Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

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Q10738 Português
... erguidas em meio a canaviais. (4o parágrafo) A frase está reescrita, sem alteração do sentido original, em
Alternativas
Q9318 Português
SABIÁ GANHA STATUS DE AVE NACIONAL

          O sabiá sempre foi o pássaro escolhido por poetas
     e compositores brasileiros para representar o país.
     Já ganhou versos de alguns dos maiores artistas nacionais:
     de Gonçalves Dias, em sua "Canção do exílio", a
5   Tom Jobim e Chico Buarque, em "Sabiá", passando por
     Luiz Gonzaga, na canção também chamada "Sabiá".
     Tamanho currículo capacitou o passarinho de peito
     alaranjado a ser considerado a ave nacional do Brasil,
     desbancando uma concorrente de peso: a ararajuba,
10 com suas vistosas penas verdes e amarelas.
          Um decreto assinado pelo Presidente da República
     confirmou que o Dia da Ave é 5 de outubro e informou que
     "o centro de interesse para as festividades desse dia será
     o sabiá, como símbolo representativo da fauna ornitológica
15  brasileira e considerado popularmente Ave Nacional do
     Brasil."
          - A ave nacional de um país não pode ser escolhida
     em razão da cor da bandeira - afirma o ornitólogo
     Johan Dalgas Frisch, presidente da ONG Associação de
20  Preservação da Vida Selvagem e um dos maiores cabos
     eleitorais do passarinho. - Ela representa o folclore, a
     música, a poesia, a alma do povo. E não existe qualquer
     música com ararajuba, poesia alguma.
     Dalgas Frisch lembra ainda que, se a ararajuba
25  fosse indicada ave nacional, correria o risco de ser
     extinta:
          - Uma ararajuba vale hoje cerca de US$ 5 mil
     entre os traficantes de animais. Se fosse ave nacional,
     passaria a valer uns US$ 50 mil. Acabaria sendo extinta
30  e não representaria o espírito poético e folclórico da
     nação.
          O Brasil, com 1.667 espécies de aves, era um dos
     poucos países a não ter ave nacional. A águia de cabeça
     branca, nos Estados Unidos, simboliza a união de todos
35  os estados. Já o robim, na Grã-Bretanha, foi escolhido
     por ter inspirado William Shakespeare. Na Argentina, a
     ave nacional é o hornero (joão-de-barro), que representa
     o gaúcho dos pampas.
          A campanha de Frisch para que o sabiá se tornasse
40  ave nacional tem mais de 35 anos. Remonta ao tempo
     em que o então presidente Costa e Silva assinou um
     decreto criando o Dia da Ave.
          - Foram anos de luta, mas ganhamos a batalha e
     ainda salvamos a ararajuba - comemora.

          O Globo, 23 nov. 2002 (com adaptações)
Nas opções apresentadas, encontram-se diferentes maneiras de escrever o trecho em negrito na frase: "O Brasil (...) era um dos poucos países a não ter ave nacional". Assinale a opção em que há ERRO.
Alternativas
Q4744 Português
1 Em relação ao tema da democracia e da cidadania,
no mundo grego não havia ambigüidades: cidadãos eram
aqueles liberados do reino da necessidade, portadores de
4 direitos e cumpridores de deveres, agindo no mundo por
meio do discurso e da ação e gozando da liberdade. No
entanto, a sociedade grega não conhecia a noção de
7 indivíduo, que emerge com a modernidade, pois havia uma
certa homogeneidade entre os cidadãos, na medida em que
estavam excluídos da esfera pública e do exercício da
10 cidadania as mulheres, os estrangeiros e os escravos.

João B. A. da Costa. Democracia, cidadania e atores políticos de
esquerda. Internet: . Acesso em 16/7/2004 (com adaptações).

Julgue os itens seguintes, a respeito das idéias e da organização
do texto acima.
Nas linhas 2 e 7, mantêm-se a correção gramatical e a
coerência do texto ao se substituir as duas ocorrências de
"havia" por existia.
Alternativas
Q4626 Português
1             Em Atenas, a base da democracia era a igualdade de
     todos os cidadãos. Igualdade perante a lei (isonomia) e
     igualdade de poder se pronunciar na assembléia (isagoria),
4   quer dizer, direito à palavra. Essas duas liberdades eram os
     pilares do regime, estendidos a ricos e pobres, a nobres e
     plebeus. Na democracia ateniense, o sistema de sorteio
7   evitava, em parte, a formação de uma classe de políticos
     profissionais que atuassem de uma maneira separada do
     povo, procurando fazer que qualquer um se sentisse apto a
10 manejar os assuntos públicos, eliminando-se a alienação
     política dos indivíduos.
              Procurava-se, com o exercício direto da
13 participação, tornar o público coisa privada. Sob o ponto de
     vista grego, o cidadão que se negasse a participar dos
     assuntos públicos, em nome da sua privacidade, era
16 moralmente condenado.

Internet: . Acesso em 16/7/2004 (com adaptações).

Considerando o texto acima, julgue os seguintes itens.
Preservam-se a correção gramatical e a idéia de hipótese ou possibilidade do texto ao se substituir "atuassem" (R.8) e "sentisse" (R.9) por atuavam e sinta, respectivamente.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: ESAF Órgão: ANEEL Prova: ESAF - 2004 - ANEEL - Técnico Administrativo |
Q3544 Português
Entre as diferentes versões do trecho, assinale a gramaticalmente incorreta.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: ESAF Órgão: MRE Prova: ESAF - 2004 - MRE - Assistente de Chancelaria |
Q3139 Português

Analise o período e marque a afirmativa incorreta.

Todos temos uma utopia ou um sonho em busca dos quais chegamos a empenhar a vida.

Alternativas
Q2377 Português
No texto a seguir, assinale o trecho que foi transcrito de forma gramaticalmente correta quanto ao emprego das preposições.
Alternativas
Q2370 Português

Julgue se os trechos do texto abaixo foram transcritos de forma gramaticalmente correta.

I. Comparada aos outros períodos do capitalismo, a Era Desenvolvimentista apresentou desempenho muito superior quanto a taxas de crescimento do PIB, criação de empregos e aumentos dos salários.

II. O Desenvolvimentismo foi a época de ouro do capitalismo, mas Roberto Campos chegou a sentenciar: "os desenvolvimentistas não entendem nada de desenvolvimento."

III. O "desenvolvimentismo", como projeto ideológico e prática política nos países da periferia, nasceu nos anos 30, no mesmo berço que produziu o keynesianismo nos países centrais. Era uma reação contra as misérias e as desgraças produzidas pelo capitalismo dos anos 20.

IV. A onda desenvolvimentista e a experiência keynesiana teve o seu apogeu nas três décadas que sucederam o fim da Segunda Guerra. O ambiente político e social estava saturado da idéia que era possível adotar estratégias nacionais e intencionais de crescimento, industrialização e avanço social.

V. Para desagrado dos monetaristas, as políticas monetárias e de crédito de então, tinham objetivos nacionais, ou seja, estavam relacionadas ao desempenho da economia e das empresas localizadas no país.

VI. No âmbito internacional, as taxas fixas (mas ajustáveis) de câmbio e as limitações aos movimentos internacionais de capitais de curtoprazo impedia a transmissão de choques causadores de instabilidade às taxas de juros domésticas.

(Adaptado de Luiz Gonzaga Belluzzo)

Os itens corretos são:

Alternativas
Q2361 Português
Leia o texto para responder às questões 03 e 04.

Livro tem começo, meio e fim. Como a
vida
. As grandes narrativas favorecem a nossa
visão histórica e criam o caldo de cultura no
qual brotam as utopias. Sem utopia não há
ideal - sem ideal não há valores nem projetos.
A vida reduz-se a um joguete nas oscilações
do mercado.
A literatura é a arte da palavra. E, como
toda arte, recria a realidade, subvertendo-a,
transfigurando-a, revelando o seu avesso. Por
isso, todo artista é um clone de Deus, já que
imprime ao real um caráter ético e um sabor
estético, superando a linguagem usual e refletindo,
de modo surpreendente, a imaginação
criadora.
Sem literatura, corremos o risco de resvalarmos
para a mesquinhez dos jargões burocráticos,
a farsa do "economês", que tudo explica
e quase nada justifica
, a palilalia estéril
da linguagem televisiva, a logorréia dos discursos
políticos, condenando-nos à visão estreita
e à pobreza de espírito despida de qualquer
bem-aventurança. Salvemos a literatura
para que possamos salvar a humanidade.

(Adaptado de Frei Betto)
Assinale a opção em que a substituição proposta para o trecho sublinhado prejudica a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q2258693 Português

Considere as afirmações abaixo.


I. O advogado do falsário entrou com um pedido de habeas corpus.


II. O juiz não acolheu o pedido.


III. Os antecedentes do réu não o favoreciam.


Essas afirmações articulam-se com correção, coerência e clareza no seguinte período:

Alternativas
Q2258690 Português
O emprego equivocado de uma expressão faz com que a seguinte frase acabe por ter um sentido contrário ao pretendido:
Alternativas
Q2258686 Português
Os funcionários que se recusam a seguir as orientações desta chefia sofrerão sanções. Em vista da ampla divulgação dessas orientações, não se aceitará a justificativa de que não se conhecia a matéria.
Há grande economia verbal na correta substituição dos elementos sublinhados no trecho acima por estas palavras que, respectivamente, correspondem a eles:
Alternativas
Q2256372 Português
    Ninguém discordará, em sã consciência, da necessidade de o Brasil passar por mudanças significativas em sua legislação penal, tendo em vista adquirir um melhor instrumental jurídico para combater algumas das nossas mais notórias chagas sociais contemporâneas, quais sejam, o desrespeito à vida humana, a violência desenfreada − principalmente (não só) nas grandes concentrações urbanas − e, sobretudo, a crônica impunidade. No entanto, a justa pressão social pela diminuição dos assombrosos índices de violência e criminalidade não pode dar margem a um atabalhoado processo de mudança das leis penais, que abrigue contradições, inconstitucionalidades e até efeitos contrários ao que se pretende. O Congresso Nacional e toda a sociedade brasileira precisam estar atentos a projetos de lei que, em lugar de combater o crime, podem se tornar inteiramente contraproducentes, chegando a estimulá-lo. (...)
        É preciso entender que o grande problema não é a ausência ou o defeito da lei, mas sim a sua não observância, a falta de sua aplicação e, no caso específico das execuções penais, a falta de rigor no cumprimento integral das penas que já existem. Por outro lado, há distorções fundamentais de entendimento que têm estimulado a criminalidade, como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. A situação "de menor", com base na proteção estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, se transforma em perfeito escudo da quadrilha, para fins de impunidade. A experiência de outros países, que nos últimos anos têm obtido êxito no combate à violência e à criminalidade, mostra que muito mais importante do que criar uma nova lei é fazer cumprir, com rigor, a já existente.

(O Estado de S. Paulo, A3, 05 de maio 2002)
... como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. (6a , 7a e 8a linhas do 2o parágrafo)
O pronome grifado substitui corretamente, no texto, a utilização
Alternativas
Q2256241 Português
     A biônica, ciência pouco conhecida, pesquisa as características dos organismos vivos para reproduzi-las nas formas e mecanismos de novos produtos. Os exemplos de sua aplicação estão por toda parte: da engenharia à medicina, passando pela área militar, de tecnologia e de materiais. É só reparar bem para identificá-los.
      Foi no campo militar, na década de 1960, que a biônica nasceu oficialmente, com o termo criado pelo major norteamericano J.E.Steele. Uma das aplicações mais conhecidas da biônica na área militar é a camuflagem. A inspiração veio da capacidade que alguns animais têm de se misturar à natureza, como o camaleão. A técnica foi usada pela primeira vez na Primeira Guerra Mundial, quando navios norte-americanos e britânicos foram pintados com listras semelhantes às das zebras, o que dificultava sua visualização pelo inimigo.
        A arquitetura e o design estão entre os principais campos de aplicação da biônica. Um dos exemplos mais conhecidos são as nadadeiras modernas − aquelas que possuem uma abertura no meio. O formato do rabo das baleias inspirou o projeto, que facilita a passagem da água, reduzindo o esforço do mergulhador.
       Qual a ligação entre a vitória-régia e a arquitetura? A resposta é uma obra revolucionária, o Palácio de Cristal, construído na Inglaterra, em 1851, para hospedar a Primeira Exposição Universal de Londres − na qual mais de 30 países reuniram representantes de suas indústrias para apresentar as últimas inovações tecnológicas. O prédio, construído em ferro e vidro, foi idealizado pelo arquiteto e jardineiro inglês Joseph Paxton. Ele descobriu que a força da vitória-régia, que suporta o peso de uma criança, estava nas nervuras centrais de suas folhas, interligadas em forma de cruz, e usou o mesmo princípio para construir o Palácio de Cristal.
        O projeto causou polêmica entre os engenheiros da época, que não acreditavam que o edifício fosse suportar o peso de milhares de pessoas. Prova de que estavam errados é que o prédio não só sobreviveu aos 6 milhões de visitantes que participaram da exposição, como permaneceu intacto por mais de 80 anos. No final de 1936, foi destruído por um incêndio.

