Questões de Concurso Sobre português

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Q4287521 Português
À instabilidade das coisas do mundo


Gregório de Matos


Nasce o Sol e não dura mais que um dia,
Depois da luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.


Porém se acaba o sol, por que nascia?
Se é tão formosa a luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?


Mas no sol e na luz BBfalta a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.


Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.


Fonte: MATOS, Gregório. Gregório de Matos: poemas. 2. Ed. São
Paulo: Martin Claret, 2013.
Considerando o contexto em que se encontra dentro do poema e observando a ordem sintática e a estrutura doverso, o termo "a alegria", em “Em contínuas tristezas a alegria”, exerce a função sintática de:
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Q4286875 Português
Marque a alternativa em que a preposição destacada apresenta o sentido de assunto.
Alternativas
Q4286874 Português
9.png (310×431)
A expressão "esticar as pernas", em Língua Portuguesa, possui vários sentidos. Na tirinha acima, ela tem o mesmo sentido de:
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Q4286873 Português
"_____ muitas coisas que o guarda queria me falar, mas deixou para me dizer daqui _____ algum tempo, certo de que _____ muitas oportunidades para isso."
Marque a alternativa em que as palavras completam corretamente os espaços em branco acima, na mesma ordem.
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Q4286872 Português
Marque a alternativa em que a frase apresenta um numeral multiplicativo. 
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Q4286871 Português
Marque a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente os espaços em branco abaixo, na mesma ordem:
Eu o convidaria se você _____ muito. Esteja aqui quando eu _____ para casa. Quando você _____ à padaria, chame-nos.
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Q4286870 Português
Marque a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente os espaços em branco abaixo, na mesma ordem:
- Ela me perguntou ______ eu morava. - Na escola ______ estudo tenho ótimos amigos. - A cidade _____ fui no ano passado é muito fria. - Sei muito bem _______ você quer chegar.
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Q4286869 Português
Marque a alternativa que apresenta uma expressão escrita corretamente.
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Q4286868 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O homem no orelhão


        Muitas vezes já se decretou a inutilidade dos orelhões em tempos de telefonia móvel e a maioria já foi inclusive retirada das ruas, mas a verdade é que aqueles que existem ainda são bastante utilizados - às vezes, tem até fila diante deles.


        Eu mesmo fiz muito uso desse tipo de serviço há poucos anos, logo que me mudei para Brasília e não tinha dinheiro para comprar um celular. Com um cartão de 20 ligações, eu telefonava para a minha mãe em Curitiba, o que me garantia uns cinco minutos de conversa, se o horário fosse bom.


        Isto é, eu telefonava, mas apenas quando encontrava um orelhão que funcionasse. Por vezes, era preciso andar até duas quadras para conseguir um que estivesse em condições de uso. Depois que arrumei um celular, não precisei mais de orelhão, a não ser no dia em que perdi meu aparelho e precisei telefonar para mim mesmo. Com essas experiências, de toda forma, eu não estranhei nem um pouco quando vi que estava ocupado o orelhão logo ao lado da parada em que eu esperava pelo meu ônibus.


        Um pouco menos normal eu achei quando o homem que lá estava aumentou o tom de voz, contrariado com alguma coisa que havia acabado de ouvir do outro lado da linha. Mas, bastante incomum mesmo foi quando ele começou a gritar, visivelmente alterado.


        Pelo que entendi, a pessoa com quem conversava era uma mulher que havia prometido alguma coisa e depois não cumpriu. Seja lá o que tenha prometido a mulher, o fato é que o homem precisava muito daquilo, muito mesmo. E por isso ele não conseguia aceitar de jeito nenhum a explicação que ela lhe dava e nem as sugestões que fazia para remediar a situação.


        Sua raiva foi crescendo e dali a pouco disparou a xingar a mulher, que imagino ter então desligado, pois ele começou a dizer “Alô? Alô?". Bateu o gancho com força, e só então deve ter visto que da parada de ônibus eu o observava.


        Não pareceu ter se importado muito com a minha presença e saiu de lá bufando. Passou por mim cheio de fúria, mas logo adiante parou e gritou: "Ah, meu Deus!". Deu meia volta, tornou a passar por mim e foi pegar o cartão, que havia esquecido dentro do orelhão. 


FENDRICH, Henrique. O homem no orelhão. Escotilha. Disponível em .

