Questões de Concurso Sobre português
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• Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim… (1o parágrafo)
• Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. (3o parágrafo)
• Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair… (4o parágrafo)
• Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas… (5o parágrafo)
Sem prejuízo de sentido ao texto, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Leia o trecho extraído da BBC:
"Ao longo de mais de um século de exploração petrolífera convencional, foram descobertos na Venezuela cerca de 75 bilhões de barris de reservas recuperáveis, distribuídos em aproximadamente 320 campos petrolíferos — entre eles, 28 considerados gigantes."
O vocábulo 'barris' é um substantivo flexionado no plural corretamente. Identifique a alternativa que apresenta algum vocábulo pluralizado de forma incorreta.
Leia o trecho extraído da BBC:
" E embora as condições do subsolo venezuelano sejam semelhantes às de outras potências petrolíferas — incluindo a vizinha Colômbia —, alguns fatores geológicos extremamente raros foram decisivos para a formação da Faixa Petrolífera do Orinoco, considerada a maior acumulação de hidrocarbonetos do mundo, além dos campos do Lago de Maracaibo."
Considerando os encontros vocálicos, consonantais e dígrafos, identifique a alternativa INCORRETA.
Relações interpessoais são o conjunto de __________ que, facilitando a comunicação e as linguagens, estabelece laços sólidos nas relações humanas.
As tecnologias estão cada vez mais próximas do professor e do aluno, em qualquer momento; são mais ricas, complexas e __________.
As políticas e diretrizes __________ estão transpassadas por disputas entre manter estilos normatizantes ou optar por orientações mais políticas.

A placa acima expressa o sentido de ordem ou pedido, empregando a forma verbal no:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Um grande passo para a humanidade
Para os meninos de hoje, as viagens do ônibus espacial são rotina e dizem muito pouco, quando não passam desapercebidas, porque não têm mais emoção e se sucedem com frequência, como se fizessem eternamente parte do dia a dia humano.
Mas, quando eu era criança, a conquista do espaço implicava emoções fortes. De repente, Flash Gordon deixava de ser ficção para se materializar nos foguetes russos e americanos que subiam aos céus, levando primeiro cachorros, como a Laica, e depois homens, para dar a volta do planeta em órbitas fantásticas, onde aparecíamos aos seus olhos pintados de azuis.
(...)
De repente, ainda que seguindo os passos de um cronograma lógico e rigoroso, estávamos na Lua, com tudo de mítico e lúdico que esse voo tinha.
Num dia de julho, o homem rompeu a cadeia que o prendia à Terra desde o começo da nossa história; dali para a frente, a nova fronteira seria os confins do espaço.
O planeta parou para assistir, pela televisão, ao pouso do módulo lunar na superfície da Lua.
Meu Deus do céu, assistir pela televisão o homem andar na Lua!
Não bastava o feito fantástico, a capacidade intelectual e a coragem envolvidas; ainda por cima, nós, míseros mortais espalhados pela superfície do nosso planeta menor, tínhamos a chance de ver, ao vivo, pelas telas das televisões ligadas nos quatro cantos da Terra, a história ser feita, no momento em que a história era feita; na marca maravilhosa gravada para sempre — como um padrão real plantado no cosmos — da pegada da sola da bota de um homem na superfície da Lua.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Um grande passo para a humanidade. Crônicas da Cidade. Disponível em <https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2021/>
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: