Questões de Concurso Sobre português
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(__)As palavras "invisível" e "difícil" são acentuadas graficamente porque são paroxítonas e terminam em "-l".
(__)As palavras "maravilha" e "curadoria" são paroxítonas e não são acentuadas graficamente por terminarem em -a.
(__)As palavras "urgência" e "próprio" são paroxítonas terminadas em ditongo oral, por isso recebem acento gráfico.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
(__)As palavras "invisível" e "difícil" são acentuadas graficamente porque são paroxítonas e terminam em "-l".
(__)As palavras "maravilha" e "curadoria" são paroxítonas e não são acentuadas graficamente por terminarem em -a.
(__)As palavras "urgência" e "próprio" são paroxítonas terminadas em ditongo oral, por isso recebem acento gráfico.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I. À proporção da minha força para lutar por isso é a mesma de eu desistir e nunca mais voltar atrás.
II. À custa de muita dedicação, estudo e certos sacrifícios, a juventude empobrecida conseguirá uma pontinha de lugar ao sol.
III.A decisão foi por comprar tudo à prazo porque não tinha todo o valor naquele momento.
IV.Não dormiu naquela noite. Queria colocar tudo às claras antes de partir naquela viagem com passagem só de ida.
Está correto o uso da crase em:
(__)As palavras "invisível" e "difícil" são acentuadas graficamente porque são paroxítonas e terminam em "-l".
(__)As palavras "maravilha" e "curadoria" são paroxítonas e não são acentuadas graficamente por terminarem em -a.
(__)As palavras "urgência" e "próprio" são paroxítonas terminadas em ditongo oral, por isso recebem acento gráfico.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
(__)Os pronomes demonstrativos são recursos importantes para construir uma progressão referencial, possibilitando ao leitor recuperar o que foi posto antes ou identificar o que está posto na sequência. É o que acontece no 2º parágrafo com a expressão "essa sensação", em que o pronome recupera a ideia central do 1º parágrafo.
(__)No 3º parágrafo, na expressão "nessa época", há um problema de coesão, uma vez que, no texto, não há referente explícito anteriormente. Isso prejudica a compreensão do leitor que não consegue definir a respeito de que época se trata.
(__)No 10º parágrafo, o pronome demonstrativo "este" foi corretamente usado, para indicar não uma temporalidade introduzida por ele na materialidade do texto, mas para indicar o tempo atual, concomitante entre quem escreveu e quem lê o texto. Com isso e mobilizando informações contidas ao longo de todo o texto, assim como informações extratextuais, o leitor consegue compreender que, neste parágrafo, não se trata de quaisquer dezembros, mas do dezembro de 2025.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
"Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso."
I.Os dois pontos, usados para marcar uma suspensão do discurso, nesse contexto, são seguidos da reprodução de um discurso direto, ou seja, da fala de alguém.
II.As vírgulas, no trecho sublinhado, foram usadas corretamente, uma vez que elas separam uma oração subordinada intercalada, a qual, por estar fora da ordem direta do período, quebra a fluência.
III.No último período, a vírgula posposta a "chão" para separar termos coordenados que não utilizam conectivo entre si. Nesse contexto, não caberia ponto e vírgula substituindo a vírgula.
É correto o que se afirma em:
(__)As palavras "invisível" e "difícil" são acentuadas graficamente porque são paroxítonas e terminam em "-l".
(__)As palavras "maravilha" e "curadoria" são paroxítonas e não são acentuadas graficamente por terminarem em -a.
(__)As palavras "urgência" e "próprio" são paroxítonas terminadas em ditongo oral, por isso recebem acento gráfico.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
"Crianças descalças chamaram a atenção de Betty Mae Agi e de sua irmã , Brenda, quando elas estavam fazendo trabalho voluntário em Angola. A viagem para o país do continente africano foi uma troca: abriram mão da festa de formatura do curso de Biomedicina e foram trabalhar como biomédicas."
Analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)A palavra "irmã" é uma oxítona terminada em -ã , por isso não é acentuada.
(__)"Voluntário" é acentuada por ser uma paroxítona terminada em ditongo oral.
(__)A acentuação de "país" acontece para diferenciá-la de "pais" (plural de pai, por exemplo).
