Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3964067 Português

Não sou igual a você


Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa. Nem sempre pode ser bom, mas sempre trará algum benefício. Crescer com as divergências, poder conhecer e aceitar diferentes formas de pensamento, ideologias e costumes é um grande desafio para o ser humano.


Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz e vive outras realidades que nada tem a ver com a sua desperta emoções inesperadas em qualquer pessoa. Pode ser alegria, raiva, tristeza, amor etc. Não é possível prever como receberemos uma diferente forma de viver.


O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil. Difícil mesmo é aceitar a ideia do outro e saber que, assim como você, o outro tem seus costumes, suas crenças e comportamentos e que ele vai defendê-los, assim como você defende os seus. Difícil é viver em paz com o vizinho totalmente diferente de você.


Se todos fossem iguais, a vida seria muito sem graça. Olhar para o lado e não ver nada diferente seria muito ruim. É um desafio para o ser humano conviver pacificamente com as diferentes formas de viver. Será que você consegue?


CASTRO, Kika. Manifesto a favor do direito de divergir. 6 abr. 2013. Disponível em: https://kikacastro.com.br/2013/04/06/manifesto-a-favor-do-direito-de-div ergir/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando o funcionamento dos dois vocábulos "que" empregados no trecho "Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz...", analise seus valores sintáticos e discursivos no período complexo, observando a relação entre oração subordinante e elementos retomados ou introduzidos, e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3964011 Português

A correção faz parte da boa escrita.


Assinale a frase que exemplifica o correto emprego gramatical da língua.

Alternativas
Q3964004 Português
Um aspecto interessante da língua escrita é a preferência pela voz ativa em lugar da passiva, ainda que essa seja útil em várias situações, já que a voz ativa torna a frase mais direta, objetiva e concisa.
Assinale a frase que exemplifica um tipo de voz passiva.
Alternativas
Q3963950 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
Considere o período “Situações de violência e discriminação racial, que afetam de forma desproporcional estudantes negros, comprometem o bem-estar, ampliam o estresse e fragilizam a permanência escolar.”

A oração destacada classifica-se como:
Alternativas
Q3963878 Português
A partida

    Hoje, revendo minhas atitudes quando vim embora, reconheço que mudei bastante. Verifico também que estava aflito e que havia um fundo de mágoa ou desespero em minha impaciência. Eu queria deixar minha casa, minha avó e seus cuidados. Estava farto de chegar a horas certas, de ouvir reclamações; de ser vigiado, contemplado, querido. Sim, também a afeição de minha avó incomodava-me. Era quase palpável, quase como um objeto, uma túnica, um paletó justo que eu não pudesse despir.

    Ela vivia a comprar-me remédios, a censurar minha falta de modos, a olhar-me, a repetir conselhos que eu já sabia de cor. Era boa demais, intoleravelmente boa e amorosa e justa.

    Na véspera da viagem, enquanto eu a ajudava a arrumar as coisas na maleta, pensava que no dia seguinte estaria livre e imaginava o amplo mundo no qual iria desafogar-me: passeios, domingos sem missa, trabalho em vez de livros, pessoas nas praias, caras novas. Como tudo era fascinante! Que viesse logo. Que as horas corressem e eu me encontrasse imediatamente na posse de todos esses bens que me aguardavam. Que as horas voassem, voassem!

    Percebi que minha avó não me olhava. A princípio, achei inexplicável que ela fizesse isso, pois costumava fitar-me, longamente, com uma ternura que incomodava. Tive raiva do que me parecia um capricho e, como represália, fui para a cama.

    Deixei a luz acesa. Sentia não sei que prazer em contar as vigas do teto, em olhar para a lâmpada. Desejava que nenhuma dessas coisas me afetasse e irritava-me por começar a entender que não conseguiria afastar-me delas sem emoção.

    Minha avó fechara a maleta e agora se movia, devagar, calada, fiel ao seu hábito de fazer arrumações tardias. A quietude da casa parecia triste e ficava mais nítida com os poucos ruídos aos quais me fixava: manso arrastar de chinelos, cuidadoso abrir e lento fechar de gavetas, o tique-taque do relógio, tilintar de talheres, de xícaras.

    Passava de meia-noite quando a velha cama gemeu: minha avó levantava-se. Abriu de leve a porta de seu quarto, sempre de leve entrou no meu, veio chegando e ficou de pé junto a mim. Com que finalidade? – perguntava eu. Cobrir-me ainda? Repetir-me conselhos? Ouvi-a então soluçar e quase fui sacudido por um acesso de raiva. Ela estava olhando para mim e chorando como se eu fosse um cadáver – pensei. Mas eu não me parecia em nada com um morto, senão no estar deitado. Estava vivo, bem vivo, não ia morrer. Sentia-me a ponto de gritar. Que me deixasse em paz e fosse chorar longe, na sala, na cozinha, no quintal, mas longe de mim. Eu não estava morto. Afinal, ela beijou-me a fronte e se afastou, abafando os soluços. Eu crispei as mãos nas grades de ferro da cama, sobre as quais apoiei a testa ardente. E adormeci.

    Acordei pela madrugada. A princípio com tranquilidade, e logo com obstinação, quis novamente dormir. Inútil, o sono esgotara-se. Com precaução, acendi um fósforo: passava das três. Restavam-me, portanto, menos de duas horas, pois o trem chegaria às cinco. Veio-me então o desejo de não passar nem uma hora mais naquela casa. Partir, sem dizer nada, deixar quanto antes minhas cadeias de disciplina e de amor.

    Não sei por que motivo, retardei ainda a partida. Andei pela casa, cabisbaixo, à procura de objetos imaginários enquanto ela me seguia, abrigada em sua coberta. Eu sabia que desejava beijar-me, prender-se a mim, e à simples ideia desses gestos, estremeci. Como seria se, na hora do adeus, ela chorasse?

    Enfim, beijei sua mão, bati-lhe de leve na cabeça. Creio mesmo que lhe surpreendi um gesto de aproximação, decerto na esperança de um abraço final. Esquivei-me, apanhei a maleta e, ao fazê-lo, lancei um rápido olhar para a mesa (cuidadosamente posta para dois, com a humilde louça dos grandes dias e a velha toalha branca, bordada, que só se usava em nossos aniversários).

(LINS, Osman. Os gestos. São Paulo: Melhoramentos, 1957.)
No excerto “Restavam-me, portanto, menos de duas horas, pois o trem chegaria às cinco.” (8º§), a expressão destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q3963877 Português
A partida

    Hoje, revendo minhas atitudes quando vim embora, reconheço que mudei bastante. Verifico também que estava aflito e que havia um fundo de mágoa ou desespero em minha impaciência. Eu queria deixar minha casa, minha avó e seus cuidados. Estava farto de chegar a horas certas, de ouvir reclamações; de ser vigiado, contemplado, querido. Sim, também a afeição de minha avó incomodava-me. Era quase palpável, quase como um objeto, uma túnica, um paletó justo que eu não pudesse despir.

    Ela vivia a comprar-me remédios, a censurar minha falta de modos, a olhar-me, a repetir conselhos que eu já sabia de cor. Era boa demais, intoleravelmente boa e amorosa e justa.

    Na véspera da viagem, enquanto eu a ajudava a arrumar as coisas na maleta, pensava que no dia seguinte estaria livre e imaginava o amplo mundo no qual iria desafogar-me: passeios, domingos sem missa, trabalho em vez de livros, pessoas nas praias, caras novas. Como tudo era fascinante! Que viesse logo. Que as horas corressem e eu me encontrasse imediatamente na posse de todos esses bens que me aguardavam. Que as horas voassem, voassem!

    Percebi que minha avó não me olhava. A princípio, achei inexplicável que ela fizesse isso, pois costumava fitar-me, longamente, com uma ternura que incomodava. Tive raiva do que me parecia um capricho e, como represália, fui para a cama.

    Deixei a luz acesa. Sentia não sei que prazer em contar as vigas do teto, em olhar para a lâmpada. Desejava que nenhuma dessas coisas me afetasse e irritava-me por começar a entender que não conseguiria afastar-me delas sem emoção.

    Minha avó fechara a maleta e agora se movia, devagar, calada, fiel ao seu hábito de fazer arrumações tardias. A quietude da casa parecia triste e ficava mais nítida com os poucos ruídos aos quais me fixava: manso arrastar de chinelos, cuidadoso abrir e lento fechar de gavetas, o tique-taque do relógio, tilintar de talheres, de xícaras.

    Passava de meia-noite quando a velha cama gemeu: minha avó levantava-se. Abriu de leve a porta de seu quarto, sempre de leve entrou no meu, veio chegando e ficou de pé junto a mim. Com que finalidade? – perguntava eu. Cobrir-me ainda? Repetir-me conselhos? Ouvi-a então soluçar e quase fui sacudido por um acesso de raiva. Ela estava olhando para mim e chorando como se eu fosse um cadáver – pensei. Mas eu não me parecia em nada com um morto, senão no estar deitado. Estava vivo, bem vivo, não ia morrer. Sentia-me a ponto de gritar. Que me deixasse em paz e fosse chorar longe, na sala, na cozinha, no quintal, mas longe de mim. Eu não estava morto. Afinal, ela beijou-me a fronte e se afastou, abafando os soluços. Eu crispei as mãos nas grades de ferro da cama, sobre as quais apoiei a testa ardente. E adormeci.

    Acordei pela madrugada. A princípio com tranquilidade, e logo com obstinação, quis novamente dormir. Inútil, o sono esgotara-se. Com precaução, acendi um fósforo: passava das três. Restavam-me, portanto, menos de duas horas, pois o trem chegaria às cinco. Veio-me então o desejo de não passar nem uma hora mais naquela casa. Partir, sem dizer nada, deixar quanto antes minhas cadeias de disciplina e de amor.

    Não sei por que motivo, retardei ainda a partida. Andei pela casa, cabisbaixo, à procura de objetos imaginários enquanto ela me seguia, abrigada em sua coberta. Eu sabia que desejava beijar-me, prender-se a mim, e à simples ideia desses gestos, estremeci. Como seria se, na hora do adeus, ela chorasse?

    Enfim, beijei sua mão, bati-lhe de leve na cabeça. Creio mesmo que lhe surpreendi um gesto de aproximação, decerto na esperança de um abraço final. Esquivei-me, apanhei a maleta e, ao fazê-lo, lancei um rápido olhar para a mesa (cuidadosamente posta para dois, com a humilde louça dos grandes dias e a velha toalha branca, bordada, que só se usava em nossos aniversários).

(LINS, Osman. Os gestos. São Paulo: Melhoramentos, 1957.)
Em relação aos aspectos da construção do texto, analise as considerações a seguir e assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3963780 Português
Indique a frase em que ocorre inadequação na regência nominal.
Alternativas
Q3963778 Português
“Em consulta médica, o paciente afirmou estar consciente ___ riscos do procedimento, resistente ___ recomendações clínicas e favorável ___ alternativas terapêuticas menos invasivas”.

Marque a alternativa que preencha corretamente as lacunas da frase acima.
Alternativas
Q3963774 Português
Indique a alternativa que preenche adequadamente as lacunas da frase:

___ anos que o homem questiona: se não ___ criança no mundo como ___ esperanças?”
Alternativas
Q3963773 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma frase incorreta:
Alternativas
Q3963771 Português
Em conformidade com as regras de concordância, assinale a opção em que a forma verbal está errada: 
Alternativas
Q3963738 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3



Os miseráveis



No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada. 


Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.


Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.


Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]


SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em: 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17

jan. 2026.  

No Texto 3, a expressão “camadas sedimentares” contribui para a construção do sentido global ao empregar a concordância nominal de modo a 
Alternativas
Q3963733 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2 


    A felicidade é um dos bens mais ansiados pelo ser humano. Mas não pode ser comprada nem no mercado, nem na bolsa, nem nos bancos. Apesar disso, ao redor dela se criou toda uma indústria que vem sob o nome de autoajuda. Com cacos de ciência e de psicologia, se procura oferecer uma fórmula infalível para alcançar “a vida que você sempre sonhou”. Confrontada, entretanto, com o curso irrefragável das coisas, ela se mostra insustentável e falaciosa. Curiosamente, a maioria dos que buscam a felicidade intui que não pode encontrá-la na ciência pura ou em algum centro tecnológico. [...]


    A essência do ser humano reside na capacidade de relações. Ele é um nó de relações, uma espécie de rizoma, cujas raízes apontam para todas as direções. Só se realiza quando ativa continuamente sua panrelacionalidade, com o universo, com a natureza, com a sociedade, com as pessoas, com o seu próprio coração e com Deus. Essa relação com o diferente lhe permite a troca, o enriquecimento e a transformação. Deste jogo de relações, nasce a felicidade ou a infelicidade na proporção da qualidade desses relacionamentos. Fora da relação não há felicidade possível.  


BOFF, Leonardo. É possível a felicidade num mundo conturbado como o

nosso? Disponível em: https://leonardoboff.org/2024/08/24/e-possivel-a-

felicidade-num-mundo-conturbado-como-o-nosso/. Acesso em: 16 jan. 2026. 


No Texto 2, a progressão temática é construída por meio de mecanismos de coesão que articulam as ideias apresentadas ao longo dos dois parágrafos. Considerando esse aspecto, o emprego da expressão “Apesar disso”, no terceiro período do primeiro parágrafo, cumpre a função de 
Alternativas
Q3963732 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.



                                                           


Disponível em: https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-

armandinho. Acesso em: 18 jan. 2025. 

Na frase “Você sabe guardar um segredo, Armandinho?”, o emprego da vírgula justifica-se pela mesma regra de pontuação que exige o emprego da(s) vírgula(s) em: 
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Q3963666 Português
Qual alternativa apresenta a forma verbal destacada que está empregada corretamente na frase? 
Alternativas
Q3963657 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma frase com sentido de comparação.
Alternativas
Q3963656 Português
Assinale a alternativa em que a mudança de ordem das palavras, apresentada entre parênteses, altera o seu significado básico.
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Q3963634 Português

"Hoje o Ministério da Educação já conta com mais de 500 mil professores cadastrados e outros 350 mil aguardando a aprovação da Carteira Nacional Docente. Parcerias como essa reforçam a importância de possuir essa identificação, que amplia o acesso dos professores a benefícios — afirmou."


Considerando a regência verbal e nominal no trecho, analise as afirmativas a seguir:


I.O verbo 'contar' atua como transitivo indireto nesse contexto, o que justifica o emprego da preposição 'com' na introdução de seu objeto indireto.


II.Em 'amplia o acesso dos professores a benefícios', a preposição 'a' é exigida pelo substantivo 'acesso', sendo correta sua manutenção antes de 'benefícios'.


III.Se o vocábulo 'benefícios' for substituído pela palavra feminina 'vantagens', ocorrerá crase obrigatória no 'a', resultando na forma 'acesso dos professores à vantagens'.


IV.No contexto apresentado, o verbo 'reforçar' apresenta transitividade direta, pois seu complemento é introduzido sem o uso de preposição.


É correto o que se afirma em:


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Q3963549 Português
A febre das selfies


    Você já parou para pensar sobre o fenômeno contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da própria imagem sempre existiu, como constatamos na história humana com as máscaras mortuárias, além de pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma personalidade. Também os artistas sempre fizeram autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a possibilidade da reprodução da própria imagem.
    Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto de amor dos outros e também de si mesma. O problema é não conseguir superar o enclausuramento que impede o contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
    Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual, constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara — imediatamente exibida nas redes sociais.
    Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o único recurso de exposição social. Catalisadoras de interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão. Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e ferramentas de edição de fotos para manipular a própria imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma preocupação excessiva com a aparência e com características mínimas e imperceptíveis.
    De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela American Academy of Facial Plastic and Reconstructive Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes relatando que as intervenções teriam como finalidade melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde mental das pessoas.


Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
A respeito das normas de concordância nominal, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3963547 Português
A febre das selfies


    Você já parou para pensar sobre o fenômeno contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da própria imagem sempre existiu, como constatamos na história humana com as máscaras mortuárias, além de pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma personalidade. Também os artistas sempre fizeram autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a possibilidade da reprodução da própria imagem.
    Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto de amor dos outros e também de si mesma. O problema é não conseguir superar o enclausuramento que impede o contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
    Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual, constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara — imediatamente exibida nas redes sociais.
    Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o único recurso de exposição social. Catalisadoras de interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão. Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e ferramentas de edição de fotos para manipular a própria imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma preocupação excessiva com a aparência e com características mínimas e imperceptíveis.
    De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela American Academy of Facial Plastic and Reconstructive Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes relatando que as intervenções teriam como finalidade melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde mental das pessoas.


Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
No texto, é um termo com função sintática de complemento nominal, EXCETO: 
Alternativas
Respostas
2301: C
2302: A
2303: B
2304: A
2305: D
2306: A
2307: A
2308: D
2309: A
2310: B
2311: D
2312: B
2313: D
2314: D
2315: E
2316: C
2317: A
2318: B
2319: D
2320: C