Questões de Concurso
Sobre regência em português
Foram encontradas 7.094 questões
Gabriel García Marquez cresceu em meio ... plantações de banana de Arataca, situada ... poucos quilômetros do vilarejo de Macondo, que ele se dedicou ... retratar na obra Cem anos de solidão.
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
Política e sociedade na obra de
Sérgio Buarque de Holanda
Para Sérgio Buarque de Holanda a principal tarefa do
historiador consistia em estudar possibilidades de mudança
social. Entretanto, conceitos herdados e intelectualismos
abstratos impediam a sensibilidade para com o processo do
devir. Raramente o que se afigurava como predominante na
historiografia brasileira apontava um caminho profícuo para o
historiador preocupado em estudar mudanças. Os caminhos
institucionalizados escondiam os figurantes mudos e sua fala.
Tanto as fontes quanto a própria historiografia falavam a
linguagem do poder, e sempre imbuídas da ideologia dos
interesses estabelecidos. Desvendar ideologias implica para o
historiador um cuidadoso percurso interpretativo voltado para
indícios tênues e nuanças sutis. Pormenores significativos
apontavam caminhos imperceptíveis, o fragmentário, o não-
determinante, o secundário. Destes proviriam as pistas que
indicariam o caminho da interpretação da mudança, do
processo do vir a ser dos figurantes mudos em processo de
forjar estratégias de sobrevivência.
Era engajado o seu modo de escrever história. Como
historiador quis elaborar formas de apreensão do mutável, do
transitório e de processos ainda incipientes no vir a ser da
sociedade brasileira. Enfatizava o provisório, a diversidade, a
fim de documentar novos sujeitos eventualmente participantes
da história.
Para chegar a escrever uma história verdadeiramente
engajada deveria o historiador partir do estudo da urdidura dos
pormenores para chegar a uma visão de conjunto de sociabi-
lidades, experiências de vida, que por sua vez traduzissem
necessidades sociais. Aderir à pluralidade se lhe afigurava
como uma condição essencial para este sondar das possibili-
dades de emergência de novos fatores de mudança social.
Tratava-se, na historiografia, de aceitar o provisório como ne-
cessário. Caberia ao historiador o desafio de discernir e de
apreender, juntamente com valores ideológicos preexistentes,
as possibilidades de coexistência de valores e necessidades
sociais diversas que conviviam entre si no processo de
formação da sociedade brasileira sem uma necessária
coerência.
(Fragmento adaptado de Maria Odila Leite da Silva Dias, Sérgio
Buarque de Holanda e o Brasil. São Paulo, Perseu Abramo,
1998, pp.15-17)
O verbo empregado no texto que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está também grifado em:
Está adequado o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:
Destes proviriam as pistas que indicariam o caminho ...
O verbo empregado no texto que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está também grifado em:
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, respectivamente, por:
Quando dizemos que alguém está muito seguro de si,
estamos nos referindo à sua invejável estabilidade psicológica,
ou ao seu equilíbrio emocional, ou à convicção que tem acerca
de suas ideias. Ao comprar um carro, somos aconselhados
(quando não compelidos) a fazer um seguro. E nunca faltará
quem nos lembre que é preciso dirigir com segurança. Travar as
portas e manter os vidros fechados também ajuda a nos sentir
mais seguros.
Todas essas acepções de segurança estão na ordem do
dia, numa época em que os cidadãos se sentem mais e mais
ameaçados. Em outros tempos, a questão da segurança pouco
surgia em discursos de candidatos políticos, e não era tomada
como uma das prioridades na pauta dos desafios nacionais, ao
lado da educação e da saúde. Mas desde que as mais variadas
formas de violência urbana passaram a se multiplicar, adqui-
rindo proporções jamais vistas, o direito à segurança foi para o
centro das preocupações dos governantes.
O grande dilema que costuma acompanhar as medidas
que visam a garantir um patamar mínimo de segurança para os
indivíduos está em que essa busca de garantia implica algumas
restrições à liberdade individual: portas eletrônicas e câmeras
diuturnamente vigilantes, por exemplo, representam um tipo de
controle que muitos julgam abusivo, por ferir a privacidade do
cidadão. O contra-argumento não tarda: “há pior invasão de
privacidade que um assalto ou sequestro?" O fato é que as
normas de segurança estão cada vez mais rigorosas, e há cada
vez menos pessoas que se insurgem contra elas. Somos obri-
gados a reconhecer que os indiscutíveis avanços da ciência e
da tecnologia não estão sendo acompanhados de correspon-
dente aperfeiçoamento do convívio social. Sentir-se seguro con-
tinua sendo um direito de todos, mas é sintomático que hoje
esse sentimento já esteja identificado como uma das metas da
administração pública em todos os seus níveis.
(Tarcísio do Amaral, inédito)
A expressão “como objetivo exclusivo" (L.5-6) exerce a função de complemento direto da forma verbal “teve" (L.5).
A omissão do sinal indicativo de crase no trecho “à razão crítica" (L.16) não prejudicaria a correção gramatical do período, mas tornaria o trecho ambíguo.
As expressões “do
" (L.13) e “da fé" (L.17) complementam, respectivamente, os vocábulos “expressão" e “impulsos". O emprego do sinal indicativo de crase em “à livre consciência individual" (L. 19) justifica-se pela regência do termo “adesão" (L. 18) e pela presença de artigo feminino.
Seriam desrespeitadas as regras gramaticais caso se substituísse, na expressão “à custa de" Ll.4), o vocábulo “custa" por custas.
A expressão “essa minha angústia" (l.12-13) constitui o complemento da forma verbal “durou" (l.12).
Do ponto de vista argumentativo, o uso reiterado do verbo auxiliar dever, como em “deve preparar”
e “deverá ter”
, indica grande probabilidade de os objetivos associados a essas formas verbais se tornarem realidade. Em “à natureza”
, o emprego do sinal indicativo de crase indica que o verbo “conectar”
está sendo utilizado com a preposição a, regendo um de seus complementos. Estaria igualmente correto e coerente o emprego, em vez da preposição a, da preposição com, não cabendo, nesse caso, o uso do acento indicativo de crase: com a natureza. 
Com relação aos sentidos, aos aspectos gramaticais e à grafia de
palavras do texto acima, julgue os itens que se seguem.

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens que se seguem.
Quando comparado ...... outras aves, os tucanos parecem ser bem maiores ...... quem os observa, ...... voar na natureza.
Os espaços pontilhados da frase acima estarão correta- mente preenchidos, na ordem, por:
interiorização das universidades federais e a criação de novos institutos tecnológicos também mudam a cara do Nordeste... (3o parágrafo)
O mesmo tipo de complemento grifado acima está na frase:





