Questões de Concurso Sobre regência em português

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Q141071 Português
Classifica-se como coloquial a regência verbal presente em:
Alternativas
Q133043 Português
Texto para os itens de 49 a 62

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Ainda com relação a esse texto, julgue os itens a seguir.

Em “a despeito da tradição filosófica” (L.13), o emprego da preposição “a” deve-se à relação sintática que o substantivo “despeito” estabelece com o verbo “colocar” (L.12).
Alternativas
Q133035 Português
Texto para os itens de 36 a 48
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A respeito da reescritura do período “A despeito da sucessão de crises financeiras e cambiais que se abateram nos últimos 30 anos sobre os ex-periféricos (agora emergentes), a turma do Fundo Monetário continua a acreditar na fábula dos mercados eficientes”, entre as linhas 11 e 14 do texto, julgue os itens que se seguem.

Identifica-se erro de concordância verbal e de regência na seguinte reescritura: Em que pese as sucessivas crises financeiras e cambiais que arremeteram, nos últimos 30 anos, os ex-periféricos (agora emergentes), os integrantes do grupo do FMI seguem persuadidos no conto dos mercados eficientes.
Alternativas
Q131807 Português
Texto para as questões 54 e 55

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A respeito de aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q131537 Português

Suzanne Daveau. Os tipos de tempo em Coimbra (dez. 1663 – set. 1665), nas cartas de Padre Antônio Vieira. In: Revista Finisterra, v. 32, n.º 64, Lisboa, 1997, p. 109-15.
Internet: www.ceg.ul.pt(com adaptações).

Acerca das ideias expressas no texto e da tipologia que o caracteriza, julgue os itens a seguir.


A respeito do vocabulário e da estrutura linguística do texto, julgue os próximos itens.

Seria mantida a correção gramatical do texto, se a preposição “de”, em sua primeira ocorrência, no trecho “de 17 de dezembro de 1663 a 28 de setembro de 1665” (L.6), fosse substituída por entre.
Alternativas
Q131536 Português

Suzanne Daveau. Os tipos de tempo em Coimbra (dez. 1663 – set. 1665), nas cartas de Padre Antônio Vieira. In: Revista Finisterra, v. 32, n.º 64, Lisboa, 1997, p. 109-15.
Internet: www.ceg.ul.pt(com adaptações).

Acerca das ideias expressas no texto e da tipologia que o caracteriza, julgue os itens a seguir.


A respeito do vocabulário e da estrutura linguística do texto, julgue os próximos itens.

O emprego do sinal indicativo de crase em “Sujeitado a residência forçada” (L.14-15) manteria a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q125691 Português
O segmento grifado está empregado corretamente em:
Alternativas
Q121629 Português
O avanço rumo ...... um desenvolvimento sustentável depende de diversos fatores, entre os quais estão o estímulo ...... novas tecnologias e o compromisso ético de empresas que tenham como prioridade o respeito ...... causas ambientais.

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
Alternativas
Q119811 Português
Com relação aos sentidos e aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q119796 Português
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Emprega-se o sinal indicativo de crase em “corresponde à crescente transformação histórica” (l.1-2) porque
Alternativas
Q111964 Português
Está adequado o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:
Alternativas
Q111614 Português
Assinale a alternativa em que a alteração do verso da canção tenha sido feito com adequação à norma culta. Não leve em conta possível alteração de sentido.
Alternativas
Q111606 Português
No Brasil, por exemplo, existem regras de criminal compliance... (L.81-82)
Assinale a alternativa em que a alteração do trecho acima tenha provocado INADEQUAÇÃO quanto à norma culta. Não leve em conta a alteração de sentido.
Alternativas
Q111547 Português
As questões de números 1 a 6 referem-se ao texto.
É difícil ficar indiferente ...... causa defendida por algumas organizações não governamentais que ajudam ...... captar recursos para preservar ...... cultura de tribos da floresta amazônica.
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:

Alternativas
Q111508 Português
O cangaço está nas telas de nossos maiores artistas,
rendeu filmes premiados, personagens de livros clássicos, e se
mantém como fonte de estudo e paixão. A riqueza do fenômeno
parece sem fim. O historiador Frederico Pernambucano de
Mello prova isso ao esquadrinhar um aspecto original do
fenômeno. Em seu livro Estrelas de Couro – A estética do
cangaço,
apresenta uma abordagem do visual do cangaceiro,
adornado e caracterizado com detalhes capazes de ombreá-lo a
um cavaleiro medieval europeu ou a um guerreiro samurai.
Oferece ideias bem estruturadas sobre a razão das moedas de
prata e ouro pregadas no chapéu, do desenho costurado na
roupa e de outras minúcias.
As roupas, acessórios, calçados e armas dos canga-
ceiros não tinham função única. Sob a análise do historiador,
esse personagem surge supersticioso. Presas a seu corpo, ele
levava diferentes orações com a função de protegê-lo. Objetivo
semelhante tinham os símbolos com os quais enfeitava o cha-
péu, como o signo de Salomão, que reunia a ideia de poder, de
proteção, de devolver as ofensas.
A roupa cheia de metais, espelhos e multicores não era
um traje de camuflagem, muito ao contrário. Essa característica
do cangaceiro, analisa o autor, mostra o caráter arcaico do
homem ligado ao sobrenatural, às coisas da vida e da morte. É
um traço presente em outras manifestações de arte popular
ligadas à divindade. "Os ex-votos, por exemplo, são peças que
servem de pagamento à graça alcançada. A carranca do rio São
Francisco, vendida em sacos de estopa para que o dono da
embarcação não a visse, serve como um abre-caminhos, um
protetor contra os malefícios que poderiam estar a cada dobra
do rio", explica o historiador.


(Celso Calheiros, CartaCapital, 29 de outubro de 2010, p. 70-
71, com adaptações)

As roupas, acessórios, calçados e armas dos cangaceiros não tinham função única. (2o parágrafo)

A mesma relação existente entre o verbo e seu complemento, grifados acima, se encontra na frase:
Alternativas
Q111502 Português
Pergunta: Por que o senhor acha que Cem anos de solidão fez
tanto sucesso?
García Marquez: Não tenho a menor ideia, sou um péssimo
crítico de meus próprios trabalhos.

Pergunta: Por que acha que a fama é destrutiva para um
escritor?
García Marquez: Primeiro, porque ela invade sua vida particular.
Acaba com o tempo que você passa com amigos e com o
tempo em que você pode trabalhar. Tende a isolar você do
mundo real.

Pergunta: O senhor já pensou em fazer filme?
García Marquez: Houve uma ocasião em que desejava ser
diretor de cinema. Sentia que o cinema era um meio de co-
municação que não tinha limites, no qual tudo era possível. Mas
há uma grande limitação no cinema pelo fato de que ele é uma
arte industrial. É muito difícil expressar no cinema o que você
realmente quer dizer. Entre ter uma companhia cinematográfica
e um jornal, eu escolheria um jornal.

[...]

Pergunta: Ouvi falar de uma famosa entrevista com um mari-
nheiro que havia sofrido um naufrágio.
García Marquez: Não foi com perguntas e respostas. O mari-
nheiro apenas contou suas aventuras e eu as reescrevi, ten-
tando usar as palavras dele, na primeira pessoa, como se fosse
ele quem estivesse escrevendo. Quando o trabalho foi publi-
cado, na forma de uma série de reportagens em um jornal, uma
parte por dia, durante duas semanas, foi assinado pelo ma-
rinheiro e não por mim. Só vinte anos depois a reportagem foi
publicada em livro e as pessoas descobriram que havia sido
escrita por mim. Nenhum editor de texto percebeu que ela era
boa, até eu escrever Cem anos de solidão.


(Adaptado de Peter M. Stone. Os escritores, 2: as históricas
entrevistas da Paris Review
. Trad. Cecília C. Bartalotti. São
Paulo: Cia. das Letras, 1989, p. 326 e pp.340-341)

Gabriel García Marquez cresceu em meio ... plantações de banana de Arataca, situada ... poucos quilômetros do vilarejo de Macondo, que ele se dedicou ... retratar na obra Cem anos de solidão.

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
Alternativas
Q111449 Português
As questões de números 11 a 17 referem-se ao texto.
As roupas, acessórios, calçados e armas dos cangaceiros não tinham função única. (2° parágrafo)
A mesma relação existente entre o verbo e seu complemento, grifados acima, se encontra na frase:

Alternativas
Q111443 Português
As questões de números 6 a 10 referem-se ao texto.
Gabriel García Marquez cresceu em meio ... plantações de banana de Arataca, situada ... poucos quilômetros do vilarejo de Macondo, que ele se dedicou ... retratar na obra Cem anos de solidão.
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:

Alternativas
Q111250 Português

Política e sociedade na obra de
Sérgio Buarque de Holanda

Para Sérgio Buarque de Holanda a principal tarefa do
historiador consistia em estudar possibilidades de mudança
social. Entretanto, conceitos herdados e intelectualismos
abstratos impediam a sensibilidade para com o processo do
devir. Raramente o que se afigurava como predominante na
historiografia brasileira apontava um caminho profícuo para o
historiador preocupado em estudar mudanças. Os caminhos
institucionalizados escondiam os figurantes mudos e sua fala.
Tanto as fontes quanto a própria historiografia falavam a
linguagem do poder, e sempre imbuídas da ideologia dos
interesses estabelecidos. Desvendar ideologias implica para o
historiador um cuidadoso percurso interpretativo voltado para
indícios tênues e nuanças sutis. Pormenores significativos
apontavam caminhos imperceptíveis, o fragmentário, o não-
determinante, o secundário. Destes proviriam as pistas que
indicariam o caminho da interpretação da mudança, do
processo do vir a ser dos figurantes mudos em processo de
forjar estratégias de sobrevivência.
Era engajado o seu modo de escrever história. Como
historiador quis elaborar formas de apreensão do mutável, do
transitório e de processos ainda incipientes no vir a ser da
sociedade brasileira. Enfatizava o provisório, a diversidade, a
fim de documentar novos sujeitos eventualmente participantes
da história.
Para chegar a escrever uma história verdadeiramente
engajada deveria o historiador partir do estudo da urdidura dos
pormenores para chegar a uma visão de conjunto de sociabi-
lidades, experiências de vida, que por sua vez traduzissem
necessidades sociais. Aderir à pluralidade se lhe afigurava
como uma condição essencial para este sondar das possibili-
dades de emergência de novos fatores de mudança social.
Tratava-se, na historiografia, de aceitar o provisório como ne-
cessário. Caberia ao historiador o desafio de discernir e de
apreender, juntamente com valores ideológicos preexistentes,
as possibilidades de coexistência de valores e necessidades
sociais diversas que conviviam entre si no processo de
formação da sociedade brasileira sem uma necessária
coerência.
(Fragmento adaptado de Maria Odila Leite da Silva Dias, Sérgio
Buarque de Holanda e o Brasil. São Paulo, Perseu Abramo,
1998, pp.15-17)

Destes proviriam as pistas que indicariam o caminho ...

O verbo empregado no texto que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está também grifado em:
Alternativas
Q111210 Português
As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto.
Está adequado o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:

Alternativas
Respostas
5921: D
5922: E
5923: C
5924: A
5925: E
5926: C
5927: D
5928: B
5929: D
5930: B
5931: D
5932: E
5933: C
5934: B
5935: C
5936: C
5937: C
5938: C
5939: A
5940: D