(Adaptado de Galileu, outubro de 2003, p. 45-51)
O prédio não só sobreviveu aos 6 milhões de visitantes que participaram da exposição, como permaneceu intacto por mais de 80 anos. (final do texto)
O trecho acima está reescrito de outra maneira, mas conservando o sentido original do texto, em:
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244800 Português
[Indivíduo e sociedade]

         O conceito abstrato de “sociedade” significa, para o ser humano individual, a soma total de suas relações diretas e indiretas com seus contemporâneos e com todos os que viveram nas gerações anteriores. O indivíduo é capaz de pensar, sentir, lutar e trabalhar por si mesmo; mas depende a tal ponto da sociedade – em sua existência física, intelectual e emocional – que é impossível pensar a si mesmo ou compreender-se fora da estrutura da sociedade. É a “sociedade” que provê o homem de alimento, roupas, moradia, instrumentos de trabalho, língua, formas de pensamento e da maior parte dos conteúdos de pensamento; sua vida torna-se possível graças ao trabalho e às realizações dos muitos milhões de homens que já viveram ou ainda vivem, todos ocultos por trás da pequena palavra “sociedade”.

(Albert Einstein, Escritos da maturidade.)
A frase que precisa ser reconstruída, por apresentar problemas em sua estruturação, é:
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244789 Português
A compensação

          Não faz muito, li um artigo sobre as pretensões literárias de Napoleão Bonaparte. Aparentemente, Napoleão era um escritor frustrado. Tinha escrito contos e poemas na juventude, escreveu muito sobre política e estratégia militar, e sonhava em escrever um grande romance. Acreditava-se, mesmo, que Napoleão considerava a literatura sua verdadeira vocação, e que foi sua incapacidade de escrever um grande romance e conquistar uma reputação literária que o levou a escolher uma alternativa menor, conquistar o mundo.
       Não sei se é verdade, mas fiquei pensando no que isto significa para os escritores de hoje e daqui. Em primeiro lugar, claro, leva a pensar na enorme importância que tinha a literatura nos séculos XVIII e XIX, e não apenas na França, onde, anos depois de Napoleão Bonaparte, um Victor Hugo empolgaria multidões e faria história não com batalhas e canhões, mas com a força da palavra escrita, e não só em conclamações e panfletos, mas, muitas vezes, na forma de ficção. Não sei se devemos invejar uma época em que reputações literárias e reputações guerreiras se equivaliam desta maneira, e em que até a imaginação tinha tanto poder. Mas acho que podemos invejar, pelo menos um pouco, o que a literatura tinha então e parece ter perdido: relevância. Se Napoleão pensava que podia ser tão relevante escrevendo romances quanto comandando exércitos, e se um Victor Hugo podia morrer como um dos homens mais relevantes do seu tempo sem nunca ter trocado a palavra e a imaginação por armas, então uma pergunta que nenhum escritor daquele tempo se fazia é essa que nos fazemos o tempo todo: para que serve a literatura, de que adianta a palavra impressa, onde está a nossa relevância? Gostávamos de pensar que era através dos seus escritores e intelectuais que o mundo se pensava e se entendia, e a experiência humana era racionalizada. O estado irracional do mundo neste começo de século é a medida do fracasso desta missão, ou desta ilusão.
      Depois que a literatura deixou de ser uma opção tão vigorosa e vital para um homem de ação quanto a conquista militar ou política – ou seja, depois que virou opção para generais e políticos aposentados, mais compensação pela perda de poder do que poder, e uma ocupação para, enfim, meros escritores – ela nunca mais recuperou a sua respeitabilidade, na medida em que qualquer poder, por armas ou por palavras, é respeitável. Hoje a literatura só participa da política, do poder e da história como instrumento ou cúmplice. E não pode nem escolher que tipo de cúmplice quer ser. Todos os que escrevem no Brasil, principalmente os que têm um espaço na imprensa para fazer sua pequena literatura ou simplesmente dar seus palpites, têm esta preocupação. Ou deveriam ter. (...)

(Luiz Fernando Veríssimo, Banquete com os deuses. Rio de
Janeiro: Objetiva, 2003, pp. 113-14)
Alterando-se a forma do verbo, resulta uma forma verbal com o mesmo significado em: 
Alternativas
Q2239121 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão.




Assinale a proposta de reescritura do trecho do texto que respeita as relações de sentido originais e a correção gramatical.  
Alternativas
Q1657827 Português

A seguir, são transcritos, com pequenas alterações, os artigos da Lei n.º 8.501/1992, que dispõe sobre a utilização de cadáver não reclamado, para fins de estudos ou pesquisas científicas, e dá outras providências.


Art. 1.º Esta lei visa disciplinar a destinação de cadáver não reclamado junto às autoridades públicas, para fins de ensino e pesquisa.

