Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

Questões Discursivas

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Q1192404 Português

Situação dos açudes


Em audiência com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, João Fernandes lembrou que dos 223 municípios paraibanos, 196 estão em colapso por falta d´água.

“Explicamos a gravidade do problema provocado pela maior seca dos últimos 50 anos e pedimos agilidade na conclusão da obra da transposição. O ministro disse que as águas do São Francisco devem chegar em fevereiro de 2017 em Monteiro. Mas, com base nos relatórios técnicos lidos e nas observações de campo que fizemos, acreditamos que isto vai acontecer mesmo em abril”, afirmou João Fernandes.

http://portalcorreio.com.br/noticias/ciencia%20-tecnologia-e-meio-ambiente/meio-ambiente/2016/10/21/NWS,286298,41,238,NOTICIAS,2190-PB-ACUDES-SITUACAO-CRITICA-FENOMENO-CAUSA-CHUVA-RECARREGA-MANANCIAIS.aspx

No trecho “... dos 223 municípios paraibanos, 196 estão em colapso por falta d´água”, podemos afirmar:


I - O verbo ESTAR é um verbo de ligação.

II- Trata-se de um predicado nominal.

III- Trata-se de um predicado verbal.

IV - O verbo ESTAR é um verbo intransitivo.

V- Trata-se de um predicado verbo nominal.


Estão CORRETAS:

Alternativas
Q1191260 Português
O conectivo sublinhado nas frases a seguir – da autoria de Machado de Assis – que tem seu valor semântico corretamente indicado é:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Jacundá - PA
Q1191033 Português
O leão, o burro e a raposa. O leão, o burro e a raposa saíram juntos para caçar. Pegaram muitas presas, e o leão ordenou ao burro que dividisse a caça entre os três. O burro partiu o bolo todo em três partes iguais. Essa divisão não agradou nem um pouco ao leão! Irado, ele devorou o burro. Então, o leão mandou que a raposa dividisse de novo a caça. A raposa, prudente, juntou quase toda a caça num mesmo bolo e lhe entregou, ficando somente com um pouquinho. – Como você é inteligente, raposa! – Admirou-se o leão, satisfeito. – Quem foi que a ensinou a dividir tão bem assim? E a raposa respondeu apenas: – O burro.    TOLSTÓI, Liev. Fábulas. Tradução e adaptação de Tatiana Mariz e Ana Sofia Mariz. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2009. p. 34-37. 

Em “o leão ordenou ao burro que dividisse a caça entre os três’’, a oração destacada é classificada como: 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNCAB Órgão: Câmara de Linhares - ES
Q1189628 Português
Um homem de consciência
Chamava-se João Teodoro, só. O mais pacato e modesto dos homens. Honestíssimo e lealíssimo, com um defeito apenas: não dar o mínimo valor a si próprio. Para João Teodoro, a coisa de menos importância no mundo era João Teodoro.
Nunca fora nada na vida, nem admitia a hipótese de vir a ser alguma coisa. E por muito tempo não quis nem sequer o que todos ali queriam: mudar-se para terra melhor.
Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o deperecimento visível de sua Itaoca.
- Isto já foi muito melhor, diz consigo. Já teve três médicos bem bons - agora só um e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá serviço para um rábula ordinário como o Tenório. Nem circo de cavalinhos bate mais por aqui. A gente que presta se muda. Fica o restolho. Decididamente, a minha Itaoca está se acabando...
João Teodoro entrou a incubar a ideia de também mudar-se, mas para isso necessitava de um fato qualquer que o convencesse de maneira absoluta de que Itaoca não tinha mesmo conserto ou arranjo possível.
- É isso, deliberou lá por dentro. Quando eu verificar que tudo está perdido, que Itaoca não vale mais nada de nada, então arrumo a trouxa e boto-me fora daqui.
Um dia aconteceu a grande novidade: a nomeação de João Teodoro para delegado. Nosso homem recebeu a notícia como se fosse uma porretada no crânio. Delegado, ele! Ele que não era nada, nunca fora nada, não queria ser nada, não se julgava capaz de nada... 
Ser delegado numa cidadezinha daquelas é coisa seríssima. Não há cargo mais importante. É o homem que prende os outros, que solta, que manda dar sovas, que vai à capital falar com o governo. Uma coisa colossal ser delegado - e estava ele, João Teodoro, de-le-ga-do de Itaoca! ...
João Teodoro caiu em meditação profunda. Passou a noite em claro, pensando e arrumando as malas. Pela madrugada botou-as num burro, montou no seu cavalinho magro e partiu.
Antes de deixar a cidade foi visto por um amigo madrugador.
- Que é isso, João? Para onde se atira assim de armas e bagagens?
- Vou-me embora, respondeu o retirante.
Verifiquei que Itaoca chegou mesmo ao fim.
- Mas, como? Agora que você está delegado?
- Justamente por isso. Terra em que João Teodoro chega a delegado, eu não moro. E adeus.
E sumiu.
Lobato, Monteiro. Um homem de consciência. In Cidades Mortas. 12ª edição. São Paulo, Brasiliense, 1965.
Em "É o homem que prende os outros, que solta, que manda dar sovas, que vai à capital falar com o governo.", todas as orações subordinadas que se iniciam com o pronome QUE classificam-se como:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FAEPESUL Órgão: Prefeitura de Morro da Fumaça - SC
Q1186279 Português
O homem não é o único animal...
... que constrói casa, mas é o único animal que precisa de fechadura ... que foge dos outros, mas é o único que chama de retirada estratégica ... que se ajoelha, mas é o único que faz isto voluntariamente ... que trai, polui a aterroriza, mas é o único que se justifica depois ... que engole sapo, mas é o único que não faz isso pelo valor nutricional ... que faz sexo, mas é o único que precisa de manual de instruções.                                                                                                **Luis Fernando Verissimo (** Poesia numa hora                                                                                                       dessas?. Porto Alegre: L&PM. p.19)
Sobre a parta gramatical do poema, analise com atenção as afirmativas seguintes:
I. “Constrói” é uma palavra oxítona, porém acentuada pela regra dos ditongos orais abertos. II. Com a Nova Ortografia da Língua Portuguesa, a palavra “constrói” não sofre alteração, não perdendo, portanto, o acento gráfico. III. O pronome relativo QUE, no início de cada verso, exerce a função sintática de sujeito. IV.  A conjunção MAS, que estabelece a coesão do texto, tem sentido de oposição. V. A conjunção MAS é classificada como Coordenativa Sindética Adversativa.
Agora, assinale a alternativa que contém a resposta CORRETA:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: TRT - 20ª REGIÃO (SE)
Q1186002 Português
O conceito de infância, como o conhecemos, consolidou-se no Ocidente a partir do século XVIII. Até o século XVI, pelo menos, assim que conseguissem se virar sem as mães ou as amas, as crianças eram integradas ao mundo dos adultos. A infância, como idade da brincadeira e da formação escolar, ao mesmo tempo com direito à proteção dos pais e depois à do Estado, é algo relativamente novo. A infância não é um conceito determinado apenas pela biologia. Como tudo, é também um fenômeno histórico implicado nas transformações econômicas e sociais do mundo, em permanente mudança e construção. Hoje há algo novo nesse cenário. Vivemos a era dos adultos infantilizados. Não é por acaso que proliferaram os coaches. Coach, em inglês, significa treinador. Originalmente, treinador de esportistas. Nesse conceito importado dos Estados Unidos, país que transformou a infância numa bilionária indústria de consumo, a ideia é a de que, embora estejamos na idade adulta, não sabemos lidar com a vida sozinhos. Precisamos de um treinador que nos ajude a comer, conseguir amigos e emprego, lidar com conflitos matrimoniais e profissionais, arrumar as finanças e até mesmo organizar os armários. Uma espécie de infância permanente do indivíduo. Os adultos infantilizados desse início de milênio encarnam a geração do “eu mereço”. Alcançar sonhos, ideais ou mesmo objetivos parece ser compreendido como uma consequência natural do próprio existir, de preferência imediata. Quando essa crença fracassa, é hora de buscar o treinador de felicidade, o treinador de saúde. É estarrecedor verificar como as gerações que estão aí parecem não perceber que dá trabalho conquistar o que se deseja. E, mesmo que se esforcem muito, haverá sempre o que não foi possível alcançar. (Adaptado de: BRUM, ELIANE. Disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca)
Identifica-se noção de concessão no segmento que se encontra em:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Itabuna - BA
Q1185054 Português
A paixão segundo GH
estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu.Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver,vivi uma outra?A isso quereria chamar desorganização,e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi – na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro.  Se eu me confirmar e me considerar verdadeira, estarei perdida porque não saberei onde engastar meu novo modo de ser – se eu for adiante nas minhas visões fragmentárias, o mundo inteiro terá que se transformar para eu caber nele.  Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui.Voltei a ter o que nunca tive: apenas as duas pernas. Sei que somente com duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar.  Estou desorganizada porque perdi o que não precisava? Nesta minha nova covardia - a covardia é o que demais novo já me aconteceu,é a minha maior aventura,essa minha covardia é um campo tão amplo que só a grande coragem me leva a aceitá-la -, na minha nova covardia, que é como acordar de manhã na casa de um estrangeiro, não sei se terei coragem de simplesmente ir.É difícil perder-se.É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo.Até agora achar-me era já ter uma ideia de pessoa e nela me engastar: nessa pessoa organizada eu me encarnava, e nem mesmo sentia o grande esforço de construção que era viver. A ideia que eu fazia de pessoa vinha de minha terceira perna, daquela que me plantava no chão. Mas e agora? estarei mais livre? [...] é uma desilusão. Mas desilusão de quê? se, sem ao menos sentir, eu mal devia estar tolerando minha organização apenas construída? Talvez desilusão seja o medo de não pertencer mais a um sistema. No entanto se deveria dizer assim: ele está muito feliz porque finalmente foi desiludido. O que eu era antes não me era bom. Mas era desse não bom que eu havia organizado o melhor: a esperança. De meu próprio mal eu havia criado um bem futuro. O medo agora é que meu novo modo não faça sentido? Mas por que não me deixo guiar pelo que for acontecendo?Terei que correr o sagrado risco do acaso. E substituirei o destino pela probabilidade. LISPECTOR, Clarice. . Rio de Janeiro: Rocco,1988.p.4-5.(Fragmento) 
Combinam-se, na progressão textual, orações sintaticamente dependentes que correspondem a sintagmas nominais resultantes de transposição de uma oração. É exemplo desse tipo de estrutura sintática:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FAU Órgão: Câmara de Godoy Moreira - PR
Q1183448 Português
Assinale a alternativa que apresente o tipo de relação estabelecida pela oração subordinada em destaque no seguinte período: “A fim de que mantenha uma boa saúde, a pessoa deve praticar exercícios e ter uma dieta balanceada.”  
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Guarulhos - SP
Q1181980 Português
Preconceito na escola
Não há um único dia em que vários preconceitos, dos mais diversos tipos, não se expressem em ambiente escolar. Aliás, é no mínimo estranho que tenhamos tantas preocupações e campanhas contra o chamado bullying na escola e pouco ou quase nada contra o preconceito. Afinal, a maior parte dos comportamentos de assédio moral* nasce de preconceitos!
Recentemente tivemos notícia de dois episódios de preconceito na escola: o da mãe que recebeu um bilhete da professora pedindo para aparar ou prender os cabelos dos filhos (ambos negros) – fato ocorrido em nosso país – e o da garota negra lanchando sozinha ao lado de uma mesa com vários colegas brancos juntos – este, ocorrido na África do Sul.
Muita gente se indignou, mas muita gente também não viu nada de mais em ambos os casos. Choveram justificativas e até acusações para explicar as situações, o que sinaliza como é difícil reconhecer nossos preconceitos e, acima de tudo, conter suas manifestações e colaborar para que a convivência social seja mais digna.
Por que enviamos nossos filhos para a escola? Hoje, não dá mais para aceitar como uma boa razão apenas o ensino das disciplinas do conhecimento. Essa razão é pobre em demasia para motivar o aluno a aprender. Para que nossos filhos garantam um futuro de sucesso? O estudo escolar não oferece mais essa garantia.
Deveríamos ter como forte razão para enviar nossos filhos à escola o preparo para a cidadania, ou seja, o ensino dos valores sociais que vão colaborar para a formação de um cidadão de bem. Ensinar a reconhecer os principais preconceitos de nossa sociedade, suas várias formas de manifestação e como combatê-los é função das mais importantes da escola.
*assédio moral: exposição de alguém a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções.
(Rosely Sayão. www.folha.uol.com.br, 28.06.2016. Adaptado)
Considerando as regras de regência verbal, a forma destacada no trecho do 3º parágrafo – Muita gente se indignou, mas muita gente também não viu nada de mais em ambos os casos. – pode vir seguida de:
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Q1180697 Português
Entre os pensamentos a seguir, aquele que é construído linguisticamente com ausência de paralelismo de formas é:
Alternativas
Q1180696 Português

As frases formadas com orações reduzidas podem ter essas mesmas orações na forma desenvolvida.


Assinale a opção em que a substituição da forma reduzida pela forma desenvolvida foi feita de forma correta.

Alternativas
Q1180690 Português
Assinale a opção que indica a frase em que a preposição de introduz um termo classificado como complemento e não como adjunto.
Alternativas
Q1180676 Português

O texto I refere-se à questão.


Texto 1

                                                        A Realidade e a Imagem                                                                                    

O arranha-céu sobe no ar puro lavado pela chuva                

 E desce refletido na poça de lama do pátio.                           

Entre a realidade e a imagem, no chão seco que as separa,

 Quatro pombas passeiam.                                                      

BANDEIRA, Manuel. Poesia e verso. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, 1954. Coleção Cadernos de Cultura.

A frase “Bom é tomar vinho no inverno!”


Nessa frase a forma do adjetivo sublinhado 

Alternativas
Q1180675 Português

O texto I refere-se à questão.


Texto 1

                                                        A Realidade e a Imagem                                                                                    

O arranha-céu sobe no ar puro lavado pela chuva                

 E desce refletido na poça de lama do pátio.                           

Entre a realidade e a imagem, no chão seco que as separa,

 Quatro pombas passeiam.                                                      

BANDEIRA, Manuel. Poesia e verso. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, 1954. Coleção Cadernos de Cultura.

O tipo de concordância realizada em “ar puro” e “chão seco” é denominado de gramatical ou lógico.
Esse tipo de concordância se repete em
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Q1176908 Português
Considere os enunciados a seguir: I- Buscar a origem das palavras é como pisar território desconhecido. II- Prefiro a língua latina do que a grega. III-A ausência de registros históricos implica dificuldades à etimologia. A regência verbal está de acordo com a norma culta em
Alternativas
Q1176906 Português
Fui à procura de um amigo, __ de pedir-lhe aconselhamento que fosse ___ minhas necessidades. Assinale a alternativa que completa adequadamente esse enunciado.
Alternativas
Q1176904 Português
Nos trechos "através da análise dos elementos" e "que tenha vindo de for al/", os termos "dos elementos" e "de for al/" exercem, respectivamente, funções sintáticas de
Alternativas
Q1176903 Português
Os fatos falam por si _______ , mas nem sempre os vemos _____ eles são. Assinale a alternativa que completa adequadamente esse enunciado.
Alternativas
Q1176902 Português
Nos trechos "a palavra deriva da raiz latina 'cado', que significa 'caído'" e "pode-se aprender algo", os termos "que" e "algo" exercem funções sintáticas de
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Q1176901 Português
Assinale a alternativa em que a construção do elo entre as orações está de acordo com a norma culta.
Alternativas
Respostas
32441: E
32442: C
32443: D
32444: B
32445: E
32446: E
32447: B
32448: C
32449: A
32450: A
32451: D
32452: E
32453: B
32454: D
32455: B
32456: D
32457: A
32458: D
32459: C
32460: B