Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q94224 Português
Assinale a palavra em que o elemento para- NÃO tenha o mesmo sentido que o da palavra parâmetro (L.18).
Alternativas
Q94212 Português
Por iminente, (L.79), entende-se
Alternativas
Q93986 Português
“Quis arrancá-lo dali, mas não pude; ele estava arraigado ao
chão, e só continuou a andar quando a briga cessou
inteiramente, e um dos cães, mordido e vencido, foi levar a sua
fome a outra parte. Notei que ficara sinceramente alegre, posto
contivesse a alegria, segundo convinha a um grande filósofo.
Fez-me observar a beleza do espetáculo, relembrou o objeto da
luta, concluiu que os cães tinham fome; mas a privação do
alimento era nada para os efeitos gerais da filosofia. Nem deixou
de recordar que em algumas partes do globo o espetáculo é
mais grandioso: as criaturas humanas é que disputam aos cães
os ossos e outros manjares menos apetecíveis; a luta que se
complica muito, porque entra em ação a inteligência do homem,
com todo o acúmulo de sagacidade que lhe deram os séculos”
(Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas).

A briga de cães, como pretexto, passa a ser um argumento secundário,
Alternativas
Q93983 Português
O homem vive entre diversos tipos de temporalidade. Na  realidade, há uma percepção intuitiva de que os múltiplos  sentidos de tempo se entrecruzam na vida cotidiana. A percepção mecânica objetiva, definida pelos relógios e  calendários orienta nossas atividades rotineiras. Estabelece ritmos e nos auxilia operacionalmente a definir prazos e  compromissos. Em um sentido consensual geral, o tempo determinado espacialmente pelos cronômetros, pela  periodicidade dos meses e das estações do ano ou pela  delimitação de períodos ou eras é uma abstração. O homem  ocidental subordina-se pragmaticamente às suas determinações  – horas, minutos, segundos, meses, anos... – e orienta as ações
de acordo com sua imagem de continuidade e progressão

(KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a  distância. Campinas: Papirus, 2003, p. 31).

O parecer sobre a temporalidade está centrado numa contradição, num paradoxo. Essa assertiva pode ser vista em:
Alternativas
Q93982 Português
O homem vive entre diversos tipos de temporalidade. Na  realidade, há uma percepção intuitiva de que os múltiplos  sentidos de tempo se entrecruzam na vida cotidiana. A percepção mecânica objetiva, definida pelos relógios e  calendários orienta nossas atividades rotineiras. Estabelece ritmos e nos auxilia operacionalmente a definir prazos e  compromissos. Em um sentido consensual geral, o tempo determinado espacialmente pelos cronômetros, pela  periodicidade dos meses e das estações do ano ou pela  delimitação de períodos ou eras é uma abstração. O homem  ocidental subordina-se pragmaticamente às suas determinações  – horas, minutos, segundos, meses, anos... – e orienta as ações
de acordo com sua imagem de continuidade e progressão

(KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a  distância. Campinas: Papirus, 2003, p. 31).

Para a autora, a percepção mecânica do tempo
Alternativas
Q93981 Português
O texto pode ser entendido como
Alternativas
Q93666 Português
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Considerando os sentidos e as estruturas linguísticas do texto acima
apresentado, julgue os próximos itens.

A palavra “conspiraram” (L.10), que está sendo empregada com sentido conotativo, significa contribuíram, concorreram.
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Q93363 Português
Considerando o excerto “O impacto mais importante da internet não é econômico - é psicológico.” (linhas 5 e 6), o trecho que melhor o ratifica é
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Q93246 Português
TEXTO III: 

                                            O cajueiro


      O cajueiro já devia ser velho quando nasci. Ele vive nas mais antigas recordações de minha infância, belo, imenso, no  alto do morro, atrás de casa. Agora vem uma carta dizendo que ele caiu.
      Eu me lembro de outro cajueiro que era menor e morreu há muito mais tempo. Eu me lembro dos pés de pinha, do  cajá-manga, da pequena touceira de espadas-de-são-jorge e da alta saboneteira que era nossa alegria e a cobiça de toda a  meninada do bairro porque fornecia centenas de bolas pretas para o jogo de gude. Lembro-me da tamareira, e de tantos  arbustos e folhagens coloridas, lembro-me da parreira que cobria o caramanchão, e dos canteiros de flores humildes,  beijos, violetas. Tudo sumira, mas o grande pé de fruta-pão ao lado da casa e o imenso cajueiro lá no alto eram como
árvores sagradas protegendo a família. Cada menino que ia crescendo ia aprendendo o jeito de seu tronco, a cica de seu  fruto, o lugar melhor para apoiar o pé e subir pelo cajueiro acima, ver de lá o telhado das casas do outro lado e os morros  além, sentir o leve balanceio na brisa da tarde.
      No último verão ainda o vi; estava como sempre carregado de frutos amarelos, trêmulo de sanhaços. Chovera; mas  assim mesmo fiz questão de que Caribé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras  terras um parente muito querido.
      A carta de minha irmã mais moça diz que ele caiu numa tarde de ventania, num fragor tremendo pela ribanceira  abaixo, e caiu meio de lado, como se não quisesse quebrar o telhado de nossa velha casa. Diz que passou o dia abatida,  pensando em nossa mãe, em nosso pai, em nossos irmãos que já morreram. Diz que seus filhos pequenos se assustaram;  mas depois foram brincar nos galhos tombados.
      Foi agora, em setembro. Estava carregado de flores.

                                      (Rubem Braga, Cem crônicas escolhidas, Rio, José Olímpio, 1956, pp. 320-22)

Quanto à situação dos fatos narrados no texto, o tempo é apresentado da seguinte forma:
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Q93245 Português
TEXTO II: 

      Dentre as muitas coisas intrigantes, poucas há tão misteriosas quanto o tempo. A ironia é que mal nos damos conta  disso. Estando desde o nascimento submetidos a uma mesma noção de tempo, aceita por todos à nossa volta, tendemos a  achar que ela é a única que corresponde à realidade. Causa um grande choque saber que outras culturas têm formas  diferentes de perceber o tempo e de representar o curso da história. Ainda assim, acreditamos que elas estão erradas e  nós, certos. Ledo engano.

                              (SEVCENKO, Nicolau. Istoé, Edição especial: Vida digital, 1999. / com adaptações)

Com referência às características textuais, é correto afirmar que o texto apresenta:
Alternativas
Q93241 Português

TEXTO I: 

      Nascem os homens iguais; um mesmo, e igual princípio os anima, os conserva, e também os debilita, e acaba. Somos  organizados pela mesma forma, e por isso estamos sujeitos às mesmas paixões, e às mesmas vaidades. Para todos nasce o  Sol; a Aurora a todos desperta para o trabalho; o silêncio da noite, anuncia a todos o descanso. O tempo que  insensivelmente corre, e se distribui em anos, meses e horas, para todos se compõe do mesmo número de instantes. Essa  transparente região a todos abraça; todos acham nos elementos um patrimônio comum, livre, e indefectível; todos  respiram o ar; a todos sustenta a terra; as qualidades da água, e do fogo, a todos se comunicam.

                                                                         (Reflexões sobre a Vaidade dos Homens por Matias Aires)

TEXTO II:

Dentre as muitas coisas intrigantes, poucas há tão misteriosas quanto o tempo. A ironia é que mal nos damos conta disso. Estando desde o nascimento submetidos a uma mesma noção de tempo, aceita por todos à nossa volta, tendemos a achar que ela é a única que corresponde à realidade. Causa um grande choque saber que outras culturas têm formas diferentes de perceber o tempo e de representar o curso da história. Ainda assim, acreditamos que elas estão erradas e nós, certos. Ledo engano. 

(SEVCENKO, Nicolau. Istoé, Edição especial: Vida digital, 1999. / com adaptações) 

O uso da expressão “ledo engano” no contexto em que foi usada, denota:
Alternativas
Q93238 Português

TEXTO I: 

      Nascem os homens iguais; um mesmo, e igual princípio os anima, os conserva, e também os debilita, e acaba. Somos  organizados pela mesma forma, e por isso estamos sujeitos às mesmas paixões, e às mesmas vaidades. Para todos nasce o  Sol; a Aurora a todos desperta para o trabalho; o silêncio da noite, anuncia a todos o descanso. O tempo que  insensivelmente corre, e se distribui em anos, meses e horas, para todos se compõe do mesmo número de instantes. Essa  transparente região a todos abraça; todos acham nos elementos um patrimônio comum, livre, e indefectível; todos  respiram o ar; a todos sustenta a terra; as qualidades da água, e do fogo, a todos se comunicam.

                                                                         (Reflexões sobre a Vaidade dos Homens por Matias Aires)

TEXTO II:

Dentre as muitas coisas intrigantes, poucas há tão misteriosas quanto o tempo. A ironia é que mal nos damos conta disso. Estando desde o nascimento submetidos a uma mesma noção de tempo, aceita por todos à nossa volta, tendemos a achar que ela é a única que corresponde à realidade. Causa um grande choque saber que outras culturas têm formas diferentes de perceber o tempo e de representar o curso da história. Ainda assim, acreditamos que elas estão erradas e nós, certos. Ledo engano. 

(SEVCENKO, Nicolau. Istoé, Edição especial: Vida digital, 1999. / com adaptações) 

Analise as afirmativas, referentes às ideias apresentadas no texto:

I. A organização da vida dos homens dá-se de forma igual, porém a sujeição às paixões e às vaidades variam de indivíduo para indivíduo.

II. Os elementos: Sol, Aurora e Noite indicam um plano temporal cíclico, comum a todo homem.

III. O texto disserta de maneira clara sobre um tema comum, pertencente ao cotidiano de todo ser humano.

Estão corretas apenas as afirmativas:
Alternativas
Q93133 Português
Considerando o texto, assinale a alternativa em que a palavra grifada não mantém o mesmo valor semântico se substituída pela do parêntese:
Alternativas
Q93130 Português
Assinale a alternativa em que houve alteração semântica na reescritura do texto:
Alternativas
Q93033 Português
Julgue os itens que se seguem, relativos a aspectos gramaticais e semânticos do texto.

Seriam mantidas a clareza e a correção gramatical do texto se o termo “compartimentalizados” (L.33) fosse substituído por organizados.
Alternativas
Q93032 Português
Julgue os itens que se seguem, relativos a aspectos gramaticais e semânticos do texto.

A expressão “em lugar” (L.15) poderia ser substituída por em vez, sem prejuízo para o sentido e a clareza do texto.
Alternativas
Q92646 Português
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Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item subsequente.
O trecho “jogar luz sobre” (L.14) poderia ser substituído por esclarecer, sem prejuízo de sentido para o texto.
Alternativas
Q92332 Português
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Com relação ao texto acima, julgue os itens de 15 a 24.

Mantêm-se a correção gramatical e o sentido original do texto ao se substituir “podem ser atribuídos aos qualificativos” (L.28-29) por atribuem aos qualificativos.
Alternativas
Q92331 Português
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Com relação ao texto acima, julgue os itens de 15 a 24.

Com base na relação de significado que “cidade” (L.17) e “campo” (L.17) mantêm entre si e com “natureza” (L.7), seria coerente com a argumentação do texto estender os sentidos associados às representações “civilização” versus “barbárie”, na linha 17, ao par homem do campo e homem da cidade.
Alternativas
Respostas
18261: B
18262: B
18263: A
18264: E
18265: D
18266: D
18267: B
18268: C
18269: B
18270: B
18271: A
18272: E
18273: C
18274: E
18275: C
18276: C
18277: C
18278: E
18279: E
18280: E