Questões de Concurso Sobre português

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Q3632642 Português
Assinale a alternativa que classifica corretamente a função sintática do termo sublinhado no trecho a seguir, retirado do texto:
“Desperdício nababesco imprimir um resultado em cada folha de papel sulfite”.
Alternativas
Q3632641 Português
Considerando a formação da palavra “reumatológicas”, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Não há a ocorrência de ditongos.
( ) Trata-se de uma proparoxítona.
( ) Não há a ocorrência de dígrafos.
( ) A palavra é composta por 5 sílabas.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3632640 Português
Assinale a alternativa que indica corretamente o sujeito da forma verbal “podem” no trecho a seguir, retirado do texto:

“exames realizados ao acaso sobrecarregam o sistema de saúde e podem criar a necessidade de ultra....ons, tomografias, ressonâncias magnéticas, angiografias”. 
Alternativas
Q3632639 Português
Considerando as relações que regem a formação do período composto, assinale a alternativa que indica quantas orações compõem o período a seguir, retirado do texto:
“Os pacientes ficam com a sensação de que nada lhes custará, poucos têm consciência de que o orçamento do SUS é limitado e de que os gastos desnecessários com alguns farão falta para muitos”.
Alternativas
Q3632638 Português
Caso o período a seguir fosse reescrito conectando as duas orações por meio de uma conjunção, qual deveria ser o conectivo utilizado para manter a correta relação de sentido do período no contexto em que ocorre?

“Não paguei nada, eu tenho plano de saúde” (l. 10).
Alternativas
Q3632637 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego de recursos coesivos no texto, analise as assertivas a seguir:

I. Na linha 11, o pronome “Todos” tem como referente a palavra “exames” (l. 09).
II. Na linha 13, o sujeito da forma verbal “fazia” é elíptico e se refere a “liga” (l. 14).
III. Na linha 22, o pronome pessoal “lhes” refere-se a “eles” (l. 21).

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3632636 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego correto dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. Na linha 10, as aspas são empregadas para demarcar a citação direta de algo que foi dito pela paciente do autor.
II. Na linha 14, a vírgula é empregada para marcar a separação de orações coordenadas.
III. Na linha 19, os dois-pontos introduzem um aposto enumerativo, pois são enumerados os tipos de exames aos quais o autor se refere como “poucos”.
Alternativas
Q3632635 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o significado das palavras empregadas no contexto em que ocorrem, analise as assertivas a seguir:

I. Na linha 13, em “A única coisa que eu sabia sobre o antimônio”, caso a expressão sublinhada fosse substituída pelo artigo indefinido “Uma”, não haveria alteração do significado do trecho.
II. Na linha 16, a substituição da palavra “ginecologista” por “médica” não causaria alteração no sentido ou na estrutura da frase.
III. Na linha 27, em “exames realizados ao acaso sobrecarregam o sistema de saúde”, caso a expressão sublinhada fosse substituída por “com planejamento”, não haveria alteração do significado do trecho.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3632634 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a classificação morfológica correta da palavra “que” no trecho a seguir:
“Análises laboratoriais são exames complementares, recursos que a medicina oferece”. 
Alternativas
Q3632633 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, locuções adjetivas que poderiam substituir os adjetivos sublinhados no trecho a seguir:
“Incluíam testes de função renal, hepática, pancreática”. 
Alternativas
Q3632632 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Leia a charge a seguir e analise as asserções sobre ela e sua relação com o texto-base da prova.
Imagem associada para resolução da questão Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-novembro-azul/

I. A charge ilustra um homem com um comportamento semelhante ao da paciente do Dr. Drauzio Varella no que se refere à realização de exames.
POIS
II. Ambos os pacientes estão em busca de exames dos quais não necessitam, mas que lhes são impostos por seus médicos.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3632631 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise os trechos a seguir, retirados do texto, e assinale a alternativa que NÃO apresenta nenhuma palavra da classe dos pronomes. 
Alternativas
Q3632630 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “secretar” (l. 06) sem causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre.
Alternativas
Q3632629 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 01, 09 e 28.
Alternativas
Q3632628 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a palavra “abdicar” (l. 25), analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Trata-se de um verbo da primeira conjugação, empregado no infinitivo.
( ) Um sinônimo possível para essa palavra seria “renunciar”.
( ) Essa palavra tem mais vogais do que consoantes.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3632627 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 09, 20 e 35.
Alternativas
Q3632626 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando estritamente o exposto pelo texto, a solicitação e a realização de exames sem necessidade diagnóstica podem ter as seguintes implicações:

I. Gerar custos ao Sistema Público de Saúde.
II. Aumentar os valores dos planos de saúde.
III. Criar a necessidade de outros exames.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3632625 Português

Os problemas do excesso de exames

Por Drauzio Varella



(Disponível em: drauziovarella.uol.com.br/artigo-do-drauzio-varella/os-problemas-do-excesso-de-exames/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. O autor deixa implícito que a atitude da paciente de levar-lhe os resultados dos exames impressos não condiz com a época em que vivemos.
II. O autor, ao verificar os resultados dos exames da paciente, demonstrou preocupação por ver que um deles estava alterado.
III. A paciente sentiu-se desapontada com os resultados de seus exames, pois esperava estar mais saudável do que realmente estava.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3632483 Português
        O impacto de uma dieta cariogênica sobre as condições dentárias foi registrado em Casa Grande & Senzala, obra‑prima do sociólogo Gilberto Freyre (1933). Nela, Freyre refere‑se às condições de nutrição no Brasil colonial: “Má nos engenhos e péssima nas cidades, tal era a alimentação da sociedade brasileira nos séculos XVI, XVII e XVIII. Nas cidades, era péssima e escassa.”.
        A monocultura da cana‑de‑açúcar, feita em grande escala na Bahia, no Maranhão e em Pernambuco, concorreu para uma alimentação deficiente e que predispunha a doenças. Segundo o autor, nem carne de vaca nem de carneiro nem mesmo de galinha. Nem frutas nem legumes; que legumes eram raros na terra, e frutos quase que só chegavam à mesa já bichados ou então tirados verdes para escaparem à gana dos passarinhos, dos tapurus e dos insetos. A carne que se encontrava era magra, de gado vindo de longe, dos sertões, sem pastos que o refizessem da penosa viagem, porque as grandes lavouras de cana‑de‑açúcar ou de tabaco não se deixavam manchar de pastos para os bois descidos dos sertões e destinados ao corte. Bois e vacas que não fossem os de serviço eram como se fossem animais danados para os latifundiários. Os colonos mandavam vir de fora muitos alimentos, quase sempre em conserva e de pouco valor nutritivo.
        Referindo‑se a Salvador (BA), capital do Brasil colonial, de 1549 a 1763, a cidade dos vice‑reis, habitada por muito ricaço português e da terra, cheia de fidalgos e de frades, Freyre afirma que se notabilizou pela péssima e deficiente alimentação. Tudo faltava: carne fresca de boi, aves, leite, legumes, frutas, e o que aparecia era da pior qualidade ou quase em estado de putrefação. Fartura mesmo só a de doce, geleias e pastéis fabricados pelas freiras nos conventos: era com que se arredondava a gordura dos frades e das sinhás‑donas.
        Freyre, ao comentar o tema, relata que o médico sueco Gustavo Beyer ficou impressionado com o que viu, ao adentrar o interior do Brasil. Viajando nos arredores de Itu, conforme o médico, era impossível não se notar que toda a gente da classe baixa tinha os dentes incisivos perdidos pelo uso constante da cana‑de‑açúcar que, sem cessar, chupa e conserva na boca em pedaços de algumas polegadas. Quer em casa, quer fora dela, não a larga. A classe superior gosta igualmente de doce. E, para que não paire qualquer dúvida sobre o significado da cana‑de‑açúcar no cotidiano alimentar do período, os animais de carga também participam da mesma inclinação. Encontram‑se eles tal qual seus condutores, mastigando cana.

