Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q1719226 Português

A passagem abaixo faz parte de uma entrevista do filósofo Mario Sergio Cortella à revista Crescer.


Uma das coisas mais importantes na vida é entender que a palavra prioridade não tem “s”. Não tem plural. Se você disser: “tenho duas prioridades” é porque não tem nenhuma. Então, deve estabelecer qual é a sua prioridade. Sua prioridade é o convívio familiar? Então dê força a isso. É a sustentação econômica? Vá fundo. Só que, ao escolher, não sofra. É evidente que ninguém precisa abandonar a carreira em função da família, mas é necessário buscar o equilíbrio – da mesma forma como se faz para andar de bicicleta: só há equilíbrio em movimento. Se você parar, desaba. Tenha em mente que haverá momentos em que a família é o foco. Em outros, a carreira. Mas lembre-se de que a vida é mais como maratona do que como uma corrida de 100 metros rasos: você não sai disparado feito um louco. Tem horas que vai mais rápido, outras em que desacelera. O segredo é ir dosando.

FONTE:
https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Escola/noticia/2016/11/co
rtella-nao-e-so-educacao-dos-filhos-que-e-necessaria-mas-dos
pais-tambem.html

Considerando a passagem “Mas lembre-se de que a vida é mais como maratona do que como uma corrida de 100 metros rasos: você não sai disparado feito um louco”, se substituíssemos o verbo em destaque pelo verbo esquecer, fazendo-se as adaptações necessárias, mantendo-se o sentido e a norma padrão, teríamos:
Alternativas
Q1719221 Português
Eu estou pensando há muito tempo em propor o novo tipo de professor. É um professor que não ensina nada, não é professor de Matemática, de História, de Geografia. É um professor de espantos. O objetivo da educação não é ensinar coisas, porque as coisas já estão na Internet, estão por todos os lugares, estão nos livros. É ensinar a pensar. Criar na criança essa curiosidade.
Para mim, este é o objetivo da educação: criar a alegria de pensar. Eu já tive uma experiência muito interessante com uma menininha de sete anos. Eu estava com a cabeça quente e eu resolvi então, para descansar a cabeça, fazer uma prateleira. Peguei minha serra circular, minha chave de fenda, as ferramentas, levei lá pra cima e comecei a me preparar. Nessa hora chega a minha empregada com a filha dela. A empregada disse bom dia. Eu cumprimentei, e foi embora. A menina não foi embora. Ela ficou parada lá, ela estava intrigada com os objetos que estavam lá, ela queria saber o que era aquilo. O que é que esse homem vai fazer com isso, ficou parada lá. Aí eu peguei a trena, abri a trena e ela:
–“O que é isso?”
– “Isso é uma trena”
– “Pra que serve a trena”?
– “Serve para medir”.
– “Como é que a trena mede”?
– “Vem cá que eu te mostro”.
Aí, mostrei a trena, os centímetros.
-“Presta atenção, que de dez em dez risquinhos, tem um risquinho vermelho”.
Veja o que eu fiz: ensinei o sistema decimal pra ela. Ela percebeu que as coisas vêm em pacotinhos de dez. Essa é a situação certa pro ensino; quando o professor fala, provoca a curiosidade da criança, e a criança interage, a criança pergunta. Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou. Então você tem que criar o gosto, o gosto pela leitura. E como você cria o gosto pela leitura? Não mandando ler, mas lendo. 
Uma hora muito boa para leitura é quando as crianças e os adolescentes vão para a cama. Então a mãe se senta ao lado e vai ler um livro. A missão do professor não é dar as respostas prontas. As respostas estão nos livros, estão na Internet. A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar o espanto, é provocar a curiosidade.

Rubem Alves
FONTE: https://www.portalraizes.com/rubem-alves-professor-de-espantos/ 
Em “Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou”, o termo em destaque estabelece ideia de:
Alternativas
Q1719218 Português
Eu estou pensando há muito tempo em propor o novo tipo de professor. É um professor que não ensina nada, não é professor de Matemática, de História, de Geografia. É um professor de espantos. O objetivo da educação não é ensinar coisas, porque as coisas já estão na Internet, estão por todos os lugares, estão nos livros. É ensinar a pensar. Criar na criança essa curiosidade.
Para mim, este é o objetivo da educação: criar a alegria de pensar. Eu já tive uma experiência muito interessante com uma menininha de sete anos. Eu estava com a cabeça quente e eu resolvi então, para descansar a cabeça, fazer uma prateleira. Peguei minha serra circular, minha chave de fenda, as ferramentas, levei lá pra cima e comecei a me preparar. Nessa hora chega a minha empregada com a filha dela. A empregada disse bom dia. Eu cumprimentei, e foi embora. A menina não foi embora. Ela ficou parada lá, ela estava intrigada com os objetos que estavam lá, ela queria saber o que era aquilo. O que é que esse homem vai fazer com isso, ficou parada lá. Aí eu peguei a trena, abri a trena e ela:
–“O que é isso?”
– “Isso é uma trena”
– “Pra que serve a trena”?
– “Serve para medir”.
– “Como é que a trena mede”?
– “Vem cá que eu te mostro”.
Aí, mostrei a trena, os centímetros.
-“Presta atenção, que de dez em dez risquinhos, tem um risquinho vermelho”.
Veja o que eu fiz: ensinei o sistema decimal pra ela. Ela percebeu que as coisas vêm em pacotinhos de dez. Essa é a situação certa pro ensino; quando o professor fala, provoca a curiosidade da criança, e a criança interage, a criança pergunta. Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou. Então você tem que criar o gosto, o gosto pela leitura. E como você cria o gosto pela leitura? Não mandando ler, mas lendo. 
Uma hora muito boa para leitura é quando as crianças e os adolescentes vão para a cama. Então a mãe se senta ao lado e vai ler um livro. A missão do professor não é dar as respostas prontas. As respostas estão nos livros, estão na Internet. A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar o espanto, é provocar a curiosidade.

Rubem Alves
FONTE: https://www.portalraizes.com/rubem-alves-professor-de-espantos/ 
Na passagem “Eu estou pensando há muito tempo em propor o novo tipo de professor”, se o termo “tempo” fosse substituído pelo termo “anos”, e se o verbo “haver” fosse substituído pelo verbo “fazer”, mantendo-se o mesmo tempo e o mesmo modo verbal, respeitando-se a gramática normativa e fazendo-se as alterações necessárias, teríamos:
Alternativas
Q1718522 Português
A pessoa que não sabe o que quer, quando entra em uma livraria, entra também em um estado de desespero. Se vai a um restaurante self-service, fica desesperada. Quando vai a um rodízio, essa coisa bem brasileira (espeto corrido, como se diz no Sul), só pode ser um local de fruição e aproveitamento se tiver critério de seleção. Do contrário, se for aceitando tudo o que vier, no máximo vai ficar empanturrada em 15 minutos. O indivíduo se depara hoje com um excesso de oferta, sua única possibilidade para criar um anteparo, uma capacidade de aproveitamento menos alienado e robótico, é através de critérios de seleção. Talvez a advertência mais séria seja aquela feita pelo gato para Alice, a do País das Maravilhas: ela pergunta para onde vai a estrada, ao que o bicho questiona para onde a moça quer ir. Ela responde que não sabe para onde vai — então qualquer caminho serve.

FONTE: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortellanao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-com-ela.html
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal.
Alternativas
Q1718516 Português
Assinale a alternativa correta quanto à regência verbal:
Alternativas
Q1718476 Português
     Ainda ontem passei por lá; a manhã estava muito clara, radiosa, dessas alegres manhãs de verão, quentes de sol e de vida.
     Havia no ar uma luminosidade surpreendente e o zumbido dos insetos, o canto dos pássaros e o riso das crianças enchiam o espaço; por toda a parte reinava a luz, a alegria, o desejo de viver, de ser feliz, de ser bom. As árvores pareciam paradas, quase imóveis; mas observando bem, podia-se perceber um sussurro de brisa entre as folhas como a contarem segredinhos umas às outras, na transparência luminosa da manhã. 
     Passando pela Praça Buenos Aires, vi um grupo de crianças brincando e correndo; seus gritos repercutiam em meus ouvidos como ecos de coisas mortas, remanescentes de um passado há muito tempo desaparecido. Lembrei-me então do meu sonho; durante a noite inteira eu havia sonhado que ainda morávamos lá e meus filhos eram pequenos; no sonho ouvi chamarem várias vezes: Mamãe! Mamãe! 
     Mal a claridade do dia passou através das tabuinhas das venezianas, eu me vesti e saí; tomei o bonde para passar na "nossa casa"; digo "nossa" por hábito porque há muitos anos já que a deixamos e nem sei quem mora lá. Desci do bonde umas quadras antes para passar a pé diante dela e vagarosamente fui subindo a Avenida Angélica, tão familiar e amiga, onde residimos durante tantos anos!
     Esse quarteirão não mudou muito; um ou outro prédio novo e por toda a parte as mesmas árvores e até, pode-se dizer, os mesmos pássaros cantando em seus galhos. Vi uma das árvores com um galho retorcido, tal e qual a vi sempre. Diante da casa, parei um pouco para ver melhor; lá estava ela com as duas janelas de frente e o portãozinho de ferro, o jardim de quatro metros, como chamávamos, e a trepadeira roxa plantada por Júlio há tanto, tanto tempo.

(Trecho retirado de Éramos Seis, de Maria José Dupré. Disponível em: http://projeto.camisetafeitadepet.com.br/imagens/banco_imagem_livros/5 04_livro_site.pdf)
Marque a oração na qual o sujeito vem posposto ao verbo.
Alternativas
Q1718475 Português
     Ainda ontem passei por lá; a manhã estava muito clara, radiosa, dessas alegres manhãs de verão, quentes de sol e de vida.
     Havia no ar uma luminosidade surpreendente e o zumbido dos insetos, o canto dos pássaros e o riso das crianças enchiam o espaço; por toda a parte reinava a luz, a alegria, o desejo de viver, de ser feliz, de ser bom. As árvores pareciam paradas, quase imóveis; mas observando bem, podia-se perceber um sussurro de brisa entre as folhas como a contarem segredinhos umas às outras, na transparência luminosa da manhã. 
     Passando pela Praça Buenos Aires, vi um grupo de crianças brincando e correndo; seus gritos repercutiam em meus ouvidos como ecos de coisas mortas, remanescentes de um passado há muito tempo desaparecido. Lembrei-me então do meu sonho; durante a noite inteira eu havia sonhado que ainda morávamos lá e meus filhos eram pequenos; no sonho ouvi chamarem várias vezes: Mamãe! Mamãe! 
     Mal a claridade do dia passou através das tabuinhas das venezianas, eu me vesti e saí; tomei o bonde para passar na "nossa casa"; digo "nossa" por hábito porque há muitos anos já que a deixamos e nem sei quem mora lá. Desci do bonde umas quadras antes para passar a pé diante dela e vagarosamente fui subindo a Avenida Angélica, tão familiar e amiga, onde residimos durante tantos anos!
     Esse quarteirão não mudou muito; um ou outro prédio novo e por toda a parte as mesmas árvores e até, pode-se dizer, os mesmos pássaros cantando em seus galhos. Vi uma das árvores com um galho retorcido, tal e qual a vi sempre. Diante da casa, parei um pouco para ver melhor; lá estava ela com as duas janelas de frente e o portãozinho de ferro, o jardim de quatro metros, como chamávamos, e a trepadeira roxa plantada por Júlio há tanto, tanto tempo.

(Trecho retirado de Éramos Seis, de Maria José Dupré. Disponível em: http://projeto.camisetafeitadepet.com.br/imagens/banco_imagem_livros/5 04_livro_site.pdf)
“Havia no ar uma luminosidade surpreendente e o zumbido dos insetos, o canto dos pássaros e o riso das crianças enchiam o espaço.” Classifique, sintaticamente, a oração sublinhada.
Alternativas
Q1718474 Português
     Ainda ontem passei por lá; a manhã estava muito clara, radiosa, dessas alegres manhãs de verão, quentes de sol e de vida.
     Havia no ar uma luminosidade surpreendente e o zumbido dos insetos, o canto dos pássaros e o riso das crianças enchiam o espaço; por toda a parte reinava a luz, a alegria, o desejo de viver, de ser feliz, de ser bom. As árvores pareciam paradas, quase imóveis; mas observando bem, podia-se perceber um sussurro de brisa entre as folhas como a contarem segredinhos umas às outras, na transparência luminosa da manhã. 
     Passando pela Praça Buenos Aires, vi um grupo de crianças brincando e correndo; seus gritos repercutiam em meus ouvidos como ecos de coisas mortas, remanescentes de um passado há muito tempo desaparecido. Lembrei-me então do meu sonho; durante a noite inteira eu havia sonhado que ainda morávamos lá e meus filhos eram pequenos; no sonho ouvi chamarem várias vezes: Mamãe! Mamãe! 
     Mal a claridade do dia passou através das tabuinhas das venezianas, eu me vesti e saí; tomei o bonde para passar na "nossa casa"; digo "nossa" por hábito porque há muitos anos já que a deixamos e nem sei quem mora lá. Desci do bonde umas quadras antes para passar a pé diante dela e vagarosamente fui subindo a Avenida Angélica, tão familiar e amiga, onde residimos durante tantos anos!
     Esse quarteirão não mudou muito; um ou outro prédio novo e por toda a parte as mesmas árvores e até, pode-se dizer, os mesmos pássaros cantando em seus galhos. Vi uma das árvores com um galho retorcido, tal e qual a vi sempre. Diante da casa, parei um pouco para ver melhor; lá estava ela com as duas janelas de frente e o portãozinho de ferro, o jardim de quatro metros, como chamávamos, e a trepadeira roxa plantada por Júlio há tanto, tanto tempo.

