Questões de Concurso
Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
Foram encontradas 13.774 questões
Na segunda fala de João Grilo, o emprego da conjunção ‘e’ no trecho ‘agora e na hora de nossa morte’ indica a existência de dois momentos distintos, que se transformam, na proposta apresentada pelo personagem, sob o argumento de que “está tudo misturado”, em um único momento específico.
Considerando a significação de palavras e construções empregadas no texto precedente, julgue o item a seguir.
No texto, os vocábulos “idioma” e “língua” são empregados como sinônimos, assim como as formas verbais “aportaram” e “chegaram”.
Considerando a significação de palavras e construções empregadas no texto precedente, julgue o item a seguir.
São antônimos os vocábulos “final” e “começo” (segundo período).

Considerando a significação de palavras e construções empregadas no texto precedente, julgue o item a seguir.
No último período, o emprego da palavra “atos” gera ambiguidade, uma vez que ela pode significar o mesmo que documentos ou o mesmo que ações.
Julgue o item seguinte, referente aos indícios contextuais, à organização retórica e à construção dos sentidos no texto precedente.
No penúltimo período, o termo “estrelas” é hipônimo da expressão “criaturas sublimes e perfeitíssimas”, que, por sua vez, é hipônimo da palavra “luz”.
Julgue o item seguinte, referente aos indícios contextuais, à organização retórica e à construção dos sentidos no texto precedente.
Identifica-se, no texto, relação de antonímia nos seguintes pares de palavras: “imperfeitas” e “perfeitas” (oitavo período); “fogo” e “água” (décimo período); “recebem” e “rebatem” (penúltimo período).
Considerando as informações e estruturas linguísticas do texto precedente, julgue o seguinte item.
No primeiro período, há relações de sentido baseadas na antonímia entre “mais simples” e “dificuldade”.
Julgue o item a seguir, referente à leitura do texto precedente.
As expressões “em primeiro lugar” (primeiro período) e “o segundo elemento” (segundo período) contribuem para a progressão textual coerente em direção à ideia principal: “O narrador não é, pois, inteiramente confiável” (quarto período).
Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item subsecutivo.
No sexto período, a forma verbal “fora” poderia ser substituída, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical do texto, por tinha sido.
Em relação às propriedades linguísticas e semânticas do texto precedente, julgue o item seguinte.
No primeiro período do texto, o deslocamento do termo “excepcionalmente” para imediatamente antes do verbo “pode” não alteraria os sentidos do texto nem prejudicaria sua correção gramatical, desde que fosse empregada uma vírgula logo após aquele termo.
Em relação às propriedades linguísticas e semânticas do texto precedente, julgue o item seguinte.
No último período do texto, o vocábulo “onde” indica o lugar ou contexto em que também ocorre “o modelo obrigatório” a que se refere o autor no período imediatamente anterior.
Julgue o item a seguir, referente a aspectos linguísticos e aos sentidos do texto apresentado.
Conclui-se da leitura do último período do texto que, consoante às ideias apresentadas, a palavra “pacto” tem o mesmo significado de “acordo”.
O vocábulo “Segundo” (primeiro período do segundo parágrafo) poderia ser substituído por Conforme, sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do texto.
No primeiro período do último parágrafo, a expressão “passam por” está empregada com o mesmo sentido de perpassam.
Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, o segmento “por que” (último período do primeiro parágrafo) poderia ser substituído por pela qual.
No penúltimo período do segundo parágrafo, o segmento “uma vez que” poderia ser substituído, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, pelo termo porquanto.


O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Morrer de câncer deve se tornar algo cada vez menos frequente
As vacinas baseadas em mRNA (RNA mensageiro) surgiram como uma nova e promissora abordagem na medicina. Desenvolvidas nos anos 1990, essas vacinas ganharam destaque na pandemia de covid-19, quando demonstraram sua eficácia e segurança na prevenção da doença.