Internet: <www.sicelo.com.br> (com adaptações).

No que se refere à estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.

No trecho “Freyre, ao comentar o tema, relata que o médico sueco Gustavo Beyer ficou impressionado com o que viu, ao adentrar o interior do Brasil”, a frase “ao comentar o tema” retoma a frase inicial do texto, ou seja, “O impacto de uma dieta cariogênica sobre as condições dentárias”.

Alternativas
Q3632482 Português
        O impacto de uma dieta cariogênica sobre as condições dentárias foi registrado em Casa Grande & Senzala, obra‑prima do sociólogo Gilberto Freyre (1933). Nela, Freyre refere‑se às condições de nutrição no Brasil colonial: “Má nos engenhos e péssima nas cidades, tal era a alimentação da sociedade brasileira nos séculos XVI, XVII e XVIII. Nas cidades, era péssima e escassa.”.
        A monocultura da cana‑de‑açúcar, feita em grande escala na Bahia, no Maranhão e em Pernambuco, concorreu para uma alimentação deficiente e que predispunha a doenças. Segundo o autor, nem carne de vaca nem de carneiro nem mesmo de galinha. Nem frutas nem legumes; que legumes eram raros na terra, e frutos quase que só chegavam à mesa já bichados ou então tirados verdes para escaparem à gana dos passarinhos, dos tapurus e dos insetos. A carne que se encontrava era magra, de gado vindo de longe, dos sertões, sem pastos que o refizessem da penosa viagem, porque as grandes lavouras de cana‑de‑açúcar ou de tabaco não se deixavam manchar de pastos para os bois descidos dos sertões e destinados ao corte. Bois e vacas que não fossem os de serviço eram como se fossem animais danados para os latifundiários. Os colonos mandavam vir de fora muitos alimentos, quase sempre em conserva e de pouco valor nutritivo.
        Referindo‑se a Salvador (BA), capital do Brasil colonial, de 1549 a 1763, a cidade dos vice‑reis, habitada por muito ricaço português e da terra, cheia de fidalgos e de frades, Freyre afirma que se notabilizou pela péssima e deficiente alimentação. Tudo faltava: carne fresca de boi, aves, leite, legumes, frutas, e o que aparecia era da pior qualidade ou quase em estado de putrefação. Fartura mesmo só a de doce, geleias e pastéis fabricados pelas freiras nos conventos: era com que se arredondava a gordura dos frades e das sinhás‑donas.
        Freyre, ao comentar o tema, relata que o médico sueco Gustavo Beyer ficou impressionado com o que viu, ao adentrar o interior do Brasil. Viajando nos arredores de Itu, conforme o médico, era impossível não se notar que toda a gente da classe baixa tinha os dentes incisivos perdidos pelo uso constante da cana‑de‑açúcar que, sem cessar, chupa e conserva na boca em pedaços de algumas polegadas. Quer em casa, quer fora dela, não a larga. A classe superior gosta igualmente de doce. E, para que não paire qualquer dúvida sobre o significado da cana‑de‑açúcar no cotidiano alimentar do período, os animais de carga também participam da mesma inclinação. Encontram‑se eles tal qual seus condutores, mastigando cana.

Internet: <www.sicelo.com.br> (com adaptações).

No que se refere à estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.

No trecho “Referindo‑se a Salvador (BA), capital do Brasil colonial, de 1549 a 1763, a cidade dos vice‑reis, habitada por muito ricaço português e da terra, cheia de fidalgos e de frades”, a expressão “a cidade dos vice‑reis” refere‑se à existência, na capital do Brasil, à época, de muitas pessoas ricas e poderosas que atuavam como reis.

Alternativas
Respostas
41421: D
41422: D
41423: B
41424: D
41425: A
41426: A
41427: A
41428: B
41429: B
41430: E
41431: E
41432: B
41433: C
41434: D
41435: B
41436: E
41437: E
41438: A
41439: C
41440: E