Questões de Concurso
Sobre redação - reescritura de texto em português
Foram encontradas 9.544 questões
“[...] colocando os dedos sobre as teclas da máquina, eu satisfazia, ao menos em parte, o desejo nunca alcançado de dominar outras teclas, as musicais.” (L. 11-14)
Mantendo-se o mesmo sentido do trecho, a forma verbal destacada pode ser substituída por








O uso do termo “diferenciada” com sentido negativo ressuscita o preconceito de classe
“Você já viu o tipo de gente que fica ao redor das estações do metrô? Drogados, mendigos, uma gente diferenciada.” As palavras atribuídas à psicóloga Guiomar Ferreira, moradora há 26 anos do bairro Higienópolis, em São Paulo, colocaram lenha na polê- mica sobre a construção de uma estação de metrô na região, onde se concentra parte da elite paulistana. Guiomar nega ser a autora da frase. Mas a autoria, convenhamos, é o de menos. A menção a camelôs e usuários do transporte público ressuscitou velhos preconceitos de classe, e pode deixar como lembran- ça a volta de um clichê: o termo “diferenciada”. A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil. Habitava o jargão corporativo e publicitário, sendo usada como sinônimo vago de algo “especial”, “destacado” ou “diferente” (sempre para melhor). – Não me consta que já houvesse um “diferenciado” negativamente marcado. Não tenho nenhum conhecimento de existência desse “clichê”. Parece-me que a origem, aí, foi absolutamente episódica, nascida da infeliz declaração – explica Maria Helena Moura Neves, professora da Unesp de Araraquara (SP) e do Mackenzie. Para a professora, o termo pode até ganhar as ruas com o sentido negativo, mas não devido a um deslizamento semântico natural. Por natural, entenda-se uma direção semântica provocada pela configuração de sentido do termo originário. No verbo “diferenciar”, algo que “se diferencia” será bom, ao contrário do que ocorreu com o verbo “discriminar”, por exemplo. Ao virar “discriminado”, implicou algo negativo. Maria Helena, porém, não crê que a nova acepção de “diferenciado” tenha vida longa. – Não deve vingar, a não ser como chiste, aquelas coisas que vêm entre aspas, de brincadeira – emenda ela. [...] MURANO, Edgard. Disponível em: . Acesso em: 05 jul. 2011. Adaptado
“A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil." (L. 13-14)
A outra possibilidade de escritura, na forma passiva, na qual o sentido NÃO se altera é:

De acordo com o texto acima, julgue os itens de 9 a 15.

De acordo com o texto acima, julgue os itens de 9 a 15.

De acordo com o texto acima, julgue os itens de 9 a 15.
O trecho “o sujeito tem postos diante de si apenas caminhos já prontos, sem possibilidades de mudar o que lhe foi ofertado” (l.35-36) pode ser resumido, com correção gramatical, da seguinte forma: caminhos prontos são colocados diante do sujeito, sem que lhe seja possível mudá-los.
A substituição dos dois-pontos empregados logo após “comunicação” (l.8) pelo vocábulo pois alteraria o sentido original do texto.
O trecho “A quantidade de conhecimento produzido (...) e sua disponibilização permitem que (...) as pessoas tenham potencialmente acesso a essa produção” (l.6-10) poderia ser reescrito sem prejuízo sintático ou semântico da seguinte forma: A quantidade de conhecimento produzido (...) e disponibilizado permitem que (...) as pessoas tenham acesso a essa produção em potencial.
O trecho “para a área, para a nova mediação social da realidade” (l.27-28) poderia ser substituído, sem prejuízo de ordem sintática ou semântica ao texto, por: à área, à nova mediação social da realidade.
Na linha 11, a vírgula que antecede “observou” poderia ser substituída por travessão, sem prejuízo para o sentido original e para a correção gramatical do texto.
O segmento “Ao analisar” (l.7) poderia ser substituído por Quando analisou, sem prejuízo para o sentido original e para a correção gramatical do texto.




