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Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 20.110 questões

Q2551485 Português
O pensamento abaixo que mostra vocábulos sublinhados que são antônimos, é: 
Alternativas
Q2551048 Português



(Disponível em: apublica.org/2024/05/em-meio-ao-lixo-das-chuvas-no-rio-grande-do-sul-catadores-nao-conseguem-trabalhar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “contraditório” (l. 04) pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cidreira - RS Provas: FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Advogado | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Assistente Social | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Assistente Social do Cras | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Arquiteto | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Engenheiro Civil | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Médico de Saúde da Família | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Médico Clínico Geral/Plantonista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Médico Psiquiatra | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Médico Radiologista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Médico Veterinário SIM | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Psicólogo do Cras | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Psicólogo | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Terapeuta Ocupacional | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Enfermeiro Plantonista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Farmacêutico | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Fisioterapeuta | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Fonoaudiólogo | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Nutricionista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Enfermeiro ESF | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Cirurgião Dentista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Educador Físico | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Biólogo | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Cidreira - RS - Intérprete Educacional |
Q2550554 Português
De onde vem minha habilidade no futebol

Por Fabrício Carpinejar




 (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a- minhahabilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta a palavra que NÃO poderia substituir corretamente o vocábulo “cômica” (l. 02).
Alternativas
Q2549940 Português

TEXTO 2 


Continho


Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:

— Você aí, menino, para onde vai essa estrada?

— Ela não vai não: nós é que vamos nela.

— Engraçadinho duma figa! Como você se chama?

— Eu não me chamo não: os outros é que me chamam de Zé. 


Paulo Mendes Campos. Continho. Em: Carlos Drummond de Andrade e outros. Crônicas. São Paulo: Ática, 1984. p. 76 (Coleção Para Gostar de Ler).

No trecho: “ele estava sentado na poeira do caminho”, há uma expressão figurada para informar que o menino estava:
Alternativas
Q2549935 Português

TEXTO 1


Historicamente o primeiro grande poeta do Brasil, do período Barroco, Gregório de Matos Guerra nasceu em 1633, na cidade de Salvador, na Bahia, e sua obra, principalmente a satírica, faz alusão a duas de suas maiores referências: Brasil e Portugal.

Filho de um fidalgo português que se tornou senhor de engenho no Recôncavo Baiano com uma brasileira, Gregório de Matos não publicou nada em vida, de forma impressa. No século 17, a leitura era proibida – muitos eram os iletrados – e o livro circulava como um objeto raríssimo e caro, com folhas feitas de trapo (pano). “Era comum o poema ser composto nessa folha, e na sátira, por exemplo, era extremamente rotineiro alguém escrever à noite e, de madrugada, aquela folha ser pregada com cola de farinha de mandioca na porta da igreja. Alguém que sabia ler declamava em voz alta e, como eram facilmente memorizáveis, os versos eram utilizados para a produção de novos poemas”

Em 1682, passou a escrever cada vez mais poesias satíricas e eróticas, onde expõe sem nenhum pudor a sociedade da época, o que lhe rendeu o apelido “Boca do Inferno”.

Acerca das palavras e expressões empregadas no texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q2549825 Português
Texto para o item.



Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).

Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.


O pronome “cuja” (linha 40) poderia ser substituído no texto, mantendo‑se seu sentido original e sua correção gramatical, por ao qual

Alternativas
Q2549819 Português
Texto para o item.



Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).

Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.


O sentido da forma verbal “evidenciam” (linha 12) no texto é colocam em evidência, destacam.

Alternativas
Q2549774 Português

TEXTO 1


"Eu e casca de bala". 

Se você usa muito o TikTok, é bem provável que tenha se deparado com essa expressão nas últimas semanas.

O termo viralizou graças ao hit "Casca de bala", cantado por Thullio Milionário, e virou "trend": pessoas aparecem nos vídeos com aqueles que seriam seus "cascas de bala", ou seja, pessoas próximas. 
Flávio Pizada Quente, compositor da música, explicou que percebeu a expressão sendo usada nas redes sociais. "Eu vi que as páginas de vaquejada estavam usando muito essa expressão. 'Hoje eu vou para a vaquejada com meu casca de bala'. Sou muito ligado nas redes sociais e tiro dali minhas ideias de música", disse em entrevista a Splash.

O artista de São João do Rio do Peixe (PB) explica: "Casca de Bala é aquele amigo que tá ali para tudo que vier".

Mas esse significado é novo. Rafael Gustavo Rigolon, professor de Ensino de Ciências na Universidade Federal de Viçosa (UFV), explica a Splash que essa definição ganhou força após o sucesso da música. 

Originalmente, a bala era a bala a bala que sai da arma mesmo. Já a casca, era a cápsula. "Em grande parte da literatura de algumas décadas atrás, o termo 'casca de bala' aparece apenas com o sentido de 'cápsula, cilindro que contém o projétil da arma de fogo'.

Originalmente, então, a bala em questão não é a guloseima e a casca não é a embalagem", explica Rigolon.

Assistindo ao clipe da música, ainda há outra interpretação: a de que o apelido do amigo é Casca de Bala. "Provavelmente, 'Casca de Bala' foi um termo que, no início, estaria associado a passar uma imagem de medo. Parece-me que o intuito de 'Casca de Bala', no 'hit' atual, era para ser um nome engraçado, já que o parceiro representado no clipe também pretende ser. Se 'Casca de Bala' causa medo; no clipe, a ironia caiu bem".

O termo foi ressignificado de forma bastante positiva e hoje você pode chamar seu amigão, parceiro e companheiro inseparável, de 'casca de bala', mesmo ele sendo um docinho.

De acordo com as informações do texto, qual é o significado original da expressão “casca de bala” na literatura antiga?
Alternativas
Q2549434 Português
Brasil é o 7° país com mais bilionários no
mundo; veja ranking.


    O Brasil é o sétimo país com mais bilionários do mundo. É o que mostra a mais recente lista anual da Forbes, divulgada nesta terça-feira (2). Ao todo, a lista tem 2.781 bilionários de 78 países.

    Por aqui, são 69 pessoas com patrimônio acima de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões). O ranking nacional é encabeçado por Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, com uma fortuna avaliada em US$ 28 bilhões (R$ 141 bilhões).

    A lista também contempla a Livia Voigt, que com 19 anos e US$ 1,1 bilhão (R$ 5,5 bilhões), é a bilionária mais nova do país. Outros mais ricos no território brasileiros estão nas áreas de finanças e comidas e bebidas, como Vicky Safra e Jorge Paulo Lemann e família.

    Em último lugar do top 10, o Reino Unido tem, atualmente, 55 bilionários. O ranking é encabeçado pelo investidor britânico Michael Platt, com fortuna estimada em US$ 18 bilhões (R$ 90,7 bilhões). Território autônomo da China, Hong Kong aparece em nona posição, com 67 bilionários. O topo da lista ficou com o empresário Li Ka-Shing, com patrimônio de US$ 37,3 bilhões (R$ 187,9 bilhões).

     Na oitava posição, o Canadá conta com 67 bilionários, com a maior fortuna pertencente ao empresário David Thomson e sua família. Ao todo, a fortuna do presidente da Thomson Corporation é estimada em US$ 67,8 bilhões (R$ 341,6 bilhões).

   Em sétimo lugar, o Brasil tem 69 bilionários. A maior fortuna é de Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, com a bolada de US$ 28 bilhões (R$ 141 bilhões). Na sequência, aparece Vicky Safra e seus quatro filhos, com patrimônio avaliado em US$ 20,6 bilhões (R$ 103,7 bilhões). A Itália 73 bilionários, segundo o levantamento da Forbes. O mais rico do país é o atual presidente-executivo do grupo Ferrero SpA, Giovanni Ferrero, com patrimônio de US$ 43,8 bilhões (R$ 220,6 bilhões).

    Em quinto lugar no ranking, a Rússia tem, atualmente, 120 bilionários. A lista é liderada pelo presidente da empresa de óleo Lukoil, Vagit Alekperov, com fortuna estimada em US$ 28,6 bilhões (R$ 114,1 bilhões). Com 132 bilionários, a Alemanha ocupa a quarta posição na lista da Forbes. A maior fortuna do país pertence a Klaus-Michael Kühne, presidente honorário da Kuehne+Nagel International AG, avaliada em US$ 39,2 bilhões (R$ 197,5 bilhões).

    A Índia é o terceiro país no ranking, com 200 bilionários. O empresário indiano Mukesh Ambani, presidente da Reliance Industries, é o grande super-rico do país, com patrimônio de US$ 116 bilhões (cerca de R$ 584,5 bilhões). Em segundo lugar na lista, aparece a China, com um total de 406 bilionários. O mais rico do país é o empresário Zhong Shanshan, fundador da empresa de bebidas Nongfu Spring, com uma fortuna avaliada em US$ 62,3 bilhões (cerca de R$ 313,8 bilhões).

    Os Estados Unidos lideram o ranking de país com mais bilionários no mundo — são 813, no total. A lista é encabeçada por Elon Musk, com patrimônio estimado em US$ 195 bilhões (cerca de R$ 982,1 bilhões), seguida de Jeff Bezos, com US$ 194 bilhões (R$ 977 bilhões) e Mark Zuckerberg, com nada menos que US$ 177 bilhões (R$ 891,4 bilhões) na conta.


Fonte: Brasil é o 7° país com mais bilionários no mundo; veja ranking | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período, considerando o contexto do texto: “É o que mostra a mais recente lista anual da Forbes, divulgada nesta terça-feira (2)”.
Alternativas
Q2549222 Português

Panelas e saúde



Panelas metálicas fazem mal ........ saúde? Panelas podem liberar resíduos e contaminar os alimentos? Considerações como essas assustam os consumidores, mas não são reais.


Pois é, o assunto volta e meia vem ...... tona e, recentemente, aqueceu as redes sociais.......... acusação era de que os tipos metálicos não seriam seguros. Ocorre que a afirmação carece de comprovação científica. “Utensílios que entram em contato com alimentos precisam de uma certificação do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), e não ........ nenhum estudo significativo que justifique mudanças nas panelas aprovadas atualmente”, esclarece a nutricionista Beatriz Tenuta, autora do livro Negócios com Comida. Segundo ela, que também é professora do Centro Universitário São Camilo, na capital paulista, ........ maior diferença entre os materiais autorizados é o tempo de transferência de calor para os alimentos, o que pode alterar o período de cozimento.


Mas jamais devemos usar panelas de cobre, pois segundo pesquisas, o mineral pode causar danos renais e cerebrais. As panelas de cobre não são aprovadas pelo INMETRO.


VejaSaúde. Editora Abril, São Paulo. Edição 503, maio de 2024; adaptado.

Identifique a palavra (entre parênteses) que completa corretamente as frases abaixo.


A (fachineira / faxineira) desastrada, (mecheu / mexeu) nos enfeites da casa toda!

(Economisou / Economizou) bastante e comprou uma linda (casinha / cazinha).

Abriu uma (exceção / excessão), trocou a (viagem / viajem) deste ano pela compra de uma nova TV.


Assinale a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente as frases.
Alternativas
Q2549221 Português

Panelas e saúde



Panelas metálicas fazem mal ........ saúde? Panelas podem liberar resíduos e contaminar os alimentos? Considerações como essas assustam os consumidores, mas não são reais.


Pois é, o assunto volta e meia vem ...... tona e, recentemente, aqueceu as redes sociais.......... acusação era de que os tipos metálicos não seriam seguros. Ocorre que a afirmação carece de comprovação científica. “Utensílios que entram em contato com alimentos precisam de uma certificação do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), e não ........ nenhum estudo significativo que justifique mudanças nas panelas aprovadas atualmente”, esclarece a nutricionista Beatriz Tenuta, autora do livro Negócios com Comida. Segundo ela, que também é professora do Centro Universitário São Camilo, na capital paulista, ........ maior diferença entre os materiais autorizados é o tempo de transferência de calor para os alimentos, o que pode alterar o período de cozimento.


Mas jamais devemos usar panelas de cobre, pois segundo pesquisas, o mineral pode causar danos renais e cerebrais. As panelas de cobre não são aprovadas pelo INMETRO.


VejaSaúde. Editora Abril, São Paulo. Edição 503, maio de 2024; adaptado.

Identifique a palavra (entre parênteses) que completa corretamente as frases abaixo.


Ela agiu com muita (descrição / discrição), não comentando sobre o assunto.

Que (cavaleiro / cavalheiro)! Puxou a cadeira para sua noiva sentar.

Aquele rapaz (infligiu / infringiu) as leis de trânsito ao dirigir embriagado.


Assinale a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente as frases.
Alternativas
Q2549152 Português
O mundo não vai acabar. Mas vai.



       O Rio Grande do Sul está enfrentando o pior desastre natural de sua história. (...) O volume de chuvas inédito – em uma semana, já caiu metade de toda a precipitação prevista para 2024 – é, em grande parte, culpa de uma sequência de frentes frias que deveriam ter cruzado os céus gaúchos só de passagem, mas acabaram estacionando em cima do estado e derramando toda a água ali.

      O trânsito de nuvens na atmosfera congestionou porque, em pleno outono, uma onda de calor atingiu o Sudeste e o Centro-Oeste e bloqueou o caminho dessas frentes para latitudes mais altas.

        E essa onda não foi a primeira, é claro. O outro surto de temperaturas extremas que o Centro-Sul do Brasil encarou no meio de março, dias antes do início do outono, foi um marco na série histórica. A cidade de São Paulo bateu um recorde de temperatura para o mês: 37,4°C em 16 de março. Um dia depois, o município do Rio registrou sensação térmica de 62,3°C. Parte do crédito por esse caos, você sabe, é do El Niño, uma mudança na circulação dos ventos e das águas no Pacífico que ocorre de maneira cíclica e sempre acentua o verão brasileiro.

     Mas a culpa também é nossa. O calor é consequência da emissão desmedida de gases de efeito estufa pelo ser humano desde o início da era industrial, no século 18. A temperatura média global no El Niño de 1998 foi 0,64°C acima da média. Em 2005, 0,69°C. Em 2010, 0,71°C. Em 2016, 0,99°C. O Menino está cada vez mais quente.

      Pouca gente, porém, parece desesperada. Uma reportagem do Jornal Hoje exibida em 18 de março descreveu o último final de semana do verão como “caprichado”, e mostra uma banhista feliz com o prospecto de tomar uma dose cavalar de radiação UV: “amo calor, amo verão, espero que nunca acabe”. Por que sofremos de uma incapacidade crônica de entender a gravidade das mudanças climáticas?

      Deslizamentos de terra e enchentes como no Rio Grande do Sul (2024), no litoral norte de São Paulo (2023) e em Petrópolis (2022) geram comoção no noticiário, mas logo desaparecem da memória de todos, com exceção dos diretamente afetados. É muito difícil entender fatos afastados no tempo como capítulos de um mesmo processo gradual de degradação ecológica. Mas eles são: com um aumento de 1°C na temperatura média global, que já aconteceu, chuvas extremas têm 6,7% mais água e inundações se tornam 30% mais comuns.

       Além de uma percepção inadequada do tempo geológico, há o problema de que somos péssimos em fazer sacrifícios em curto-prazo para colher benefícios em longo-prazo. Sair de carro alivia minha preguiça agora, enquanto pressionar as autoridades por políticas públicas para melhorar o transporte público salvará meus netos – além de ser uma ação de resultado incerto, que depende de algum grau de ação coletiva.

      São obstáculos psicológicos, acima de tudo, que precisamos transpor para combater com eficácia as mudanças climáticas. Nossos cérebros não evoluíram para entender como ameaça o que não nos afeta perceptivelmente.

     Em suma: não é o mundo que vai acabar se deixarmos as mudanças climáticas rolarem soltas. Só o mundo como o conhecemos. E o que é o mundo senão o que você conhece? Pense em cada casa, escola, restaurante etc. que estão debaixo d’água no Rio Grande do Sul: nós somos os lugares em que vivemos, as memórias que cultivamos, as pessoas que amamos e até nossos objetos favoritos. O aquecimento global pode parecer um problema abstrato, mas já estamos experimentando suas consequências reais. Para as vítimas de tragédias ambientais, o mundo já acabou. E agora elas precisam reconstruí-lo.



(VAIANO, Bruno. O mundo não vai acabar. Mas vai. Revista Superinteressante, 2024. Adaptado.)
O título do texto – “O mundo não vai acabar. Mas vai.” – sugere uma aparente contradição. Considerando as informações veiculadas no texto, pode-se compreender que o mundo
Alternativas
Q2549151 Português
O mundo não vai acabar. Mas vai.



       O Rio Grande do Sul está enfrentando o pior desastre natural de sua história. (...) O volume de chuvas inédito – em uma semana, já caiu metade de toda a precipitação prevista para 2024 – é, em grande parte, culpa de uma sequência de frentes frias que deveriam ter cruzado os céus gaúchos só de passagem, mas acabaram estacionando em cima do estado e derramando toda a água ali.

      O trânsito de nuvens na atmosfera congestionou porque, em pleno outono, uma onda de calor atingiu o Sudeste e o Centro-Oeste e bloqueou o caminho dessas frentes para latitudes mais altas.

        E essa onda não foi a primeira, é claro. O outro surto de temperaturas extremas que o Centro-Sul do Brasil encarou no meio de março, dias antes do início do outono, foi um marco na série histórica. A cidade de São Paulo bateu um recorde de temperatura para o mês: 37,4°C em 16 de março. Um dia depois, o município do Rio registrou sensação térmica de 62,3°C. Parte do crédito por esse caos, você sabe, é do El Niño, uma mudança na circulação dos ventos e das águas no Pacífico que ocorre de maneira cíclica e sempre acentua o verão brasileiro.

     Mas a culpa também é nossa. O calor é consequência da emissão desmedida de gases de efeito estufa pelo ser humano desde o início da era industrial, no século 18. A temperatura média global no El Niño de 1998 foi 0,64°C acima da média. Em 2005, 0,69°C. Em 2010, 0,71°C. Em 2016, 0,99°C. O Menino está cada vez mais quente.

      Pouca gente, porém, parece desesperada. Uma reportagem do Jornal Hoje exibida em 18 de março descreveu o último final de semana do verão como “caprichado”, e mostra uma banhista feliz com o prospecto de tomar uma dose cavalar de radiação UV: “amo calor, amo verão, espero que nunca acabe”. Por que sofremos de uma incapacidade crônica de entender a gravidade das mudanças climáticas?

      Deslizamentos de terra e enchentes como no Rio Grande do Sul (2024), no litoral norte de São Paulo (2023) e em Petrópolis (2022) geram comoção no noticiário, mas logo desaparecem da memória de todos, com exceção dos diretamente afetados. É muito difícil entender fatos afastados no tempo como capítulos de um mesmo processo gradual de degradação ecológica. Mas eles são: com um aumento de 1°C na temperatura média global, que já aconteceu, chuvas extremas têm 6,7% mais água e inundações se tornam 30% mais comuns.

       Além de uma percepção inadequada do tempo geológico, há o problema de que somos péssimos em fazer sacrifícios em curto-prazo para colher benefícios em longo-prazo. Sair de carro alivia minha preguiça agora, enquanto pressionar as autoridades por políticas públicas para melhorar o transporte público salvará meus netos – além de ser uma ação de resultado incerto, que depende de algum grau de ação coletiva.

      São obstáculos psicológicos, acima de tudo, que precisamos transpor para combater com eficácia as mudanças climáticas. Nossos cérebros não evoluíram para entender como ameaça o que não nos afeta perceptivelmente.

     Em suma: não é o mundo que vai acabar se deixarmos as mudanças climáticas rolarem soltas. Só o mundo como o conhecemos. E o que é o mundo senão o que você conhece? Pense em cada casa, escola, restaurante etc. que estão debaixo d’água no Rio Grande do Sul: nós somos os lugares em que vivemos, as memórias que cultivamos, as pessoas que amamos e até nossos objetos favoritos. O aquecimento global pode parecer um problema abstrato, mas já estamos experimentando suas consequências reais. Para as vítimas de tragédias ambientais, o mundo já acabou. E agora elas precisam reconstruí-lo.



(VAIANO, Bruno. O mundo não vai acabar. Mas vai. Revista Superinteressante, 2024. Adaptado.)

Assinale a alternativa em que a expressão destacada em I, quando substituída pelo termo destacado em II, acarreta sensível alteração de sentido.

Alternativas
Q2548780 Português

Mitos e verdades sobre filtro solar

Por Equipe Eurofarma



(Disponível em: www.eurofarma.com.br/artigos/mitos-e-verdades-sobre-o-protetor-solar – texto adaptado especialmente para esta prova).


Qual palavra substitui, sem prejudicar o sentido do texto, a palavra “apontam” (l. 32)? 
Alternativas
Q2548692 Português

A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica

Por Cristina Bonorino



(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-aobesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a palavra que poderia substituir o vocábulo “catastróficos” (l. 16), sem causar alteração de sentido no trecho em que está localizado.
Alternativas
Q2548687 Português

A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica

Por Cristina Bonorino



(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-aobesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).

O termo “embora” (l. 13) transmite o sentido de _________. Por isso, pode ser substituído, sem alteração de sentido ou de correção gramatical no trecho, por _________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima. 
Alternativas
Q2547969 Português

Agarrados à tela


Por Leandra Souza e Renata Buono



Q1.png (881×478)



(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/igualdades-redes-sociais-vicio-celular/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “nocivas” (l. 01) poderia ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q2547931 Português
TEXTO III



        “O Brasil nunca teve tantas celebridades”, concluiu a repórter Ana Paula Franzoia, ao realizar um levantamento sobre o fenômeno. São aqueles personagens cujos nomes provocam logo a pergunta: “famosos quem?”. Segundo ela, eles lutam furiosamente para estar na mídia, “dispostos a comentar qualquer assunto, participar de qualquer brincadeira, ser jurado de qualquer programa, pagar qualquer mico”.
        E mais: a tendência é de aumentar a espécie, considerando a incessante produção em série que vem despertando no mercado novos exemplares: artistas, modelos, reality shows-Big Brothers, Casa dos Artistas é possível que chegue o dia em que [...] todos serão famosos por alguns momentos. [...]

(VENTURA, Zuenir. Melhores crônicas. São Paulo: Global, 2004.p. fragmento.)
No texto, há uma expressão utilizada para fazer referência às pessoas que correm atrás de momentos da fama. Marque a alternativa que apresenta corretamente essa expressão:
Alternativas
Q2547814 Português
No dia 20 de março, é celebrado o Dia Internacional da Felicidade. Pesquisa feita pela consultoria Robert Half para entender como empresas e trabalhadores se sentem em relação ao trabalho mostra que 89% das companhias reconhecem que bons resultados estão diretamente ligados à motivação e à felicidade dos colaboradores. O estudo mostra que 79% dos profissionais se sentem, de modo geral, felizes com o trabalho. E os cinco principais fatores que promovem esse sentimento são: gostar muito da profissão (69%); bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional (62%); ser tratado com igualdade e respeito (58%); sentir orgulho da organização (53%); sentir-se realizado com o trabalho (51%).

Disponível em:<https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/> . Acesso em: 3 fev. 2024, com adaptações.


No que tange aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2547137 Português



(Disponível em: www.unicorpjundiai.com.br/alongamento-para-motoristas-uma-otima-forma-de-prevenir

dores/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a palavra “corpo”, assinale a alternativa que NÃO apresenta vocábulo pertencente à mesma família de palavras.
Alternativas
Respostas
2361: B
2362: A
2363: E
2364: D
2365: B
2366: E
2367: C
2368: C
2369: C
2370: E
2371: C
2372: B
2373: A
2374: B
2375: D
2376: E
2377: C
2378: B
2379: A
2380: A