Questões de Concurso Sobre português

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Q4035908 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície.
Em relação à concordância nominal, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4035907 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
O fenômeno, quase imperceptível, só "se torna" visível quando surgem rachaduras nas construções.
A colocação pronominal destacada na frase denomina-se: 
Alternativas
Q4035906 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4035831 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A corrida contra o tempo para resgatar mais de duzentas pessoas presas no Monte Everest


Equipes de resgate foram enviadas às encostas tibetanas do Monte Everest, na fronteira entre o Tibete e o Nepal, após uma forte tempestade de neve deixar centenas de pessoas presas em acampamentos. Centenas de moradores locais e equipes especializadas trabalham para remover a neve que bloqueia o acesso à região, situada a quase cinco mil metros de altitude.

Cerca de trezentas e cinquenta pessoas já foram resgatadas e levadas a um local seguro, enquanto outras duzentas permanecem isoladas, aguardando evacuação. As nevascas começaram na noite de sexta-feira e se intensificaram rapidamente, surpreendendo os grupos de trilheiros e alpinistas.

Uma das sobreviventes relatou que o frio intenso tornou a hipotermia um risco real e que o clima deste ano está fora do normal. O grupo dela, formado por mais de dez pessoas, enfrentou ventos fortes e neve contínua durante a noite e precisou retornar no dia seguinte, caminhando por horas sobre trilhas completamente cobertas.

Moradores tibetanos auxiliaram os socorristas, levando alimentos e suprimentos para as equipes. A nevasca ocorreu durante o feriado nacional chinês conhecido como Semana Dourada, período de grande fluxo de turistas, o que agravou a situação.

As autoridades suspenderam o acesso à área turística do Everest, enquanto continuam as operações de resgate. A região enfrenta condições meteorológicas extremas: no Nepal, chuvas e deslizamentos de terra já causaram dezenas de mortes.

O Monte Everest, com quase nove mil metros de altitude, é o pico mais alto do mundo e atrai milhares de visitantes todos os anos. Nos últimos tempos, tem sofrido com superlotação, impactos ambientais e sucessivas mortes de alpinistas. O acesso ao Tibete é restrito e a circulação de informações é rigidamente controlada pelo governo, o que torna mais difícil acompanhar a situação em tempo real.

Mesmo assim, a imprensa estatal confirmou que o clima severo no Himalaia continua desafiando as equipes, que seguem em uma verdadeira corrida contra o tempo para retirar todos os sobreviventes da tempestade de neve.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy4jzlvvp05o.adaptado.


Mesmo assim, a imprensa estatal confirmou "que" o clima severo no Himalaia continua desafiando as equipes, "que" seguem em uma verdadeira corrida contra o tempo.
Em relação à classe gramatical, os termos destacados são, respectivamente,
Alternativas
Q4035686 Português
Imagem associada para resolução da questão

O sistema de categorias da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil não se limita à classificação por tipo de veículo, mas reflete um sistema de progressão de responsabilidades. A ampliação da categoria implica a ampliação do risco coletivo e da necessidade de domínio técnico, emocional e ético. Motoristas de transporte coletivo e de cargas pesadas operam em contextos que exigem atenção prolongada, controle do estresse e respeito às normas de segurança, representando não apenas uma função técnica, mas também um papel social de proteção à vida e ao patrimônio público.
Considerando o conteúdo da imagem e o texto de apoio, analise as alternativas a seguir e assinale aquela que expressa a relação entre as categorias de habilitação, o nível de responsabilidade do condutor e os desafios da mobilidade urbana contemporânea. 
Alternativas
Q4035676 Português
Imagem associada para resolução da questão
O comportamento no trânsito é uma expressão direta da relação entre indivíduo, sociedade e espaço urbano. O aumento do estresse, a pressão por tempo e a sensação de anonimato no ambiente veicular têm favorecido o crescimento da chamada "violência no trânsito". Esse fenômeno envolve não apenas infrações e acidentes, mas também atitudes hostis, como gritos, perseguições e manobras perigosas, que comprometem a segurança coletiva e o equilíbrio psicológico dos motoristas.
Considerando a imagem e o texto acima, analise as afirmativas a seguir sobre os fatores que influenciam o comportamento agressivo no trânsito e as medidas que podem contribuir para a redução desse tipo de conduta:
Alternativas
Q4035553 Português
A corrida contra o tempo para resgatar mais de duzentas pessoas presas no Monte Everest


Equipes de resgate foram enviadas às encostas tibetanas do Monte Everest, na fronteira entre o Tibete e o Nepal, após uma forte tempestade de neve deixar centenas de pessoas presas em acampamentos. Centenas de moradores locais e equipes especializadas trabalham para remover a neve que bloqueia o acesso à região, situada a quase cinco mil metros de altitude.

Cerca de trezentas e cinquenta pessoas já foram resgatadas e levadas a um local seguro, enquanto outras duzentas permanecem isoladas, aguardando evacuação. As nevascas começaram na noite de sexta-feira e se intensificaram rapidamente, surpreendendo os grupos de trilheiros e alpinistas.

Uma das sobreviventes relatou que o frio intenso tornou a hipotermia um risco real e que o clima deste ano está fora do normal. O grupo dela, formado por mais de dez pessoas, enfrentou ventos fortes e neve contínua durante a noite e precisou retornar no dia seguinte, caminhando por horas sobre trilhas completamente cobertas.

Moradores tibetanos auxiliaram os socorristas, levando alimentos e suprimentos para as equipes. A nevasca ocorreu durante o feriado nacional chinês conhecido como Semana Dourada, período de grande fluxo de turistas, o que agravou a situação.

As autoridades suspenderam o acesso à área turística do Everest, enquanto continuam as operações de resgate. A região enfrenta condições meteorológicas extremas: no Nepal, chuvas e deslizamentos de terra já causaram dezenas de mortes.

O Monte Everest, com quase nove mil metros de altitude, é o pico mais alto do mundo e atrai milhares de visitantes todos os anos. Nos últimos tempos, tem sofrido com superlotação, impactos ambientais e sucessivas mortes de alpinistas. O acesso ao Tibete é restrito e a circulação de informações é rigidamente controlada pelo governo, o que torna mais difícil acompanhar a situação em tempo real.

Mesmo assim, a imprensa estatal confirmou que o clima severo no Himalaia continua desafiando as equipes, que seguem em uma verdadeira corrida contra o tempo para retirar todos os sobreviventes da tempestade de neve.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy4jzlvvp05o.adaptado. 
As nevascas começaram na noite de "sexta-feira" e se intensificaram rapidamente.
Em relação à classe gramatical, o termo destacado trata-se de: 
Alternativas
Q4035478 Português
A corrida contra o tempo para resgatar mais de duzentas pessoas presas no Monte Everest


Equipes de resgate foram enviadas às encostas tibetanas do Monte Everest, na fronteira entre o Tibete e o Nepal, após uma forte tempestade de neve deixar centenas de pessoas presas em acampamentos. Centenas de moradores locais e equipes especializadas trabalham para remover a neve que bloqueia o acesso à região, situada a quase cinco mil metros de altitude.

Cerca de trezentas e cinquenta pessoas já foram resgatadas e levadas a um local seguro, enquanto outras duzentas permanecem isoladas, aguardando evacuação. As nevascas começaram na noite de sexta-feira e se intensificaram rapidamente, surpreendendo os grupos de trilheiros e alpinistas.

Uma das sobreviventes relatou que o frio intenso tornou a hipotermia um risco real e que o clima deste ano está fora do normal. O grupo dela, formado por mais de dez pessoas, enfrentou ventos fortes e neve contínua durante a noite e precisou retornar no dia seguinte, caminhando por horas sobre trilhas completamente cobertas.

Moradores tibetanos auxiliaram os socorristas, levando alimentos e suprimentos para as equipes. A nevasca ocorreu durante o feriado nacional chinês conhecido como Semana Dourada, período de grande fluxo de turistas, o que agravou a situação.

As autoridades suspenderam o acesso à área turística do Everest, enquanto continuam as operações de resgate. A região enfrenta condições meteorológicas extremas: no Nepal, chuvas e deslizamentos de terra já causaram dezenas de mortes.

O Monte Everest, com quase nove mil metros de altitude, é o pico mais alto do mundo e atrai milhares de visitantes todos os anos. Nos últimos tempos, tem sofrido com superlotação, impactos ambientais e sucessivas mortes de alpinistas. O acesso ao Tibete é restrito e a circulação de informações é rigidamente controlada pelo governo, o que torna mais difícil acompanhar a situação em tempo real.

Mesmo assim, a imprensa estatal confirmou que o clima severo no Himalaia continua desafiando as equipes, que seguem em uma verdadeira corrida contra o tempo para retirar todos os sobreviventes da tempestade de neve.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy4jzlvvp05o.adaptado. 

Centenas de moradores locais e equipes especializadas trabalham.

Sintaticamente, é correto afirmar que o núcleo do sujeito é reconheci

Alternativas
Q4035406 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Imigração nos EUA: brasileiros usam drones para escapar de blitze de Trump


Em seis de setembro, o governo de Donald Trump iniciou a operação Patriot 2.0, concentrada no Estado de Massachusetts, nos Estados Unidos.


"Se você vier ao nosso país ilegalmente e violar nossas leis, nós vamos caçá-lo, prendê-lo, deportá-lo, e você nunca mais voltará", afirmava o comunicado divulgado pelo Departamento de Segurança Interna.


Em Massachusetts, os brasileiros formam o maior grupo de estrangeiros. Oficialmente, cerca de cento e cinquenta mil vivem no Estado, mas o número pode ultrapassar trezentos mil ao se considerar os não registrados, segundo o Instituto Diáspora Brasil, organização sem fins lucrativos que atua na região.


Diferentemente dos primeiros meses do governo Trump, quando muitos acreditavam que apenas criminosos seriam o foco do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA, hoje os brasileiros têm a certeza de que qualquer um pode ser detido.


Essa percepção é evidente nas conversas em grupos de redes sociais que reúnem milhares de imigrantes, especialmente os indocumentados, que se mostram os mais ativos nessas trocas de informações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9y1lgl3zvo.adaptado.

Em seis de setembro, o governo de Donald Trump iniciou a operação Patriot 2.0, concentrada no Estado de Massachusetts, nos Estados Unidos.

O número de artigos simples presentes na frase é de:
Alternativas
Q4035405 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Imigração nos EUA: brasileiros usam drones para escapar de blitze de Trump


Em seis de setembro, o governo de Donald Trump iniciou a operação Patriot 2.0, concentrada no Estado de Massachusetts, nos Estados Unidos.


"Se você vier ao nosso país ilegalmente e violar nossas leis, nós vamos caçá-lo, prendê-lo, deportá-lo, e você nunca mais voltará", afirmava o comunicado divulgado pelo Departamento de Segurança Interna.


Em Massachusetts, os brasileiros formam o maior grupo de estrangeiros. Oficialmente, cerca de cento e cinquenta mil vivem no Estado, mas o número pode ultrapassar trezentos mil ao se considerar os não registrados, segundo o Instituto Diáspora Brasil, organização sem fins lucrativos que atua na região.


Diferentemente dos primeiros meses do governo Trump, quando muitos acreditavam que apenas criminosos seriam o foco do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA, hoje os brasileiros têm a certeza de que qualquer um pode ser detido.


Essa percepção é evidente nas conversas em grupos de redes sociais que reúnem milhares de imigrantes, especialmente os indocumentados, que se mostram os mais ativos nessas trocas de informações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9y1lgl3zvo.adaptado.

[...] em grupos de redes sociais que reúnem milhares de imigrantes, "especialmente" os indocumentados.

