitos casos é preciso eleger um padrão universal a ser preservado, o que exige a criação de uma espécie de moral oficial - e isso é para lá de problemático.

                                                (Hélio Schwartsman, A ética da fila. Folha de S.Paulo, 28.04.2013)


No período – Como não resisto aos apelos do utilitaris- mo, não vejo grandes problemas nesse tipo de acerto. –, a conjunção Como estabelece a mesma relação e o mesmo sentido da conjunção destacada no trecho adaptado de IstoÉ (26.04.2013) em:
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Q391671 Português
Se Brasil, China e Índia decidirem copiar o estilo de vida dos desenvolvidos, serão necessários cinco planetas Terra." (Sha Zukang, secretário-geral da ONU)


As formas linguísticas “Se” e “e”, negritadas no texto, são classificadas, respectivamente, como conjunção:
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Q391611 Português
Os dias felizes

Os dias felizes estão entre as árvores, como pássaros:
Viajam nas nuvens,
Correm nas águas,
Desmancham-se na areia.

Todas as palavras são inúteis,
desde que se olha para o céu.

A doçura maior da vida
flui na luz do sol,
quando se está em silêncio.

MEIRELES, Cecília. Cecília de bolso: uma antologia poética. Porto Alegre: LP&M, 2009. p. 88. (texto adaptado)

No segundo verso da 3ª estrofe, o verbo “flui” concorda com o substantivo
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Q391609 Português
A lei 9.503/97 é a que regulamenta o trânsito no Brasil através do CTB - Código de Trânsito Brasileiro e suas resoluções complementares. [...]

Dentre as principais leis de trânsito, podemos destacar a de sinalização, afinal, é de extrema importância ter as vias corretamente sinalizadas para obter uma perfeita orientação do condutor e, como consequência, o melhor trânsito possível (segurança).

Outra lei que merece destaque é a que diz respeito à educação no trânsito, pois só através de condutores bem educados e conscientes é que se pode ter uma postura de direção pautada pela prudência e respeito. As campanhas de educação no trânsito serão promovidas desde a pré-escola até o final do ensino superior [...]

Disponível em: http://www.infoescola.com/direito/principais-leis-de-transito/. Acesso em: outubro de 2013. (texto adaptado)


Em: “condutores bem educados e conscientes...”, negritado no texto, identificamos o uso adequado da:
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Q391606 Português
Complete os espaços em branco, assinalando a alternativa CORRETA.

Maria e Joana ganharam de presentes camisetas ______ e shorts _______. Minhas netas são ___________ a avó.
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Q391605 Português
As frases "Eu gosto dele. O menino que eu gosto é ele" são utilizadas na fala do dia a dia de várias pessoas. Assinale a alternativa CORRETA, usando essas mesmas frases em um texto escrito, na forma culta da língua portuguesa.
Alternativas
Respostas
38041: A
38042: B
38043: D
38044: D
38045: C
38046: B
38047: E
38048: A
38049: E
38050: A
38051: C
38052: B
38053: A
38054: D
38055: B
38056: A
38057: C
38058: D
38059: C
38060: C