"Pelo que entendi, a pessoa com quem conversava era uma mulher que havia prometido alguma coisa e depois não cumpriu."
A forma verbal destacada no trecho acima indica uma ação que:
Alternativas
Q4286867 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O homem no orelhão


        Muitas vezes já se decretou a inutilidade dos orelhões em tempos de telefonia móvel e a maioria já foi inclusive retirada das ruas, mas a verdade é que aqueles que existem ainda são bastante utilizados - às vezes, tem até fila diante deles.


        Eu mesmo fiz muito uso desse tipo de serviço há poucos anos, logo que me mudei para Brasília e não tinha dinheiro para comprar um celular. Com um cartão de 20 ligações, eu telefonava para a minha mãe em Curitiba, o que me garantia uns cinco minutos de conversa, se o horário fosse bom.


        Isto é, eu telefonava, mas apenas quando encontrava um orelhão que funcionasse. Por vezes, era preciso andar até duas quadras para conseguir um que estivesse em condições de uso. Depois que arrumei um celular, não precisei mais de orelhão, a não ser no dia em que perdi meu aparelho e precisei telefonar para mim mesmo. Com essas experiências, de toda forma, eu não estranhei nem um pouco quando vi que estava ocupado o orelhão logo ao lado da parada em que eu esperava pelo meu ônibus.


        Um pouco menos normal eu achei quando o homem que lá estava aumentou o tom de voz, contrariado com alguma coisa que havia acabado de ouvir do outro lado da linha. Mas, bastante incomum mesmo foi quando ele começou a gritar, visivelmente alterado.


        Pelo que entendi, a pessoa com quem conversava era uma mulher que havia prometido alguma coisa e depois não cumpriu. Seja lá o que tenha prometido a mulher, o fato é que o homem precisava muito daquilo, muito mesmo. E por isso ele não conseguia aceitar de jeito nenhum a explicação que ela lhe dava e nem as sugestões que fazia para remediar a situação.


        Sua raiva foi crescendo e dali a pouco disparou a xingar a mulher, que imagino ter então desligado, pois ele começou a dizer “Alô? Alô?". Bateu o gancho com força, e só então deve ter visto que da parada de ônibus eu o observava.


        Não pareceu ter se importado muito com a minha presença e saiu de lá bufando. Passou por mim cheio de fúria, mas logo adiante parou e gritou: "Ah, meu Deus!". Deu meia volta, tornou a passar por mim e foi pegar o cartão, que havia esquecido dentro do orelhão. 


FENDRICH, Henrique. O homem no orelhão. Escotilha. Disponível em .

"E por isso ele não conseguia aceitar de jeito nenhum a explicação que ela lhe dava e nem as sugestões que fazia para remediar a situação."
As preposições destacadas no trecho acima, nessa mesma ordem, têm os sentidos de:
Alternativas
Q4286866 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O homem no orelhão


        Muitas vezes já se decretou a inutilidade dos orelhões em tempos de telefonia móvel e a maioria já foi inclusive retirada das ruas, mas a verdade é que aqueles que existem ainda são bastante utilizados - às vezes, tem até fila diante deles.


        Eu mesmo fiz muito uso desse tipo de serviço há poucos anos, logo que me mudei para Brasília e não tinha dinheiro para comprar um celular. Com um cartão de 20 ligações, eu telefonava para a minha mãe em Curitiba, o que me garantia uns cinco minutos de conversa, se o horário fosse bom.


        Isto é, eu telefonava, mas apenas quando encontrava um orelhão que funcionasse. Por vezes, era preciso andar até duas quadras para conseguir um que estivesse em condições de uso. Depois que arrumei um celular, não precisei mais de orelhão, a não ser no dia em que perdi meu aparelho e precisei telefonar para mim mesmo. Com essas experiências, de toda forma, eu não estranhei nem um pouco quando vi que estava ocupado o orelhão logo ao lado da parada em que eu esperava pelo meu ônibus.


        Um pouco menos normal eu achei quando o homem que lá estava aumentou o tom de voz, contrariado com alguma coisa que havia acabado de ouvir do outro lado da linha. Mas, bastante incomum mesmo foi quando ele começou a gritar, visivelmente alterado.


        Pelo que entendi, a pessoa com quem conversava era uma mulher que havia prometido alguma coisa e depois não cumpriu. Seja lá o que tenha prometido a mulher, o fato é que o homem precisava muito daquilo, muito mesmo. E por isso ele não conseguia aceitar de jeito nenhum a explicação que ela lhe dava e nem as sugestões que fazia para remediar a situação.


        Sua raiva foi crescendo e dali a pouco disparou a xingar a mulher, que imagino ter então desligado, pois ele começou a dizer “Alô? Alô?". Bateu o gancho com força, e só então deve ter visto que da parada de ônibus eu o observava.


        Não pareceu ter se importado muito com a minha presença e saiu de lá bufando. Passou por mim cheio de fúria, mas logo adiante parou e gritou: "Ah, meu Deus!". Deu meia volta, tornou a passar por mim e foi pegar o cartão, que havia esquecido dentro do orelhão. 


FENDRICH, Henrique. O homem no orelhão. Escotilha. Disponível em .

A partir do segundo parágrafo, o texto "О homem no orelhão" se desenvolve de forma predominantemente:
Alternativas
Q4286700 Português

Com base na leitura abaixo responda a questão.


Fig.4.png (360×272)



Fonte: https://arquitetura.vivadecora.com.br/gentrificacao 

Analise a fala do segundo personagem no balão à direita:


“Vamos pra escanteio!”


Considerando os recursos expressivos do texto, as dinâmicas territoriais urbanas e a temática do deslocamento forçado de populações vulneráveis, assinale a opção que analisa de forma correta e precisa a construção do efeito de sentido e a crítica social da fala no segundo balão: 

Alternativas
Q4286699 Português

Com base na leitura abaixo responda a questão.


Fig.4.png (360×272)



Fonte: https://arquitetura.vivadecora.com.br/gentrificacao 

Considere a fala do personagem no primeiro balão da charge de Eugênio Neves:


“E se nos tirarem aqui da vila, pra construir o estádio da Copa, nós vamos pra onde?”


Assinale a alternativa que indica a correta classificação e o valor semântico do vocábulo “se” destacado na frase:


Alternativas
Q4286698 Português

Analise as palavras em destaque no texto a seguir, que retrata o cotidiano mato-grossense:


"Aquele tchô tomou um tereré bem gelado, comeu um baguncinha no centro e disse que a cidade está ótima para se viver."


De acordo com as regras de acentuação gráfica vigentes na norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q4286697 Português

No texto, o adjetivo "varonil" (linha 10) refere se ao seguinte termo: 


Alternativas
Q4286696 Português

Com base no verso do Texto I –


"Encravada no encontro das águas" (linha 15),


assinale a opção que reescreve a oração mantendo a correção gramatical e a coerência semântica original do texto.

Alternativas
Q4286665 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso da vírgula:

I.O arroz cru, possui capacidade de absorver pequenas quantidades de umidade dentro do guarda-roupas.
II.O mofo pode provocar manchas nos tecidos, comprometer sapatos de couro e reduzir a durabilidade das peças armazenadas.
III.Algumas pessoas sugerem acrescentar, algumas gotas de óleo essencial para deixar o interior do armário mais perfumado.


Está correto o uso da vírgula em: 
Alternativas
Q4286664 Português
Leia o excerto a seguir e complete a lacuna com a palavra que completa corretamente o sentido:
Por que o guarda-roupa favorece o aparecimento de mofo?
Armários costumam permanecer fechados por longos períodos, o que dificulta a circulação do ar. Então, quando roupas são guardadas ainda úmidas e o ambiente apresenta __________ de umidade, cria-se o cenário ideal para o aparecimento de mofo.
(Disponível em: https://l1nk.dev/jfyf66w. Acesso em: 26 jul. 2026. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no excerto:
Alternativas
Q4286663 Português
Analise as frases a seguir:

1.O livro estava _________ da almofada, escondido.
2.A leitura oral foi feita _________ tom de voz para não incomodar as pessoas ao lado.
3.__________ da mesa estavam todos os livros escolhidos.

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas nas frases: 
Alternativas
Q4286662 Português
Analise as frases a seguir e assinale a alternativa em que a palavra destacada está corretamente acentuada:
Alternativas
Respostas
4121: C
4122: E
4123: A
4124: C
4125: E
4126: D
4127: A
4128: B
4129: C
4130: D
4131: B
4132: E
4133: C
4134: B
4135: D
4136: A
4137: C
4138: A
4139: A
4140: A