Questões de Concurso Sobre português

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Q3962118 Português
Em relação à correta pontuação, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa devida.

Coluna I.
A- Vírgula.
B- Ponto e vírgula.
C- Dois pontos.
D- Ponto-final.

Coluna II.
1- Separa estruturas coordenadas já portadoras de vírgulas internas.
2- Usa-se no final do período, indicando que o sentido está completo.
3- Utilizamos antes de uma citação.
4- Usamos para separar o aposto explicativo.
Alternativas
Q3962117 Português
Citando-se funções da linguagem, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3962116 Português
Em “Fiz, faço, feito está,” apresenta a figura de linguagem denominada:
Alternativas
Q3962115 Português
O período em que a regência verbal não corresponde à norma culta ou padrão é:
Alternativas
Q3962114 Português
No tocante à crase, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.

( ) É a fusão de vogais idênticas, marcada pelo acento grave (`).
( ) Não há crase antes de nomes masculinos, em geral.
( ) Se for nome próprio masculino e ocultar as expressões “à moda de” ou “ao estilo de”, haverá crase obrigatória.
( ) Não usamos crase com as palavras casa, terra e distância (adjuntos adverbiais) sem determinante.
Alternativas
Q3962113 Português
Leia o texto para responder às próximas seis questões.
Os antissociais. (Juliano Martins).
— Alô?
— E aí?
— Fala, grande.
— Que tá fazendo?
— Nada. Debaixo das cobertas.
— Hum. Sei.
— E você?
— Na mesma.
— Um saco, hein!
— Pois é. Liguei pra isso.
— Isso o quê?
— Ah, sei lá. Esse tédio.
— Pra variar né?
— Vontade acabar com isso tudo.
— Isso tudo o quê?
— Com esse tédio, cara.
— Vá ler um livro.
— Outro?
— É, um saco!
— E como! Já foram três essa semana!
— Poxa.
— Tá a fim de sair?
— Nem. Pra onde?
— A festa da facul.
— Ah, nem vou. Tô debaixo das cobertas.
— Só sair daí.
— Nem. Só saio daqui amanhã cedo.
— Eu tô a fim de ir.
— Você vai?
— Não disse que vou. Disse que estou com vontade.
— Mas você vai?
— Ah, sei lá.
— Fazer o que lá, cara?
— Fazer o que aqui?
— Vá ler um livro.
— Você não se incomoda com isso?
— Isso o quê?
— Ficar dias e dias enfiado nesse quarto. Você é um ser humano ou uma ameba?
— Ó quem fala.
— É disso que estou falando.
— Eu não sou uma ameba.
— Amebas são mais sociáveis, isso sim.
— São?
— Devem ser. São mais populares que nós, pelo menos.
— Se são. Você vai?
— Pensando. Dá medo.
— E eu não sei?
— Vai ter muita gente estranha lá.
— E como! Você vai?
— Se você for, eu vou.
— Eu não vou.
— Por que não?
— Nem a pau. Muita gente. Gente estranha.
— A gente se enturma.
— Certeza?
— Bom, acho que não. Mas a gente tenta, pelo menos.
— A gente tentou ano passado, lembra?
— É.
— Não deu em nada.
— É.
— Os dois largadões lá no meio sem saber o que fazer.
— É.
— Olhando um para a cara do outro. No mesmo lugar durante duas horas.
— Se ao menos a gente soubesse dançar.
— E quem ia querer dançar com a gente?
— Pior. Fiascaço.
— E como!
— Melhor deixar essa ideia pra lá, né?
— Melhor mesmo.
— Mas, o que eu faço nessa porcaria de sábado?
— Ah, sei lá. Faça o mesmo que eu.
— OK.
Desligou, e foi ler um livro.
Um saco!

De acordo com o texto, pode-se compreender que a palavra “Fiascaço.” significa
Alternativas
Q3962112 Português
Leia o texto para responder às próximas seis questões.
Os antissociais. (Juliano Martins).
— Alô?
— E aí?
— Fala, grande.
— Que tá fazendo?
— Nada. Debaixo das cobertas.
— Hum. Sei.
— E você?
— Na mesma.
— Um saco, hein!
— Pois é. Liguei pra isso.
— Isso o quê?
— Ah, sei lá. Esse tédio.
— Pra variar né?
— Vontade acabar com isso tudo.
— Isso tudo o quê?
— Com esse tédio, cara.
— Vá ler um livro.
— Outro?
— É, um saco!
— E como! Já foram três essa semana!
— Poxa.
— Tá a fim de sair?
— Nem. Pra onde?
— A festa da facul.
— Ah, nem vou. Tô debaixo das cobertas.
— Só sair daí.
— Nem. Só saio daqui amanhã cedo.
— Eu tô a fim de ir.
— Você vai?
— Não disse que vou. Disse que estou com vontade.
— Mas você vai?
— Ah, sei lá.
— Fazer o que lá, cara?
— Fazer o que aqui?
— Vá ler um livro.
— Você não se incomoda com isso?
— Isso o quê?
— Ficar dias e dias enfiado nesse quarto. Você é um ser humano ou uma ameba?
— Ó quem fala.
— É disso que estou falando.
— Eu não sou uma ameba.
— Amebas são mais sociáveis, isso sim.
— São?
— Devem ser. São mais populares que nós, pelo menos.
— Se são. Você vai?
— Pensando. Dá medo.
— E eu não sei?
— Vai ter muita gente estranha lá.
— E como! Você vai?
— Se você for, eu vou.
— Eu não vou.
— Por que não?
— Nem a pau. Muita gente. Gente estranha.
— A gente se enturma.
— Certeza?
— Bom, acho que não. Mas a gente tenta, pelo menos.
— A gente tentou ano passado, lembra?
— É.
— Não deu em nada.
— É.
— Os dois largadões lá no meio sem saber o que fazer.
— É.
— Olhando um para a cara do outro. No mesmo lugar durante duas horas.
— Se ao menos a gente soubesse dançar.
— E quem ia querer dançar com a gente?
— Pior. Fiascaço.
— E como!
— Melhor deixar essa ideia pra lá, né?
— Melhor mesmo.
— Mas, o que eu faço nessa porcaria de sábado?
— Ah, sei lá. Faça o mesmo que eu.
— OK.
Desligou, e foi ler um livro.
Um saco!

No período do texto “Mas você vai?”, temos uma oração:
Alternativas
Q3962111 Português
Leia o texto para responder às próximas seis questões.
Os antissociais. (Juliano Martins).
— Alô?
— E aí?
— Fala, grande.
— Que tá fazendo?
— Nada. Debaixo das cobertas.
— Hum. Sei.
— E você?
— Na mesma.
— Um saco, hein!
— Pois é. Liguei pra isso.
— Isso o quê?
— Ah, sei lá. Esse tédio.
— Pra variar né?
— Vontade acabar com isso tudo.
— Isso tudo o quê?
— Com esse tédio, cara.
— Vá ler um livro.
— Outro?
— É, um saco!
— E como! Já foram três essa semana!
— Poxa.
— Tá a fim de sair?
— Nem. Pra onde?
— A festa da facul.
— Ah, nem vou. Tô debaixo das cobertas.
— Só sair daí.
— Nem. Só saio daqui amanhã cedo.
— Eu tô a fim de ir.
— Você vai?
— Não disse que vou. Disse que estou com vontade.
— Mas você vai?
— Ah, sei lá.
— Fazer o que lá, cara?
— Fazer o que aqui?
— Vá ler um livro.
— Você não se incomoda com isso?
— Isso o quê?
— Ficar dias e dias enfiado nesse quarto. Você é um ser humano ou uma ameba?
— Ó quem fala.
— É disso que estou falando.
— Eu não sou uma ameba.
— Amebas são mais sociáveis, isso sim.
— São?
— Devem ser. São mais populares que nós, pelo menos.
— Se são. Você vai?
— Pensando. Dá medo.
— E eu não sei?
— Vai ter muita gente estranha lá.
— E como! Você vai?
— Se você for, eu vou.
— Eu não vou.
— Por que não?
— Nem a pau. Muita gente. Gente estranha.
— A gente se enturma.
— Certeza?
— Bom, acho que não. Mas a gente tenta, pelo menos.
— A gente tentou ano passado, lembra?
— É.
— Não deu em nada.
— É.
— Os dois largadões lá no meio sem saber o que fazer.
— É.
— Olhando um para a cara do outro. No mesmo lugar durante duas horas.
— Se ao menos a gente soubesse dançar.
— E quem ia querer dançar com a gente?
— Pior. Fiascaço.
— E como!
— Melhor deixar essa ideia pra lá, né?
— Melhor mesmo.
— Mas, o que eu faço nessa porcaria de sábado?
— Ah, sei lá. Faça o mesmo que eu.
— OK.
Desligou, e foi ler um livro.
Um saco!

Ainda no texto, designe a alternativa, onde temos, sequencialmente, monossílabo, dissílabo, trissílabo e polissílabo.
Alternativas
Q3962110 Português
Leia o texto para responder às próximas seis questões.
Os antissociais. (Juliano Martins).
— Alô?
— E aí?
— Fala, grande.
— Que tá fazendo?
— Nada. Debaixo das cobertas.
— Hum. Sei.
— E você?
— Na mesma.
— Um saco, hein!
— Pois é. Liguei pra isso.
— Isso o quê?
— Ah, sei lá. Esse tédio.
— Pra variar né?
— Vontade acabar com isso tudo.
— Isso tudo o quê?
— Com esse tédio, cara.
— Vá ler um livro.
— Outro?
— É, um saco!
— E como! Já foram três essa semana!
— Poxa.
— Tá a fim de sair?
— Nem. Pra onde?
— A festa da facul.
— Ah, nem vou. Tô debaixo das cobertas.
— Só sair daí.
— Nem. Só saio daqui amanhã cedo.
— Eu tô a fim de ir.
— Você vai?
— Não disse que vou. Disse que estou com vontade.
— Mas você vai?
— Ah, sei lá.
— Fazer o que lá, cara?
— Fazer o que aqui?
— Vá ler um livro.
— Você não se incomoda com isso?
— Isso o quê?
— Ficar dias e dias enfiado nesse quarto. Você é um ser humano ou uma ameba?
— Ó quem fala.
— É disso que estou falando.
— Eu não sou uma ameba.
— Amebas são mais sociáveis, isso sim.
— São?
— Devem ser. São mais populares que nós, pelo menos.
— Se são. Você vai?
— Pensando. Dá medo.
— E eu não sei?
— Vai ter muita gente estranha lá.
— E como! Você vai?
— Se você for, eu vou.
— Eu não vou.
— Por que não?
— Nem a pau. Muita gente. Gente estranha.
— A gente se enturma.
— Certeza?
— Bom, acho que não. Mas a gente tenta, pelo menos.
— A gente tentou ano passado, lembra?
— É.
— Não deu em nada.
— É.
— Os dois largadões lá no meio sem saber o que fazer.
— É.
— Olhando um para a cara do outro. No mesmo lugar durante duas horas.
— Se ao menos a gente soubesse dançar.
— E quem ia querer dançar com a gente?
— Pior. Fiascaço.
— E como!
— Melhor deixar essa ideia pra lá, né?
— Melhor mesmo.
— Mas, o que eu faço nessa porcaria de sábado?
— Ah, sei lá. Faça o mesmo que eu.
— OK.
Desligou, e foi ler um livro.
Um saco!

Quanto à correta separação de sílabas, nas palavras do texto (tédio, daí, meio, ideia), assinale a alternativa devida. 
Alternativas
Q3962109 Português
Leia o texto para responder às próximas seis questões.
Os antissociais. (Juliano Martins).
— Alô?
— E aí?
— Fala, grande.
— Que tá fazendo?
— Nada. Debaixo das cobertas.
— Hum. Sei.
— E você?
— Na mesma.
— Um saco, hein!
— Pois é. Liguei pra isso.
— Isso o quê?
— Ah, sei lá. Esse tédio.
— Pra variar né?
— Vontade acabar com isso tudo.
— Isso tudo o quê?
— Com esse tédio, cara.
— Vá ler um livro.
— Outro?
— É, um saco!
— E como! Já foram três essa semana!
— Poxa.
— Tá a fim de sair?
— Nem. Pra onde?
— A festa da facul.
— Ah, nem vou. Tô debaixo das cobertas.
— Só sair daí.
— Nem. Só saio daqui amanhã cedo.
— Eu tô a fim de ir.
— Você vai?
— Não disse que vou. Disse que estou com vontade.
— Mas você vai?
— Ah, sei lá.
— Fazer o que lá, cara?
— Fazer o que aqui?
— Vá ler um livro.
— Você não se incomoda com isso?
— Isso o quê?
— Ficar dias e dias enfiado nesse quarto. Você é um ser humano ou uma ameba?
— Ó quem fala.
— É disso que estou falando.
— Eu não sou uma ameba.
— Amebas são mais sociáveis, isso sim.
— São?
— Devem ser. São mais populares que nós, pelo menos.
— Se são. Você vai?
— Pensando. Dá medo.
— E eu não sei?
— Vai ter muita gente estranha lá.
— E como! Você vai?
— Se você for, eu vou.
— Eu não vou.
— Por que não?
— Nem a pau. Muita gente. Gente estranha.
— A gente se enturma.
— Certeza?
— Bom, acho que não. Mas a gente tenta, pelo menos.
— A gente tentou ano passado, lembra?
— É.
— Não deu em nada.
— É.
— Os dois largadões lá no meio sem saber o que fazer.
— É.
— Olhando um para a cara do outro. No mesmo lugar durante duas horas.
— Se ao menos a gente soubesse dançar.
— E quem ia querer dançar com a gente?
— Pior. Fiascaço.
— E como!
— Melhor deixar essa ideia pra lá, né?
— Melhor mesmo.
— Mas, o que eu faço nessa porcaria de sábado?
— Ah, sei lá. Faça o mesmo que eu.
— OK.
Desligou, e foi ler um livro.
Um saco!

Tratando-se de encontros vocálicos, as palavras do texto (debaixo, pois, pau, dois) são:
Alternativas
Q3962108 Português
Leia o texto para responder às próximas seis questões.
Os antissociais. (Juliano Martins).
— Alô?
— E aí?
— Fala, grande.
— Que tá fazendo?
— Nada. Debaixo das cobertas.
— Hum. Sei.
— E você?
— Na mesma.
— Um saco, hein!
— Pois é. Liguei pra isso.
— Isso o quê?
— Ah, sei lá. Esse tédio.
— Pra variar né?
— Vontade acabar com isso tudo.
— Isso tudo o quê?
— Com esse tédio, cara.
— Vá ler um livro.
— Outro?
— É, um saco!
— E como! Já foram três essa semana!
— Poxa.
— Tá a fim de sair?
— Nem. Pra onde?
— A festa da facul.
— Ah, nem vou. Tô debaixo das cobertas.
— Só sair daí.
— Nem. Só saio daqui amanhã cedo.
— Eu tô a fim de ir.
— Você vai?
— Não disse que vou. Disse que estou com vontade.
— Mas você vai?
— Ah, sei lá.
— Fazer o que lá, cara?
— Fazer o que aqui?
— Vá ler um livro.
— Você não se incomoda com isso?
— Isso o quê?
— Ficar dias e dias enfiado nesse quarto. Você é um ser humano ou uma ameba?
— Ó quem fala.
— É disso que estou falando.
— Eu não sou uma ameba.
— Amebas são mais sociáveis, isso sim.
— São?
— Devem ser. São mais populares que nós, pelo menos.
— Se são. Você vai?
— Pensando. Dá medo.
— E eu não sei?
— Vai ter muita gente estranha lá.
— E como! Você vai?
— Se você for, eu vou.
— Eu não vou.
— Por que não?
— Nem a pau. Muita gente. Gente estranha.
— A gente se enturma.
— Certeza?
— Bom, acho que não. Mas a gente tenta, pelo menos.
— A gente tentou ano passado, lembra?
— É.
— Não deu em nada.
— É.
— Os dois largadões lá no meio sem saber o que fazer.
— É.
— Olhando um para a cara do outro. No mesmo lugar durante duas horas.
— Se ao menos a gente soubesse dançar.
— E quem ia querer dançar com a gente?
— Pior. Fiascaço.
— E como!
— Melhor deixar essa ideia pra lá, né?
— Melhor mesmo.
— Mas, o que eu faço nessa porcaria de sábado?
— Ah, sei lá. Faça o mesmo que eu.
— OK.
Desligou, e foi ler um livro.
Um saco!

Considerando-se as ideias do texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3962007 Português
Imagem associada para resolução da questão


BECK. Armandinho. Disponível em <https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/propag anda>.

Nos quadrinhos acima, as formas verbais “ligam” e “querem” remetem a um sujeito:
Alternativas
Q3962005 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada se refere a algo mencionado posteriormente no mesmo enunciado: 
Alternativas
Q3962004 Português
“Mesmo que ele quisesse, não faria tamanho sacrifício por tão pouca coisa.”
A forma verbal destacada no período acima indica uma ação:
Alternativas
Q3962003 Português
“A vida, mais do que a leitura, foi fundamental para a minha escrita.” (Milton Hatoum)
Assinale a alternativa cuja forma reescrita do pensamento acima altera o seu significado básico original.
Alternativas
Q3962002 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada introduz o sentido de causa.
Alternativas
Q3962001 Português
Saudade não é nostalgia


     Quando escrevo sobre fatos ou lembranças da minha vida é comum me perguntarem se eu queria que o tempo voltasse, para viver como no tempo que passou, só que nos dias de hoje.

        Não, eu não quero que o passado volte, nem que o ontem seja de novo o tempo de hoje. A vida anda para frente. Cada momento é único e não tem volta, nem resgate. Sua lembrança fica para sempre, ainda mais quando é uma recordação gostosa de pessoas, de situações, de lugares, em instantes em que a vida pegou leve e por isso sua recordação é boa e vem sem aviso, como que para mostrar que sua vida é boa e que valeu a pena.

      Quem sou eu para achar que o que aconteceu antes pode substituir o que acontece agora ou vai acontecer depois? Não, não quero reviver o passado, nem tentar ressuscitar o que teve seu momento, mas agora é a lembrança de uma coisa que passou e que por isso não volta mais.

     O que passou fica na prateleira das lembranças. Não há volta, não há possibilidade de retorno porque não há como reviver o que já foi vivido. Mesmo que você faça acontecer de novo, exatamente da mesma maneira como aconteceu antes, será outro momento, outro tempo, e as pessoas também terão mudado. Não será nunca a continuação de alguma coisa que vive na lembrança. Será um momento novo, que pode ser maravilhoso, mas será outro momento, outra experiência, outro instante na sequência da vida.

       Uma coisa é a saudade saudável, que chega em lembranças boas de uma vida boa; outra é a nostalgia amarga de um tempo que passou, mas que a pessoa quer reviver porque acha que foi melhor do que o agora.

       Eu não quero o passado de volta. Quero que ele permaneça passado, para que minha história, o meu aprendizado, as experiências, os momentos, os fatos e os feitos pautem o caminho, para que eu viva melhor o presente.


MENDONÇA, Antônio Penteado. Saudade não é
nostalgia. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2019/06/05/sau
dade-nao-e-nostalgia/>. 
Assinale a alternativa cujo trecho apresenta uso de palavra em sentido figurado. 
Alternativas
Q3962000 Português
Saudade não é nostalgia


     Quando escrevo sobre fatos ou lembranças da minha vida é comum me perguntarem se eu queria que o tempo voltasse, para viver como no tempo que passou, só que nos dias de hoje.

        Não, eu não quero que o passado volte, nem que o ontem seja de novo o tempo de hoje. A vida anda para frente. Cada momento é único e não tem volta, nem resgate. Sua lembrança fica para sempre, ainda mais quando é uma recordação gostosa de pessoas, de situações, de lugares, em instantes em que a vida pegou leve e por isso sua recordação é boa e vem sem aviso, como que para mostrar que sua vida é boa e que valeu a pena.

      Quem sou eu para achar que o que aconteceu antes pode substituir o que acontece agora ou vai acontecer depois? Não, não quero reviver o passado, nem tentar ressuscitar o que teve seu momento, mas agora é a lembrança de uma coisa que passou e que por isso não volta mais.

     O que passou fica na prateleira das lembranças. Não há volta, não há possibilidade de retorno porque não há como reviver o que já foi vivido. Mesmo que você faça acontecer de novo, exatamente da mesma maneira como aconteceu antes, será outro momento, outro tempo, e as pessoas também terão mudado. Não será nunca a continuação de alguma coisa que vive na lembrança. Será um momento novo, que pode ser maravilhoso, mas será outro momento, outra experiência, outro instante na sequência da vida.

       Uma coisa é a saudade saudável, que chega em lembranças boas de uma vida boa; outra é a nostalgia amarga de um tempo que passou, mas que a pessoa quer reviver porque acha que foi melhor do que o agora.

       Eu não quero o passado de volta. Quero que ele permaneça passado, para que minha história, o meu aprendizado, as experiências, os momentos, os fatos e os feitos pautem o caminho, para que eu viva melhor o presente.


MENDONÇA, Antônio Penteado. Saudade não é
nostalgia. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2019/06/05/sau
dade-nao-e-nostalgia/>. 
O sentimento de “nostalgia” é corretamente definido como: 
Alternativas
Q3961999 Português
Saudade não é nostalgia


     Quando escrevo sobre fatos ou lembranças da minha vida é comum me perguntarem se eu queria que o tempo voltasse, para viver como no tempo que passou, só que nos dias de hoje.

        Não, eu não quero que o passado volte, nem que o ontem seja de novo o tempo de hoje. A vida anda para frente. Cada momento é único e não tem volta, nem resgate. Sua lembrança fica para sempre, ainda mais quando é uma recordação gostosa de pessoas, de situações, de lugares, em instantes em que a vida pegou leve e por isso sua recordação é boa e vem sem aviso, como que para mostrar que sua vida é boa e que valeu a pena.

      Quem sou eu para achar que o que aconteceu antes pode substituir o que acontece agora ou vai acontecer depois? Não, não quero reviver o passado, nem tentar ressuscitar o que teve seu momento, mas agora é a lembrança de uma coisa que passou e que por isso não volta mais.

     O que passou fica na prateleira das lembranças. Não há volta, não há possibilidade de retorno porque não há como reviver o que já foi vivido. Mesmo que você faça acontecer de novo, exatamente da mesma maneira como aconteceu antes, será outro momento, outro tempo, e as pessoas também terão mudado. Não será nunca a continuação de alguma coisa que vive na lembrança. Será um momento novo, que pode ser maravilhoso, mas será outro momento, outra experiência, outro instante na sequência da vida.

       Uma coisa é a saudade saudável, que chega em lembranças boas de uma vida boa; outra é a nostalgia amarga de um tempo que passou, mas que a pessoa quer reviver porque acha que foi melhor do que o agora.

       Eu não quero o passado de volta. Quero que ele permaneça passado, para que minha história, o meu aprendizado, as experiências, os momentos, os fatos e os feitos pautem o caminho, para que eu viva melhor o presente.


MENDONÇA, Antônio Penteado. Saudade não é
nostalgia. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2019/06/05/sau
dade-nao-e-nostalgia/>. 
No texto “Saudade não é nostalgia”, predomina a narração em:
Alternativas
Q3961948 Português
Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades sanitárias, mas risco de propagação em outros territórios é considerado baixo

Médica infectologista da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o vírus e descarta pandemia

Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah, doença infecciosa que tem causado preocupação na população mundial. Somente no estado indiano de Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros, espécie que se alimenta de frutas e que funciona como um reservatório natural do vírus – encontram animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois da propagação para os suínos, o contato frequente entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.

Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se a doença poderia se espalhar para outros territórios, incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no continente americano são diferentes das que existem no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil, pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A espécie de morcego descrita não é encontrada nas Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e Oceania”, afirma.

[…]

Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
Assinale a alternativa em que o emprego de onde e aonde está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa e o Manual de Redação Oficial de Santa Catarina.
Alternativas
Respostas
11981: B
11982: D
11983: C
11984: C
11985: D
11986: C
11987: C
11988: C
11989: C
11990: B
11991: D
11992: D
11993: C
11994: E
11995: D
11996: C
11997: B
11998: A
11999: B
12000: D