Questões de Concurso Sobre português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

No que diz respeito aos encontros consonantais e dígrafos, analise as afirmações a seguir:
I. Em "atrasada" e "caminho", há dígrafo.
II. Em "crescer" e "florescer", há encontro consonantal perfeito e dígrafo.
III. Em "chega", há apenas um dígrafo.
IV. Em "aprender", há apenas um encontro consonantal imperfeito.
Está CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

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Considere os trechos extraídos do texto a seguir.
"Você não tá atrasada, nem fora do caminho."
"Você tá exatamente onde precisa estar..."
Com base na análise sintática, a palavra "você", presente nos trechos apresentado, exerce a função de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Texto para a questão:
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022.
Leia com atenção o fragmento:
“(...) que a pena não quer escrever.”
No fragmento nota-se a presença da figura de linguagem conhecida como:
Texto para a questão:
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022.
Dado o excerto:
“(...) que a pena não quer escrever.”
A palavra em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Texto para a questão:
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022.
Texto para a questão:
Bambu japonês
(Ramires Linhares)
Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.
Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.
Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.
E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.
Isso rende uma boa metáfora, não?
Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.
Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.
Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.
De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.
Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483
Leia com atenção o fragmento:
“Elas crescem profundamente (...).”
Caso o tempo verbal da oração fosse alterado pera o pretérito perfeito do modo indicativo, a correta redação do período seria:
Texto para a questão:
Bambu japonês
(Ramires Linhares)
Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.
Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.
Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.
E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.
Isso rende uma boa metáfora, não?
Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.
Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.
Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.
De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.
Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483
Dado o excerto:
“Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora?”
O termo em destaque cumpre a função sintática de:
Texto para a questão:
Bambu japonês
(Ramires Linhares)
Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.
Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.
Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.
E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.
Isso rende uma boa metáfora, não?
Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.
Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.
Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.
De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.
Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483
Dado o excerto:
“Ele é fino, mas incrivelmente forte (...).”
A conjunção destacada evidencia a ideia de:
Texto para a questão:
Bambu japonês
(Ramires Linhares)
Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.
Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.
Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.
E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.
Isso rende uma boa metáfora, não?
Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.
Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.
Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.
De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.
Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483
Texto para a questão:
Bambu japonês
(Ramires Linhares)
Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.
Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.
Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.
E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.
Isso rende uma boa metáfora, não?
Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.
Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.
Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.
De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.
Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483
I. O leitor busca no texto um ponto de partida, um conjunto de instruções, relacionando-o com as informações que já fazem parte de seu conhecimento, com o que já aprendeu em outras situações, construindo coerência para o texto.
II. Quando alguém lê um texto, este alguém está realizando uma tradução literal daquilo que o autor do texto quer significar, apropriando-se de fatos, a partir do material escrito que o autor fornece.
III. O sentido é uma propriedade do texto, encontra-se pronto em sua superfície e não depende da ação de quem o processa.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Em: “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama” (2º parágrafo), a oração sublinhada é subordinada substantiva subjetiva. A mesma classificação pode ser atribuída em: “É preciso que o poder público [...] ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil” (3º parágrafo).
II. Em: “Conforme dados do Residômetro Têxtil”, caso seja acrescentado o verbo “indicam” logo após a palavra sublinhada, tem-se uma oração subordinada adverbial conformativa.
III. Em: “O Brasil é [...] o último país que ainda contém a cadeia completa”, a oração sublinhada é subordinada adverbial consecutiva.
Está CORRETO o que se afirma:
( ) As palavras “chapéu”, “guerra” e “guaraná” apresentam número maior de letras que de fonemas.
( ) Os vocábulos “barro”, “piscina” e “venda” apresentam dígrafo.
( ) As palavras “corrupção”, “represa” e “advento” apresentam encontro consonantal. Com exceção da segunda palavra, as duas outras também contêm dígrafo.