Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
Foram encontradas 38.396 questões
O excerto é parte da fala da personagem que quase teve sua bolsa roubada. Observe a palavra destacada, trata-se de uma questão que acarreta muita dúvida referente à concordância nominal. Dadas as frases a seguir, marque a opção incorreta:
Texto para a questão.
Planejar para Ensinar: a sala de aula como espaço de intencionalidade pedagógica
O planejamento pedagógico constitui-se como uma dimensão central do trabalho docente, especialmente quando se compreende o ensino como prática intencional e sistemática. Conforme destaca José Carlos Libâneo, planejar não significa apenas organizar conteúdos, mas antecipar ações, prever dificuldades e articular objetivos, métodos e avaliação. Trata-se de uma atividade que orienta o fazer docente e confere sentido às práticas em sala de aula.
No contexto escolar, o planejamento precisa estar articulado às finalidades educativas da escola e às características dos estudantes. Cabe ao professor definir o que será ensinado, a que se destina esse ensino e de que modo ele será desenvolvido. Nesse processo, conteúdos, estratégias e recursos devem ser selecionados com critério, respeitando a coerência entre fins e meios.
Libâneo ressalta que o planejamento não é uma tarefa rígida ou imutável, mas um instrumento flexível, que se ajusta às situações concretas do ensino. Ao longo do processo educativo, o professor pode rever decisões, reorganizar atividades e redefinir percursos, desde que mantenha clareza quanto aos objetivos propostos. Assim, planejar implica acompanhar, avaliar e redirecionar continuamente a prática.
Além disso, o planejamento contribui para a articulação entre os diferentes momentos do trabalho pedagógico. Ao prever ações, o docente evita improvisações excessivas e assegura maior domínio do processo de ensino. Verbos como abolir práticas descontextualizadas, precaver-se contra a dispersão e reaver o sentido do ensino ilustram a necessidade de escolhas conscientes e fundamentadas.
Conclui-se, portanto, que o planejamento é condição essencial para a efetividade do trabalho docente. Ao orientar a ação pedagógica, ele favorece a coerência do ensino e fortalece a autonomia profissional do professor. Planejar é, assim, um exercício permanente de reflexão, que qualifica a prática educativa e contribui para a formação integral dos estudantes.
Texto adaptado de LIBÂNEO. J. C. Didática. São Paulo. Cortez, 1992.
Texto para a questão.
Planejar para Ensinar: a sala de aula como espaço de intencionalidade pedagógica
O planejamento pedagógico constitui-se como uma dimensão central do trabalho docente, especialmente quando se compreende o ensino como prática intencional e sistemática. Conforme destaca José Carlos Libâneo, planejar não significa apenas organizar conteúdos, mas antecipar ações, prever dificuldades e articular objetivos, métodos e avaliação. Trata-se de uma atividade que orienta o fazer docente e confere sentido às práticas em sala de aula.
No contexto escolar, o planejamento precisa estar articulado às finalidades educativas da escola e às características dos estudantes. Cabe ao professor definir o que será ensinado, a que se destina esse ensino e de que modo ele será desenvolvido. Nesse processo, conteúdos, estratégias e recursos devem ser selecionados com critério, respeitando a coerência entre fins e meios.
Libâneo ressalta que o planejamento não é uma tarefa rígida ou imutável, mas um instrumento flexível, que se ajusta às situações concretas do ensino. Ao longo do processo educativo, o professor pode rever decisões, reorganizar atividades e redefinir percursos, desde que mantenha clareza quanto aos objetivos propostos. Assim, planejar implica acompanhar, avaliar e redirecionar continuamente a prática.
Além disso, o planejamento contribui para a articulação entre os diferentes momentos do trabalho pedagógico. Ao prever ações, o docente evita improvisações excessivas e assegura maior domínio do processo de ensino. Verbos como abolir práticas descontextualizadas, precaver-se contra a dispersão e reaver o sentido do ensino ilustram a necessidade de escolhas conscientes e fundamentadas.
Conclui-se, portanto, que o planejamento é condição essencial para a efetividade do trabalho docente. Ao orientar a ação pedagógica, ele favorece a coerência do ensino e fortalece a autonomia profissional do professor. Planejar é, assim, um exercício permanente de reflexão, que qualifica a prática educativa e contribui para a formação integral dos estudantes.
Texto adaptado de LIBÂNEO. J. C. Didática. São Paulo. Cortez, 1992.
Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.
No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.
Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.
Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.
Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento.
Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.
No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.
Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.
Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.
Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento.
Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.
No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.
Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.
Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.
Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento.
Com base na concordância verbal e nominal do trecho, analise as afirmativas:
I. O verbo 'apoiar' foi empregado corretamente no singular e também poderia ser flexionado no plural, em 'apoiaram', de acordo com as regras da norma-padrão.
II. Com expressões de porcentagem, há também a possibilidade de concordância no singular ou no plural, como se observa na frase: 'Segundo pesquisas, 70% dos senadores 'apoiou' ou 'apoiaram' a proposta'.
III. O verbo 'apontar' estabelece concordância com o termo 'outros', pronome substantivado que retoma parte do referente 'senadores', indicando que não se trata da totalidade do grupo que apoia a proposta. Admite-se, ainda, outra forma de concordância correta com o pronome 'quem', como na construção 'Foram os senadores quem apontou a preocupação com a proposta', em que o verbo permanece no singular por concordar com 'quem'.
