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Q3749518 Português

Texto: A decisão


    O homem entrou em casa e com passadas firmes foi reto procurar a mulher que estava na cozinha, enchendo a chaleira d’água. Ele tinha cara rubra, os olhos brilhantes, mas os lábios estavam brancos e secos, teve que passar a ponta da língua entre eles para separá-los, a saliva virou cola? Antes de dizer o que estava querendo dizer há mais de cinco anos e não dizia, adiando, adiando. Esperando uma oportunidade melhor e faltava coragem, esmorecia, quem sabe da próxima semana, depois do aniversário de Afonsinho? Ou em dezembro, depois do aumento no emprego, teria então mais dinheiro para enfrentar duas casas - mas o que é isso, aumento nos vencimentos e aumento na inflação?


    Espera, agora a Georgeana pegou sarampo, deixa ela ficar boa e então. E então!? Hoje, HOJE! Tinha que ser hoje, já! As grandes decisões eram assim mesmo, como numa batalha, seguir a inspiração do momento e o momento era inadiável, maduro, estourando como um fruto, ele estourando também, aproveitar essa energia de lutador que lhe viera de um jato, sentiu-se um Napoleão, iluminado, o dedo apontando na direção do inimigo, avançar! Avançou e a fala ficou sem pausa e sem hesitação, fala treinada há cinco anos, e no alvo, depressa! Ia deixá-la porque estava loucamente apaixonado por outra e de joelhos pedia perdão pelo sofrimento e pelo desgosto, está certo, podia chamá-lo de crápula por deixar uma esposa tão perfeita e os filhos tão queridos, mas se ficasse a vida acabaria no inferno tao insuportável que era melhor dizer tudo agora porque ia morrer se não dissesse essa coisa que lhe cairá na cabeça como um tijolo, essa paixão avassaladora, talvez se arrependesse um dia e até se matasse de remorso, mas agora tinha que confessar, estava apaixonado por outra e ela devia entender e mais tarde os filhos iam entender também que tinha que ir porque estava APAIXONADO POR OUTRA - você está me ouvindo?


    A mulher pelejava por acender o fosforo úmido, não conseguiu, riscou outro palito e o palito falhou e experimentou um terceiro enquanto lhe gritava que chegasse dessa brincadeira besta, já não bastavam as crianças que hoje estavam impossíveis e também ele agora atormentando, heim?! Empurrou-o na direção da porta, mas vamos, não fique aí com essa cara, depressa, vá buscar uma caixa de fosf... Ah! Graças a Deus que este não molhou, vontade de um café com pão, de qualquer jeito ele tinha que sair para buscar pó de café e depressa que logo, logo a água estaria fervendo, queria o pó moído na hora e meia duzia de pãezinhos que deviam estar saindo do forno e levasse também um pacote de fósforo marca Olho (e rio) que este é marca barbante para não dizer outra marca que começa com m (enxugou as mãos no avental), como se não bastassem as gracinhas do filho e também ele com as brincadeiras debiloides, um pouco velho para brincar assim, não?


    O homem pegou o Junior pela mão, foi buscar o pó de café, os pãezinhos, os fósforos e não brincou mais.


(Lygia Fagundes Telles – Ícaro Brasil, out. 1998)

Sobre o texto, podemos afirmar


I. e um texto narrativo em que aparece a rotina de uma família comum.


II. o enredo da narrativa demonstra um infeliz habito humano – a procrastinação.

 

III. a mulher fingiu sabiamente não entender o que o marido falava.

 

IV. esta estória é totalmente inverossímil. Só é possível dentro do universo ficcional.

 

V. apresenta a confiança existente entre casais que se amam de verdade.

Alternativas
Q3748893 Português
Instruções para dar corda no relógio

        Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo. Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o pino da corda, puxe‑o suavemente. Agora se abre outro prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de uma mulher, o perfume do pão.

