Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q2003041 Português
O que significa dizer que um lençol tem 200 ou 400 fios?


      O número é a quantidade de fios presentes em uma polegada quadrada de tecido. Quanto mais fios por quadradinho, mais macia, nobre – e cara – vai ser a roupa de cama.
   O lençol nada mais é do que um ________de fios. Eles são dispostos perpendicularmente na forma de um xadrez – os horizontais são os fios de urdume, e os verticais são os fios de trama. A indústria têxtil adota a polegada quadrada como padrão – são os inches adotados nos Estados Unidos. Em centímetros, ela representa uma área de 2,54 cm de largura por 2,54 cm de altura.
       Um jogo de cama de 200 fios terá 100 fios de urdume e 100 fios de trama dentro desse quadradinho, totalizando os 200 fios. O mesmo vale para os tecidos de 400, 600 e até 1000 fios (um jogo de cama desse último tipo, diga-se de passagem, custa no mínimo um real por fio – de R$ 1.000 para cima).
         Mas se um lençol tem 600 fios por quadradinho, o tecido não deveria ser mais grosso que um de 200 fios? Aí é que você se engana. Para “caber” em um quadradinho, os fios do lençol de 600 precisam ser muito mais finos do que os fios do lençol de 200. É isso que dá o toque aveludado à roupa de cama e deixa o cochilo muito mais gostoso.
super.abril.com.br/blog/oraculo/o-que-significa...- adaptado.

É CORRETO afirmar que temos palavras sinônimas em:
Alternativas
Q2003037 Português
O que significa dizer que um lençol tem 200 ou 400 fios?


      O número é a quantidade de fios presentes em uma polegada quadrada de tecido. Quanto mais fios por quadradinho, mais macia, nobre – e cara – vai ser a roupa de cama.
   O lençol nada mais é do que um ________de fios. Eles são dispostos perpendicularmente na forma de um xadrez – os horizontais são os fios de urdume, e os verticais são os fios de trama. A indústria têxtil adota a polegada quadrada como padrão – são os inches adotados nos Estados Unidos. Em centímetros, ela representa uma área de 2,54 cm de largura por 2,54 cm de altura.
       Um jogo de cama de 200 fios terá 100 fios de urdume e 100 fios de trama dentro desse quadradinho, totalizando os 200 fios. O mesmo vale para os tecidos de 400, 600 e até 1000 fios (um jogo de cama desse último tipo, diga-se de passagem, custa no mínimo um real por fio – de R$ 1.000 para cima).
         Mas se um lençol tem 600 fios por quadradinho, o tecido não deveria ser mais grosso que um de 200 fios? Aí é que você se engana. Para “caber” em um quadradinho, os fios do lençol de 600 precisam ser muito mais finos do que os fios do lençol de 200. É isso que dá o toque aveludado à roupa de cama e deixa o cochilo muito mais gostoso.
super.abril.com.br/blog/oraculo/o-que-significa...- adaptado.

Assinalar a alternativa que contém um antônimo da palavra “embargar”:
Alternativas
Q2003035 Português
O que significa dizer que um lençol tem 200 ou 400 fios?


      O número é a quantidade de fios presentes em uma polegada quadrada de tecido. Quanto mais fios por quadradinho, mais macia, nobre – e cara – vai ser a roupa de cama.
   O lençol nada mais é do que um ________de fios. Eles são dispostos perpendicularmente na forma de um xadrez – os horizontais são os fios de urdume, e os verticais são os fios de trama. A indústria têxtil adota a polegada quadrada como padrão – são os inches adotados nos Estados Unidos. Em centímetros, ela representa uma área de 2,54 cm de largura por 2,54 cm de altura.
       Um jogo de cama de 200 fios terá 100 fios de urdume e 100 fios de trama dentro desse quadradinho, totalizando os 200 fios. O mesmo vale para os tecidos de 400, 600 e até 1000 fios (um jogo de cama desse último tipo, diga-se de passagem, custa no mínimo um real por fio – de R$ 1.000 para cima).
         Mas se um lençol tem 600 fios por quadradinho, o tecido não deveria ser mais grosso que um de 200 fios? Aí é que você se engana. Para “caber” em um quadradinho, os fios do lençol de 600 precisam ser muito mais finos do que os fios do lençol de 200. É isso que dá o toque aveludado à roupa de cama e deixa o cochilo muito mais gostoso.
super.abril.com.br/blog/oraculo/o-que-significa...- adaptado.