Em relação à classe gramatical, o vocábulo destacado denomina-se, nesta frase:
Alternativas
Q4035369 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas."
Com base nos elementos fonéticos e fonológicos dos vocábulos presentes no trecho, julgue as assertivas a seguir:
I.Os vocábulos "trabalho" e "entendiante" apresentam sons iniciais que tornam a pronúncia mais fluida, graças à harmonia sonora resultante da presença de um encontro consonantal, no primeiro caso, e de um dígrafo vocálico, no segundo.
II.O vocábulo "quando" apresenta uma sequência de letras que corresponde à forma como a palavra é pronunciada, ou seja, há correspondência entre fonemas e letras.
III.Os vocábulos "tornando" e "empresas" possuem o mesmo número de letras e, além disso, o mesmo número de fonemas, embora não haja correspondência entre letras e fonemas. Ambas apresentam encontros consonantais, bem como dígrafos vocálicos.
IV. Nos vocábulos "sucessos" e "armadilha", os sons das consoantes presentes são mantidos na fala, sem ocorrer supressão ou acréscimo de fonemas.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4035368 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
Com base no texto "Aprendizado pode contar mais do que salário", assinale a alternativa que indica corretamente o gênero textual predominante.
Alternativas
Q4035367 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários."
Considerando a acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como daqueles extraídos do texto-base, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)O vocábulo "funcionários" é uma palavra proparoxítona, sendo, portanto, acentuada conforme a regra geral que determina o acento em todas as proparoxítonas.
(__)O vocábulo "estímulo" está acentuado corretamente pela mesma regra que se aplica aos vocábulos "bávaro", "invólucro" e "alcoólatra", todos acentuados de forma adequada.
(__)O vocábulo "até" recebe acento por ser uma oxítona terminada em "e"; as terminadas em "a" e "o", seguidas ou não de "s", também recebem acento gráfico.
(__)Os vocábulos "mantém" e "têm" recebem acento pela regra, respectivamente, das oxítonas e dos monossílabas tônicos terminados em 'em', que devem ser acentuados, sendo também exemplos de palavras que recebem acento diferencial.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4035366 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas."
A concordância verbal está de acordo com a gramática normativa nas alternativas a seguir, assim como no enunciado acima, exceto em:
Alternativas
Q4035365 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão."
O vocábulo 'bem-estar' está grafado corretamente com hífen, de acordo com uma regra específica. Agora, analise as palavras compostas a seguir, juntamente com a regra que justifica sua grafia conforme o Novo Acordo Ortográfico e identifique a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4035364 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares."
Quanto à regência dos sintagmas nominais e verbais presentes no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas:
(__)O verbo "espalhar-se" é pronominal e exige preposição "por", corretamente empregada na forma "pelas',
(__)O verbo "reduzir" atua como transitivo direto, pois exige objeto direto que indica aquilo que sofre a redução.
(__)O verbo "levar" atua como bitransitivo, mas também pode atuar como transitivo direto, como em: "Com medo de ser assaltado, leva consigo apenas algum dinheiro."
(__)O verbo "buscar" atua como transitivo direto, exigindo complemento sem o uso de preposição.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4035363 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não."
Com base nas classes gramaticais dos vocábulos presentes no trecho, julgue as afirmativas:
I.O termo "presumem" é a forma verbal do verbo regular "presumir", conjugado no mesmo tempo e modo do verbo "haver" em "Eles hão de chegar ainda hoje."
II.O vocábulo "naturalmente" é um advérbio que modifica o verbo 'ser', indicando modo de ação.
III.O vocábulo "que" é um pronome relativo, referindo-se às pessoas determinadas.
IV.A palavra "outras" é um pronome indefinido, empregado com função substantiva, retomando "pessoas".

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4035362 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário."
Analise sintaticamente os elementos que compõem o período acima e julgue as afirmativas:
I.A expressão "as reuniões de desligamento" representa o sujeito da locução verbal "pode ser", indicando que as "reuniões" são importantes.
II.A locução verbal "pode ser" pertence a uma oração sem sujeito, pois o verbo "ser" está empregado de forma impessoal, indicando uma possibilidade ou hipótese sem agente determinado.
III.A oração "se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário" é subordinada substantiva objetiva direta, pois completa o sentido do verbo "investigar".
IV.A expressão "verdadeiro" exerce a mesma função sintática do "me" em "O rapaz pisou-me o pé ao atravessar a rua".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4035361 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis."
Os vocábulos "para" e "são" são exemplos de homônimos, pois, dependendo do contexto, adquirem significados distintos. Agora, complete as lacunas com os homônimos ou parônimos adequados de acordo com o contexto:
I.O relatório foi______de incompleto pela equipe de auditoria
II.A______densa pela manhã dificultou a visibilidade nas estradas.
III.O juiz_____ uma multa muito alta a todos condutores que avançarem o sinal.
IV.O palestrante procurou______a ideia de que apenas gênios alcançam o sucesso.

Os sintagmas que completam correta e respectivamente as lacunas são:
Alternativas
Q4035360 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
Considerando o texto-base, identifique a alternativa que não pode ser concluída a partir de sua leitura.
Alternativas
Respostas
18401: B
18402: D
18403: C
18404: B
18405: B
18406: D
18407: B
18408: X
18409: A
18410: D
18411: A
18412: C
18413: B
18414: B
18415: C
18416: B
18417: B
18418: C
18419: B
18420: D