Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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A alternativa em que o sentido especificado entre parênteses corresponde ao do prefixo que compõe a palavra ali selecionada é
A notícia exemplifica como a presença de palavras estrangeiras é comum nos textos publicados na imprensa. Aqui se observa por exemplo, além da citação dos nomes das marcas em inglês, o emprego de “game on-line”, cuja tradução literal seria “jogo em linha”. A respeito dessa presença de estrangeirismos no português, é correto afirmar que
I – O pronome “Ela”, em suas duas ocorrências (linhas 4 e 19), refere-se a “metrologia” (linhas 1 e 19), respectivamente.
II – Caso uma vírgula fosse colocada imediatamente após “indispensável” (linha 13), a pontuação se manteria correta.
III – O termo “despercebidas” (linha 20) pode ser substituído por desapercebidas sem causar prejuízo de sentido ao texto, já que são palavras homônimas.
IV – A forma verbal “provê” (linha 7) não pode ser substituída por prever, pois acarretaria ao texto prejuízo tanto sintático como de sentido.
A sequência correta é:
Leia o texto a seguir para responder a questão.



Considerando os elementos que compõem o texto e a signifcação das palavras, assinale a opção correta.
TEXTO III:
O cajueiro
O cajueiro já devia ser velho quando nasci. Ele vive nas mais antigas recordações de minha infância, belo, imenso, no alto do morro, atrás de casa. Agora vem uma carta dizendo que ele caiu.
Eu me lembro de outro cajueiro que era menor e morreu há muito mais tempo. Eu me lembro dos pés de pinha, do cajá-manga, da pequena touceira de espadas-de-são-jorge e da alta saboneteira que era nossa alegria e a cobiça de toda a meninada do bairro porque fornecia centenas de bolas pretas para o jogo de gude. Lembro-me da tamareira, e de tantos arbustos e folhagens coloridas, lembro-me da parreira que cobria o caramanchão, e dos canteiros de flores humildes, beijos, violetas. Tudo sumira, mas o grande pé de fruta-pão ao lado da casa e o imenso cajueiro lá no alto eram como árvores sagradas protegendo a família. Cada menino que ia crescendo ia aprendendo o jeito de seu tronco, a cica de seu fruto, o lugar melhor para apoiar o pé e subir pelo cajueiro acima, ver de lá o telhado das casas do outro lado e os morros além, sentir o leve balanceio na brisa da tarde.
No último verão ainda o vi; estava como sempre carregado de frutos amarelos, trêmulo de sanhaços. Chovera; mas assim mesmo fiz questão de que Caribé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras terras um parente muito querido.
A carta de minha irmã mais moça diz que ele caiu numa tarde de ventania, num fragor tremendo pela ribanceira abaixo, e caiu meio de lado, como se não quisesse quebrar o telhado de nossa velha casa. Diz que passou o dia abatida, pensando em nossa mãe, em nosso pai, em nossos irmãos que já morreram. Diz que seus filhos pequenos se assustaram; mas depois foram brincar nos galhos tombados.
Foi agora, em setembro. Estava carregado de flores.
(Rubem Braga, Cem crônicas escolhidas, Rio, José Olímpio, 1956, pp. 320-22)
São apresentadas as ideias secundárias presentes no período em destaque:

O trecho destacado pode ser substituído sem prejuízo do sentido pela expressão
Ainda tirei o maço de cigarros do bolso para conferir novamente o número do apartamento, que anotara: 910. Apertei
o botão da campanhia. Atrás de mim, o Moreira, muito sujo, arfava; subíramos os últimos andares pela escada, por
precaução; depois de um mês de cadeia ele não estava muito forte. Soube que mais de uma vez fora surrado; ficara dias
sem comer e sem sair de seu cubículo escuro, e por isto tinha aquela cara de retirante ou de cão batido. Não cão batido,
pois seus olhos estavam muito acesos, como se tivesse febre, e sua voz me parecia ao mesmo tempo rouca e mais alta.
Sua aparência me impressionava; mas acima de qualquer sentimento eu tinha o desgosto de vê-lo tão sujo; de suas roupas
miseráveis desprendia-se um cheiro azedo; e eu tinha a penosa impressão de que ele não dava importância alguma a isso.
É estranho que ele me tratasse agora com certa superioridade; entretanto, eu tinha pena dele; pena e desgosto.
(Rubem Braga, 200 crônicas escolhidas/Fragmento)
Ainda tirei o maço de cigarros do bolso para conferir novamente o número do apartamento, que anotara: 910. Apertei
o botão da campanhia. Atrás de mim, o Moreira, muito sujo, arfava; subíramos os últimos andares pela escada, por
precaução; depois de um mês de cadeia ele não estava muito forte. Soube que mais de uma vez fora surrado; ficara dias
sem comer e sem sair de seu cubículo escuro, e por isto tinha aquela cara de retirante ou de cão batido. Não cão batido,
pois seus olhos estavam muito acesos, como se tivesse febre, e sua voz me parecia ao mesmo tempo rouca e mais alta.
Sua aparência me impressionava; mas acima de qualquer sentimento eu tinha o desgosto de vê-lo tão sujo; de suas roupas
miseráveis desprendia-se um cheiro azedo; e eu tinha a penosa impressão de que ele não dava importância alguma a isso.
É estranho que ele me tratasse agora com certa superioridade; entretanto, eu tinha pena dele; pena e desgosto.
(Rubem Braga, 200 crônicas escolhidas/Fragmento)
I – Caso o termo “?agrada” (linha 29) fosse substituído por fragada, o sentido do texto seria preservado, já que as duas palavras são homônimas.
II – O pronome relativo “que” (linha 7) possui função restritiva.
III – A forma verbal “vê” (linha 25) pode ser substituída por enxergam, já que, neste caso, poderia concordar com “turma” (linha 25), que tem valor coletivo.
IV – Na linha 20, o termo “passageiros” não está empregado com função adjetiva, tampouco possui o sentido de efêmeros.
V – A substituição da preposição “com” (linha 6) pela preposição de não manteria a regência correta.
A sequência correta é:
I – A forma verbal “traz” (linha 32) pode ser substituída por trazem, já que, neste caso, é permitida a concordância com “Jardins bonitos” (linha 32).
II – As palavras “Educar” (linha 1) e “educador” (linha 2) pertencem à mesma classe de palavras, ou seja, são verbos no infinitivo.
III – A palavra “saberes” (linha 34) está empregada no texto com o sentido de conhecimento.
IV – Em suas duas ocorrências, o pronome “ele” (linhas 4 e 5) tem como referente “aluno” (linha 2) e, não, “mundo” (linha 3).
V – A oração “abrem-se as janelas do corpo” (linhas 30 e 31) está na voz passiva sintética, justificada pela presença de um verbo transitivo direto na terceira pessoa do plural acompanhado de um pronome apassivador.
A sequência correta é:
I – Caso o termo “Flagrada” (linha 29) fosse substituído por fragada, o sentido do texto seria preservado, já que as duas palavras são homônimas.
II – O pronome relativo “que” (linha 7) possui função restritiva.
III – A forma verbal “vê” (linha 25) pode ser substituída por enxergam, já que, neste caso, poderia concordar com “turma” (linha 25), que tem valor coletivo.
IV – Na linha 20, o termo “passageiros” não está empregado com função adjetiva, tampouco possui o sentido de efêmeros.
V – A substituição da preposição “com” (linha 6) pela preposição de não manteria a regência correta.
A sequência correta é:
I – A palavra “segmentos” (linha 8) não pode ser substituída por seguimentos, pois causaria prejuízo semântico ao texto.
II – O trecho “é necessário que os currículos sejam revistos” (linhas 17 e 18) está empregado em sentido denotativo.
III – O vocábulo “postura” (linha 24 e 33), em suas duas ocorrências, possui o mesmo sentido de maneira de agir.
IV – O vocábulo “sobretudo” (linha 11) é uma preposição e pode ser substituído por ainda mais sem acarretar prejuízo sintático e de sentido ao texto.
V – No texto, a forma verbal “ecoar” (linha 27) tem o sentido de repetir.
A sequência correta é:








