Questões de Concurso
Sobre redação - reescritura de texto em português
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Julgue os seguintes itens, a respeito de redações alternativas para
termos e estruturas lingüísticas do texto acima.
.4-5) seja substituída por uma frase nominal no plural: Mas também outras necessidades provém. 
Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das idéias do
texto acima.
.7) por forem cumpridas. 
Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das idéias do
texto acima.
.3) por onde. 
Em relação às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima,
julgue os itens a seguir.
.12) indica que, se em lugar do verbo impessoal, em "Não há" (
.11), for empregado o verbo existir, serão preservadas a coerência textual e a correção gramatical com a forma existem. 
Em relação às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima,
julgue os itens a seguir.

Quanto à correção gramatical e às exigências da redação oficial,
julgue os fragmentos de texto apresentados nos itens a seguir,
transcritos e adaptados de www.stf.gov.br.
A frase acima permanecerá correta caso se substituam os elementos sublinhados, respectivamente, por:
TEXTO 1
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo
O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue) pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala, travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho. Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados, limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
"O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica"; a forma de reescrever-se esse segmento do texto que ALTERA o seu sentido original é:
TEXTO 1
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo
O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue) pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala, travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho. Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados, limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
O item que mostra um desenvolvimento INADEQUADO do segmento sublinhado é:
O que tem Knut de especial, além da fofura explícita? (início do 2o parágrafo)
A frase aparece reescrita, com outras palavras, nas alternativas abaixo. O sentido original SÓ NÃO está respeitado em:
(Globo Rural / Setembro 2007 pág. 12)
“O Governo Federal vai investir R$70 bilhões no campo e na qualidade de vida do produtor rural.” A expressão em destaque é equivalente a:
Assinale a opção em que a reescritura da passagem indicada do texto está gramaticalmente correta e não altera a idéia básica original.



