Questões de Concurso Sobre português
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Leia o texto para responder à próxima questão.
NÃO DESISTA NUNCA. (Martha Medeiros).
Se você não acreditar naquilo que você é capaz de fazer; quem vai acreditar?
Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe.
Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo.
Mas quando ocorre este momento? Imagine uma ponte sobre um rio.
Você está em uma margem e seu objetivo está na outra.
Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá.
Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para trás.
Estoura a sua ponte.
Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode realizá-lo, não perca tempo: vá e faça.
Agora, se você simplesmente não quer ficar nesta margem e não tem um objetivo definido, no momento do estouro, você estará exatamente no meio da ponte.
Já viu alguém no meio de uma ponte na hora da explosão… eu também não.
Realmente não é simples.
Quando você visualizar o seu objetivo e criar a coragem suficiente em realizá-lo, tenha em mente que para a sua concretização, alguns detalhes deverão estar bem claros na cabeça ou seja, facilidades e dificuldades aparecerão, mas se realmente acredita que pode fazer, os incômodos desaparecerão.
É só não se desesperar.
Seja no mínimo um pouco paciente.
Pois é, as diferenças básicas entre os três momentos são:
ESTOURAR A PONTE ANTES DE ATRAVESSÁ-LA. Você começou a sonhar… sonhar… sonhar!
De repente, sentiu-se estimulado a querer ou gozar de algo melhor.
Entretanto, dentro de sua avaliação, começa a perceber que fatores que fogem ao seu controle, não permitem que suas habilidades e competências o realize.
Pergunto, vale a pena insistir?
Para ficar mais tangível, imaginemos que uma pessoa sonhe viver ou visitar a lua, mas as perspectivas do agora não o permitem, adianta ficar sonhando ou traçando este objetivo?
Para que você não fique no mundo da lua, meio maluquinho, estoure a sua ponte antes de atravessá-la, rompa com este objetivo e parta para outros sonhos! ESTOURAR A PONTE NO MOMENTO DE ATRAVESSÁ-LA. Acredito que tenha ficado claro, mas cabe o reforço.
O fato de você desejar não ficar numa situação desagradável é válido, entretanto você não saber o que é mais agradável, já não o é! Ou seja, a falta de perspectiva nem explorada em pensamento, não leva a lugar algum. Você tem a obrigação consciencional de criar alternativas melhores.
Nos dias de hoje, não podemos nos dar ao luxo de sair sem destino.
O nosso futuro não é responsabilidade de outrem, nós é que construímos o nosso futuro. Sem desculpas, pode começar…
ESTOURAR A PONTE DEPOIS DE ATRAVESSÁ-LA.
No início comentei sobre as pessoas que realizaram o sucesso e outras que não tiveram a mesma sorte.
Em primeiro lugar, acredito que temos de definir o que é sucesso.
Sou pelas coisas simples, sucesso é gostar do que faz e fazer o que gosta.
Tentamos nos moldar em uma cultura de determinados valores, onde o sucesso é medido pela posse de coisas, mas é muito mesquinho você ter e não desfrutar daquilo que realmente deseja.
As pessoas que realizaram a oportunidade de estourar as suas pontes de modo adequado e consistente, não só imaginaram, atravessaram e encontraram os objetivos do outro lado. Os objetivos a serem perseguidos, foram construídos dentro de uma visão clara do que se queria alcançar, em tempo suficiente, de modo adequado, através de fatores pessoais ou impessoais, facilitadores ou não, enfim o grau de comprometimento utilizado para a sua concretização.
A visão sem ação, não passa de um sonho.
A ação sem visão é só um passatempo.
A visão com ação pode mudar o mundo.
Leia o texto para responder à próxima questão.
NÃO DESISTA NUNCA. (Martha Medeiros).
Se você não acreditar naquilo que você é capaz de fazer; quem vai acreditar?
Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe.
Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo.
Mas quando ocorre este momento? Imagine uma ponte sobre um rio.
Você está em uma margem e seu objetivo está na outra.
Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá.
Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para trás.
Estoura a sua ponte.
Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode realizá-lo, não perca tempo: vá e faça.
Agora, se você simplesmente não quer ficar nesta margem e não tem um objetivo definido, no momento do estouro, você estará exatamente no meio da ponte.
Já viu alguém no meio de uma ponte na hora da explosão… eu também não.
Realmente não é simples.
Quando você visualizar o seu objetivo e criar a coragem suficiente em realizá-lo, tenha em mente que para a sua concretização, alguns detalhes deverão estar bem claros na cabeça ou seja, facilidades e dificuldades aparecerão, mas se realmente acredita que pode fazer, os incômodos desaparecerão.
É só não se desesperar.
Seja no mínimo um pouco paciente.
Pois é, as diferenças básicas entre os três momentos são:
ESTOURAR A PONTE ANTES DE ATRAVESSÁ-LA. Você começou a sonhar… sonhar… sonhar!
De repente, sentiu-se estimulado a querer ou gozar de algo melhor.
Entretanto, dentro de sua avaliação, começa a perceber que fatores que fogem ao seu controle, não permitem que suas habilidades e competências o realize.
Pergunto, vale a pena insistir?
Para ficar mais tangível, imaginemos que uma pessoa sonhe viver ou visitar a lua, mas as perspectivas do agora não o permitem, adianta ficar sonhando ou traçando este objetivo?
Para que você não fique no mundo da lua, meio maluquinho, estoure a sua ponte antes de atravessá-la, rompa com este objetivo e parta para outros sonhos! ESTOURAR A PONTE NO MOMENTO DE ATRAVESSÁ-LA. Acredito que tenha ficado claro, mas cabe o reforço.
O fato de você desejar não ficar numa situação desagradável é válido, entretanto você não saber o que é mais agradável, já não o é! Ou seja, a falta de perspectiva nem explorada em pensamento, não leva a lugar algum. Você tem a obrigação consciencional de criar alternativas melhores.
Nos dias de hoje, não podemos nos dar ao luxo de sair sem destino.
O nosso futuro não é responsabilidade de outrem, nós é que construímos o nosso futuro. Sem desculpas, pode começar…
ESTOURAR A PONTE DEPOIS DE ATRAVESSÁ-LA.
No início comentei sobre as pessoas que realizaram o sucesso e outras que não tiveram a mesma sorte.
Em primeiro lugar, acredito que temos de definir o que é sucesso.
Sou pelas coisas simples, sucesso é gostar do que faz e fazer o que gosta.
Tentamos nos moldar em uma cultura de determinados valores, onde o sucesso é medido pela posse de coisas, mas é muito mesquinho você ter e não desfrutar daquilo que realmente deseja.
As pessoas que realizaram a oportunidade de estourar as suas pontes de modo adequado e consistente, não só imaginaram, atravessaram e encontraram os objetivos do outro lado. Os objetivos a serem perseguidos, foram construídos dentro de uma visão clara do que se queria alcançar, em tempo suficiente, de modo adequado, através de fatores pessoais ou impessoais, facilitadores ou não, enfim o grau de comprometimento utilizado para a sua concretização.
A visão sem ação, não passa de um sonho.
A ação sem visão é só um passatempo.
A visão com ação pode mudar o mundo.
Leia o texto para responder à próxima questão.
NÃO DESISTA NUNCA. (Martha Medeiros).
Se você não acreditar naquilo que você é capaz de fazer; quem vai acreditar?
Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe.
Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo.
Mas quando ocorre este momento? Imagine uma ponte sobre um rio.
Você está em uma margem e seu objetivo está na outra.
Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá.
Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para trás.
Estoura a sua ponte.
Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode realizá-lo, não perca tempo: vá e faça.
Agora, se você simplesmente não quer ficar nesta margem e não tem um objetivo definido, no momento do estouro, você estará exatamente no meio da ponte.
Já viu alguém no meio de uma ponte na hora da explosão… eu também não.
Realmente não é simples.
Quando você visualizar o seu objetivo e criar a coragem suficiente em realizá-lo, tenha em mente que para a sua concretização, alguns detalhes deverão estar bem claros na cabeça ou seja, facilidades e dificuldades aparecerão, mas se realmente acredita que pode fazer, os incômodos desaparecerão.