Na frase “É isso que dá o toque aveludado à roupa de cama (...)”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por

Alternativas
Q2002881 Português
         
A palavra “repelir” é sinônimo de: 
Alternativas
Q2002787 Português
Leia o texto a seguir, observando o contexto do item lexical grifado.
   “O Prof. Dumbledore mandou todos os alunos da Grifinória voltarem ao Salão Principal, onde foram se reunir a eles, dez minutos depois, os alunos da Lufa-Lufa, Corvinal e Sonserina, todos parecendo extremamente atordoados.     – Os professores e eu precisamos fazer uma busca meticulosa no castelo – disse o diretor aos alunos quando os professores McConagall e Flitwick fecharam as portas do salão que davam para o saguão. – Receio que, para sua própria segurança, vocês terão que passar a noite aqui. Quero que os monitores montem guarda nas saídas para o saguão e vou encarregar o monitor e a monitora-chefes de cuidarem disso. Eles devem me informar imediatamente qualquer perturbação que haja – acrescentou Dumbledore dirigindo-se a Percy, que assumiu um olhar de enorme orgulho e importância. – Mande um dos fantasmas me avisar.”
(ROWLING, J. K. Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. p. 135.)
Dentre as opções a seguir, assinale aquela que apresenta uma palavra que pode substituir o vocábulo em destaque no texto sem prejuízo de sentido ao contexto da narrativa. 
Alternativas
Q2002086 Português

Texto 2


Duas cientistas ganham Nobel de Química por trabalho relacionado à genética 


texto_2.png (380×630)

Disponível em: <https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/>.

Acesso em: 28 fev. 2021 (fragmento), com adaptações.

A respeito do texto, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q2000660 Português

CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA

Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás


Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.


O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.


O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.


Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.


Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chile. 


Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologiae-ciencia/cientistas-chilenos-encontram- ossil-de-umpterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)


Analise os comentários gramaticais apresentados a seguir e assinale o que está ERRADO.
Alternativas
Q1999130 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
Marque a opção CORRETA que apresenta o mesmo sentido do verbo “capengar” na 1ª estrofe do texto.
Alternativas
Q1999128 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
. ...“de nobre estirpe secular” significa que a nobreza do rei 
Alternativas
Q1999126 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
Na frase “engrossar o rei”, o termo destacado pode ser substituído por 
Alternativas
Q1997925 Português
Em relação à tira, marque a afirmativa correta.
Alternativas
Q1997918 Português
Sobre as relações morfossintáticas do texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1997872 Português

Observe as frases a seguir.


I. Estudar e trabalhar engrandece o homem.

II. Rir e chorar fazem parte da vida.

III. O falar e o escrever caracterizam homens dinâmicos.


Marque a alternativa CORRETA 

Alternativas
Q1997869 Português
TEXTO II

A raça humana

A raça humana é
Uma semana
Do trabalho de Deus

A raça humana é ferida acesa
Uma beleza, uma podridão
O fogo eterno e a morte
A morte e a ressurreição

A raça humana é
Uma semana
Do trabalho de Deus
A raça humana é o cristal de lágrima
Da lavra da solidão
Da mina, cujo mapa
Traz na palma da mão.
(Versos da música raça humana de Gilberto Gil).
As palavras “morte” e “ressureição” contidas no texto (linha 7) são palavras 
Alternativas
Q1997609 Português

Leia o texto para responder à questão.


Tirania chinesa

     A evolução de Hong Kong no ranking de liberdade de imprensa da ONG Repórteres Sem Fronteiras demonstra que esta não vem sendo devidamente respeitada: a ilha passou do 18º lugar em 2002, quando a classificação foi criada, para o longínquo 80º em 2021.

   Nesta semana, o torniquete na mídia atingiu níveis inéditos com o fechamento do jornal Apple Daily. Criado em 1995, o periódico notabilizou-se por sua defesa da democracia, bem como por denunciar a repressão e a perseguição da ditadura chinesa contra manifestantes e dissidentes.

    Agora, o próprio diário tornou-se uma vítima da política de cerceamento. Valendo-se da rigorosa nova lei de segurança nacional, promulgada no ano passado, cerca de 500 policiais varejaram a sede do jornal em 17 de junho.

   Na ação, os agentes apreenderam dezenas de computadores e foram detidos membros da direção do jornal, denunciados por conluio com agentes estrangeiros. Dias depois, um editorialista do periódico foi preso, e a acusação era a mesma.

    Além da intimidação direta, as autoridades miraram o estrangulamento financeiro da publicação, congelando 18 milhões de dólares honcongueses (R$ 11,7 milhões) em ativos pertencentes a três empresas ligadas ao Apple Daily. Premido por todos os lados, o veículo foi obrigado a encerrar as atividades.

    A tentativa de criminalização do jornalismo compõe um quadro mais amplo de violações de liberdades individuais e coletivas que o regime chinês vem impondo ao território, em especial desde os colossais protestos pró-democracia ocorridos lá em 2019.

    As ações aproximam Hong Kong do cotidiano tirânico do restante da China e tornam ficção qualquer ideia de autonomia da ilha.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 25.06.2021. Adaptado)

 No trecho – Na ação, os agentes apreenderam dezenas de computadores e prenderam membros da direção do jornal [...]. Dias depois, um editorialista do periódico foi preso e a acusação era a mesma. – as expressões destacadas podem ser substituídas, em conformidade com a norma-padrão, respectivamente, por:
Alternativas
Q1997608 Português

Leia o texto para responder à questão.


Tirania chinesa

     A evolução de Hong Kong no ranking de liberdade de imprensa da ONG Repórteres Sem Fronteiras demonstra que esta não vem sendo devidamente respeitada: a ilha passou do 18º lugar em 2002, quando a classificação foi criada, para o longínquo 80º em 2021.

   Nesta semana, o torniquete na mídia atingiu níveis inéditos com o fechamento do jornal Apple Daily. Criado em 1995, o periódico notabilizou-se por sua defesa da democracia, bem como por denunciar a repressão e a perseguição da ditadura chinesa contra manifestantes e dissidentes.

    Agora, o próprio diário tornou-se uma vítima da política de cerceamento. Valendo-se da rigorosa nova lei de segurança nacional, promulgada no ano passado, cerca de 500 policiais varejaram a sede do jornal em 17 de junho.

   Na ação, os agentes apreenderam dezenas de computadores e foram detidos membros da direção do jornal, denunciados por conluio com agentes estrangeiros. Dias depois, um editorialista do periódico foi preso, e a acusação era a mesma.

    Além da intimidação direta, as autoridades miraram o estrangulamento financeiro da publicação, congelando 18 milhões de dólares honcongueses (R$ 11,7 milhões) em ativos pertencentes a três empresas ligadas ao Apple Daily. Premido por todos os lados, o veículo foi obrigado a encerrar as atividades.

    A tentativa de criminalização do jornalismo compõe um quadro mais amplo de violações de liberdades individuais e coletivas que o regime chinês vem impondo ao território, em especial desde os colossais protestos pró-democracia ocorridos lá em 2019.

    As ações aproximam Hong Kong do cotidiano tirânico do restante da China e tornam ficção qualquer ideia de autonomia da ilha.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 25.06.2021. Adaptado)

Considere as passagens:


•  “policiais varejaram a sede do jornal” (3º parágrafo)

•  “denunciados por conluio com agentes estrangeiros” (4º parágrafo)


Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

Alternativas
Q1997287 Português
Como os insetos ficam de ponta-cabeça no teto sem cair?


        A pergunta que muitas pessoas já se fizeram tem uma resposta: o segredo são pelinhos. Milhares de pelinhos ________________ – chamados pelos biólogos de cerdas – na “sola do pé” desses animais é a explicação. Superfícies que parecem lisas na escala humana, como as paredes da sua casa, na verdade são bastante rugosas se você der um zoom: possuem reentrâncias em que as cerdas podem se encaixar como nossas mãos nas pedras de uma parede de escalada.
      Outra opção é ter patinhas lisas, mas que liberam óleos e açúcares com função adesiva para colar de leve no teto. Por fim, alguns insetos misturam as táticas: usam tanto cerdas quanto secreção. Fonte: Abril - adaptado.
No trecho “(...) possuem reentrâncias (...), a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q1996438 Português
     Todo mundo na cidade andava animado com a presença deles, dizia-se que eram mineralogistas e que tinham vindo fazer estudos para montar uma fábrica e dar trabalho para muita gente, houve até quem fizesse planos para o dinheiro que iria ganhar na fábrica; mas o tempo passava e nada de fábrica, eram só aqueles passeios todos os dias pelos campos, pelos morros, pela beira do rio. Que queriam eles, que faziam afinal? [...]
      O que me preocupou desde o início foi eles nunca rirem. Entravam e saíam da pensão de cara amarrada, e o máximo que concediam a D. Elisa, só a ela, era um cumprimento mudo, batendo a cabeça como lagartixas. Aprendi com minha vó que gente que ri demais, e gente que nunca ri, dos primeiros queira paz, dos segundos desconfie; assim, eu tinha uma boa razão para ficar desconfiado.
     Com o tempo, e vendo que a tal fábrica não aparecia – e não sendo possível indagar diretamente, porque eles não aceitavam conversa com ninguém – cada um foi se acostumando com aquela gente esquisita e voltando a suas obrigações, mas sem perdê-los de vista. Não sabendo o que eles faziam ou tramavam no sigilo de seu quarto ou no mistério de suas excursões, tínhamos medo que o resultado, quando viesse, pudesse não ser bom. Vivíamos em permanente sobressalto. Meu pai pensou em formar uma comissão de vigilância, consultou uns e outros, chegaram a fazer uma reunião na chácara de Seu Aurélio Gomes, do outro lado do rio, mas Padre Santana pediu que não continuassem. Achava ele que a vigilância ativa seria um erro perigoso; supondo-se que os tais descobrissem que estava havendo articulações contra eles, o que seria de nós que nada sabíamos de seus planos? Era melhor esperar. [...]
    Estêvão Carapina achou que um bom passo seria interceptar as cartas deles e lê-las antes de serem entregues, mas isso só podia ser feito com a ajuda do agente André Góis. Consultado, André ficou cheio de escrúpulos, disse que o sigilo da correspondência estava garantido na Constituição, e que um agente do correio seria a última pessoa a violar esse sigilo; e para matar de vez a sugestão falou em duas dificuldades em que ninguém havia pensado: a primeira era que, nos dias de correio, só um dos dois saía em excursão, o outro ficava de sobreaviso para ir correndo à agência quando o carro do correio passasse; a segunda dificuldade era que as cartas com toda certeza vinham em língua que ninguém na cidade entenderia. Que adiantava, portanto, abrir as cartas? Era mais um plano que ia por água abaixo.