(__)A palavra "biomédicas" segue a regra das paroxítonas terminadas em -a(s).
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
As conjunções têm papel importante na articulação das orações, seja por coordenação, seja por subordinação, e isso é marcado por sentidos que o autor deseja construir em seu texto. Tendo isso em consideração, analise o excerto a seguir e, na sequência, as sentenças:
Entre estímulos e demandas, há um território silencioso onde o corpo encontra abrigo: o toque. A automassagem surge como um convite para desacelerar pelos próprios dedos. Em gestos simples (um toque leve, uma respiração profunda, a água fria correndo pela pele), o corpo relembra que pode descansar, enquanto o cérebro aprende a transformar pequenas pausas em bem-estar duradouro. [...]
I. A conjunção como estabelece uma comparação, mas não no sentido de confronto, e sim no sentido de equivalência. .
II. A conjunção enquanto , nesse contexto, estabelece uma relação temporal, introduzindo uma relação de concomitância entre as orações.
III. Em "o corpo relembra que pode descansar", o que atua como conjunção integrante. Sua função, nesse contexto, é introduzir uma oração que funciona como objeto direto em relação ao núcleo verbal da oração principal.
É correto o que se afirma em:
Segundo a psicóloga e doutora em Comunicação, Regina Nicolosi, a psicologia entende a gentileza como um comportamento prosocial , ou seja, uma ação voltada a beneficiar o outro sem esperar algo em troca. [...] "No cotidiano, ela funciona como um elo de convivência: reduz conflitos, facilita a cooperação e promove bem-estar coletivo. Gosto de dizer que 'gentileza gera gentileza' e também saúde emocional."
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/#ter-ternura-com-limites. Acesso em: 15 dez. 2025. Adaptado.)
Analise as sentenças quanto à ortografia das palavras destacadas e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) A palavra prosocial está grafada incorretamente no texto. Por ela ser formada por um prefixo tônico (pró-), seguido de uma palavra que tem vida à parte (social), a grafia correta é pró-social.
(__) Cooperação está corretamente grafada porque nas formações com o prefixo co-, este se aglutina em geral com o segundo elemento, mesmo quando iniciado por "o". Por exemplo: coordenar.
(__) A palavra bem-estar é grafada com hífen porque se trata de uma palavra composta pelo advérbio "bem" que forma com "estar" uma unidade não apenas linguística, mas também de sentido próprio.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Leia o excerto a seguir
Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra. "Atos gentis ativam áreas ligadas ao prazer e à gratificação, liberando dopamina, serotonina, endorfina e oxitocina, os chamados 'hormônios da felicidade'", explica Eduardo Shinyashiki, neuropsicólogo especialista no desenvolvimento de competências socioemocionais.
Essas substâncias reduzem o estresse, fortalecem o sistema imunológico e criam uma sensação genuína de conexão. Até mesmo assistir a um gesto gentil desperta reações positivas no cérebro . "A empatia está gravada na nossa biologia . Somos feitos para cooperar", conta.
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/#ter-ternura-com-limites. Acesso em: 15 dez. 2025. Adaptado.)
A respeito da acentuação gráfica, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)As palavras áreas , neuropsicólogo e cérebro são acentuadas pela mesma regra: são palavras proparoxítonas.
(__)As palavras hormônios e biologia são paroxítonas, mas apresentam situações distintas que pedem ou não a acentuação. No caso de hormônios , tem-se uma paroxítona terminada em ditongo oral (singular ou plural) e, por isso, é acentuada. Já no caso de biologia , não recebe acento gráfico porque é uma paroxítona terminada em -a.
(__)A palavra genuína recebe acento porque o "i" representa a segunda vogal tônica de um hiato.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Às vezes, dizemos "sim" quando gostaríamos de dizer "não". Aceitamos sair mesmo quando estamos cansados ou com a "bateria baixa", respondemos com doçura quando o que gostaríamos era só silêncio. Fazemos isso em nome da harmonia, do cuidado, daquilo que acreditamos ser gentileza — mas há momentos em que esse gesto começa a nos pesar. Afinal, os limites para a gentileza é essencial para que o ato continue sendo leve e genuíno.
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/#ter-ternura-com-limites. Acesso em: 15 dez. 2025. Adaptado.)
A respeito das concordâncias nominal e verbal, leia o excerto e analise as sentenças:
I. A construção "mas há momentos em que esse gesto começa a nos pesar" apresenta correta concordância do verbo "haver", uma vez que ele é impessoal. Se a autora do texto decidisse usar o verbo "existir", seria necessário fazer a concordância, ficando "mas existem momentos...".
II. Há um problema de concordância verbal e nominal na expressão "é essencial" que deveria estar no plural, concordando com o núcleo do sujeito − "limites".
III. O trecho "para que o ato continue sendo leve e genuíno" apresenta corretas concordância verbal e nominal. Primeiro, porque o verbo e os adjetivos concordam com sujeito "o ato" e este está no singular porque tem como referente "a gentileza".
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O inventário do invisível
Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa
2/12/2025
Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.
Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.
Nessa época, todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.
Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?
Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.
Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.
Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".
Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.
A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.
Neste dezembro, que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.
Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.
Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.
(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
I.O texto tem como público-alvo as leitoras, o que pode ser confirmado a partir de marcas linguísticas, entre elas o uso de adjetivos no feminino quando se dirige a quem o lê. Essa escolha não impede que o texto tenha leitores que não sejam mulheres.
II.Trata-se de um texto pessoal, com impressões e pontos de vista explícitos de quem o escreveu, e com o uso da 1ª pessoa, materializada, por exemplo, na conjugação verbal.
III.O texto é predominantemente narrativo, uma vez que o objetivo central dele é narrar fatos vividos, contar histórias a respeito das experiências de final de ano.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O inventário do invisível
Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa
2/12/2025
Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.
Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.
Nessa época, todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.
Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?
Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.
Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.
Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".
Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.
A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.
Neste dezembro, que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.
Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.
Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.
(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
As palavras têm um ou mais significados, reconhecidos pelos estudiosos da língua. Esses significados podem ser sinônimos, mas nunca absolutos porque o sentido depende do contexto em que as palavras aparecem, das circunstâncias internas e externas ao texto.
Analise os dois excertos a seguir à luz do contexto geral em que foram postos e de seus conhecimentos:
"Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte."
"Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café?"
As palavras destacadas são dois adjetivos com sentidos distintos. Considerando o sentido de cada um no contexto, analise as sentenças:
I.No primeiro excerto, a palavra "exacerbada" pode ser substituída por "intensa ou agravada", mantendo o sentido.
II.Apesar de "violenta" ser um sentido possível de "exacerbada", nesse contexto, ela compromete o sentido.
III.A palavra "exaurida" significa "esgotada, consumida, exausta". Qualquer uma dessas palavras manteria o sentido do texto.
É correto o que se afirma em:
O mundo do trabalho está imerso em forças sociais que favorecem a aparência, não a verdade. Vivemos a era da performance emocional onde parecer equilibrado vale mais do que sustentar conversas difíceis. Junte isso a uma tolerância baixa ao desconforto e ao crescimento do _________ performativo, onde empresas oferecem yoga enquanto evitam conversas reais sobre carga e limites. Soma-se ainda a pressão por "ser gentil" em times ________________e ao medo de "parecer negativa" alimentado por avaliações internas. Quantos profissionais você conhece que evitam dizer a verdade para não manchar a própria imagem?
(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-estetica-da-bondade-e-o-fingimento-s ocial-cronico-no-mundo-do-trabalho/. Acesso em 09 dez. 2025. Adaptado.)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no texto:
O objetivo era arrecadar 250 pares de chinelos para enviar às crianças angolanas.
"Betty aponta ainda que as pessoas descalças sofrem do estigma da falta de higiene...".
Assinale a alternativa que indica a palavra ou expressão que poderia substituir "ainda" no excerto sem alterar o sentido construído:
"Trabalhando na área de parasitoses e verminoses , as irmãs perceberam que as crianças morriam, entre outras coisas, pelo contato com o esgoto a céu aberto em situações de muita precariedade."
No caso, o sufixo -ose foi acrescentado aos radicais de "parasita" e de "verme", formando duas novas palavras, agora do campo da medicina e, segundo o dicionário Houaiss, com o sentido de "processo patológico", "doença". Tendo isso em consideração, analise as alternativas a seguir e assinale aquela em que o sufixo -ose confere à nova palavra o mesmo sentido que conferiu a "parasitose" e "verminose":