        Que mais quer, que mais quer? Amarre‑o depressa a seu pulso, deixe‑o bater em liberdade, imite‑o anelante. O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis. E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos antes e compreendemos que já não tem importância.

CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33‑34 (com adaptações).
“Agora se abre outro prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si mesmo.”
As vírgulas nesse trecho foram empregadas para separar
Alternativas
Q3748892 Português
Instruções para dar corda no relógio

        Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo. Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o pino da corda, puxe‑o suavemente. Agora se abre outro prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de uma mulher, o perfume do pão.

        Que mais quer, que mais quer? Amarre‑o depressa a seu pulso, deixe‑o bater em liberdade, imite‑o anelante. O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis. E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos antes e compreendemos que já não tem importância.

CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33‑34 (com adaptações).
No período “e chegamos antes e compreendemos que já não tem importância”, é correto afirmar que a palavra “que”
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Q3748891 Português
Instruções para dar corda no relógio

        Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo. Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o pino da corda, puxe‑o suavemente. Agora se abre outro prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de uma mulher, o perfume do pão.

        Que mais quer, que mais quer? Amarre‑o depressa a seu pulso, deixe‑o bater em liberdade, imite‑o anelante. O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis. E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos antes e compreendemos que já não tem importância.

CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33‑34 (com adaptações).
Em “Amarre‑o depressa a seu pulso, deixe‑o bater em liberdade, imite‑o anelante”, o vocábulo “anelante” indica uma ideia contrária ao termo 
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Q3748890 Português
Instruções para dar corda no relógio

        Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo. Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o pino da corda, puxe‑o suavemente. Agora se abre outro prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de uma mulher, o perfume do pão.

        Que mais quer, que mais quer? Amarre‑o depressa a seu pulso, deixe‑o bater em liberdade, imite‑o anelante. O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis. E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos antes e compreendemos que já não tem importância.

CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33‑34 (com adaptações).
No trecho “puxe‑o suavemente”, o pronome “o” faz referência a
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Q3748889 Português
Instruções para dar corda no relógio

        Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo. Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o pino da corda, puxe‑o suavemente. Agora se abre outro prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de uma mulher, o perfume do pão.

        Que mais quer, que mais quer? Amarre‑o depressa a seu pulso, deixe‑o bater em liberdade, imite‑o anelante. O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis. E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos antes e compreendemos que já não tem importância.

CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33‑34 (com adaptações).
“e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de uma mulher, o perfume do pão.”
Nesse trecho do texto, predomina a figura de linguagem denominada
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Q3748888 Português
Instruções para dar corda no relógio

        Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo. Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o pino da corda, puxe‑o suavemente. Agora se abre outro prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de uma mulher, o perfume do pão.

        Que mais quer, que mais quer? Amarre‑o depressa a seu pulso, deixe‑o bater em liberdade, imite‑o anelante. O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis. E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos antes e compreendemos que já não tem importância.

CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33‑34 (com adaptações).
No trecho “Segure o relógio com uma mão”, o sujeito da forma verbal está
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Q3748792 Português
Raízes da Representação – A Origem da Profissão

        A representação comercial tem origem milenar, remontando aos primeiros intercâmbios mercantis entre civilizações. No Brasil, a figura do representante comercial começou a se consolidar com os mascates – comerciantes itinerantes que percorriam o interior do país vendendo produtos manufaturados. Com o avanço da industrialização e a expansão territorial, surgiu a necessidade de profissionais que atuassem como intermediários entre fabricantes e mercados consumidores.

        A profissão foi oficialmente regulamentada com a promulgação da Lei nº 4.886, de 9 de dezembro de 1965, que definiu o representante comercial autônomo como pessoa física ou jurídica que, sem vínculo empregatício, realiza a mediação de negócios mercantis. Essa lei foi resultado de décadas de mobilização da categoria, liderada por nomes como Dr. Plínio Affonso de Farias Mello, patrono dos representantes comerciais, que lutou pela valorização e proteção jurídica da atividade.

