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Questões de Concurso Sobre português

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Q3473774 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


Estamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente.

De acordo com o texto base, o que envolve o processo descrito no texto?
Alternativas
Q3473773 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


Não há palmeiras, nem vegetação exuberante, prossegue ela. Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.

Assinale a opção correta quanto à divisão silábica.
Alternativas
Q3473772 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados.

O número de preposições presentes na frase é de: 
Alternativas
Q3473771 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.

Assinale a opção que contenha uma conjunção:
Alternativas
Q3473770 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.

Assinale a opção que contenha apenas substantivos:
Alternativas
Q3473769 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


Mas é nas águas rasas do 'arquipélago' dos Abrolhos no litoral da Austrália [...].

O coletivo do vocábulo destacado é: 
Alternativas
Q3473768 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


'Queríamos' que fosse algo que 'pudéssemos' produzir em massa, a preço razoável.

Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:
Alternativas
Q3473767 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota.

Assinale a opção que contenha um advérbio:
Alternativas
Q3473766 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, 'mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta'.

A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3473765 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar.

Em relação ao artigos simples, é correto afirmar que há:
Alternativas
Q3473764 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, 'formando as bases dos recifes' que observamos hoje em dia.

A expressão destacada trata-se de uma oração: 
Alternativas
Q3473763 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


A bióloga marinha Taryn Foster trabalha para recuperar os recifes de corais nas águas do Oceano Índico, a oeste da Austrália.

Assinale a opção correta de acordo com o texto base.
Alternativas
Q3473762 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano.

Em relação às vozes verbais, a frase encontra-se na voz:
Alternativas
Q3473761 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


Não há palmeiras, nem vegetação exuberante, prossegue ela. Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.

De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3473760 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Corais danificados pelo aquecimento global são recuperados 


"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália. 


"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, vê todas essas espécies de corais e peixes tropicais.


Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais. Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.


Os recifes de coral cobrem apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta. Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram sujeitos a doenças mortais.


Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento. Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral, um aumento de 1,5°C da temperatura da água causa perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas afirmam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.


"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas. "Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas têm efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções." 


Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho é lento, de alto custo e apenas uma fração dos recifes ameaçados recebe ajuda. Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster testa um sistema que, segundo ela, reviverá os recifes com mais rapidez.


O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano. Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.


"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota." Até o momento, os resultados foram animadores.


"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas crescem maravilhosamente." 

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72j3n9x88zo.adaptado.


Todas elas crescem maravilhosamente.



O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

Alternativas
Q3471702 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Esquecer é uma função normal da memória

Esquecer-se de coisas no dia a dia pode ser um pouco irritante ou, à medida que envelhecemos, um pouco assustador. Mas é parte da função normal da memória, permitindo-nos seguir em frente ou abrir espaço para novas informações.

As nossas memórias não são, na verdade, tão confiáveis quanto pensamos. Mas que nível de esquecimento é normal? Analisemos as evidências.

Quando nos lembramos de algo, nossos cérebros precisam aprender a memória, mantê-la segura e recuperá-la quando necessário. E o esquecimento ocorre em qualquer parte desse processo.

Ao receber informação sensorial pela primeira vez, o cérebro não processa tudo. Assim, usamos nossa atenção para filtrar as informações importantes.

Isso significa que, quando codificamos nossas experiências, codificamos principalmente aquilo em que prestamos atenção.

Quando alguém se apresenta em um jantar enquanto prestamos atenção em outra coisa, não codificamos o nome. É uma falha de memória, mas é totalmente normal e bastante comum.

Hábitos e estrutura, como sempre colocar as chaves no mesmo lugar para que não tenhamos que codificar sua localização, ajudam-nos a contornar o problema.

Ensaiar também é importante para a memória. As memórias que mais duram são aquelas que ensaiamos e recontamos, embora, muitas vezes, adaptamo-las a cada releitura e, provavelmente, nos lembremos do último ensaio em vez do evento real em si.

Na década de 1880, o psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus ensinou a um grupo de pessoas sílabas sem sentido, que elas nunca tinham ouvido antes, e analisou o quanto lembraram delas ao longo do tempo. Ele mostrou que, sem ensaio, a maior parte da nossa memória desaparece dentro de um ou dois dias.

No entanto, as pessoas que ensaiaram as sílabas, repetindo-as em intervalos regulares, puderam lembrar por mais de um dia o número de sílabas.

Mas essa necessidade de ensaio pode ser outra causa do esquecimento diário. Quando vamos ao supermercado, codificamos onde estacionamos o carro, mas quando entramos na loja, ocupamo-nos de outras coisas que precisamos lembrar, como nossa lista de compras. Como resultado, esquecemos a localização do carro.

Outra coisa que nos revela característica do esquecimento: podemos esquecer informações específicas, mas lembrar da essência. Quando saímos da loja e percebemos que não lembramos onde estacionamos o carro, provavelmente lembramos se era à esquerda ou à direita da porta da loja, no limite do estacionamento ou mais para o centro.

E, assim, em vez de ter que percorrer todo o estacionamento até encontrá-lo, fazemos a busca em uma área relativamente definida.

À medida que as pessoas envelhecem, elas se preocupam mais com a memória. É verdade que nosso esquecimento se torna mais pronunciado.

Quanto mais tempo vivemos, temos mais experiências e lembranças. Mas as experiências têm muito em comum, o que significa que pode se tornar complicado separar esses eventos em nossa memória.

Se você só passou férias na praia na Espanha uma vez, você se lembrará com grande clareza. Agora, se você já foi de férias para a Espanha muitas vezes, visitou diversas cidades em momentos diferentes, lembrar se algo aconteceu na primeira vez em Barcelona ou na segunda, ou se seu irmão estava nas férias em Maiorca ou Ibiza, torna-se mais desafiador.

A sobreposição de memórias, ou interferência, atrapalha a recuperação de informação. Imagine arquivar documentos no seu computador. Ao iniciar o processo, você tem um sistema claro, em que saberá onde encontrar cada documento que guardar.

Mas à medida que mais e mais documentos entram, fica difícil decidir a qual das pastas ele pertence. Você também começa a colocar muitos documentos em uma pasta porque todos eles estão relacionados a um mesmo item.

Isso significa que, com o tempo, torna-se difícil recuperar o documento certo quando precisar dele, seja porque você não consegue saber onde o colocou, ou porque sabe onde ele deve estar, mas há muitas outras coisas para pesquisar.

Mas não esquecer também pode ser perturbador. O transtorno de estresse pós-traumático é um exemplo de uma situação em que as pessoas não conseguem esquecer. A memória é persistente, não desaparece e, muitas vezes, interrompe a vida diária.

Há experiências semelhantes com memórias persistentes no luto ou em casos de depressão, condições que dificultam o esquecimento de informações negativas, quando esquecer seria extremamente útil.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72gx0x7zl1o.adaptado.
Na década de 1880, o psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus ensinou a um grupo de pessoas sílabas sem sentido.
Sintaticamente, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3471696 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Esquecer é uma função normal da memória

Esquecer-se de coisas no dia a dia pode ser um pouco irritante ou, à medida que envelhecemos, um pouco assustador. Mas é parte da função normal da memória, permitindo-nos seguir em frente ou abrir espaço para novas informações.

As nossas memórias não são, na verdade, tão confiáveis quanto pensamos. Mas que nível de esquecimento é normal? Analisemos as evidências.

Quando nos lembramos de algo, nossos cérebros precisam aprender a memória, mantê-la segura e recuperá-la quando necessário. E o esquecimento ocorre em qualquer parte desse processo.

Ao receber informação sensorial pela primeira vez, o cérebro não processa tudo. Assim, usamos nossa atenção para filtrar as informações importantes.

Isso significa que, quando codificamos nossas experiências, codificamos principalmente aquilo em que prestamos atenção.

Quando alguém se apresenta em um jantar enquanto prestamos atenção em outra coisa, não codificamos o nome. É uma falha de memória, mas é totalmente normal e bastante comum.

Hábitos e estrutura, como sempre colocar as chaves no mesmo lugar para que não tenhamos que codificar sua localização, ajudam-nos a contornar o problema.

Ensaiar também é importante para a memória. As memórias que mais duram são aquelas que ensaiamos e recontamos, embora, muitas vezes, adaptamo-las a cada releitura e, provavelmente, nos lembremos do último ensaio em vez do evento real em si.

Na década de 1880, o psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus ensinou a um grupo de pessoas sílabas sem sentido, que elas nunca tinham ouvido antes, e analisou o quanto lembraram delas ao longo do tempo. Ele mostrou que, sem ensaio, a maior parte da nossa memória desaparece dentro de um ou dois dias.

No entanto, as pessoas que ensaiaram as sílabas, repetindo-as em intervalos regulares, puderam lembrar por mais de um dia o número de sílabas.

Mas essa necessidade de ensaio pode ser outra causa do esquecimento diário. Quando vamos ao supermercado, codificamos onde estacionamos o carro, mas quando entramos na loja, ocupamo-nos de outras coisas que precisamos lembrar, como nossa lista de compras. Como resultado, esquecemos a localização do carro.

Outra coisa que nos revela característica do esquecimento: podemos esquecer informações específicas, mas lembrar da essência. Quando saímos da loja e percebemos que não lembramos onde estacionamos o carro, provavelmente lembramos se era à esquerda ou à direita da porta da loja, no limite do estacionamento ou mais para o centro.

E, assim, em vez de ter que percorrer todo o estacionamento até encontrá-lo, fazemos a busca em uma área relativamente definida.

À medida que as pessoas envelhecem, elas se preocupam mais com a memória. É verdade que nosso esquecimento se torna mais pronunciado.

Quanto mais tempo vivemos, temos mais experiências e lembranças. Mas as experiências têm muito em comum, o que significa que pode se tornar complicado separar esses eventos em nossa memória.

Se você só passou férias na praia na Espanha uma vez, você se lembrará com grande clareza. Agora, se você já foi de férias para a Espanha muitas vezes, visitou diversas cidades em momentos diferentes, lembrar se algo aconteceu na primeira vez em Barcelona ou na segunda, ou se seu irmão estava nas férias em Maiorca ou Ibiza, torna-se mais desafiador.

A sobreposição de memórias, ou interferência, atrapalha a recuperação de informação. Imagine arquivar documentos no seu computador. Ao iniciar o processo, você tem um sistema claro, em que saberá onde encontrar cada documento que guardar.

Mas à medida que mais e mais documentos entram, fica difícil decidir a qual das pastas ele pertence. Você também começa a colocar muitos documentos em uma pasta porque todos eles estão relacionados a um mesmo item.

Isso significa que, com o tempo, torna-se difícil recuperar o documento certo quando precisar dele, seja porque você não consegue saber onde o colocou, ou porque sabe onde ele deve estar, mas há muitas outras coisas para pesquisar.

Mas não esquecer também pode ser perturbador. O transtorno de estresse pós-traumático é um exemplo de uma situação em que as pessoas não conseguem esquecer. A memória é persistente, não desaparece e, muitas vezes, interrompe a vida diária.

Há experiências semelhantes com memórias persistentes no luto ou em casos de depressão, condições que dificultam o esquecimento de informações negativas, quando esquecer seria extremamente útil.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72gx0x7zl1o.adaptado.
'Por que' esquecer é uma função normal da memória
Assinale a opção correta do termo destacado de acordo com as regras gramaticais: 
Alternativas
Q3471695 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Esquecer é uma função normal da memória

Esquecer-se de coisas no dia a dia pode ser um pouco irritante ou, à medida que envelhecemos, um pouco assustador. Mas é parte da função normal da memória, permitindo-nos seguir em frente ou abrir espaço para novas informações.

As nossas memórias não são, na verdade, tão confiáveis quanto pensamos. Mas que nível de esquecimento é normal? Analisemos as evidências.

Quando nos lembramos de algo, nossos cérebros precisam aprender a memória, mantê-la segura e recuperá-la quando necessário. E o esquecimento ocorre em qualquer parte desse processo.

Ao receber informação sensorial pela primeira vez, o cérebro não processa tudo. Assim, usamos nossa atenção para filtrar as informações importantes.

Isso significa que, quando codificamos nossas experiências, codificamos principalmente aquilo em que prestamos atenção.

Quando alguém se apresenta em um jantar enquanto prestamos atenção em outra coisa, não codificamos o nome. É uma falha de memória, mas é totalmente normal e bastante comum.

Hábitos e estrutura, como sempre colocar as chaves no mesmo lugar para que não tenhamos que codificar sua localização, ajudam-nos a contornar o problema.

Ensaiar também é importante para a memória. As memórias que mais duram são aquelas que ensaiamos e recontamos, embora, muitas vezes, adaptamo-las a cada releitura e, provavelmente, nos lembremos do último ensaio em vez do evento real em si.

Na década de 1880, o psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus ensinou a um grupo de pessoas sílabas sem sentido, que elas nunca tinham ouvido antes, e analisou o quanto lembraram delas ao longo do tempo. Ele mostrou que, sem ensaio, a maior parte da nossa memória desaparece dentro de um ou dois dias.

No entanto, as pessoas que ensaiaram as sílabas, repetindo-as em intervalos regulares, puderam lembrar por mais de um dia o número de sílabas.

Mas essa necessidade de ensaio pode ser outra causa do esquecimento diário. Quando vamos ao supermercado, codificamos onde estacionamos o carro, mas quando entramos na loja, ocupamo-nos de outras coisas que precisamos lembrar, como nossa lista de compras. Como resultado, esquecemos a localização do carro.

Outra coisa que nos revela característica do esquecimento: podemos esquecer informações específicas, mas lembrar da essência. Quando saímos da loja e percebemos que não lembramos onde estacionamos o carro, provavelmente lembramos se era à esquerda ou à direita da porta da loja, no limite do estacionamento ou mais para o centro.

E, assim, em vez de ter que percorrer todo o estacionamento até encontrá-lo, fazemos a busca em uma área relativamente definida.

À medida que as pessoas envelhecem, elas se preocupam mais com a memória. É verdade que nosso esquecimento se torna mais pronunciado.

Quanto mais tempo vivemos, temos mais experiências e lembranças. Mas as experiências têm muito em comum, o que significa que pode se tornar complicado separar esses eventos em nossa memória.

Se você só passou férias na praia na Espanha uma vez, você se lembrará com grande clareza. Agora, se você já foi de férias para a Espanha muitas vezes, visitou diversas cidades em momentos diferentes, lembrar se algo aconteceu na primeira vez em Barcelona ou na segunda, ou se seu irmão estava nas férias em Maiorca ou Ibiza, torna-se mais desafiador.

A sobreposição de memórias, ou interferência, atrapalha a recuperação de informação. Imagine arquivar documentos no seu computador. Ao iniciar o processo, você tem um sistema claro, em que saberá onde encontrar cada documento que guardar.

Mas à medida que mais e mais documentos entram, fica difícil decidir a qual das pastas ele pertence. Você também começa a colocar muitos documentos em uma pasta porque todos eles estão relacionados a um mesmo item.

Isso significa que, com o tempo, torna-se difícil recuperar o documento certo quando precisar dele, seja porque você não consegue saber onde o colocou, ou porque sabe onde ele deve estar, mas há muitas outras coisas para pesquisar.

Mas não esquecer também pode ser perturbador. O transtorno de estresse pós-traumático é um exemplo de uma situação em que as pessoas não conseguem esquecer. A memória é persistente, não desaparece e, muitas vezes, interrompe a vida diária.

Há experiências semelhantes com memórias persistentes no luto ou em casos de depressão, condições que dificultam o esquecimento de informações negativas, quando esquecer seria extremamente útil.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72gx0x7zl1o.adaptado.
As memórias que mais duram são aquelas que ensaiamos e recontamos, embora, muitas vezes, adaptamo-las a cada releitura e, provavelmente, nos lembremos do último ensaio em vez do evento real em si.
Assinale o vocábulo que exerce a função de adjetivo:
Alternativas
Q3471694 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Esquecer é uma função normal da memória

Esquecer-se de coisas no dia a dia pode ser um pouco irritante ou, à medida que envelhecemos, um pouco assustador. Mas é parte da função normal da memória, permitindo-nos seguir em frente ou abrir espaço para novas informações.

As nossas memórias não são, na verdade, tão confiáveis quanto pensamos. Mas que nível de esquecimento é normal? Analisemos as evidências.

Quando nos lembramos de algo, nossos cérebros precisam aprender a memória, mantê-la segura e recuperá-la quando necessário. E o esquecimento ocorre em qualquer parte desse processo.

Ao receber informação sensorial pela primeira vez, o cérebro não processa tudo. Assim, usamos nossa atenção para filtrar as informações importantes.

Isso significa que, quando codificamos nossas experiências, codificamos principalmente aquilo em que prestamos atenção.

Quando alguém se apresenta em um jantar enquanto prestamos atenção em outra coisa, não codificamos o nome. É uma falha de memória, mas é totalmente normal e bastante comum.

Hábitos e estrutura, como sempre colocar as chaves no mesmo lugar para que não tenhamos que codificar sua localização, ajudam-nos a contornar o problema.

Ensaiar também é importante para a memória. As memórias que mais duram são aquelas que ensaiamos e recontamos, embora, muitas vezes, adaptamo-las a cada releitura e, provavelmente, nos lembremos do último ensaio em vez do evento real em si.

Na década de 1880, o psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus ensinou a um grupo de pessoas sílabas sem sentido, que elas nunca tinham ouvido antes, e analisou o quanto lembraram delas ao longo do tempo. Ele mostrou que, sem ensaio, a maior parte da nossa memória desaparece dentro de um ou dois dias.

No entanto, as pessoas que ensaiaram as sílabas, repetindo-as em intervalos regulares, puderam lembrar por mais de um dia o número de sílabas.

Mas essa necessidade de ensaio pode ser outra causa do esquecimento diário. Quando vamos ao supermercado, codificamos onde estacionamos o carro, mas quando entramos na loja, ocupamo-nos de outras coisas que precisamos lembrar, como nossa lista de compras. Como resultado, esquecemos a localização do carro.

Outra coisa que nos revela característica do esquecimento: podemos esquecer informações específicas, mas lembrar da essência. Quando saímos da loja e percebemos que não lembramos onde estacionamos o carro, provavelmente lembramos se era à esquerda ou à direita da porta da loja, no limite do estacionamento ou mais para o centro.

E, assim, em vez de ter que percorrer todo o estacionamento até encontrá-lo, fazemos a busca em uma área relativamente definida.

À medida que as pessoas envelhecem, elas se preocupam mais com a memória. É verdade que nosso esquecimento se torna mais pronunciado.

Quanto mais tempo vivemos, temos mais experiências e lembranças. Mas as experiências têm muito em comum, o que significa que pode se tornar complicado separar esses eventos em nossa memória.

Se você só passou férias na praia na Espanha uma vez, você se lembrará com grande clareza. Agora, se você já foi de férias para a Espanha muitas vezes, visitou diversas cidades em momentos diferentes, lembrar se algo aconteceu na primeira vez em Barcelona ou na segunda, ou se seu irmão estava nas férias em Maiorca ou Ibiza, torna-se mais desafiador.

A sobreposição de memórias, ou interferência, atrapalha a recuperação de informação. Imagine arquivar documentos no seu computador. Ao iniciar o processo, você tem um sistema claro, em que saberá onde encontrar cada documento que guardar.

Mas à medida que mais e mais documentos entram, fica difícil decidir a qual das pastas ele pertence. Você também começa a colocar muitos documentos em uma pasta porque todos eles estão relacionados a um mesmo item.

Isso significa que, com o tempo, torna-se difícil recuperar o documento certo quando precisar dele, seja porque você não consegue saber onde o colocou, ou porque sabe onde ele deve estar, mas há muitas outras coisas para pesquisar.

Mas não esquecer também pode ser perturbador. O transtorno de estresse pós-traumático é um exemplo de uma situação em que as pessoas não conseguem esquecer. A memória é persistente, não desaparece e, muitas vezes, interrompe a vida diária.

Há experiências semelhantes com memórias persistentes no luto ou em casos de depressão, condições que dificultam o esquecimento de informações negativas, quando esquecer seria extremamente útil.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72gx0x7zl1o.adaptado.
'À medida que as pessoas envelhecem', elas se preocupam mais com a memória.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3471688 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Esquecer é uma função normal da memória

Esquecer-se de coisas no dia a dia pode ser um pouco irritante ou, à medida que envelhecemos, um pouco assustador. Mas é parte da função normal da memória, permitindo-nos seguir em frente ou abrir espaço para novas informações.

As nossas memórias não são, na verdade, tão confiáveis quanto pensamos. Mas que nível de esquecimento é normal? Analisemos as evidências.

Quando nos lembramos de algo, nossos cérebros precisam aprender a memória, mantê-la segura e recuperá-la quando necessário. E o esquecimento ocorre em qualquer parte desse processo.

Ao receber informação sensorial pela primeira vez, o cérebro não processa tudo. Assim, usamos nossa atenção para filtrar as informações importantes.

Isso significa que, quando codificamos nossas experiências, codificamos principalmente aquilo em que prestamos atenção.

Quando alguém se apresenta em um jantar enquanto prestamos atenção em outra coisa, não codificamos o nome. É uma falha de memória, mas é totalmente normal e bastante comum.

Hábitos e estrutura, como sempre colocar as chaves no mesmo lugar para que não tenhamos que codificar sua localização, ajudam-nos a contornar o problema.

Ensaiar também é importante para a memória. As memórias que mais duram são aquelas que ensaiamos e recontamos, embora, muitas vezes, adaptamo-las a cada releitura e, provavelmente, nos lembremos do último ensaio em vez do evento real em si.

Na década de 1880, o psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus ensinou a um grupo de pessoas sílabas sem sentido, que elas nunca tinham ouvido antes, e analisou o quanto lembraram delas ao longo do tempo. Ele mostrou que, sem ensaio, a maior parte da nossa memória desaparece dentro de um ou dois dias.

No entanto, as pessoas que ensaiaram as sílabas, repetindo-as em intervalos regulares, puderam lembrar por mais de um dia o número de sílabas.

Mas essa necessidade de ensaio pode ser outra causa do esquecimento diário. Quando vamos ao supermercado, codificamos onde estacionamos o carro, mas quando entramos na loja, ocupamo-nos de outras coisas que precisamos lembrar, como nossa lista de compras. Como resultado, esquecemos a localização do carro.

Outra coisa que nos revela característica do esquecimento: podemos esquecer informações específicas, mas lembrar da essência. Quando saímos da loja e percebemos que não lembramos onde estacionamos o carro, provavelmente lembramos se era à esquerda ou à direita da porta da loja, no limite do estacionamento ou mais para o centro.

E, assim, em vez de ter que percorrer todo o estacionamento até encontrá-lo, fazemos a busca em uma área relativamente definida.

À medida que as pessoas envelhecem, elas se preocupam mais com a memória. É verdade que nosso esquecimento se torna mais pronunciado.

Quanto mais tempo vivemos, temos mais experiências e lembranças. Mas as experiências têm muito em comum, o que significa que pode se tornar complicado separar esses eventos em nossa memória.

Se você só passou férias na praia na Espanha uma vez, você se lembrará com grande clareza. Agora, se você já foi de férias para a Espanha muitas vezes, visitou diversas cidades em momentos diferentes, lembrar se algo aconteceu na primeira vez em Barcelona ou na segunda, ou se seu irmão estava nas férias em Maiorca ou Ibiza, torna-se mais desafiador.

A sobreposição de memórias, ou interferência, atrapalha a recuperação de informação. Imagine arquivar documentos no seu computador. Ao iniciar o processo, você tem um sistema claro, em que saberá onde encontrar cada documento que guardar.

Mas à medida que mais e mais documentos entram, fica difícil decidir a qual das pastas ele pertence. Você também começa a colocar muitos documentos em uma pasta porque todos eles estão relacionados a um mesmo item.

Isso significa que, com o tempo, torna-se difícil recuperar o documento certo quando precisar dele, seja porque você não consegue saber onde o colocou, ou porque sabe onde ele deve estar, mas há muitas outras coisas para pesquisar.

Mas não esquecer também pode ser perturbador. O transtorno de estresse pós-traumático é um exemplo de uma situação em que as pessoas não conseguem esquecer. A memória é persistente, não desaparece e, muitas vezes, interrompe a vida diária.

Há experiências semelhantes com memórias persistentes no luto ou em casos de depressão, condições que dificultam o esquecimento de informações negativas, quando esquecer seria extremamente útil.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72gx0x7zl1o.adaptado.
Mas é parte da função normal da memória, permitindo-nos 'seguir' em frente ou abrir espaço para novas informações.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no: 
Alternativas
Respostas
48041: D
48042: D
48043: E
48044: D
48045: C
48046: C
48047: A
48048: E
48049: B
48050: E
48051: A
48052: B
48053: B
48054: C
48055: A
48056: D
48057: A
48058: E
48059: B
48060: B