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Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 251.238 questões

Q4145892 Português
Considerando o emprego correto do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto.
 “uma atividade essencial para o desenvolvimento e __ aprendizagem das crianças”.  “espaços e condições para que toda criança possa brincar livremente, com respeito __ suas culturas, aos seus ritmos e modos de ser”.  “deixaram contribuições que moldaram __ compreensão moderna de que brincar é mais do que entretenimento”. 
Alternativas
Q4145891 Português
 Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “elucida” no trecho a seguir, retirado do texto.
“A pedagoga e psicóloga Diana Mouta elucida ainda o que está por trá.... da defesa do aspecto pedagógico do brincar”. 
Alternativas
Q4145890 Português
Assinale a alternativa que apresenta o sentido correto da locução conjuntiva “não é apenas ... mas ...” no trecho a seguir, retirado do texto. “
Você já deve ter ouvido falar que brincar não é apenas um passatempo, mas uma atividade essencial para o desenvolvimento”. 
Alternativas
Q4145889 Português

Leia a charge a seguir e analise as asserções a respeito de sua relação com o texto-base da prova. 

Imagem associada para resolução da questão

JUNIÃO. Charge sobre criatividade publicada originalmente no programa Escolas Transformadoras do instituto Alana (2020). Disponível em: //juniao.com.br/chargecartum/


I. Pode-se inferir que tanto o texto quanto a charge abordam a problemática envolvendo a redução do brincar em face do uso da internet.

PORQUE


II. A charge mostra alienígenas que consideram o brincar desconectado como sinal de evolução, e o texto demonstra a opinião de especialistas sobre esse assunto.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4145833 Português
O Aedes aegypti e o Aedes albopictus pertencem ao gênero Aedes e apresentam características que favorecem sua adaptação a diferentes ambientes. O Aedes aegypti possui forte associação com o ser humano, sendo considerado predominantemente urbano, embora também possa ser encontrado em áreas rurais em determinadas situações. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4145831 Português
A febre amarela é uma doença viral transmitida por mosquitos e pode ocorrer em dois ciclos epidemiológicos: urbano e silvestre. Embora apresentem formas de transmissão distintas, ambas são causadas pelo mesmo vírus e produzem manifestações clínicas semelhantes. No Brasil, a forma urbana não é registrada desde 1942, enquanto a forma silvestre continua presente em diversas regiões do país. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4145829 Português
A febre amarela silvestre é uma zoonose transmitida por mosquitos que vivem em ambientes naturais. No Brasil, os principais vetores pertencem aos gêneros Haemagogus e Sabethes. O conhecimento dos hábitos desses transmissores é fundamental para o planejamento das ações de vigilância e prevenção da doença. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4145828 Português
Na Antiguidade, a visão mágico-religiosa era predominante para explicar o processo saúde-doença. Muitas sociedades acreditavam que as enfermidades estavam relacionadas à ação de espíritos, divindades ou forças sobrenaturais. Nesse contexto, sacerdotes, feiticeiros e xamãs exerciam importante papel nos cuidados com a saúde. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4145823 Português
O modelo biomédico teve grande influência na compreensão do processo saúdedoença ao longo da história. Segundo seus críticos, esse modelo passou a explicar a doença focando principalmente nos aspectos biológicos do corpo humano, tratando-o de forma fragmentada e comparando seu funcionamento ao de uma máquina. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4145822 Português
No final da década de 1970, ganhou força uma nova forma de compreender o processo saúde-doença, conhecida como modelo sistêmico. Segundo essa concepção, a saúde é resultado da interação entre diversos elementos relacionados entre si. Assim, qualquer alteração em um desses elementos pode provocar mudanças nos demais, fazendo com que o sistema busque um novo equilíbrio. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4145820 Português
As ações de Vigilância em Saúde são fundamentais para a proteção da população e fazem parte das atribuições dos profissionais da Atenção Básica. Essas ações envolvem o acompanhamento da situação de saúde da comunidade, a prevenção de doenças e a adoção de medidas oportunas para enfrentar problemas que possam colocar a saúde coletiva em risco. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4145813 Português
Os Agentes de Combate de Endemias (ACE) desempenham importante papel como educadores em saúde, orientando a população sobre prevenção de doenças e promovendo ações de conscientização. No combate à dengue, esses profissionais realizam visitas domiciliares e orientam moradores e comerciantes sobre a eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, contribuindo para a melhoria das condições de saúde da comunidade. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4145722 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que roupas estão tão caras na Argentina


Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.


Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.


Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.


Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.


Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.


O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.


Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.


O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.


 As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.


O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.


Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.


Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam de mais tempo para adaptação.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.

O texto apresenta diferentes leituras sobre os preços das roupas na Argentina, articulando fatores tributários, abertura econômica, proteção industrial, competitividade e impactos sobre a produção nacional.


De acordo com o texto apresentado sobre o mercado têxtil argentino, analise as proposições a seguir:



I.A abertura econômica é apresentada como medida capaz de reduzir distorções de mercado, mas o texto indica que seus efeitos sobre a indústria local dependem de condições internas que ainda limitam sua competitividade.


II.A posição do governo associa a revisão das barreiras comerciais à tentativa de ampliar a concorrência, deslocando a defesa da indústria nacional para a necessidade de inovação e adaptação produtiva.


III.A crítica dos representantes do setor têxtil não se dirige apenas à entrada de produtos importados, mas à comparação entre estruturas produtivas marcadas por custos distintos.


IV.A queda da produção nacional é apresentada como consequência exclusiva da redução tarifária, já que o texto afasta a influência da carga tributária e da retração do consumo sobre o setor.



Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4145720 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que roupas estão tão caras na Argentina


Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.


Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.


Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.


Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.


Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.


O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.


Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.


O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.


 As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.


O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.


Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.


Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam de mais tempo para adaptação.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.

A construção argumentativa do texto articula diferentes posições sobre os preços das roupas na Argentina por meio de retomadas referenciais, conectivos e encadeamentos lógicos que contribuem para a progressão temática.


De acordo com o texto apresentado sobre o mercado têxtil argentino, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4145718 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que roupas estão tão caras na Argentina


Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.


Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.


Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.


Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.


Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.


O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.


Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.


O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.


 As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.


O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.


Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.


Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam de mais tempo para adaptação.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.

Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina "poderiam" custar até trinta por cento menos se "fossem" vendidas em países vizinhos.


Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:

Alternativas
Q4145677 Português
O bom profissional que cozinha não desperdiça alimentos. Usa de criatividade, por exemplo, com o arroz que não foi consumido, prepara arroz de forno ou risotos. Nesse caso, o cozinheiro: 
Alternativas
Q4145562 Português
IA ou personal trainer: qual é o futuro do treino personalizado?

        Nove em cada dez pessoas ainda querem ser acompanhadas por personal trainers humanos. É o que aponta o Relatório Global Fitness de 2026 da Les Mills, que ouviu mais de 10.000 pessoas em cinco continentes. Nesse estudo, apenas 10% preferiram a orientação de treino por inteligência artificial (IA). Entre a Geração Z e os Millennials, o índice não passa de 11%.

        Os próprios profissionais de Educação Física não sentem que serão substituídos tão cedo. Um relatório recente da ISSA mostra que 64% dos treinadores acreditam que a IA deve aumentar o valor do profissional certificado nos próximos anos.

        Isso não significa que a IA não está nas academias. Ela entrou por outra porta: o setor global de aplicativos de fitness. Esse mercado deve atingir US$ 33,6 bilhões até 2033, alavancado pela personalização por IA e integração com relógios e pulseiras inteligentes.

        Um estudo da USP investigou se a personalização por IA poderia aumentar a adesão ao exercício físico. O resultado apontou que o grupo de participantes com treinos personalizados teve 9,4 vezes mais chances de continuar praticando atividade física em comparação ao outro. “Quando o profissional conhece o perfil do praticante e prescreve os exercícios respeitando suas características, ele é capaz de promover aderência”, afirmou Rodrigo Silveira da Silva, autor do estudo, ao portal da USP.

        Em janeiro de 2026, a jornalista Amanda Smith, da CNET, fez o experimento de usar o ChatGPT em paralelo ao acompanhamento profissional. Perto dos 40 anos e se preparando para engravidar, ela quis priorizar o fortalecimento.

        Após uma avaliação corporal que apontou 37,9% de gordura, foi orientada a focar no ganho de massa muscular para melhorar o metabolismo. Com esses dados, recorreu ao ChatGPT para obter sugestões adicionais. A ferramenta indicou ajustes na dieta e no planejamento dos treinos. A IA funcionou como uma segunda camada de apoio para Smith. Contudo, as decisões finais seguiram sob a supervisão de sua treinadora.

        “Posso usar IA para considerar outras opções além do aconselhamento profissional e tirar minhas dúvidas a qualquer hora do dia. Depois, posso confirmar tudo o que aprendi com um especialista antes de fazer qualquer alteração na minha dieta ou rotina de exercícios”, escreveu Smith.

Internet:<exame.com>  (com adaptações).

No que diz respeito ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


No trecho “Quando o profissional conhece o perfil do praticante e prescreve os exercícios respeitando suas características, ele é capaz de promover aderência”, a oração que antecede a vírgula é subordinada adverbial condicional, pois indica a condição necessária para que o profissional promova a aderência à prática de exercícios físicos.

Alternativas
Q4145561 Português
IA ou personal trainer: qual é o futuro do treino personalizado?

        Nove em cada dez pessoas ainda querem ser acompanhadas por personal trainers humanos. É o que aponta o Relatório Global Fitness de 2026 da Les Mills, que ouviu mais de 10.000 pessoas em cinco continentes. Nesse estudo, apenas 10% preferiram a orientação de treino por inteligência artificial (IA). Entre a Geração Z e os Millennials, o índice não passa de 11%.

        Os próprios profissionais de Educação Física não sentem que serão substituídos tão cedo. Um relatório recente da ISSA mostra que 64% dos treinadores acreditam que a IA deve aumentar o valor do profissional certificado nos próximos anos.

        Isso não significa que a IA não está nas academias. Ela entrou por outra porta: o setor global de aplicativos de fitness. Esse mercado deve atingir US$ 33,6 bilhões até 2033, alavancado pela personalização por IA e integração com relógios e pulseiras inteligentes.

        Um estudo da USP investigou se a personalização por IA poderia aumentar a adesão ao exercício físico. O resultado apontou que o grupo de participantes com treinos personalizados teve 9,4 vezes mais chances de continuar praticando atividade física em comparação ao outro. “Quando o profissional conhece o perfil do praticante e prescreve os exercícios respeitando suas características, ele é capaz de promover aderência”, afirmou Rodrigo Silveira da Silva, autor do estudo, ao portal da USP.

        Em janeiro de 2026, a jornalista Amanda Smith, da CNET, fez o experimento de usar o ChatGPT em paralelo ao acompanhamento profissional. Perto dos 40 anos e se preparando para engravidar, ela quis priorizar o fortalecimento.

        Após uma avaliação corporal que apontou 37,9% de gordura, foi orientada a focar no ganho de massa muscular para melhorar o metabolismo. Com esses dados, recorreu ao ChatGPT para obter sugestões adicionais. A ferramenta indicou ajustes na dieta e no planejamento dos treinos. A IA funcionou como uma segunda camada de apoio para Smith. Contudo, as decisões finais seguiram sob a supervisão de sua treinadora.

        “Posso usar IA para considerar outras opções além do aconselhamento profissional e tirar minhas dúvidas a qualquer hora do dia. Depois, posso confirmar tudo o que aprendi com um especialista antes de fazer qualquer alteração na minha dieta ou rotina de exercícios”, escreveu Smith.

Internet:<exame.com>  (com adaptações).

No que diz respeito ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


Na construção “Isso não significa que a IA não está nas academias”, a dupla ocorrência do advérbio de negação “não” é um fator que não provoca contradição lógica no período.

Alternativas
Q4145560 Português
IA ou personal trainer: qual é o futuro do treino personalizado?

        Nove em cada dez pessoas ainda querem ser acompanhadas por personal trainers humanos. É o que aponta o Relatório Global Fitness de 2026 da Les Mills, que ouviu mais de 10.000 pessoas em cinco continentes. Nesse estudo, apenas 10% preferiram a orientação de treino por inteligência artificial (IA). Entre a Geração Z e os Millennials, o índice não passa de 11%.

        Os próprios profissionais de Educação Física não sentem que serão substituídos tão cedo. Um relatório recente da ISSA mostra que 64% dos treinadores acreditam que a IA deve aumentar o valor do profissional certificado nos próximos anos.

        Isso não significa que a IA não está nas academias. Ela entrou por outra porta: o setor global de aplicativos de fitness. Esse mercado deve atingir US$ 33,6 bilhões até 2033, alavancado pela personalização por IA e integração com relógios e pulseiras inteligentes.

        Um estudo da USP investigou se a personalização por IA poderia aumentar a adesão ao exercício físico. O resultado apontou que o grupo de participantes com treinos personalizados teve 9,4 vezes mais chances de continuar praticando atividade física em comparação ao outro. “Quando o profissional conhece o perfil do praticante e prescreve os exercícios respeitando suas características, ele é capaz de promover aderência”, afirmou Rodrigo Silveira da Silva, autor do estudo, ao portal da USP.

        Em janeiro de 2026, a jornalista Amanda Smith, da CNET, fez o experimento de usar o ChatGPT em paralelo ao acompanhamento profissional. Perto dos 40 anos e se preparando para engravidar, ela quis priorizar o fortalecimento.

        Após uma avaliação corporal que apontou 37,9% de gordura, foi orientada a focar no ganho de massa muscular para melhorar o metabolismo. Com esses dados, recorreu ao ChatGPT para obter sugestões adicionais. A ferramenta indicou ajustes na dieta e no planejamento dos treinos. A IA funcionou como uma segunda camada de apoio para Smith. Contudo, as decisões finais seguiram sob a supervisão de sua treinadora.

        “Posso usar IA para considerar outras opções além do aconselhamento profissional e tirar minhas dúvidas a qualquer hora do dia. Depois, posso confirmar tudo o que aprendi com um especialista antes de fazer qualquer alteração na minha dieta ou rotina de exercícios”, escreveu Smith.

Internet:<exame.com>  (com adaptações).

No que diz respeito ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


No período “Depois, posso confirmar tudo o que aprendi com um especialista antes de fazer qualquer alteração na minha dieta ou rotina de exercícios”, o termo “que” atua como palavra atrativa, justificando a próclise do pronome “o” antes da forma verbal “aprendi”.

Alternativas
Q4145558 Português
IA ou personal trainer: qual é o futuro do treino personalizado?

        Nove em cada dez pessoas ainda querem ser acompanhadas por personal trainers humanos. É o que aponta o Relatório Global Fitness de 2026 da Les Mills, que ouviu mais de 10.000 pessoas em cinco continentes. Nesse estudo, apenas 10% preferiram a orientação de treino por inteligência artificial (IA). Entre a Geração Z e os Millennials, o índice não passa de 11%.

        Os próprios profissionais de Educação Física não sentem que serão substituídos tão cedo. Um relatório recente da ISSA mostra que 64% dos treinadores acreditam que a IA deve aumentar o valor do profissional certificado nos próximos anos.

        Isso não significa que a IA não está nas academias. Ela entrou por outra porta: o setor global de aplicativos de fitness. Esse mercado deve atingir US$ 33,6 bilhões até 2033, alavancado pela personalização por IA e integração com relógios e pulseiras inteligentes.

        Um estudo da USP investigou se a personalização por IA poderia aumentar a adesão ao exercício físico. O resultado apontou que o grupo de participantes com treinos personalizados teve 9,4 vezes mais chances de continuar praticando atividade física em comparação ao outro. “Quando o profissional conhece o perfil do praticante e prescreve os exercícios respeitando suas características, ele é capaz de promover aderência”, afirmou Rodrigo Silveira da Silva, autor do estudo, ao portal da USP.

        Em janeiro de 2026, a jornalista Amanda Smith, da CNET, fez o experimento de usar o ChatGPT em paralelo ao acompanhamento profissional. Perto dos 40 anos e se preparando para engravidar, ela quis priorizar o fortalecimento.

        Após uma avaliação corporal que apontou 37,9% de gordura, foi orientada a focar no ganho de massa muscular para melhorar o metabolismo. Com esses dados, recorreu ao ChatGPT para obter sugestões adicionais. A ferramenta indicou ajustes na dieta e no planejamento dos treinos. A IA funcionou como uma segunda camada de apoio para Smith. Contudo, as decisões finais seguiram sob a supervisão de sua treinadora.

        “Posso usar IA para considerar outras opções além do aconselhamento profissional e tirar minhas dúvidas a qualquer hora do dia. Depois, posso confirmar tudo o que aprendi com um especialista antes de fazer qualquer alteração na minha dieta ou rotina de exercícios”, escreveu Smith.

Internet:<exame.com>  (com adaptações).

No que diz respeito ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


Em “O resultado apontou que o grupo de participantes com treinos personalizados teve 9,4 vezes mais chances de continuar praticando atividade física em comparação ao outro”, caso o vocábulo “outro” fosse substituído por outra categoria, a forma correta de regência e crase seria em comparação à outra categoria.

Alternativas
Respostas
4181: A
4182: B
4183: A
4184: D
4185: D
4186: C
4187: D
4188: B
4189: B
4190: A
4191: A
4192: D
4193: E
4194: B
4195: D
4196: D
4197: E
4198: C
4199: E
4200: C