(Trecho retirado de Éramos Seis, de Maria José Dupré. Disponível em: http://projeto.camisetafeitadepet.com.br/imagens/banco_imagem_livros/5 04_livro_site.pdf)
“...e a trepadeira roxa plantada por Júlio há tanto, tanto tempo.” Qual é a função sintática do elemento sublinhado?
Alternativas
Q1718469 Português
Classifique o período corretamente: “Os alunos entraram na sala de aula e descobriram que o professor estava ausente”.
Alternativas
Q1718468 Português
Analise, sintaticamente, os elementos sublinhados da oração: “Essa mensagem, enviamos a todos os contatos que estão salvos em nosso sistema”.
Alternativas
Q1718342 Português
Na frase “É preciso mudar muito.”, a oração sublinhada é assim classificada:
Alternativas
Q1718341 Português
“Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira, que mostra (...).” 1º§
É correto afirmar sobre a classificação do termo destacado nesse período:
Alternativas
Q1718338 Português
Há erro de concordância verbal em:
Alternativas
Q1717827 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Quando a Vó me recebeu nas férias, ela me apresentou aos amigos: Este é meu neto. Ele foi estudar no Rio e voltou de ateu. Ela disse que eu voltei de ateu. Aquela preposição deslocada me fantasiava de ateu. Como quem dissesse no Carnaval: aquele menino está fantasiado de palhaço. Minha avó entendia de regências verbais. Ela falava de sério. Mas todo mundo riu. Porque aquela preposição deslocada podia fazer de uma informação um chiste. E fez. E mais: eu acho que buscar a beleza nas palavras é uma solenidade de amor. E pode ser instrumento de rir. De outra feita, no meio da pelada um menino gritou: Disilimina esse, Cabeludinho. Eu não disiliminei ninguém. Mas aquele verbo novo trouxe um perfume de poesia à nossa quadra. Aprendi nessas férias a brincar de palavras mais do que trabalhar com elas. Comecei a não gostar de palavra engavetada. Aquela que não pode mudar de lugar. Aprendi a gostar mais das palavras pelo que elas entoam do que pelo que elas informam. Por depois ouvi um vaqueiro a cantar com saudade: Ai morena, não me escreve / que eu não sei a ler. Aquele a preposto ao verbo ler, ao meu ouvir, ampliava a solidão do vaqueiro.


Trecho de Manuel de Barros, em Memórias inventadas: a infância. São Paulo: Planeta, 2003. 

Analise os termos “Cabeludinho”, presente em “Disilimina esse, Cabeludinho”, e “eu”, em “Eu não disiliminei ninguém”, e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1717826 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Quando a Vó me recebeu nas férias, ela me apresentou aos amigos: Este é meu neto. Ele foi estudar no Rio e voltou de ateu. Ela disse que eu voltei de ateu. Aquela preposição deslocada me fantasiava de ateu. Como quem dissesse no Carnaval: aquele menino está fantasiado de palhaço. Minha avó entendia de regências verbais. Ela falava de sério. Mas todo mundo riu. Porque aquela preposição deslocada podia fazer de uma informação um chiste. E fez. E mais: eu acho que buscar a beleza nas palavras é uma solenidade de amor. E pode ser instrumento de rir. De outra feita, no meio da pelada um menino gritou: Disilimina esse, Cabeludinho. Eu não disiliminei ninguém. Mas aquele verbo novo trouxe um perfume de poesia à nossa quadra. Aprendi nessas férias a brincar de palavras mais do que trabalhar com elas. Comecei a não gostar de palavra engavetada. Aquela que não pode mudar de lugar. Aprendi a gostar mais das palavras pelo que elas entoam do que pelo que elas informam. Por depois ouvi um vaqueiro a cantar com saudade: Ai morena, não me escreve / que eu não sei a ler. Aquele a preposto ao verbo ler, ao meu ouvir, ampliava a solidão do vaqueiro.


Trecho de Manuel de Barros, em Memórias inventadas: a infância. São Paulo: Planeta, 2003. 

A respeito do termo “riu”, presente em “Mas todo mundo riu”, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1717713 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Seria ingenuidade procurar nos provérbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. É coisa sabida que a cada provérbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sábio limite das despesas, porque “vintém poupado, vintém ganhado”, replicará o vizinho farrista, com razão igual: “Da vida nada se leva”. (...)

Mais aconselhável procurarmos nos anexins não a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente físico e de sua história. As diferenças na expressão de uma sentença observáveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, às vezes, até instruir o etnógrafo.

Povo marítimo, o português assinala semelhança grande entre pai e filho, lembrando que “filho de peixe, peixinho é”. Já os húngaros, ao formularem a mesma verdade, não pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a “maçã não cai longe da árvore”.


Trecho de Paulo Rónai, em Como aprendi o português e outras aventuras.

A respeito do termo “ganhado”, presente no provérbio “vintém poupado, vintém ganhado”, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
I. O termo está no masculino e no singular, concordando com o termo “ vintém”. II. “Ganhado” é um dos particípios do verbo “ganhar”.
Alternativas
Q1717711 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Seria ingenuidade procurar nos provérbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. É coisa sabida que a cada provérbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sábio limite das despesas, porque “vintém poupado, vintém ganhado”, replicará o vizinho farrista, com razão igual: “Da vida nada se leva”. (...)

Mais aconselhável procurarmos nos anexins não a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente físico e de sua história. As diferenças na expressão de uma sentença observáveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, às vezes, até instruir o etnógrafo.

Povo marítimo, o português assinala semelhança grande entre pai e filho, lembrando que “filho de peixe, peixinho é”. Já os húngaros, ao formularem a mesma verdade, não pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a “maçã não cai longe da árvore”.


Trecho de Paulo Rónai, em Como aprendi o português e outras aventuras.

Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a função sintática desempenhada pelo termo “maçã” em “a maçã não cai longe da árvore”.
Alternativas
Q1717710 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Seria ingenuidade procurar nos provérbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. É coisa sabida que a cada provérbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sábio limite das despesas, porque “vintém poupado, vintém ganhado”, replicará o vizinho farrista, com razão igual: “Da vida nada se leva”. (...)

Mais aconselhável procurarmos nos anexins não a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente físico e de sua história. As diferenças na expressão de uma sentença observáveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, às vezes, até instruir o etnógrafo.

Povo marítimo, o português assinala semelhança grande entre pai e filho, lembrando que “filho de peixe, peixinho é”. Já os húngaros, ao formularem a mesma verdade, não pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a “maçã não cai longe da árvore”.


Trecho de Paulo Rónai, em Como aprendi o português e outras aventuras.

Assinale a alternativa que apresenta o sujeito da frase “não pensavam nem em peixe, nem em mar”.
Alternativas
Q1717709 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Seria ingenuidade procurar nos provérbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. É coisa sabida que a cada provérbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sábio limite das despesas, porque “vintém poupado, vintém ganhado”, replicará o vizinho farrista, com razão igual: “Da vida nada se leva”. (...)

Mais aconselhável procurarmos nos anexins não a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente físico e de sua história. As diferenças na expressão de uma sentença observáveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, às vezes, até instruir o etnógrafo.

Povo marítimo, o português assinala semelhança grande entre pai e filho, lembrando que “filho de peixe, peixinho é”. Já os húngaros, ao formularem a mesma verdade, não pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a “maçã não cai longe da árvore”.


Trecho de Paulo Rónai, em Como aprendi o português e outras aventuras.

Assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE a função sintática do termo “é”, em “filho de peixe, peixinho é”.
Alternativas
Q1717706 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Seria ingenuidade procurar nos provérbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. É coisa sabida que a cada provérbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sábio limite das despesas, porque “vintém poupado, vintém ganhado”, replicará o vizinho farrista, com razão igual: “Da vida nada se leva”. (...)

Mais aconselhável procurarmos nos anexins não a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente físico e de sua história. As diferenças na expressão de uma sentença observáveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, às vezes, até instruir o etnógrafo.

Povo marítimo, o português assinala semelhança grande entre pai e filho, lembrando que “filho de peixe, peixinho é”. Já os húngaros, ao formularem a mesma verdade, não pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a “maçã não cai longe da árvore”.


Trecho de Paulo Rónai, em Como aprendi o português e outras aventuras.

Assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE a função sintática do termo “sábio” na frase “o sábio limite das despesas”.
Alternativas
Respostas
22821: B
22822: C
22823: B
22824: A
22825: B
22826: B
22827: A
22828: B
22829: D
22830: A
22831: B
22832: C
22833: A
22834: A
22835: D
22836: D
22837: A
22838: A
22839: C
22840: A