O princípio das vacinas de mRNA é simples: elas utilizam um fragmento do código genético do vírus ou de células tumorais para estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos específicos. Diferentemente das vacinas tradicionais, que utilizam vírus atenuados ou inativados, as vacinas de mRNA não contêm o patógeno em si, tornando-as mais seguras e fáceis de produzir.
A pandemia de covid-19 acelerou o desenvolvimento e a aplicação das vacinas de mRNA. Em tempo recorde, pesquisadores conseguiram criar vacinas altamente eficazes contra o vírus Sars-CoV-2, demonstrando o potencial dessa tecnologia.
No Brasil, o desenvolvimento de vacinas baseadas em mRNA também tem avançado. Instituições como a Fiocruz e o Instituto Butantan têm investido em pesquisas nessa área, buscando não apenas a produção de vacinas contra a covid-19 mas também a aplicação da tecnologia em outras áreas, como o tratamento do câncer.
Dominar a tecnologia de vacinas de mRNA é crucial para a sociedade brasileira por várias razões. Primeiro, permite uma resposta mais rápida e eficaz a futuras pandemias e surtos de doenças infecciosas. Segundo, impulsiona a capacidade do país em inovar na área da biotecnologia, promovendo avanços não apenas na vacinação mas em tratamentos personalizados para doenças complexas, como o câncer. Por fim, fortalece a economia e a soberania nacional ao reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras.
Além da prevenção de doenças infecciosas, as vacinas de mRNA têm se mostrado promissoras no tratamento do câncer. Pesquisadores estão desenvolvendo vacinas personalizadas que utilizam o mRNA de células tumorais específicas de cada paciente. Essas vacinas têm como objetivo estimular o sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerígenas, sem afetar as células saudáveis.
Estudos clínicos iniciais têm mostrado resultados encorajadores no uso de vacinas de mRNA para o tratamento de diversos tipos de câncer, como melanoma, câncer de pulmão e câncer de próstata. Embora ainda não estejam amplamente disponíveis na rotina clínica, essas vacinas representam uma nova esperança para pacientes com câncer, especialmente àqueles que não respondem bem às terapias convencionais.
As vacinas de mRNA fazem parte de uma revolução mais ampla no tratamento do câncer, impulsionada pelos avanços na imunoterapia e na genômica. A imunoterapia busca fortalecer o sistema imunológico do paciente para combater o câncer, enquanto a genômica permite a identificação de mutações específicas nas células tumorais, possibilitando tratamentos mais precisos e personalizados.
Apesar dos avanços promissores, ainda existem desafios a serem superados para viabilizar as vacinas de mRNA para pacientes com câncer. Um dos principais obstáculos é a identificação precisa dos antígenos tumorais específicos de cada paciente, essenciais para o desenvolvimento de vacinas personalizadas.
Além disso, é necessário aprimorar a eficácia das vacinas, garantindo uma resposta imunológica robusta e duradoura contra as células cancerígenas. Em uma perspectiva futura, é possível vislumbrar um cenário em que a combinação de vacinas de mRNA, imunoterapia e outras abordagens inovadoras transformem o câncer numa doença controlável e até mesmo curável. Com o avanço da medicina personalizada e o aprimoramento contínuo das terapias, é plausível imaginar que, nas próximas décadas, morrer de câncer se torne algo cada vez menos frequente, permitindo que milhões de pessoas tenham uma vida mais longa e saudável.
Com o avanço das pesquisas e o aprimoramento da tecnologia, essas vacinas poderão ser adaptadas para tratar uma ampla gama de tipos de câncer, oferecendo uma abordagem mais eficaz e menos tóxica em comparação às terapias convencionais.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
Embora ainda não estejam amplamente disponíveis na rotina clínica, essas vacinas representam uma nova esperança para pacientes com câncer, especialmente àqueles que não respondem bem às terapias convencionais.
Assinale a alternativa em que a alteração do segmento destacado no período acima tenha se dado sem alteração de sentido.