Questões de Concurso Sobre português
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Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual é empregada a palavra destacada no trecho acima.
Considerando sua estrutura e seu propósito, é correto afirmar que:
Em relação ao termo destacado, é correto afirmar que:
CAZO, Luiz Fernando. Plantações. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-plantacoes/>.
A forma verbal “deveríamos”, empregada na charge acima, indica uma ação:
( ) Grande parte das pessoas foram embora.
( ) Algum de nós pedimos uma pausa?
( ) Era meia-noite e meia quando ela chegou.
( ) O carro dos convidados chegaram logo.
- Esteja em casa __ uma hora em ponto.
- Daqui __ três meses estarei de volta.
- Fiz referência __ todas as pessoas de bem.
- Tudo se deu __ custa de muito sacrifício.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônica do tempo.
Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão.
O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)
Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente.
Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...
E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..
Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...
O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.
E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)
Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!
Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.
Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)
TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em
A palavra destacada e repetida enfaticamente no trecho acima é um(a):
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônica do tempo.
Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão.
O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)
Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente.
Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...
E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..
Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...
O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.
E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)
Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!
Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.
Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)
TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônica do tempo.
Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão.
O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)
Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente.
Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...
E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..
Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...
O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.
E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)
Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!
Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.
Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)
TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em

BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em <https://i.pinimg.com/736x/f5/bf/08/f5bf08846febf68bf00bc23543140f0b.jpg>.
No último quadrinho acima, as formas verbais destacadas em “Você pode levar meu gibi da Mônica! Mas tem que devolver!”, nessa mesma ordem, expressam os sentidos de:
“A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta.” (Fernando Pessoa)
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual se apresenta a palavra destacada no pensamento acima.
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.