É só não se desesperar.
Seja no mínimo um pouco paciente.
Pois é, as diferenças básicas entre os três momentos são:
ESTOURAR A PONTE ANTES DE ATRAVESSÁ-LA. Você começou a sonhar… sonhar… sonhar!
De repente, sentiu-se estimulado a querer ou gozar de algo melhor.
Entretanto, dentro de sua avaliação, começa a perceber que fatores que fogem ao seu controle, não permitem que suas habilidades e competências o realize.
Pergunto, vale a pena insistir?
Para ficar mais tangível, imaginemos que uma pessoa sonhe viver ou visitar a lua, mas as perspectivas do agora não o permitem, adianta ficar sonhando ou traçando este objetivo?
Para que você não fique no mundo da lua, meio maluquinho, estoure a sua ponte antes de atravessá-la, rompa com este objetivo e parta para outros sonhos! ESTOURAR A PONTE NO MOMENTO DE ATRAVESSÁ-LA. Acredito que tenha ficado claro, mas cabe o reforço.
O fato de você desejar não ficar numa situação desagradável é válido, entretanto você não saber o que é mais agradável, já não o é! Ou seja, a falta de perspectiva nem explorada em pensamento, não leva a lugar algum. Você tem a obrigação consciencional de criar alternativas melhores.
Nos dias de hoje, não podemos nos dar ao luxo de sair sem destino.
O nosso futuro não é responsabilidade de outrem, nós é que construímos o nosso futuro. Sem desculpas, pode começar…
ESTOURAR A PONTE DEPOIS DE ATRAVESSÁ-LA.
No início comentei sobre as pessoas que realizaram o sucesso e outras que não tiveram a mesma sorte.
Em primeiro lugar, acredito que temos de definir o que é sucesso.
Sou pelas coisas simples, sucesso é gostar do que faz e fazer o que gosta.
Tentamos nos moldar em uma cultura de determinados valores, onde o sucesso é medido pela posse de coisas, mas é muito mesquinho você ter e não desfrutar daquilo que realmente deseja.
As pessoas que realizaram a oportunidade de estourar as suas pontes de modo adequado e consistente, não só imaginaram, atravessaram e encontraram os objetivos do outro lado. Os objetivos a serem perseguidos, foram construídos dentro de uma visão clara do que se queria alcançar, em tempo suficiente, de modo adequado, através de fatores pessoais ou impessoais, facilitadores ou não, enfim o grau de comprometimento utilizado para a sua concretização.
A visão sem ação, não passa de um sonho.
A ação sem visão é só um passatempo.
A visão com ação pode mudar o mundo.
Leia o texto para responder à próxima questão.
NÃO DESISTA NUNCA. (Martha Medeiros).
Se você não acreditar naquilo que você é capaz de fazer; quem vai acreditar?
Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe.
Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo.
Mas quando ocorre este momento? Imagine uma ponte sobre um rio.
Você está em uma margem e seu objetivo está na outra.
Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá.
Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para trás.
Estoura a sua ponte.
Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode realizá-lo, não perca tempo: vá e faça.
Agora, se você simplesmente não quer ficar nesta margem e não tem um objetivo definido, no momento do estouro, você estará exatamente no meio da ponte.
Já viu alguém no meio de uma ponte na hora da explosão… eu também não.
Realmente não é simples.
Quando você visualizar o seu objetivo e criar a coragem suficiente em realizá-lo, tenha em mente que para a sua concretização, alguns detalhes deverão estar bem claros na cabeça ou seja, facilidades e dificuldades aparecerão, mas se realmente acredita que pode fazer, os incômodos desaparecerão.
É só não se desesperar.
Seja no mínimo um pouco paciente.
Pois é, as diferenças básicas entre os três momentos são:
ESTOURAR A PONTE ANTES DE ATRAVESSÁ-LA. Você começou a sonhar… sonhar… sonhar!
De repente, sentiu-se estimulado a querer ou gozar de algo melhor.
Entretanto, dentro de sua avaliação, começa a perceber que fatores que fogem ao seu controle, não permitem que suas habilidades e competências o realize.
Pergunto, vale a pena insistir?
Para ficar mais tangível, imaginemos que uma pessoa sonhe viver ou visitar a lua, mas as perspectivas do agora não o permitem, adianta ficar sonhando ou traçando este objetivo?
Para que você não fique no mundo da lua, meio maluquinho, estoure a sua ponte antes de atravessá-la, rompa com este objetivo e parta para outros sonhos! ESTOURAR A PONTE NO MOMENTO DE ATRAVESSÁ-LA. Acredito que tenha ficado claro, mas cabe o reforço.
O fato de você desejar não ficar numa situação desagradável é válido, entretanto você não saber o que é mais agradável, já não o é! Ou seja, a falta de perspectiva nem explorada em pensamento, não leva a lugar algum. Você tem a obrigação consciencional de criar alternativas melhores.
Nos dias de hoje, não podemos nos dar ao luxo de sair sem destino.
O nosso futuro não é responsabilidade de outrem, nós é que construímos o nosso futuro. Sem desculpas, pode começar…
ESTOURAR A PONTE DEPOIS DE ATRAVESSÁ-LA.
No início comentei sobre as pessoas que realizaram o sucesso e outras que não tiveram a mesma sorte.
Em primeiro lugar, acredito que temos de definir o que é sucesso.
Sou pelas coisas simples, sucesso é gostar do que faz e fazer o que gosta.
Tentamos nos moldar em uma cultura de determinados valores, onde o sucesso é medido pela posse de coisas, mas é muito mesquinho você ter e não desfrutar daquilo que realmente deseja.
As pessoas que realizaram a oportunidade de estourar as suas pontes de modo adequado e consistente, não só imaginaram, atravessaram e encontraram os objetivos do outro lado. Os objetivos a serem perseguidos, foram construídos dentro de uma visão clara do que se queria alcançar, em tempo suficiente, de modo adequado, através de fatores pessoais ou impessoais, facilitadores ou não, enfim o grau de comprometimento utilizado para a sua concretização.
A visão sem ação, não passa de um sonho.
A ação sem visão é só um passatempo.
A visão com ação pode mudar o mundo.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna:

CAZO. Dia mundial da água. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-22-de-maio/>
Na expressão “vamos ter que mudar", utilizada na charge acima, mantendo o mesmo sentido, a parte destacada pode ser substituída corretamente por:
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, de acordo com a norma-padrão, na mesma ordem:
- Trouxe isso ______ você como lembrança.
- Fiz menção _____ dificuldades em geral.
- Vou comunicar minha decisão ____ chefia, _____ fim de dar ciência sobre os fatos.
- Ele merece reconhecimento, pois trabalha de sol ____ sol, sem nunca reclamar.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Às vezes a vida fere
Viver é tocar em frente no ritmo das marés. Nós vamos e voltamos, ao sabor do destino, que não presta a menor atenção no que achamos, nem no que fazemos, mas que se impõe com a dureza da evolução da vida, rumo a um futuro que ninguém conhece, que ninguém sabe, que ninguém controla. Viver é reencontrar alguns amigos e ver nas caras cansadas, nos olhos opacos e nos corpos curvados que a vida pode ser dura e machucar quem nós sempre achamos que não se machucaria jamais.
Pode ser dura como criptonita batendo no Super-homem. Pode ser ríspida como vento sul entrando com força. Como as chuvas de verão se transformando em tempestade e passando por cima de tudo e de todos, sem ligar para a dor ou sofrimento, para perdas ou danos, para miséria ou riqueza. A vida é a vida e ela segue em frente como a flor que se abre, brilha e seca, deixando o pólen de herança para a abelha fecundar outra flor e gerar outra árvore.
Cada ciclo se completa no seu tempo, que não é o nosso, nem nós alcançamos suas razões. Todo dia traz as novidades do dia, no sorriso que resgata, na lágrima que cai, na mão que se nega, no olhar que perdoa, na emoção que explode e extrapola o corpо.
Nada é mais ou menos, tudo é, simplesmente. Na saudade ainda não sentida, no momento perdido, na vacilada diante do imprevisto, no medo de ser ou fazer, ou em fazer e ser, sem medo e sem remorso, porque nesta vida só perdemos o futuro.
O que é triste é ver a vida cobrar seu preço de quem a gente ama. Marcar quem nos quer bem. Levar quem de noite deixa saudades.
MENDONÇA, Antônio Penteado. Às vezes a vida fere. Crônicas da cidade. Disponível em <https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2023/01/23/as-vezes-a-vida-fere-2/>
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Às vezes a vida fere
Viver é tocar em frente no ritmo das marés. Nós vamos e voltamos, ao sabor do destino, que não presta a menor atenção no que achamos, nem no que fazemos, mas que se impõe com a dureza da evolução da vida, rumo a um futuro que ninguém conhece, que ninguém sabe, que ninguém controla. Viver é reencontrar alguns amigos e ver nas caras cansadas, nos olhos opacos e nos corpos curvados que a vida pode ser dura e machucar quem nós sempre achamos que não se machucaria jamais.
Pode ser dura como criptonita batendo no Super-homem. Pode ser ríspida como vento sul entrando com força. Como as chuvas de verão se transformando em tempestade e passando por cima de tudo e de todos, sem ligar para a dor ou sofrimento, para perdas ou danos, para miséria ou riqueza. A vida é a vida e ela segue em frente como a flor que se abre, brilha e seca, deixando o pólen de herança para a abelha fecundar outra flor e gerar outra árvore.
Cada ciclo se completa no seu tempo, que não é o nosso, nem nós alcançamos suas razões. Todo dia traz as novidades do dia, no sorriso que resgata, na lágrima que cai, na mão que se nega, no olhar que perdoa, na emoção que explode e extrapola o corpо.
Nada é mais ou menos, tudo é, simplesmente. Na saudade ainda não sentida, no momento perdido, na vacilada diante do imprevisto, no medo de ser ou fazer, ou em fazer e ser, sem medo e sem remorso, porque nesta vida só perdemos o futuro.
O que é triste é ver a vida cobrar seu preço de quem a gente ama. Marcar quem nos quer bem. Levar quem de noite deixa saudades.
MENDONÇA, Antônio Penteado. Às vezes a vida fere. Crônicas da cidade. Disponível em <https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2023/01/23/as-vezes-a-vida-fere-2/>
"Pode ser ríspida como vento sul entrando com força."
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Às vezes a vida fere
Viver é tocar em frente no ritmo das marés. Nós vamos e voltamos, ao sabor do destino, que não presta a menor atenção no que achamos, nem no que fazemos, mas que se impõe com a dureza da evolução da vida, rumo a um futuro que ninguém conhece, que ninguém sabe, que ninguém controla. Viver é reencontrar alguns amigos e ver nas caras cansadas, nos olhos opacos e nos corpos curvados que a vida pode ser dura e machucar quem nós sempre achamos que não se machucaria jamais.
Pode ser dura como criptonita batendo no Super-homem. Pode ser ríspida como vento sul entrando com força. Como as chuvas de verão se transformando em tempestade e passando por cima de tudo e de todos, sem ligar para a dor ou sofrimento, para perdas ou danos, para miséria ou riqueza. A vida é a vida e ela segue em frente como a flor que se abre, brilha e seca, deixando o pólen de herança para a abelha fecundar outra flor e gerar outra árvore.
Cada ciclo se completa no seu tempo, que não é o nosso, nem nós alcançamos suas razões. Todo dia traz as novidades do dia, no sorriso que resgata, na lágrima que cai, na mão que se nega, no olhar que perdoa, na emoção que explode e extrapola o corpо.
Nada é mais ou menos, tudo é, simplesmente. Na saudade ainda não sentida, no momento perdido, na vacilada diante do imprevisto, no medo de ser ou fazer, ou em fazer e ser, sem medo e sem remorso, porque nesta vida só perdemos o futuro.
O que é triste é ver a vida cobrar seu preço de quem a gente ama. Marcar quem nos quer bem. Levar quem de noite deixa saudades.
MENDONÇA, Antônio Penteado. Às vezes a vida fere. Crônicas da cidade. Disponível em <https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2023/01/23/as-vezes-a-vida-fere-2/>