Questões de Concurso Sobre português

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Q3865176 Português
A coerência textual diferencia-se da coesão porque se relaciona, prioritariamente:
Alternativas
Q3865173 Português
O discurso direto livre caracteriza-se, principalmente, pela:
Alternativas
Q3865119 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
A substituição do trecho “mobilizar conhecimentos prévios” por “ativar saberes anteriormente construídos”:
Alternativas
Q3865118 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Considerando o que dispõe o Texto II, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3865117 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
A expressão “deixa de ser um exercício mecânico” constrói sentido por meio de:
Alternativas
Q3865116 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Assinale a alternativa que apresenta reescrita adequada, sem prejuízo de sentido:
Alternativas
Q3865115 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Do ponto de vista da concordância verbal, está correta a alternativa:
Alternativas
Q3865114 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Assinale a alternativa em que o uso da crase estaria correto, caso o termo fosse inserido no texto: 
Alternativas
Q3865113 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
No trecho “que exigem escolhas linguísticas conscientes”, o termo “que” funciona como:
Alternativas
Q3865112 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Assinale a alternativa em que há relação de subordinação entre as orações:
Alternativas
Q3865110 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
A relação entre leitura, produção textual e análise linguística, conforme o texto, caracteriza-se como:
Alternativas
Q3865109 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
No trecho “favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar”, o verbo “favorece” apresenta:
Alternativas
Q3865108 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Assinale a alternativa em que a substituição mantém o sentido original do trecho “ações situadas”:
Alternativas
Q3865107 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
No terceiro parágrafo, a expressão “progressão temática” refere-se:
Alternativas
Q3865106 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Ao afirmar que a leitura envolve “antecipar sentidos” e “formular hipóteses”, o texto enfatiza processos:
Alternativas
Q3865105 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
O uso do conector “portanto”, no segundo parágrafo, estabelece uma relação de:
Alternativas
Q3865104 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
No trecho “essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas”, o pronome “essas” exerce função de: 
Alternativas
Q3865103 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
A expressão “não são atividades neutras”, no contexto do texto, assume sentido:
Alternativas
Q3865102 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
O segundo parágrafo organiza-se predominantemente com base no tipo textual:
Alternativas
Q3865101 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
No primeiro parágrafo, ao mencionar que a criança “participa de práticas sociais mediadas pela linguagem”, o texto sugere que:
Alternativas
Respostas
19221: C
19222: B
19223: C
19224: D
19225: A
19226: B
19227: D
19228: A
19229: A
19230: D
19231: B
19232: C
19233: C
19234: D
19235: A
19236: B
19237: A
19238: B
19239: C
19240: D