Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

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Q2030890 Português
“Não foi fácil, mas, hoje, são 224 unidades espalhadas pelo Brasil.” (Subtítulo)
A opção em que a alteração do enunciado MANTÉM o sentido original é:
Alternativas
Q2015514 Português
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2011214 Português
Leia o texto abaixo para responder a próxima questão.

O vírus da linguagem

Sérgio Rodrigues

     O escritor argentino Jorge Luis Borges, que não era muito simpático à etimologia, apontou a inutilidade de saber que a palavra cálculo veio do latim “calculus”, pedrinha, em referência aos pedregulhos que se usavam antigamente para fazer contas.
     Tal conhecimento, argumentou o genial autor de “A Biblioteca de Babel”, não nos permite “dominar os arcanos da álgebra”. Verdade: ninguém aprende a calcular estudando etimologia.
     O que Borges não disse é que o estudo da história das palavras abre janelas para como a linguagem funciona, como produz seus sentidos, que de outro modo permaneceriam trancadas. É pouco?
     Exemplo: a história de “calculus” não ensina ninguém a fazer contas, mas a do vírus ilustra muito bem o mecanismo infeccioso que opera dentro dos —e entre os— idiomas.
     O latim clássico “virus”, empregado por Cícero e Virgílio, é a origem óbvia da palavra sob a qual se abriga a apavorante covid-19. Ao mesmo tempo, é uma pista falsa.
     Cícero e Virgílio não faziam ideia da existência de um troço chamado vírus. Este só seria descoberto no século 19, quando o avanço das ciências e da tecnologia já tinha tornado moda recorrer a elementos gregos e latinos para cunhar novas expressões para novos fatos.
     No caso, nem foi preciso cunhar, bastou buscar no latim uma palavra pronta, sonora. Seus sentidos originais, todos vizinhos da sujeira, ajudavam: sumo, sêmen, veneno, poção, beberagem, linguagem vil.
     Contudo, a não ser pelo código genético rastreável em palavras como visgo, viscoso e virulento, fazia séculos que o “virus” latino hibernava. Foi como metáfora venenosa que, já às portas do século 20, saiu do frigorífico clássico para voltar ao quentinho das línguas.
     Em 1898, o microbiologista holandês Martinus Beijerink decidiu batizar assim certo grupo de agentes infecciosos invisíveis aos microscópios de então, com o qual o francês Louis Pasteur tinha esbarrado primeiro ao estudar a raiva.
     O vírus nasceu na linguagem científica, mas era altamente contagioso. Acabou se tornando epidêmico no vocabulário comum de diversas línguas.
     Quando a gripe espanhola varreu o mundo, em 1918, a humanidade já sabia nomear a coisa. “A linguagem é um vírus”, cantou Laurie Anderson.
     É claro que saber de tudo isso não nos protege da epidemia que bate às portas do país quando ele está mais frágil, menos funcional, menos inteligente. Borges tem razão em parte.
     Ainda não foi descoberto, no entanto, um tema em que a ignorância seja preferível ao conhecimento. Já se disse que nomear bem um problema é o primeiro passo para resolvê-lo.
     O vírus da palavra penetrou no vocabulário da computação em 1972, como nome de programas maliciosos que se infiltram num sistema para, reproduzindo-se, colonizá-lo e infectar outros.
     No século 21, com o mundo integrado em rede, deu até num verbo novo, viralizar. Foi a primeira vez que um membro da família ganhou sentido positivo, invejável: fazer sucesso na internet, ser replicado em larga escala nas redes sociais.
     Mesmo essa acepção, como vimos, tinha seu lado escuro, parente de um uso metafórico bastante popular que a palavra carrega há décadas. No século passado, tornou-se possível falar em “vírus do fascismo”, por exemplo. Ou “vírus da burrice”.
     Antigamente, quando se ignorava tudo sobre os vírus, uma receita comum que as pessoas usavam para se proteger do risco de contrair as doenças provocadas por eles era rezar. Está valendo.

Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergiorodrigues/2020/03/o-virus-da-linguagem.shtml>.
 Acesso em 12 mar. 2020
Assinale o item em que o excerto foi reescrito sem alterar o sentido original no texto. 
Alternativas
Q2007047 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

AMOR NA DIMENSÃO DA FELICIDADE




Felicidade não tem peso, nem tem medida, não pode ser comprada, não se empresta, não se toma emprestada, não resiste a cálculos, porque não está nos padrões materiais do nosso mundo.

Felicidade só pode ser legítima.

Felicidade falsa não é felicidade, é ilusão.

Mas, se eu soubesse fazer contas na medida do bem, diria que a felicidade pode ter tamanho, pode ser grande, pequena, cabendo nas conchas da mão, ou ser do tamanhão do mundo.

Felicidade é sabedoria, esperança, vontade de ir, vontade de voltar, vontade de ficar, e permanecer feliz!

Felicidade é o presente, o passado, o futuro.

Felicidade é confiança: fé e crença, trabalho e ação.

Não se pode ter pressa de ser feliz, porque a felicidade vem devagarinho,

como quem não quer nada, sem ser percebida, mas chega e contenta a alma.

Ser feliz não depende de dinheiro, não depende de saúde, nem de poder.

Felicidade não é fruto da ostentação, nem do luxo.

Felicidade é desprendimento, não é ambição.

Só é feliz quem sabe suportar, perder, sofrer e perdoar.

Só é feliz quem sabe, sobretudo, amar!

Acesso em: (https://www.pensador.com/textos_ felicidade/8/)
Marque a alternativa com análise CORRETA:
Alternativas
Q2002086 Português

Texto 2


Duas cientistas ganham Nobel de Química por trabalho relacionado à genética 


texto_2.png (380×630)

Disponível em: <https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/>.

Acesso em: 28 fev. 2021 (fragmento), com adaptações.

A respeito do texto, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q1997611 Português

Leia a tira.


Imagem associada para resolução da questão

(Laerte, “Piratas do Tietê”. Folha de S.Paulo, 28.06.2021. Adaptado)


Em conformidade com a norma-padrão, garante-se o sentido da tira preenchendo-se o balão no primeiro quadrinho com a fala:

Alternativas
Q1995516 Português

O cadeado

Por: Ana Cristina Vieira de Souza (Cris da Rocha)


Um dia o cadeado resolveu não abrir. Como não era de boa qualidade, enferrujou. Tentaram abrir: apertaram, viraram de um lado para o outro, até que a chave emperrou. [...] Não se contendo, ao invés de retirar a chave de dentro do cadeado, apertaram mais e mais até a chave quebrar e, na pressa de abrir o cadeado para entrar, ficaram do lado de fora até que se pudesse encontrar alguém para cortar o cadeado e dinheiro para comprar um novo [...].

Às vezes somos que nem a história simples do cadeado, queremos ser mais felizes, alegres, satisfeitos e gentis com a vida, mas passamos esse tempo repetindo os mesmos erros, entrando e saindo sempre pela mesma porta, empurrando os mesmos problemas ao invés de tentarmos soluções. [...] Nem sempre conseguimos a coragem suficiente para desapegar daquilo que não traz mais alegria de viver e que faz da vida um espetáculo que não nos encanta. [...] Há um momento, depois de todo o esforço, que o cadeado deve ser descartado com a chave e tudo. Jogue fora até acorrente que ajuda a trancar o portão e, mesmo que demore, compre tudo novo e aproveite das oportunidades que a vida vai te dar. Construa tudo com novas emoções e cuide para que seus sentimentos não enferrujem.


Adaptado de: https://psicologiaacessivel.net/2018/04/03/ocadeado/. Acesso em 23 abr. 2021.

Assinale a alternativa que apresenta uma paráfrase semanticamente adequada para o excerto “Como não era de boa qualidade, enferrujou.”. 
Alternativas
Q1922335 Português

Texto para o item.



Daniele Cristina Santos Floret. Responsabilidade social empresarial no setor de compras.

Internet:<techoje.com.br>  (com adaptações).

Quanto à ortografia oficial, à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“contemplar” (linha 24) por considerar

Alternativas
Q1922334 Português

Texto para o item.



Daniele Cristina Santos Floret. Responsabilidade social empresarial no setor de compras.

Internet:<techoje.com.br>  (com adaptações).

Quanto à ortografia oficial, à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“exercem influência sobre ela” (linha 13) por a influênciam 

Alternativas
Q1922333 Português

Texto para o item.



Daniele Cristina Santos Floret. Responsabilidade social empresarial no setor de compras.

Internet:<techoje.com.br>  (com adaptações).

Quanto à ortografia oficial, à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“leva em consideração as” (linha 2) por concebe às 

Alternativas
Q1922332 Português

Texto para o item.



Daniele Cristina Santos Floret. Responsabilidade social empresarial no setor de compras.

Internet:<techoje.com.br>  (com adaptações).

Quanto à ortografia oficial, à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“No universo das empresas” (linha 1) por No âmbito corporativo
Alternativas
Q1906988 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 





Na linha 15, a expressão “já que” introduz o sentido de ___________ e poderia ser substituída por ____________ desde que __________ alterações no período.
Alternativas
Q1904153 Português

Texto 2A1-I



Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte trecho do texto 2A1-I: “O fato de a grande expansão do agronegócio no Brasil ser relativamente recente foi muito favorável à incorporação de novas tecnologias ligadas à produção agrícola, em um ciclo virtuoso de aumento de produção e de melhoria de produtividade.” (l. 14 a 18). Assinale a opção em que a proposta apresentada mantém a correção gramatical e os sentidos do texto.
Alternativas
Q1903883 Português

Texto 1A1-II



Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte trecho do texto 1A1-II: “No Brasil não é diferente: a população vive como se tivesse 1,8 planeta Terra. Seria necessário pisar no freio e reduzir o impacto médio total para cerca de metade do que é utilizado atualmente.” (Imagem associada para resolução da questãol.10 a 13). Assinale a opção em que a reescrita apresentada preserva a correção gramatical, o sentido e a coerência do texto.
Alternativas
Q1903824 Português
COMO SE SENTE UM ESTRANGEIRO? 

    Estrangeiro é um conceito muito largo. Um sujeito que pode ser mil sujeitos. Eu não fui a mesma estrangeira na França que sou em Portugal. Assim como sei que um angolano, um francês ou um chinês em Portugal não se sentem da mesma forma que eu me sinto. Cada história é uma história, cada vivência é uma vivência.
    Mas certos acontecimentos, eu acredito que sejam comuns. Há angústia pelas quais todos passamos, há medos compartilhados, prazeres que todos experimentamos, dúvidas que nos acompanham sempre, como as malas de rodinha e as saudades permanentes.
     Todos vivemos uma certa fragilidade de raízes. Para nossos conterrâneos somos os que foram embora, e para os que nos recebem seremos sempre os de fora. É como se não pertencêssemos verdadeiramente a nenhum dos dois lugares, somos estrangeiros onde vivemos e, num dado momento, também somos estrangeiros no pais onde nascemos. E não é simples de se lidar com o sentimento que isso traz.
     Ser estrangeiro é ter sempre uma estranha sensação de que estão nos fazendo favor de nos deixarem permanecer na nossa própria casa. Trabalhamos, pagamos as contas, temos documentos, amores, projetos, mas mesmo assim não parecerem ser tão donos das nossas vidas. Nunca sabemos se aparecerá um Trump ou um outro absurdo qualquer.
      Por outro lado, temos a contraditória riqueza de sentir que vivemos duas vidas 20 mesmo tempo, enquanto os demais vivem apenas uma. À sensação é boa e é ruim. Uma vida mais preenchida, dois países, duas bases, dois ninhos. Ao mesma tempo, duas ausências, duas saudades, dois vazios.
     É difícil ser estrangeiro. As dúvidas sempre pairarão a seu respeito, não importa quão fiável você seja. Se você tiver nascido no hemisfério sul, as dúvidas duplicam. Assim como suponho que não seja fácil ser português na França nem romeno na Alemanha. Estrangeiros são eternas hipóteses. Por que está aqui? O que quer aqui? O que veio buscar aqui?
     Contudo há dias em que o país que nos acolhe é puro abraço e nossas certezas dão o ar da graça. Há dias em que querem saber da nossa história, elogiam nosso sotaque e nossa coragem, fazem com que a gente se sinta bem-vindo. E talvez seja isso o que mais importa: sentir-se bem vindo. Com o resto a gente vai lidando.
    Ser estrangeiro é viver na corda bamba dos sentimentos, na saga eterna dos documentos, na incerteza dos olhares e nas graças dos abertos que compensam todo o resto.
     E, no fundo, é boa a sensação de apresentar a música do Zambujo para os amigos de lá e da Liniker para os amigos daqui. É bom levar azeitona boa para lá e trazer palmito de açaí para cá. Ensinar minhas amigas brasileiras a falarem “pirosa" e as amigas portuguesas a falarem “periguete”. É bom presentear meu sogro com um livro do Gregório Duvivier e meu pai com um do Ricardo Araújo Pereira. É sorte beber a melhor cachaça e o melhor vinha. É bom carregar a alegria do samba e a emoção do fado no mesmo peito.
     Ser estrangeiro dói, por mais confortável que a situação possa ser. Não, não é fácil. Mas vale a pena. Como dizia um simpático senhor português que mora nas minhas prateleiras desde que a alma não seja pequena. Que quer passar além do Bojador tem de passar além da dor. Aos poucos vamos aprendendo.  


FONTE: MANUS, Ruth. In: Um Dia Vamos Rir de Tudo Isso, p. 181,182.  
A reescritura do excerto só obedece aos padrões da norma culta em: 
Alternativas
Q1901236 Português
As seguintes reescritas do título do texto (Se o latim é uma língua morta, quando morreu?) preservam o sentido original, EXCETO: 
Alternativas
Q1897995 Português

Considerando os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


No trecho “podemos nos tornar extensão da malignidade de nosso superior” (linhas 35 e 36), o pronome “nos” poderia ser empregado logo adiante do verbo “tornar”, reescrevendo-se corretamente o trecho da seguinte maneira: podemos tornar-nos extensão da malignidade de nosso superior. 

Alternativas
Q1897975 Português
No que se refere às técnicas de redação, julgue o item.

Unidade, coerência e ênfase são os três fatores cruciais para a boa estruturação de um texto.
Alternativas
Q1896963 Português
   No fim do século XVIII e começo do XIX, a despeito de algumas grandes fogueiras, a melancólica festa de punição vai-se extinguindo. Nessa transformação, misturaram-se dois processos. Não tiveram nem a mesma cronologia, nem as mesmas razões de ser. De um lado, a supressão do espetáculo punitivo. O cerimonial da pena vai sendo obliterado e passa a ser apenas um novo ato de procedimento ou de administração. A punição pouco a pouco deixou de ser uma cena. E tudo o que pudesse implicar de espetáculo desde então terá um cunho negativo; e como as funções da cerimônia penal deixavam pouco a pouco de ser compreendidas, ficou a suspeita de que tal rito que dava um “fecho” ao crime mantinha com ele afinidades espúrias: igualando-o, ou mesmo ultrapassando-o em selvageria, acostumando os espectadores a uma ferocidade de que todos queriam vê-los afastados, mostrando-lhes a frequência dos crimes, fazendo o carrasco se parecer com criminoso, os juízes com os assassinos, invertendo no último momento os papéis, fazendo do supliciado um objeto de piedade e de admiração.
   A execução pública é vista então como uma fornalha em que se acende a violência. A punição vai-se tornando, pois, a parte mais velada do processo penal, provocando várias consequências: deixa o campo da percepção quase diária e entra no da consciência abstrata; sua eficácia é atribuída à sua fatalidade, não à sua intensidade visível; a certeza de ser punido é que deve desviar o homem do crime e não mais o abominável teatro; a mecânica exemplar da punição muda as engrenagens. 

Michel Foucault. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução: Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 1987 (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item seguinte.


No trecho “E tudo o que pudesse implicar de espetáculo desde então terá um cunho negativo” (primeiro parágrafo), a supressão da preposição “de” manteria a correção gramatical e os sentidos originais do texto. 

Alternativas
Q1896337 Português

Texto CG2A1-I


   Até o final do século XVIII, quando a produção de açúcar começou a ser mecanizada, a maioria das pessoas consumia muito pouco dos chamados açúcares livres, que são adicionados aos alimentos. Um americano médio podia passar a vida inteira sem comer nenhum doce industrializado, muito menos os iogurtes, cereais matinais, bolachas e bebidas adoçadas que encontramos nos supermercados.

   Hoje, esse mesmo americano médio ingere nada menos que 19 colheres de chá, ou 76 gramas, de açúcar livre por dia. É assim, também, porque nossos receptores gustativos que detectam o sabor doce são menos sensíveis do que os outros. A língua consegue detectar o sabor amargo mesmo em baixíssimas concentrações, de poucas partes por milhão, mas, para que um copo d’água fique doce, precisamos colocar nele uma colherada de açúcar.

  Os humanos evoluíram num ambiente cheio de substâncias tóxicas, por isso são altamente sensíveis a sabores que possam significar perigo. Mas os venenos da natureza geralmente não são doces. Além disso, a coisa mais doce que os hominídeos primitivos tinham para comer eram as frutas. Hoje vivemos cercados por alimentos muito doces, mas nossos receptores ainda estão calibrados para a delicada doçura de uma banana.

   Essa discrepância entre os nossos receptores gustativos, que são pouco sensíveis, e a alimentação ultradoce do mundo moderno levou médicos e gurus das dietas a recomendar adoçantes artificiais. O primeiro foi a sacarina, um derivado do alcatrão que chegou ao mercado no final do século XIX. Depois vieram vários outros, dos quais o mais famoso é o aspartame, lançado na década de 80 do século passado. Os adoçantes foram ganhando má reputação — muita gente acha que o seu gosto é ruim e que eles fazem mal à saúde. Em 1951, quando os refrigerantes e sobremesas diet começaram a proliferar, o ciclamato foi banido pela FDA, porque causava câncer de bexiga em ratos. A sacarina também foi banida por muitos anos, depois que alguns estudos preocupantes surgiram na década de 70 do século passado. Hoje, o consenso é que os adoçantes não são cancerígenos nas quantidades em que são consumidos.  


Internet:<super.abril.com.br>  (com adaptações).  

As opções subsequentes apresentam propostas de reescrita para o seguinte período do último parágrafo do texto CG2A1-I: “Os adoçantes foram ganhando má reputação — muita gente acha que o seu gosto é ruim e que eles fazem mal à saúde.”. Assinale a opção em que a proposta de reescrita apresentada é gramaticalmente correta e mantém a coerência do texto original. 
Alternativas
Respostas
2621: C
2622: E
2623: B
2624: D
2625: X
2626: D
2627: E
2628: C
2629: E
2630: E
2631: C
2632: E
2633: B
2634: D
2635: A
2636: C
2637: C
2638: C
2639: E
2640: D