Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

Foram encontradas 9.544 questões

Ano: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: INB Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Assistente de Administração | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Secretária | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Almoxarife | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Inspetor de Guarda | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador TIG | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador Oxigás | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Desenhista Técnico de Construção Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrônica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrotécnica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Laboratório Industrial | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletromecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Mecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Instrumentação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Manutenção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Química | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Radioproteção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Topografia/Agrimensura | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Qualidade | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Logística | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Enfermagem do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Edificações | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Arquivo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Informática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Automação Industrial |
Q1099679 Português

A liberdade sempre foi um elemento fundamental da cultura ocidental, que tem nela toda sua sólida base cultural.

Há dois caminhos para se conceituar “liberdade”. O primeiro, de natureza filosófica, examina-a sob o prisma do determinismo e do livre-arbítrio. O homem, em sociedade, está sujeito a limitações permanentes. Sofre injustiças, é cerceado na sua espontaneidade. O Estado o envolve com seu manto quase sempre opressor.

Por outro lado, por mais que o homem se envolva nas teias limitadoras da sociedade, sobra-lhe sempre um espaço em que é autônomo para pensar e agir. Nele faz escolhas e exerce predileções. É sujeito responsável por tudo que faz. Livre-arbítrio e liberdade são dois parâmetros em que o homem se situa, ora limitado ou autônomo para agir.

O segundo caminho da liberdade é o jurídico. O homem, desde que superou a condição de nômade e se estabeleceu em território fixo, criou imediatamente normas que possibilitaram a convivência das tribos. Depois, com o correr dos séculos, em lenta, mas permanente evolução, criou o Estado para regular uma sociedade cada vez mais difícil e completa. Esta sociedade abafa e limita o indivíduo que é obrigado a ceder, para o interesse público e vontade coletiva, muito de sua liberdade.

Também aqui, criou-se um espaço, à custa de esforço, lutas e guerras entre o indivíduo e o Estado, verdadeiro Leviatã que a cada dia o envolve em sua rede cada vez mais limitadora. A resposta foi a criação de direitos que a experiência e a história do homem colocou como imprescindíveis para a vida coletiva e individual. São os direitos humanos, que passaram a anteceder o Estado, impondo-lhe limitações e reservas. Entre eles e o Estado nasceu a liberdade moderna, com o necessário equilíbrio nem sempre fácil de obter. Se há liberdade “plena”, ela se deturpa em libertinagem.

Se não há liberdade, caímos no mundo das ditaduras em que o homem é apenas um ser que vive debaixo do tacão do Estado. Assemelha-se aos animais e reduz-se à vida não criativa, tornando-se mera unidade social. [...]

SILVA, Antônio Álvares. Hoje em dia.

Disponível em: <https://goo.gl/QCG3vf>.

Acesso em: 19 out. 2017

(Fragmento adaptado).

Releia o trecho a seguir.

“Depois, com o correr dos séculos, em lenta, mas permanente evolução, criou o Estado para regular uma sociedade cada vez mais difícil e completa.”

Esse trecho não pode, sem prejuízo de seu sentido original, ser reescrito da seguinte forma:

Alternativas
Q1099005 Português

TEXTO II

Quais são as sofisticadas armas cibernéticas da

guerra do século 21?

Eles não sabiam o que estava acontecendo. O equipamento quebrava constantemente, mas a causa era um mistério. Peças eram substituídas, mas o problema ocorria novamente.

Passou-se um ano antes que descobrissem que o problema era um vírus chamado Stuxnet, que havia infectado os sistemas eletrônicos da planta de enriquecimento de urânio em Natanz, no Irã. Esta era a razão por trás dos diversos erros que atrasaram e prejudicaram o programa nuclear do país.

O descobrimento do Stuxnet, em 2010, tornou claro que os crimes cibernéticos podiam ir além da espionagem e do roubo de dados pessoais com fins econômicos: confirmou que era possível causar prejuízos físicos com uma motivação política.

“Foi a exploração bem-sucedida do ciberespaço com o objetivo de controlar uma série de processos industriais para destruí-los remotamente, sem que ocorresse nenhum tipo de confronto militar”, diz Lior Tabansky, especialista em cibersegurança estratégica da Universidade Yuval Ne’eman, em Israel, na publicação Cyber Security Review.

“Isso demonstrou quão sofisticadas e precisas podem ser as armas cibernéticas.”E difícil saber com certeza qual foi a origem desse ataque. Mas, segundo um artigo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, suspeita-se que uma equipe de especialistas israelenses e americanos esteja por trás do incidente.

Essa opinião é compartilhada por diversos especialistas em segurança cibernética.

Ciberterrorismo

Esse tipo de incidente, que afeta o funcionamento de equipamentos e infraestruturas, é uma das modalidades de ciberataques mais perigosa. Nos últimos anos, foram registrados vários ataques.

Suas consequências vão além do plano físico.

“Além do prejuízo concreto, esse tipo de evento tem um efeito secundário muito importante: o psicológico. A isso se referem os termos ciberterrorismo e ciberguerra”, disse à BBC Graham Fairclough, especialista do Centro de Cibersegurança da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

“Eles geram medo e ansiedade. Tem-se a sensação de que alguém pode fazer algo com você e que você não tem a possibilidade de se proteger. O alcance também é importante, já que no ciberespaço a distância física não é relevante. Você pode ser uma vítima mesmo que esteja longe do ponto de origem do ataque.”

Neste contexto, o indivíduo perde confiança no sistema e em sua habilidade para protegê-lo.

“Tudo o que funcione com softwares pode ser utilizado para causar prejuízo, seja algo simples, como uma geladeira, ou muito mais complexo. A chave é o código, que pode ser desenvolvido ou comprado de criminosos na internet. E o equipamento físico, ou hardware, também pode ser comprado com facilidade na rede”, afirma Fairclough.

[...]

VELANDIA, Karenina. BBC Brasil. Disponível em:

<https://bbc.in/2GDLkke>. Acesso em: 5 abr. 2018

(Fragmento adaptado).


Releia o trecho a seguir.

“O equipamento quebrava constantemente, mas a causa era um mistério.”

Esse trecho pode, sem prejuízo de seu sentido original, ser reescrito das seguintes formas, exceto:

Alternativas
Q1098995 Português

TEXTO I

Vamos estudar banto?

O destaque que as práticas religiosas de matriz iorubana adquiriram na cultura brasileira, especialmente na baiana, teve como consequência um desequilíbrio no interesse pelas línguas africanas que deram sua contribuição à formação do português brasileiro. Ocorreu uma supervalorização do iorubá e uma quase invisibilização das línguas do grupo banto (quimbundo, quicongo e umbundo), que tiveram um impacto muito mais profundo na nossa língua. Muitas pessoas, em busca das raízes africanas da nossa formação social e cultural, ou em busca de suas próprias raízes étnicas, se dedicam ao estudo do iorubá, considerado como o componente principal dessas raízes.

Aconteceu com as línguas africanas algo parecido com o que aconteceu com as línguas indígenas no nosso imaginário: muitas pessoas acreditam que a única língua falada pelos habitantes mais antigos do Brasil era o “tupiguarani” (uma língua que nunca existiu, aliás, porque o termo tupi-guarani se aplica a uma família de línguas e não a uma língua única). Ora, até hoje, depois de séculos de genocídio sistemático, sobrevivem mais de 180 línguas indígenas, agrupadas em diferentes troncos linguísticos, tão diferentes entre si quanto o português e o japonês, por exemplo. Na verdade, calcula-se em mais de mil o número de línguas faladas pelos índios no momento da invasão portuguesa. [...]

BAGNO, Marcos. Blog da Parábola Editorial. Disponível em:

<https://bit.ly/2LuPvS6>. Acesso em: 24 maio 2018

(Fragmento adaptado).

Releia o trecho a seguir.

“[...] uma língua que nunca existiu, aliás, porque o termo tupi-guarani se aplica a uma família de línguas [...]”

São reescritas desse trecho que mantêm seu sentido original, exceto:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Analista de Sistemas |
Q1097343 Português

                                             Texto III

                A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NO PROCESSO

                             DE ENSINO-APRENDIZAGEM

                                                                                           Elen Campos Caiado


      Os benefícios das aulas de música são vistos desde os primeiros anos escolares. A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

      Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática. 

      Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.

      A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos, Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

      Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio. Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde a educação infantil. 

Texto adaptado. Disponível em: http://educador.brasilescola.uol. com.br/sugestoes-pais-professores/a-importancia-musica-no-processo-ensinoaprendizagem.htm Acesso em: 01/02/2018 

Transpondo para a voz passiva a frase “A plateia aplaudiu com vigor a apresentação do pianista”, obtém-se a forma verbal
Alternativas
Q1095675 Português
Leia o texto para responder a questão.

Sempre alerta!

    Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua, segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus. Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar. No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato em que o velhinho, aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele. O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante. O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz, tendo praticado sua boa ação do dia.

Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.

(Millôr Fernandes, Fábulas Fabulosas, 1991. Adaptado)
No texto, prevalecem as estruturas tipológicas da
Alternativas
Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRM-PR Prova: Quadrix - 2018 - CRM-PR - Copeira |
Q1095202 Português

Texto para o item.



Internet: <www.portaleducacao.com.br> (com adaptações).

Em relação às ideias do texto, julgue o item.
No trecho “e não consiste somente na ausência de doença” (linhas 3 e 4), “e não” poderia ser corretamente substituído, sem prejuízo da coerência do texto, por nem – nem consiste somente na ausência de doença.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRM-PR Prova: Quadrix - 2018 - CRM-PR - Revisor de Texto |
Q1094908 Português

Texto para o item.



Internet: <https://istoe.com.br> (com adaptações).

Em relação ao texto acima, julgue o item que se segue.


Estariam preservadas a correção gramatical e a coerência das ideias do texto caso a locução “desde que” (linha 20) fosse substituída por posto que. 

Alternativas
Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRM-PR Prova: Quadrix - 2018 - CRM-PR - Revisor de Texto |
Q1094907 Português

Texto para o item.



Internet: <https://istoe.com.br> (com adaptações).

Em relação ao texto acima, julgue o item que se segue.


Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência das ideias do texto caso o segmento “levou a elite a descartar valores tradicionais, a cultivar a obsessão com o corpo, a consumir drogas sem limites” (linhas de 15 a 17) fosse reescrito da seguinte forma: levou à elite descartar valores tradicionais, cultivar a obsessão com o corpo, consumir drogas sem limites. 

Alternativas
Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRM-PR Prova: Quadrix - 2018 - CRM-PR - Revisor de Texto |
Q1094906 Português

Texto para o item.



Internet: <https://istoe.com.br> (com adaptações).

Em relação ao texto acima, julgue o item que se segue.


Estaria desfeita a ambiguidade causada pela posição da oração conformativa no terceiro período do primeiro parágrafo do texto caso ele fosse reescrito da seguinte forma: Não seria apenas, a despeito do que se repete à exaustão, a cruel concentração de renda que gera o crime, mas também a adoção de um comportamento em que “sociabilidade e moralidade se tornaram adversárias”.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRM-PR Prova: Quadrix - 2018 - CRM-PR - Revisor de Texto |
Q1094902 Português

 Texto para o item.

         


Bárbara Soalheiro e Alceu Chiesorin Nunes. Medicina alternativa.

Internet:  <www.super.abril.com.br>(com adaptações). 

Julgue o próximo item, no que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto. 


“foram feitos até hoje, no mundo todo, apenas seis exames rigorosos que comparam a eficiência de remédios homeopáticos com a dos convencionais” (linhas 23 e 24): realizou-se, até hoje, no mundo inteiro, apenas seis exames rigorosos comparando a eficiência de remédios homeopáticos aos convencionais

Alternativas
Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRM-PR Prova: Quadrix - 2018 - CRM-PR - Revisor de Texto |
Q1094901 Português

 Texto para o item.

         


Bárbara Soalheiro e Alceu Chiesorin Nunes. Medicina alternativa.

Internet:  <www.super.abril.com.br>(com adaptações). 

Julgue o próximo item, no que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto.


“os tratamentos médicos passaram a ver o corpo humano como uma máquina em que cada parte tinha uma função específica e independente” (linhas 6 e 7): os tratamentos médicos passaram a ser realizados com base na ideia de que o corpo humano funcionava como uma máquina cujas partes eram independentes umas das outras, cada uma delas com uma função específica

Alternativas
Q1090009 Português

Texto II


O Brasil na memória



BORDINI, Maria da Glória. In: Descobrindo o Brasil. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2011, p. 353.
Considerem-se as duas primeiras frases do Texto II, transcritas abaixo.
“A viagem tem uma estruturalidade típica. Há a escolha do destino, uma finalidade antevista, uma partida e um retorno, um trajeto por lugares, um tempo de duração.” (l. 1-4)
A reescritura de ambas em um único período estaria coerente e teria pontuação correta em:
Alternativas
Q1089995 Português

Texto I


Penalidade máxima



CARNEIRO, Flávio. In: 22 Contistas em Campo. Rio de Janeiro:
Ediouro, 2006, p. 69. Adaptado.
Considere o trecho do Texto I transcrito a seguir:
“Nunca, porém, a distância entre as duas traves lhe parecera tão curta” (l. 36-37)
A seguinte reescritura desse trecho altera seu sentido:
Alternativas
Q1086238 Português
•  A regra foi reforçada em 2017. A ideia é evitar diagnósticos pela TV, bem como tornar mais robusta a separação entre psiquiatria e política.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho está de acordo com a norma-padrão de pontuação e conserva o sentido original do texto.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: CRMV-ES Prova: IBADE - 2018 - CRMV - ES - Advogado |
Q1078769 Português

Aplicativos: inovação em transporte

      Rio - A inovação é o fator mais importante para o desenvolvimento econômico. A concorrência só existe em razão da inovação, das melhorias realizadas no produto. As empresas não devem basear suas estratégias empresariais de crescimento e maximização dos lucros apenas e tão somente na variável preço, e sim devem se tornar competitivas “através de novas mercadorias, novas tecnologias, novas fontes de oferta, novos tipos de organização (a grande unidade de controle em larga escala)”, concorrência esta que comanda uma vantagem decisiva de custo ou qualidade e que atinge não a fimbria dos lucros e das produções das firmas existentes, mas suas fundações e suas próprias vidas.

       A empresa que não se atualiza, morre asfixiada! O consumidor gosta do novo, do melhor, e do custobenefício que o produto gera a ele.

      Quando falamos de Uber, não é diferente. O Uber é mais uma inovação conjunta de um serviço já prestado, não é concorrência desleal, não se pode limitar uma prestação de serviço por fazer concorrência a outra. A concorrência existe, é real e é benéfica para a sociedade, cuja finalidade é o bem maior.

      O contraposto veio para o taxista, que deverá melhorar sua forma de atender o cliente: carro limpo, carro arrumado, sem cheiro de cigarro, sem mau humor e o mais importante, não poder dizer “não” ao cliente em razão do pequeno trajeto a ser realizado; o que se vê em épocas de grandes eventos aqui na cidade do Rio de Janeiro, como no carnaval e no ano novo.

     Alguns taxistas já aderiram a aplicativos, como o ‘Taxi Rio', no qual a relação de preço e o atendimento são tão bons quanto o Uber. Hoje já podemos notar que a concorrência no setor de transporte privado vem fazendo a diferença, e o beneficiado costumeiramente é o consumidor!