Art. 2.º O cadáver não reclamado junto às autoridades públicas, no prazo de trinta dias, poderá ser destinado às escolas de medicina, para fins de ensino e de pesquisa de caráter científico.

Art. 3.º Será destinado para estudo, na forma do artigo anterior, o cadáver:

I – sem qualquer documentação;

II – identificado, sobre o qual inexistam informações relativas a endereços de parentes ou responsáveis legais.

§ 1.° Na hipótese do inciso II deste artigo, a autoridade competente fará publicar, nos principais jornais da cidade, a título de utilidade pública, pelo menos dez dias, a notícia do falecimento.

§ 2.º Se a morte resultar de causa não natural, o corpo será, obrigatoriamente, submetido a necropsia no órgão competente.

§ 3.º É defeso encaminhar o cadáver para fins de estudo, quando houver indício de que a morte tenha resultado de ação criminosa.

§ 4.º Para fins de reconhecimento, a autoridade ou instituição responsável manterá, sobre o falecido: a) os dados relativos às características gerais; b) a identificação; c) as fotos do corpo; d) a ficha datiloscópica; e) o resultado da necropsia, se efetuada; e f) outros dados e documentos julgados pertinentes.

Art. 4.° Cumpridas as exigências estabelecidas nos artigos anteriores, o cadáver poderá ser liberado para fins de estudo.

Art. 5.º A qualquer tempo, os familiares ou representantes legais terão acesso aos elementos de que trata o § 4.º do art. 3.º desta lei.

Art. 6.º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 7.º Revogam-se as disposições em contrário.

Acerca das idéias e das estruturas empregadas na redação dessa lei, bem como do assunto a ela relacionado, julgue o item que se segue.


No § 3.º do art. 3.° , o sentido do texto seria mantido, caso se substituísse o trecho “É defeso” pela expressão Não é permito.

Alternativas
Q1657825 Português

A seguir, são transcritos, com pequenas alterações, os artigos da Lei n.º 8.501/1992, que dispõe sobre a utilização de cadáver não reclamado, para fins de estudos ou pesquisas científicas, e dá outras providências.


Art. 1.º Esta lei visa disciplinar a destinação de cadáver não reclamado junto às autoridades públicas, para fins de ensino e pesquisa.

Art. 2.º O cadáver não reclamado junto às autoridades públicas, no prazo de trinta dias, poderá ser destinado às escolas de medicina, para fins de ensino e de pesquisa de caráter científico.

Art. 3.º Será destinado para estudo, na forma do artigo anterior, o cadáver:

I – sem qualquer documentação;

II – identificado, sobre o qual inexistam informações relativas a endereços de parentes ou responsáveis legais.

§ 1.° Na hipótese do inciso II deste artigo, a autoridade competente fará publicar, nos principais jornais da cidade, a título de utilidade pública, pelo menos dez dias, a notícia do falecimento.

§ 2.º Se a morte resultar de causa não natural, o corpo será, obrigatoriamente, submetido a necropsia no órgão competente.

§ 3.º É defeso encaminhar o cadáver para fins de estudo, quando houver indício de que a morte tenha resultado de ação criminosa.

§ 4.º Para fins de reconhecimento, a autoridade ou instituição responsável manterá, sobre o falecido: a) os dados relativos às características gerais; b) a identificação; c) as fotos do corpo; d) a ficha datiloscópica; e) o resultado da necropsia, se efetuada; e f) outros dados e documentos julgados pertinentes.

Art. 4.° Cumpridas as exigências estabelecidas nos artigos anteriores, o cadáver poderá ser liberado para fins de estudo.

Art. 5.º A qualquer tempo, os familiares ou representantes legais terão acesso aos elementos de que trata o § 4.º do art. 3.º desta lei.

Art. 6.º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 7.º Revogam-se as disposições em contrário.

Acerca das idéias e das estruturas empregadas na redação dessa lei, bem como do assunto a ela relacionado, julgue o item que se segue.


No § 1.° do art. 3.° , seria correto introduzir a palavra durante imediatamente antes da palavra “pelo”.

Alternativas
Q1657815 Português

Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.


Não haveria alteração de sentido do texto caso se substituísse o trecho “não foram publicados” (ℓ.11) por permaneceram inéditos.

Alternativas
Respostas
9541: A
9542: A
9543: E
9544: E
9545: C
9546: D
9547: A
9548: B
9549: E
9550: E
9551: C
9552: D
9553: E
9554: E
9555: E
9556: A
9557: B
9558: C
9559: C
9560: C