Questões de Concurso Sobre português

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Q3521554 Português
Assinale a alternativa em que ocorre erro de concordância nominal: 
Alternativas
Q3521553 Português
Observe a frase:

“A repentina mudança de clima preocupou os agricultores locais.”

Quanto à estrutura do predicado, pode-se afirmar que ele é: 
Alternativas
Q3521552 Português
Assinale a opção em que há erro quanto a classificação do sujeito. 
Alternativas
Q3521551 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Considerando os elementos argumentativos do texto, pode-se afirmar que a proposta central é: 
Alternativas
Q3521550 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Ao afirmar que “a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva”, o autor indica que: 
Alternativas
Q3521549 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Assinale a alternativa que melhor expressa uma crítica implícita presente no texto:  
Alternativas
Q3521548 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Quando o autor menciona que os consumidores veem os influencers como “gente como a gente”, a intenção é destacar:  
Alternativas
Q3521547 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
A partir da leitura do texto, é possível inferir que a ascensão dos influencers digitais está diretamente relacionada:  
Alternativas
Q3520914 Português
A cidade também se orgulha de suas iniciativas sustentáveis, como programas de conversão de resíduos em energia, enquanto educação e saúde são acessíveis e de alta qualidade.


"Não é apenas a infraestrutura. É a sensação de que as pessoas confiam umas nas outras e nas suas intenções."


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdyldg20e7o) 




Quanto à acentuação, ortografia e ao coletivo dos vocábulos empregados no texto, julgue as afirmativas a seguir:


I.Os vocábulos 'sustentáveis' e 'acessíveis' são acentuados pela regra das paroxítonas terminadas em 'eis'. Mesma regra presente nas palavras 'cantásseis' e 'dóceis'.


II.O vocábulo 'infraestrutura' não é hifenizado, pois não se emprega hífen quando o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente.


III.O vocábulo 'qualidade' apresenta 9 letras e 9 fonemas, sendo classificado como uma palavra paroxítona.


IV.O vocábulo 'pessoas' forma o coletivo em 'multidões'. Em muitos casos, pode haver mais de um coletivo para um mesmo objeto ou ser, como exemplo, tem-se o vocábulo 'cabras', que forma o coletivo em: fato, malhada, rebanho.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3520883 Português

O anúncio no início de abril feito por Trump, de que..... tarifas de 34% sobre produtos chineses..... uma retaliação em igual medida de Pequim.


Isso..... novos golpes e contra-golpes de ambos os lados que..... em tarifas americanas que..... 145% contra a China e de tarifas de 125% sobre produtos americanos importados pela China.


No trecho da reportagem do site de notícias BBC News, alguns termos foram propositalmente suprimidos. Com base nas regras de concordância verbal e nominal, identifique a alternativa que apresenta os vocábulos que completam adequadamente os espaços

Alternativas
Q3520701 Português
O sujeito gramatical das orações que formam o primeiro parágrafo do texto classifica-se como 
Alternativas
Q3520700 Português
O verbo “passa”, em “tampouco passa por oferecer uma formação sem a mínima infraestrutura” (linhas 31 e 32), concorda com o termo  
Alternativas
Q3520699 Português
Assinale a alternativa em que é apresentada uma reescrita gramaticalmente correta e com o mesmo sentido do seguinte trecho do texto: “dadas as grandes lacunas na educação básica” (linhas 55 e 56). 
Alternativas
Q3520698 Português
No texto, a palavra “falaciosa” (linha 64) veicula o mesmo sentido de  
Alternativas
Q3520697 Português
No trecho “ainda bem, ainda existem” (linhas 59 e 60), o autor faz referência à existência de 
Alternativas
Q3520696 Português
A respeito da pontuação empregada no trecho “dado que há discentes, já vi, que não sabem mandar um e-mail” (linhas 25 e 26) e suas implicações sintáticas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3520695 Português
Acerca das relações coesivas estabelecidas no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3520694 Português
Haja vista as características discursivas e a estruturação do texto apresentado, é correto enquadrá-lo no gênero 
Alternativas
Q3520693 Português
Com base no texto apresentado, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3520667 Português
Considerando o trecho, retirado do texto-base, "Guarde a sua careta, os seus pruridos, o seu beiço de nojo", a vírgula é empregada para:
Alternativas
Respostas
38001: B
38002: D
38003: D
38004: A
38005: B
38006: D
38007: C
38008: C
38009: D
38010: C
38011: B
38012: D
38013: C
38014: E
38015: B
38016: A
38017: D
38018: C
38019: E
38020: D