     A concorrência é um dos Princípios da Ordem Econômica, previsto no artigo 170, da Carta Magna, sendo fator essencial para o desenvolvimento econômico e o bem estar do consumidor. No caso Táxi x Uber’, e Táxi x Táxi aplicativo’, o que observamos é a mudança vindo com uma roupagem nova na prestação do serviço já existente, e o fim do monopólio do serviço de transporte individual dos táxis.

     Para concluir, é necessário dar ênfase tanto ao princípio da livre concorrência quanto ao da livre iniciativa, que possuem como objetivo proteger os agentes econômicos, as pessoas físicas e jurídicas e os consumidores de quaisquer atos ou condutas que possam impedir, dificultar, obstruir, falsear ou estringir as atividades econômicas e o mercado em si, mediante o abuso do poder econômico.

Por Fernanda Pereira - Advogada criminalista

Retirado em: https://odia.ig.com.br/opiniao/2018/10/5581463-

aplicativos-inovacao-em-transporte.html#foto=1


A inovação é o fator mais importante para o desenvolvimento econômico. A concorrência só existe em razão da inovação, das melhorias realizadas no produto.”

Para que o texto se tome mais coeso usamos em seu corpo elementos que nos auxiliam para a melhor compreensão do todo do texto, como por exemplo, o uso dos conectivos.

Em qual das alternativas o uso dos conectivos inseridos não altera o sentido do trecho?

Alternativas
Q1077435 Português

INFELICIDADES CONTEMPORÂNEAS


Marcia Tiburi – 31 de maio de 2017

    Faz tempo que ando pensando na felicidade como categoria ética. Longe da felicidade publicitária, da felicidade das mercadorias, me parece necessário manter esse conceito em cena devolvendo-lhe ao campo da análise crítica contra a ordem da ingenuidade onde ele foi lançado. Justamente porque o tema da felicidade foi capturado na ordem das produções discursivas, falar da felicidade se torna um desafio quando muita gente tenta transformá-la em uma bobagem, uma caretice, um assunto do passado.
    A felicidade é assunto do campo da ética. Em Aristóteles ela representa o máximo da virtude. Feliz acima de tudo é quem pratica a filosofia, mas na vida em geral, aquele que vive uma vida justa já pode ser feliz. Uma vida justa é uma vida boa, vivida com dignidade. Aquele que alcança um meio termo entre extremos e faltas sempre falsos, sempre destrutivos, sempre irreais, é alguém que pode se dizer feliz. A felicidade não é inalcançável, ela é busca bem prática que conduz a vida.
     Hoje, depois de uma aula sobre o tema, uma aula crítica e analítica, daquelas que revoltam os ressentidos e fortalecem os corajosos, uma pessoa que se anunciou tendo mais de 80 anos, me abraçou e me disse, “sua aula me deixou feliz”. Eu também fiquei feliz.

***

     Fico pensando no que o termo felicidade pode ainda nos dizer, quando, por meio de uma deturpação conceitual, localizamos a felicidade nas mercadorias, quando a confundimos com fantasias e propagandas.
   A felicidade sempre foi uma ideia e uma prática complexas. Sua complexidade remete a uma instabilidade inevitável. Em nossos dias, as pessoas falam muito da felicidade porque a desejam. E se a desejam é porque, de algum modo, podemos dizer que sonham com ela. Mas não podem pegá-la, comprá-la, obtê-la simplesmente e justamente porque ela não é uma coisa. Por isso, a ideia de felicidade não combina com a ideia de mercadoria. Como ideia, a felicidade é aberta e produz aberturas. Ela não cabe nas coisas, nem nas mais ricas, nem nas mais bonitas. Porque quando a felicidade está, ela é como a morte, as coisas, assim como a vida, já não estão.
    Há, no entanto, coisas que nos lembram ou nos iludem da ideia de felicidade, mas sempre o fazem como um ideal ou um simulacro. Ninguém pode ser feliz plenamente, mas sempre pode buscar ser feliz em uma medida muito abstrata que, no entanto, nos conecta à outras utopias. Não é sem sabedoria que, em vez de pensarmos em uma única felicidade, começamos há muito tempo a pensar em felicidades no plural. Se não se pode ser feliz no todo, que se seja em lugares, em setores da vida. Que se realize a felicidade relativa, contra uma felicidade absoluta. Abaixo os absolutos, diz todo pensamento razoável  .  
  Felicidades mil é o que desejamos àqueles que amamos. É um voto, apenas, um voto de fé que em tudo se confunde com a postura ética de quem deseja o bem ao outro. Felicidade, lembremos os filósofos antigos, era o sumo bem, o bem maior, o Bem com letra maiúscula. Uma coisa para inspirar, para fazer suportar as dores e sofrimentos da vida comum. [...].

Adaptado de: (https://revistacult.uol.com.br/home/marcia-tiburi-infelicidades-contemporaneas/).

Assinale a alternativa em que a palavra em destaque NÃO pode ser substituída por aquela entre parênteses sem que isso resulte em mudança de significado.
Alternativas
Q1077432 Português

INFELICIDADES CONTEMPORÂNEAS


Marcia Tiburi – 31 de maio de 2017

    Faz tempo que ando pensando na felicidade como categoria ética. Longe da felicidade publicitária, da felicidade das mercadorias, me parece necessário manter esse conceito em cena devolvendo-lhe ao campo da análise crítica contra a ordem da ingenuidade onde ele foi lançado. Justamente porque o tema da felicidade foi capturado na ordem das produções discursivas, falar da felicidade se torna um desafio quando muita gente tenta transformá-la em uma bobagem, uma caretice, um assunto do passado.
    A felicidade é assunto do campo da ética. Em Aristóteles ela representa o máximo da virtude. Feliz acima de tudo é quem pratica a filosofia, mas na vida em geral, aquele que vive uma vida justa já pode ser feliz. Uma vida justa é uma vida boa, vivida com dignidade. Aquele que alcança um meio termo entre extremos e faltas sempre falsos, sempre destrutivos, sempre irreais, é alguém que pode se dizer feliz. A felicidade não é inalcançável, ela é busca bem prática que conduz a vida.
     Hoje, depois de uma aula sobre o tema, uma aula crítica e analítica, daquelas que revoltam os ressentidos e fortalecem os corajosos, uma pessoa que se anunciou tendo mais de 80 anos, me abraçou e me disse, “sua aula me deixou feliz”. Eu também fiquei feliz.

***

     Fico pensando no que o termo felicidade pode ainda nos dizer, quando, por meio de uma deturpação conceitual, localizamos a felicidade nas mercadorias, quando a confundimos com fantasias e propagandas.
   A felicidade sempre foi uma ideia e uma prática complexas. Sua complexidade remete a uma instabilidade inevitável. Em nossos dias, as pessoas falam muito da felicidade porque a desejam. E se a desejam é porque, de algum modo, podemos dizer que sonham com ela. Mas não podem pegá-la, comprá-la, obtê-la simplesmente e justamente porque ela não é uma coisa. Por isso, a ideia de felicidade não combina com a ideia de mercadoria. Como ideia, a felicidade é aberta e produz aberturas. Ela não cabe nas coisas, nem nas mais ricas, nem nas mais bonitas. Porque quando a felicidade está, ela é como a morte, as coisas, assim como a vida, já não estão.
    Há, no entanto, coisas que nos lembram ou nos iludem da ideia de felicidade, mas sempre o fazem como um ideal ou um simulacro. Ninguém pode ser feliz plenamente, mas sempre pode buscar ser feliz em uma medida muito abstrata que, no entanto, nos conecta à outras utopias. Não é sem sabedoria que, em vez de pensarmos em uma única felicidade, começamos há muito tempo a pensar em felicidades no plural. Se não se pode ser feliz no todo, que se seja em lugares, em setores da vida. Que se realize a felicidade relativa, contra uma felicidade absoluta. Abaixo os absolutos, diz todo pensamento razoável  .  
  Felicidades mil é o que desejamos àqueles que amamos. É um voto, apenas, um voto de fé que em tudo se confunde com a postura ética de quem deseja o bem ao outro. Felicidade, lembremos os filósofos antigos, era o sumo bem, o bem maior, o Bem com letra maiúscula. Uma coisa para inspirar, para fazer suportar as dores e sofrimentos da vida comum. [...].

Adaptado de: (https://revistacult.uol.com.br/home/marcia-tiburi-infelicidades-contemporaneas/).

Sobre o uso dos mecanismos de coesão textual e as relações de sentido estabelecidas no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1074233 Português
Comunicação e informação

        Dizer mídia, sem mais nem menos, é uma abstração. O que conta são os jornalistas, as pessoas. E essas são boas ou más, inteligentes ou estúpidas, honestas ou desonestas, como toda a gente. O pior jornalista é aquele que se comporta como um camaleão, sempre preparado para mudar de cor conforme o ambiente. A lógica empresarial das tiragens e das audiências convida inevitavelmente ao sensacionalismo, à manobra rasteira, ao compadrio, aos pactos ocultos. Não há muita política nas colunas dos jornais, o que há é muitos políticos. Ambições, em vez de ideias. (...)
        Quanto às matérias veiculadas, a superabundância de informação pode fazer do cidadão um ser muito mais ignorante. Explico-me: creio que as possibilidades tecnológicas para desenvolver a massificação das informações surgiram rapidamente demais. O cidadão não dispõe dos elementos e da formação adequados para saber escolher e selecionar, o que o leva a ficar perdido no meio dessa selva. É justamente nessa defasagem que se produz a instrumentalização em prejuízo do indivíduo e, portanto, a desinformação.
(Adaptado de: SARAMAGO, José. As palavras de Saramago. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 442-443)
Considerada no contexto, uma passagem do texto recebeu nova, coerente e correta redação em:
Alternativas
Q1072640 Português

Leia com atenção o trecho da reportagem sobre o uso de protetor solar e responda a questão a seguir.


Apesar de ainda vermos alguns teimosos por aí, o protetor solar é figurinha carimbada das malas de quem vai passar as férias na praia ou vai curtir o sol do verão. Mas, com a chegada dos meses mais frios do ano, a história é outra. “Como no inverno não sentimos calor, as pessoas acreditam que não há grande risco em se expor sem o produto”, explica o dermatologista Marcus Maia, professor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, na capital paulista. O problema é que o perigo existe, sim, e a responsável por ele é a radiação UVA.

A encrenca com os raios UVA começa com a falta de informação: há certo desconhecimento sobre eles. Enquanto o UVB é mais predominante no verão do que na estação do frio, o UVA incide o ano inteiro e também ao longo de todo o dia. “Antes das 10 e depois das 17 horas, o horário em que teoricamente seria permitido tomar sol livremente, o UVA continua sendo emitido e, como não queima, durante muito tempo achou-se que ele era inofensivo”, expõe o dermatologista Sérgio Schalka, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

                                 (Abril, Saúde - Faça chuva ou faça sol, use protetor solar, s/d)

Assinale a alternativa que apresenta a forma correta para reescrever o trecho destacado abaixo, mantendo o mesmo sentido. “A encrenca com os raios UVA começa com a falta de informação: há certo desconhecimento sobre eles”.
Alternativas
Q1072292 Português

Texto 1 Universos paralelos

Stephen Hawking sempre foi conhecido pela sua dedicação incondicional ao trabalho. Apenas duas semanas antes da sua morte (ocorrida em 14/03/2018), aos 76 anos, o físico britânico terminou seu último artigo científico. E não foi coisa pequena. Ele estabeleceu toda a base teórica para descobrirmos um universo paralelo e, de quebra, previu o fim do nosso Universo. O conteúdo do artigo afirma que é possível encontrar evidências de um universo paralelo ao nosso (ou vários) através da datação de radiação no espaço profundo. Para confirmar a hipótese, seria necessário enviar uma sonda espacial para coletar as evidências.


Em 1983, Hawking descreveu que nosso Universo está em uma eterna expansão a partir de um pequeno ponto no espaço. Só que, para a tese fazer sentido, era necessário que o nosso Big Bang fosse acompanhado por infinitos outros, produzidos em diferentes universos. Foi a partir disso que surgiu a hipótese do cientista sobre o multiverso e que culminou no último estudo da sua vida – ele também abordou o nosso fim: desaparecer eventualmente na escuridão à medida que todas as estrelas esgotarem sua energia.


Stephen Hawking nunca escondeu que desejava ganhar um Nobel, chegando até a falar sobre isso abertamente em palestras. Caso consigam comprovar a teoria dos universos paralelos, ele certamente seria digno da honraria que tanto almejou. Infelizmente, as regras do Nobel não permitem premiações póstumas.

Uma das portas para universos paralelos, ele acreditava, seriam os buracos negros. “Se você cair em um buraco negro, não desista. Existe uma forma de sair de lá”, afirmou o físico em uma conferência no Instituto Real de Tecnologia de Estocolmo, como uma metáfora para a depressão.


Disponível em: <https://super.abril.com.br/ciencia/stephenhawking-escreveu-sobre-universos-paralelos-duas-semanasantes-de-morrer/> Adaptado. Acesso em: 22/março/2018.



Texto 2 Buraco negro

No início de 2017, um grupo de cientistas de todo o mundo se uniram com um objetivo em mente: captar uma imagem do buraco negro supermassivo Sagittarius A* (o asterisco se pronuncia “estrela”). Quase um ano depois, os dados foram coletados e começaram a ser analisados pelos pesquisadores.

Chamada de Event Horizon Telescope (EHT), ou Telescópio do Horizonte de Eventos, a iniciativa usa tecnologias de ponta para fotografar o buraco negro em questão, que fica no centro da Via Láctea e possui quatro milhões de vezes a massa do Sol.

Após coletadas, as informações foram enviadas para análise no MIT, nos Estados Unidos, e o Instituto Max Planck de Astronomia, na Alemanha. As equipes das duas instituições estudarão os dados coletados e compararão suas conclusões entre si. Só então a fase final da análise das observações terá início, o que significa que é possível que, ainda em 2018, tenhamos a primeira imagem de um buraco negro.


Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/01/primeira-imagem-de-um-buraco-negro-pode-serdivulgada-em-2018.html> Adaptado. Acesso em: 22/março/2018.


Considere os trechos abaixo em seu contexto (texto 1).


I. Stephen Hawking sempre foi conhecido pela sua dedicação incondicional ao trabalho. (1º  parágrafo)

II. Só que, para a tese fazer sentido, era necessário que o nosso Big Bang fosse acompanhado por infinitos outros, produzidos em diferentes universos. (2º parágrafo)

III. Uma das portas para universos paralelos, ele acreditava, seriam os buracos negros. (4º parágrafo)


Leia as afirmativas a seguir:

1. Em I, “ao trabalho” funciona como complemento nominal de “dedicação”.

2. Em I e II, as preposições “pela” (por + a) e “por” introduzem termos que são agentes da passiva.

3. Em II, “Só que” introduz uma informação que contrasta com o conteúdo expresso no período precedente (no texto) e, ao mesmo tempo, restringe aquele conteúdo.

4. Em II e III, o vocábulo “para”, nas duas ocorrências, introduz oração subordinada que expressa ideia de finalidade.

5. Em III, a frase pode ser reescrita, sem prejuízo de significado e sem ferir a norma culta escrita, como: “Ele acreditava que os buracos negros seriam uma das portas para universos paralelos”.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Respostas
4021: A
4022: D
4023: A
4024: E
4025: E
4026: E
4027: E
4028: E
4029: C
4030: E
4031: C
4032: C
4033: D
4034: B
4035: E
4036: A
4037: D
4038: E
4039: C
4040: D