IV. Caso a expressão 'A maioria dos senadores' fosse substituída por 'A maior parte do senado apoia a proposta', haveria também duas possibilidade de concordância, no singular e no plural, uma vez que 'a maior parte' também constitui expressão partitiva.
Após análise, assinale a alternativa com as proposições CORRETAS.
Identifique a alternativa CORRETA que apresenta a classificação da oração iniciada com 'que'.
Texto CG1A1
Comparações são de grande valor, uma vez que remetem uma relação desconhecida a uma conhecida. Também as comparações mais detalhadas, que evoluem para parábolas ou alegorias, são apenas a referência de alguma relação à sua apresentação mais simples, explícita e palpável.
No fundo, toda formação de conceitos se baseia em comparações, já que seu ponto de partida é a compreensão da semelhança e o abandono da dessemelhança nas coisas. Além disso, em última instância, todo entendimento propriamente dito consiste numa compreensão de relações, mas cada relação será compreendida de maneira mais clara e mais pura quando for reconhecida em casos muito diversificados e entre coisas inteiramente heterogêneas. Assim, enquanto só conheço uma relação num único caso particular, tenho dela somente um conhecimento individual, portanto apenas intuitivo. Porém, logo que identifico a mesma relação em pelo menos dois casos distintos, tenho um conceito de toda a sua espécie, portanto um conhecimento mais profundo e mais perfeito.
Justamente porque as comparações são uma alavanca tão poderosa para o conhecimento, a formulação de comparações surpreendentes e, ao mesmo tempo, apropriadas dá mostras de um entendimento profundo.
Arthur Schopenhauer. A arte de escrever. Tradução: Pedro Süssekind.
Porto Alegre: L&PM, 2009 (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativos a propostas de alteração no texto CG1A1.
No trecho "Comparações são de grande valor, uma vez que remetem uma relação desconhecida a uma conhecida" (primeiro parágrafo), a substituição do vocábulo "a" por para manteria a correção gramatical do texto.
Texto CG1A1
Comparações são de grande valor, uma vez que remetem uma relação desconhecida a uma conhecida. Também as comparações mais detalhadas, que evoluem para parábolas ou alegorias, são apenas a referência de alguma relação à sua apresentação mais simples, explícita e palpável.
No fundo, toda formação de conceitos se baseia em comparações, já que seu ponto de partida é a compreensão da semelhança e o abandono da dessemelhança nas coisas. Além disso, em última instância, todo entendimento propriamente dito consiste numa compreensão de relações, mas cada relação será compreendida de maneira mais clara e mais pura quando for reconhecida em casos muito diversificados e entre coisas inteiramente heterogêneas. Assim, enquanto só conheço uma relação num único caso particular, tenho dela somente um conhecimento individual, portanto apenas intuitivo. Porém, logo que identifico a mesma relação em pelo menos dois casos distintos, tenho um conceito de toda a sua espécie, portanto um conhecimento mais profundo e mais perfeito.
Justamente porque as comparações são uma alavanca tão poderosa para o conhecimento, a formulação de comparações surpreendentes e, ao mesmo tempo, apropriadas dá mostras de um entendimento profundo.
Arthur Schopenhauer. A arte de escrever. Tradução: Pedro Süssekind.
Porto Alegre: L&PM, 2009 (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativos a propostas de alteração no texto CG1A1.
Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do trecho "a formulação de comparações surpreendentes e, ao mesmo tempo, apropriadas dá mostras de um entendimento profundo" (último parágrafo), a forma verbal "dá" poderia ser flexionada no plural — dão —, caso em que a concordância verbal passaria a ser estabelecida com a expressão "comparações surpreendentes e, ao mesmo tempo, apropriadas".
Texto CG1A1
Comparações são de grande valor, uma vez que remetem uma relação desconhecida a uma conhecida. Também as comparações mais detalhadas, que evoluem para parábolas ou alegorias, são apenas a referência de alguma relação à sua apresentação mais simples, explícita e palpável.
No fundo, toda formação de conceitos se baseia em comparações, já que seu ponto de partida é a compreensão da semelhança e o abandono da dessemelhança nas coisas. Além disso, em última instância, todo entendimento propriamente dito consiste numa compreensão de relações, mas cada relação será compreendida de maneira mais clara e mais pura quando for reconhecida em casos muito diversificados e entre coisas inteiramente heterogêneas. Assim, enquanto só conheço uma relação num único caso particular, tenho dela somente um conhecimento individual, portanto apenas intuitivo. Porém, logo que identifico a mesma relação em pelo menos dois casos distintos, tenho um conceito de toda a sua espécie, portanto um conhecimento mais profundo e mais perfeito.
Justamente porque as comparações são uma alavanca tão poderosa para o conhecimento, a formulação de comparações surpreendentes e, ao mesmo tempo, apropriadas dá mostras de um entendimento profundo.
Arthur Schopenhauer. A arte de escrever. Tradução: Pedro Süssekind.
Porto Alegre: L&PM, 2009 (com adaptações).
Considerando os sentidos do texto CG1A1 e as relações de coesão e coerência nele estabelecidas, julgue o item a seguir.
No trecho "enquanto só conheço uma relação num único caso particular, tenho dela somente um conhecimento individual" (segundo parágrafo), a oração introduzida pelo termo "enquanto" exprime conformidade em relação à oração imediatamente subsequente.
Texto para a questão


A química está em todo lugar. In: Revista
Superinteressante. 18 jun. 2025. Internet:
Texto para a questão


A química está em todo lugar. In: Revista
Superinteressante. 18 jun. 2025. Internet:
Texto para a questão


A química está em todo lugar. In: Revista
Superinteressante. 18 jun. 2025. Internet:
Texto para a questão


A química está em todo lugar. In: Revista
Superinteressante. 18 jun. 2025. Internet:
Texto para a questão


A química está em todo lugar. In: Revista
Superinteressante. 18 jun. 2025. Internet:
“Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado (...)”
Marque a alternativa que apresenta a regência do verbo “sugerem” nesse contexto: