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Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Foram encontradas 20.093 questões

Q1859198 Português
Texto CG1A1-I
     O conceito de saúde reflete a conjuntura social, econômica, política e cultural. Ou seja: saúde não representa a mesma coisa para todas as pessoas. Dependerá da época, do lugar, da classe social. Dependerá de valores individuais e de concepções científicas, religiosas, filosóficas. O mesmo, aliás, pode ser dito das doenças. Aquilo que é considerado doença varia muito.
     Real ou imaginária, a doença é um antigo acompanhante da espécie humana, como o revelam pesquisas paleontológicas. Múmias egípcias apresentam sinais de doença (como, por exemplo, a varíola do faraó Ramsés V). Não admira que, desde muito cedo, a humanidade se tenha empenhado em enfrentar essa ameaça, e de várias formas, baseadas em diferentes conceitos do que vem a ser a doença (e a saúde). Assim, a concepção mágico-religiosa partia, e parte, do princípio de que a doença resulta da ação de forças alheias ao organismo que neste se introduzem por causa do pecado ou de maldição.
     A medicina grega representa uma importante inflexão na maneira de encarar a doença. É verdade que, na mitologia grega, várias divindades estavam vinculadas à saúde. Os gregos cultuavam, além da divindade da medicina, Asclepius ou Aesculapius (que é mencionado como figura histórica no poema épico Ilíada), duas outras deusas, Higieia, a Saúde, e Panacea, a Cura. Higieia era uma das manifestações de Athena, a deusa da razão, e o seu culto, como sugere o nome, representa uma valorização das práticas higiênicas. Se Panacea representa a ideia de que tudo pode ser curado — uma crença basicamente mágica ou religiosa —, deve-se notar que a cura, para os gregos, era obtida pelo uso de plantas e de métodos naturais, e não apenas por procedimentos ritualísticos.
Moacyr Scliar. História do conceito de saúde. In: Physis: Revista de Saúde Coletiva, v. 17, n.º 1, 2007, p. 29-41 (com adaptações).
Mantendo-se a coerência do texto CG1A1-I, o termo “deve-se”, no último período do terceiro parágrafo, poderia ser substituído por
Alternativas
Q1859060 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


Na linha 22, a palavra “diminuir”, em relação ao sentido que apresenta no texto, NÃO poderia ser trocada por:
Alternativas
Q1859057 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


A palavra “letalidade” (linha 27) é empregada para tratar de:
Alternativas
Q1859051 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


Na linha 16, a expressão “alimenta a ideia” quer dizer o mesmo que:
Alternativas
Q1859015 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


A palavra “parecido”, utilizada na linha 03, apresenta como antônimo: 
Alternativas
Q1859009 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


A palavra “apelo” (l. 02) apresenta uma ideia de algo que:
Alternativas
Q1858981 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


A palavra “apreciados” (linha 01) poderia ser substituída por:
Alternativas
Q1858954 Português

INSTRUÇÃO: Leia a seguir, a notícia e o gráfico que a acompanha para responder à questão.

Tábuas completas de mortalidade

Expectativa de vida dos brasileiros aumenta para 76,3 anos em 2018

A expectativa de vida dos brasileiros aumentou em três meses e quatro dias, de 2017 para 2018, alcançando 76,3 anos. Desde 1940, já são 30,8 anos a mais que se espera que a população viva. Os dados são das Tábuas Completas de Mortalidade, divulgadas hoje pelo IBGE.

Para as mulheres, espera-se maior longevidade: 79,9 anos. Já a expectativa de vida ao nascer para os homens ficou em 72,8 anos em 2018. Mas essa diferença, chamada de “sobre mortalidade masculina”, é mais acentuada conforme a faixa etária. Um homem de 20 a 24 anos tinha, em 2018, 4,5 vezes menos chances de chegar aos 25 anos do que uma mulher.

“Esse fenômeno pode ser explicado por causas externas, não naturais, que atingem com maior intensidade a população masculina”, explica o pesquisador do IBGE, Marcio Minamiguchi, ressaltando que, em 1940, não havia essa discrepância evidente entre os sexos nos grupos mais jovens. “A partir de meados da década de 80, as mortes associadas às causas externas passaram a desempenhar um papel de destaque. É um fenômeno proveniente da urbanização e inclui homicídios, acidentes de trânsito e quedas acidentais, entre outros”, complementa.

Para ambos os sexos, a maior esperança de vida ao nascer foi observada em Santa Catarina: 79,7 anos. Outros estados com valores elevados, acima dos 78 anos, são o Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. No outro extremo, está o Maranhão, com a expectativa em 71,1 anos, e o Piauí, em 71,4 anos. Ou seja, uma criança nascida no Maranhão, conforme a taxa de mortalidade observada em 2018, esperaria viver em média 8,6 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina.

Cabe ressaltar que a expectativa de vida muda conforme o ano de nascimento da pessoa e o sexo. Por exemplo, quem está com 30 anos agora terá um tempo médio de vida diferente de quem acabou de nascer, é a chamada projeção de sobrevida. [...]

Disponível em: .Acesso em: 27 jan. 2020. [Fragmento].

Disponível em: . Acesso em: 27 jan. 2020. [Fragmento].

Assinale a alternativa que não substitui corretamente a palavra em destaque no período a seguir.

“[...] explica o pesquisador do IBGE, Marcio Minamiguchi, ressaltando que, em 1940, não havia essa discrepância evidente entre os sexos nos grupos mais jovens.”

Alternativas
Q1858951 Português

INSTRUÇÃO: Leia a seguir, a notícia e o gráfico que a acompanha para responder à questão.

Tábuas completas de mortalidade

Expectativa de vida dos brasileiros aumenta para 76,3 anos em 2018

A expectativa de vida dos brasileiros aumentou em três meses e quatro dias, de 2017 para 2018, alcançando 76,3 anos. Desde 1940, já são 30,8 anos a mais que se espera que a população viva. Os dados são das Tábuas Completas de Mortalidade, divulgadas hoje pelo IBGE.

Para as mulheres, espera-se maior longevidade: 79,9 anos. Já a expectativa de vida ao nascer para os homens ficou em 72,8 anos em 2018. Mas essa diferença, chamada de “sobre mortalidade masculina”, é mais acentuada conforme a faixa etária. Um homem de 20 a 24 anos tinha, em 2018, 4,5 vezes menos chances de chegar aos 25 anos do que uma mulher.

“Esse fenômeno pode ser explicado por causas externas, não naturais, que atingem com maior intensidade a população masculina”, explica o pesquisador do IBGE, Marcio Minamiguchi, ressaltando que, em 1940, não havia essa discrepância evidente entre os sexos nos grupos mais jovens. “A partir de meados da década de 80, as mortes associadas às causas externas passaram a desempenhar um papel de destaque. É um fenômeno proveniente da urbanização e inclui homicídios, acidentes de trânsito e quedas acidentais, entre outros”, complementa.

Para ambos os sexos, a maior esperança de vida ao nascer foi observada em Santa Catarina: 79,7 anos. Outros estados com valores elevados, acima dos 78 anos, são o Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. No outro extremo, está o Maranhão, com a expectativa em 71,1 anos, e o Piauí, em 71,4 anos. Ou seja, uma criança nascida no Maranhão, conforme a taxa de mortalidade observada em 2018, esperaria viver em média 8,6 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina.

Cabe ressaltar que a expectativa de vida muda conforme o ano de nascimento da pessoa e o sexo. Por exemplo, quem está com 30 anos agora terá um tempo médio de vida diferente de quem acabou de nascer, é a chamada projeção de sobrevida. [...]

Disponível em: .Acesso em: 27 jan. 2020. [Fragmento].

Disponível em: . Acesso em: 27 jan. 2020. [Fragmento].

Assinale a alternativa que apresenta reescrita correta do período a seguir.

“Para as mulheres, espera-se maior longevidade: 79,9 anos.”

Alternativas
Q1858576 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Duas revoluções da humanidade

    Estamos hoje na confluência de duas imensas revoluções. Por um lado, biólogos estão decifrando os mistérios do corpo humano, particularmente do cérebro e dos sentimentos. Ao mesmo tempo, os cientistas da computação estão nos dando um poder de processamento de dados sem precedente. Quando a revolução na biotecnologia se fundir com a revolução na tecnologia da informática, essa fusão produzirá algoritmos de longo alcance capazes de monitorar e compreender nossos sentimentos muito melhor do que nós mesmos, e então a autoridade decisiva passará dos humanos para os computadores.
    Nossa ilusão de que detemos uma total e livre capacidade de escolha, a que damos o nome de livre arbítrio, provavelmente vai se desintegrar à medida que nos depararmos, diariamente, com instituições, corporações e agências do governo que compreendem e manipulam o que era, até então, do domínio do nosso inacessível reino interior. 
   Isso já está acontecendo no campo da medicina. As decisões médicas mais importantes de nossa vida se baseiam não na sensação de estarmos doentes ou saudáveis, nem mesmo nos prognósticos informados por nosso médico − mas nos cálculos de computadores que entendem do nosso corpo muito melhor do que nós. Eles serão capazes de monitorar nossa saúde 24 horas por dia, sete dias por semana. Serão capazes de detectar, logo em seu início, a gripe, o câncer, o mal de Alzheimer, muito antes de sentirmos que há algo errado conosco. Poderão então recomendar tratamentos adequados, dietas e regimes diários, sob medida para nossa compleição física, nosso DNA e nossa personalidade, que são únicos.
(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 74-75) 
Nossa ilusão de que detemos uma livre capacidade de escolha vai se desintegrar.
Uma nova redação da frase acima, na qual se conservam seu sentido básico e a correção gramatical, apresenta-se em: 
Alternativas
Q1858571 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

A crônica em sua função

   A palavra crônica é conhecida e designa um gênero de texto. Vem por vezes acompanhada de adjetivo: política, esportiva, social, policial etc. Se vier desacompanhada de qualquer qualificativo, é porque ela serve a um cronista não especializado, um escritor de linguagem cativante que pode falar de qualquer coisa que desperte o interesse do leitor. Não há jornal ou revista que dispense esse tipo de cronista. Que função terá essa modalidade de crônica, livre que está para abordar não importa o que seja?
     Quando, ao ler um jornal, nos detemos nela, é porque sabemos que a mão do escritor, com leveza de estilo, com algum humor, com um mínimo de sabedoria e perspicácia, nos conduzirá por um texto que nos poupa da gravidade dos grandes assuntos da política ou da economia e chamará nossa atenção para algum assunto que, não sendo manchete, diz respeito à nossa vida pequenina, ao nosso cotidiano, aos nossos hábitos, aos nossos valores mais íntimos. Uma crônica pode falar de uma dor de dente, de um incidente na praia, de um caso de amor, de uma viagem, de um momento de tédio ou até mesmo da falta de assunto. O importante é que o cronista faça de seu texto um objeto hipnótico, do qual não se consegue tirar os olhos. Para isso, há que haver talento. 
    Entre nós, pontifica até hoje o nome do cronista Rubem Braga (1913-1990). É uma unanimidade: todos o consideram o maior de todos, o mestre do gênero. De fato, Rubem Braga cumpriu com excelência o alcance de um cronista: deu-nos poesia, reflexão, análise, lucidez, ironia, humor − tudo numa linguagem de exemplar clareza e densidade subjetiva. A crônica de Rubem Braga cumpriu à perfeição o papel fundamental desse gênero literário pouco homenageado. Nas palavras do crítico Antonio Candido, uma crônica “pega o miúdo da vida e mostra nele uma grandeza, uma beleza ou uma singularidade insuspeitadas. Isto acontece porque ela não tem a pretensão de durar, uma vez que é filha do jornal e da era da máquina, onde tudo acaba tão depressa”. O crítico não tem dúvida em considerar que as boas crônicas, “por serem leves e acessíveis talvez comuniquem, mais do que poderia fazer um estudo intencional, a visão humana do homem na sua vida de todo dia”. Não é pouca coisa. Vida longa aos bons cronistas. 
(Jeremias Salustiano, inédito)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q1858330 Português
Assinale a alternativa que apresenta um antônimo para a palavra ‘medroso’ (l. 01).
Alternativas
Q1858321 Português

Para responder à questão considere o vocábulo “grave” (l. 14)

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para o referido termo.

Alternativas
Q1858260 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


(Disponível em: https://www.douradosagora.com.br/noticias/brasil/conduta-consciente-no-transito-efundamental – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando somente o significado das palavras, na frase “o motorista deve fazer a checagem dos freios e da parte elétrica do veículo”, os termos sublinhados NÃO podem ser substituídos por: 
Alternativas
Q1858254 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


(Disponível em: https://www.douradosagora.com.br/noticias/brasil/conduta-consciente-no-transito-efundamental – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Analise as assertivas abaixo sobre a possibilidade de substituições de palavras no texto:

I. ‘finalidade’ (l. 09) por ‘objetivo’.
II. ‘sucessivas’ (l. 15) por ‘eventuais’.
III. ‘fundamentais’ (l. 46) por ‘indispensáveis’.

Quais delas ainda deixam o texto com o sentido original? 
Alternativas
Q1858211 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 

(Disponível em: https://pt.aleteia.org/2020/01/13/entenda-por-que-a-busca-pela-felicidade-quasenunca-funciona/ – texto adaptado especialmente para esta prova) 
Assinale a alternativa que faz uma afirmação INCORRETA acerca dos termos “no entanto” (l. 06) e “Ainda assim” (l. 09).
Alternativas
Q1858205 Português
Instrução: Para responder à questão, consulte o texto abaixo quando necessário.


(MACHADO, Dyonélio. Os ratos. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira: 1964 – fragmento)
Sobre a frase: ‘Naziazeno tornou-se um personagem emblemático da literatura brasileira, demonstrando de forma fantástica as mazelas do cotidiano’, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A substituição do verbo tornar por transformar implica alteração de regência, necessitando, pois, da inserção de preposição.
( ) A segunda oração do período representa uma oração reduzida de gerúndio.
( ) Os vocábulos emblemático e mazelas, sem prejuízo à estrutura e ao sentido da frase, poderiam ser substituídos, respectivamente, por alegórico e lábeis.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1858198 Português
Sinônimos são palavras de sentido igual ou aproximado. Geralmente não é indiferente usar um sinônimo pelo outro. Embora irmanados pelo sentido comum, os sinônimos diferenciam-se, entretanto, uns dos outros, por matizes de significação e certas propriedades que o escritor não pode desconhecer. Com efeito, estes têm sentido mais amplo, aqueles mais restrito (animal e quadrúpede); uns são próprios da fala corrente, desataviada, vulgar, outros, ao invés, pertencem à esfera da linguagem culta, literária, científica ou poética (orador e tribuno, oculista e oftalmologista, cinzento e cinéreo) (CEGALLA, 2005). Considerando o trecho apresentado, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A palavra adversário poderia ser substituída, correta e adequadamente, por antagonista.
( ) Os vocábulos colóquio e diálogo não são sinônimos, visto que não se originam de um mesmo radical.
( ) As palavras soberba e humildade representam um caso de sinonímia.
( ) Oposição e antítese representam um par de sinônimos.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1858167 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


(Disponível em: https://super.abril.com.br/ideias/numa-viagem-por-que-a-ida-e-sempre-mais-demorada-quea-volta/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Poderíamos substituir a palavra “depressa” (linha 11), sem que prejudicássemos o entendimento do texto, por qual das palavras abaixo?
Alternativas
Q1858162 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


(Disponível em: https://super.abril.com.br/ideias/numa-viagem-por-que-a-ida-e-sempre-mais-demorada-quea-volta/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
A palavra “menos” (linha 11) tem como antônimo, ou seja, oposto, a palavra:
Alternativas
Respostas
6041: A
6042: D
6043: D
6044: A
6045: D
6046: B
6047: D
6048: B
6049: C
6050: E
6051: B
6052: E
6053: C
6054: A
6055: C
6056: E
6057: D
6058: A
6059: D
6060: D