(Veiga, José J. A usina atrás do morro. In: Os cavalinhos de Platiplanto.
São Paulo: Editora Schwarcz, 2015. Adaptado).

Analise a frase abaixo.


Que adiantava, portanto, abrir as cartas


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à colocação de pronomes, assinale a alternativa em que a expressão as cartas foi substituída de forma correta por um pronome pessoal, sem alteração no sentido da frase. 

Alternativas
Q1996436 Português
     Todo mundo na cidade andava animado com a presença deles, dizia-se que eram mineralogistas e que tinham vindo fazer estudos para montar uma fábrica e dar trabalho para muita gente, houve até quem fizesse planos para o dinheiro que iria ganhar na fábrica; mas o tempo passava e nada de fábrica, eram só aqueles passeios todos os dias pelos campos, pelos morros, pela beira do rio. Que queriam eles, que faziam afinal? [...]
      O que me preocupou desde o início foi eles nunca rirem. Entravam e saíam da pensão de cara amarrada, e o máximo que concediam a D. Elisa, só a ela, era um cumprimento mudo, batendo a cabeça como lagartixas. Aprendi com minha vó que gente que ri demais, e gente que nunca ri, dos primeiros queira paz, dos segundos desconfie; assim, eu tinha uma boa razão para ficar desconfiado.
     Com o tempo, e vendo que a tal fábrica não aparecia – e não sendo possível indagar diretamente, porque eles não aceitavam conversa com ninguém – cada um foi se acostumando com aquela gente esquisita e voltando a suas obrigações, mas sem perdê-los de vista. Não sabendo o que eles faziam ou tramavam no sigilo de seu quarto ou no mistério de suas excursões, tínhamos medo que o resultado, quando viesse, pudesse não ser bom. Vivíamos em permanente sobressalto. Meu pai pensou em formar uma comissão de vigilância, consultou uns e outros, chegaram a fazer uma reunião na chácara de Seu Aurélio Gomes, do outro lado do rio, mas Padre Santana pediu que não continuassem. Achava ele que a vigilância ativa seria um erro perigoso; supondo-se que os tais descobrissem que estava havendo articulações contra eles, o que seria de nós que nada sabíamos de seus planos? Era melhor esperar. [...]
    Estêvão Carapina achou que um bom passo seria interceptar as cartas deles e lê-las antes de serem entregues, mas isso só podia ser feito com a ajuda do agente André Góis. Consultado, André ficou cheio de escrúpulos, disse que o sigilo da correspondência estava garantido na Constituição, e que um agente do correio seria a última pessoa a violar esse sigilo; e para matar de vez a sugestão falou em duas dificuldades em que ninguém havia pensado: a primeira era que, nos dias de correio, só um dos dois saía em excursão, o outro ficava de sobreaviso para ir correndo à agência quando o carro do correio passasse; a segunda dificuldade era que as cartas com toda certeza vinham em língua que ninguém na cidade entenderia. Que adiantava, portanto, abrir as cartas? Era mais um plano que ia por água abaixo.

(Veiga, José J. A usina atrás do morro. In: Os cavalinhos de Platiplanto.
São Paulo: Editora Schwarcz, 2015. Adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra escrúpulos.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: IDIB Órgão: CREMEC Prova: IDIB - 2021 - CREMEC - Assistente Administrativo |
Q1995483 Português
No trecho “...a ideia de que um marido pudesse estuprar a esposa era um oximoro.” (l. 23), dentro do contexto em que está inserido, o termo destacado poderia ser substituído, sem alterar o sentido original, por qualquer um dos vocábulos abaixo, exceto 
Alternativas
Respostas
6161: D
6162: D
6163: A
6164: D
6165: C
6166: X
6167: B
6168: A
6169: C
6170: C
6171: A
6172: A
6173: E
6174: D
6175: D
6176: C
6177: A
6178: B
6179: B
6180: A