Questões de Concurso
Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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TEXTO II
Das Utopias
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo de pasmo.
Quaisquer que sejam elas: um amor, uma glória, um objetivo...
Quaisquer que sejam...
O importante é o caminhar, não o destino.
Pois, se as coisas são inatingíveis,
É preciso não esquecer que as coisas inatingíveis
São as únicas que não nos cansam.
Mário Quintana
“Ana ficou muito feliz ao receber a notícia de que havia sido aprovada no concurso. Ela comemorou com a família e agradeceu o apoio que recebeu durante os estudos.”
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
Texto CG1A1
Um dos
temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário
têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso,
brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções
sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos
mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis
a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas,
uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual
é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das
malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.
O mesmo
tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato
importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas
vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos
lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que
temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com
problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque
memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com
acuidade visual.
De vez
em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer
um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço
justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o
dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser
vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.
Em um
artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec
chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade
coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os
valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos
pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em
transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem
muita convicção.
Os
números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e
logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os
valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos
espelhos de um parque de diversões.
William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:
Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de
Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
No trecho "...nossa saúde estará intacta", a palavra em destaque pode ser substituída, sem alterar o sentido do texto, por:
• ... ela cresce em restingas e dunas, onde o sol é intenso e a areia seca é pobre em nutrientes. (1º parágrafo)
• ... e identificou mais de mil grupos de genes exclusivos dessa espécie... (1º parágrafo)
• ... recurso usado com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas. (3º parágrafo)
• “... essas plantas compartilham trechos de DNA que servem como referência mais ampla da estrutura do genoma”... (4º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Analise o sentido do verbo 'combater' no trecho e assinale a alternativa que apresenta o vocábulo que define de forma correta esse sentido.
• Delegações voltaram para casa com declarações vagas. (1º parágrafo)
• A Índia bloqueia avanços em temas sensíveis, como tributação digital. (2º parágrafo)
• Sem esse equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização, mas sua degradação. (5º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Analise as proposições a seguir acerca do sentido contextual da palavra "incidência".
I.A substituição de "incidência" por "ocorrência" preserva o sentido estabelecido no trecho.
II.O vocábulo "incidência" foi empregado para indicar consequência produzida pelas distrações durante as atividades escolares.
III.A palavra "frequência" pode substituir "incidência" sem alteração relevante do sentido contextual da frase.
IV.O termo "incidência" expressa ideia de interferência direta das distrações sobre o rendimento escolar.
Assinale a alternativa correta.
"(...) se perdem na distância, além de qualquer possibilidade, até mesmo para o sonho."
A expressão destacada no trecho acima tem o sentido de:
Assinale a alternativa em que a palavra apresentada pode substituir "restritiva", no contexto da frase, por um antônimo adequado.
Na frase:
A prevenção é fundamental para promover a saúde da população.
A palavra; prevenção, pode ser substituída, sem alterar o sentido da frase, por: