Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

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Q3541251 Português

Quantas toneladas de plástico vão parar em mares, rios e lagos a cada ano?


Por Redação Galileu



(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meio-ambiente/noticia/2025/06/quantas-toneladasde-plastico-vao-parar-em-mares-rios-e-lagos-a-cada-ano.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação objetiva, distinguindo-a de opiniões pessoais.
Alternativas
Q3541224 Português
Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, as letras maiúsculas sempre devem ser utilizadas nos casos apresentados abaixo, EXCETO: 
Alternativas
Q3541223 Português
Assinale a alternativa que apresenta o verbo flexionado no tempo presente.
Alternativas
Q3541222 Português
Assinale a alternativa que apresenta a separação silábica correta.
Alternativas
Q3541221 Português
Assinale a alternativa que apresenta as palavras em correta ordem alfabética.
Alternativas
Q3541220 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresenta um dígrafo, ou seja, duas letras que representam um único som.
Alternativas
Q3541218 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas.
Alternativas
Q3541217 Português

Ter um cão ou gato pode ajudar a frear efeitos do envelhecimento no cérebro


Por Fernanda Zibordi


(Disponível em: revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/07/ter-um-cao-ou-gato-pode-ajudar-a-frearefeitos-do-envelhecimento-no-cerebro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “funções cognitivas”, a palavra sublinhada é um:
Alternativas
Q3541216 Português

Ter um cão ou gato pode ajudar a frear efeitos do envelhecimento no cérebro


Por Fernanda Zibordi


(Disponível em: revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/07/ter-um-cao-ou-gato-pode-ajudar-a-frearefeitos-do-envelhecimento-no-cerebro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

 Assinale a alternativa em que a vírgula foi usada corretamente.
Alternativas
Q3541215 Português

Ter um cão ou gato pode ajudar a frear efeitos do envelhecimento no cérebro


Por Fernanda Zibordi


(Disponível em: revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/07/ter-um-cao-ou-gato-pode-ajudar-a-frearefeitos-do-envelhecimento-no-cerebro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna tracejada da linha 11.
Alternativas
Q3541214 Português

Ter um cão ou gato pode ajudar a frear efeitos do envelhecimento no cérebro


Por Fernanda Zibordi


(Disponível em: revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/07/ter-um-cao-ou-gato-pode-ajudar-a-frearefeitos-do-envelhecimento-no-cerebro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “ter um cachorro ou gato de estimação pode ajudar na desaceleração do nosso declínio cognitivo", retirado do texto, o termo sublinhado é um: 
Alternativas
Q3541213 Português

Ter um cão ou gato pode ajudar a frear efeitos do envelhecimento no cérebro


Por Fernanda Zibordi


(Disponível em: revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/07/ter-um-cao-ou-gato-pode-ajudar-a-frearefeitos-do-envelhecimento-no-cerebro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “escolher um companheiro animal – seja ele de quatro patas, penado ou com barbatanas”, a palavra sublinhada significa que o animal:
Alternativas
Q3541212 Português

Ter um cão ou gato pode ajudar a frear efeitos do envelhecimento no cérebro


Por Fernanda Zibordi


(Disponível em: revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/07/ter-um-cao-ou-gato-pode-ajudar-a-frearefeitos-do-envelhecimento-no-cerebro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “Bichos de estimação são companheiros leais em qualquer etapa da vida”, retirado do texto, o sujeito é:
Alternativas
Q3541211 Português

Ter um cão ou gato pode ajudar a frear efeitos do envelhecimento no cérebro


Por Fernanda Zibordi


(Disponível em: revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/07/ter-um-cao-ou-gato-pode-ajudar-a-frearefeitos-do-envelhecimento-no-cerebro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “os pets podem ser fortes aliados contra os efeitos do declínio das funções cerebrais", retirado do texto, a palavra sublinhada tem o mesmo sentido de: 
Alternativas
Q3541210 Português

Ter um cão ou gato pode ajudar a frear efeitos do envelhecimento no cérebro


Por Fernanda Zibordi


(Disponível em: revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/07/ter-um-cao-ou-gato-pode-ajudar-a-frearefeitos-do-envelhecimento-no-cerebro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, ter cachorros ou gatos é benéfico porque eles:
Alternativas
Q3540689 Português

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase a seguir:



A equipe médica deve prestar socorro imediato ________________ paciente ________________ corrente sanguínea se detectou um vírus de alta transmissão, ________________ pode configurar uma ameaça ________________ saúde pública. 

Alternativas
Q3540688 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão



Bula do egoísmo gripal (1991)



    Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.


    O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.


    Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!


    Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!


(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q3540687 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão



Bula do egoísmo gripal (1991)



    Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.


    O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.


    Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!


    Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!


(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)

Foi empregada em sentido figurado a palavra ou expressão destacada em: 
Alternativas
Q3540686 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão



Bula do egoísmo gripal (1991)



    Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.


    O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.


    Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!


    Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!


(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)

Com base na leitura, é possível inferir que, no Brasil da época em que a crônica foi publicada,
Alternativas
Respostas
44281: E
44282: C
44283: A
44284: B
44285: D
44286: D
44287: C
44288: C
44289: B
44290: D
44291: E
44292: B
44293: E
44294: A
44295: E
44296: A
44297: D
44298: A
44299: E
44300: D