        A criação do Sistema Confere/Cores foi um marco institucional, garantindo fiscalização, registro profissional e normatização da atuação em todo o território nacional. Desde então, a profissão passou a contar com respaldo legal, identidade própria e reconhecimento como agente estratégico do desenvolvimento econômico.

Internet:<core‑sp.org.br>  (com adaptações).
No trecho “surgiu a necessidade de profissionais que atuassem como intermediários entre fabricantes e mercados consumidores”, o núcleo do sujeito da forma verbal “surgiu” é um termo
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Q3748791 Português
Raízes da Representação – A Origem da Profissão

        A representação comercial tem origem milenar, remontando aos primeiros intercâmbios mercantis entre civilizações. No Brasil, a figura do representante comercial começou a se consolidar com os mascates – comerciantes itinerantes que percorriam o interior do país vendendo produtos manufaturados. Com o avanço da industrialização e a expansão territorial, surgiu a necessidade de profissionais que atuassem como intermediários entre fabricantes e mercados consumidores.

        A profissão foi oficialmente regulamentada com a promulgação da Lei nº 4.886, de 9 de dezembro de 1965, que definiu o representante comercial autônomo como pessoa física ou jurídica que, sem vínculo empregatício, realiza a mediação de negócios mercantis. Essa lei foi resultado de décadas de mobilização da categoria, liderada por nomes como Dr. Plínio Affonso de Farias Mello, patrono dos representantes comerciais, que lutou pela valorização e proteção jurídica da atividade.

        A criação do Sistema Confere/Cores foi um marco institucional, garantindo fiscalização, registro profissional e normatização da atuação em todo o território nacional. Desde então, a profissão passou a contar com respaldo legal, identidade própria e reconhecimento como agente estratégico do desenvolvimento econômico.

Internet:<core‑sp.org.br>  (com adaptações).
Predomina no texto a função
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Q3748790 Português
Raízes da Representação – A Origem da Profissão

        A representação comercial tem origem milenar, remontando aos primeiros intercâmbios mercantis entre civilizações. No Brasil, a figura do representante comercial começou a se consolidar com os mascates – comerciantes itinerantes que percorriam o interior do país vendendo produtos manufaturados. Com o avanço da industrialização e a expansão territorial, surgiu a necessidade de profissionais que atuassem como intermediários entre fabricantes e mercados consumidores.

        A profissão foi oficialmente regulamentada com a promulgação da Lei nº 4.886, de 9 de dezembro de 1965, que definiu o representante comercial autônomo como pessoa física ou jurídica que, sem vínculo empregatício, realiza a mediação de negócios mercantis. Essa lei foi resultado de décadas de mobilização da categoria, liderada por nomes como Dr. Plínio Affonso de Farias Mello, patrono dos representantes comerciais, que lutou pela valorização e proteção jurídica da atividade.

        A criação do Sistema Confere/Cores foi um marco institucional, garantindo fiscalização, registro profissional e normatização da atuação em todo o território nacional. Desde então, a profissão passou a contar com respaldo legal, identidade própria e reconhecimento como agente estratégico do desenvolvimento econômico.

Internet:<core‑sp.org.br>  (com adaptações).
“A profissão foi oficialmente regulamentada com a promulgação da Lei nº 4.886.” Considerando esse trecho, assinale a opção que apresenta uma reescritura correta desse trecho.
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Q3748789 Português
Raízes da Representação – A Origem da Profissão

        A representação comercial tem origem milenar, remontando aos primeiros intercâmbios mercantis entre civilizações. No Brasil, a figura do representante comercial começou a se consolidar com os mascates – comerciantes itinerantes que percorriam o interior do país vendendo produtos manufaturados. Com o avanço da industrialização e a expansão territorial, surgiu a necessidade de profissionais que atuassem como intermediários entre fabricantes e mercados consumidores.

        A profissão foi oficialmente regulamentada com a promulgação da Lei nº 4.886, de 9 de dezembro de 1965, que definiu o representante comercial autônomo como pessoa física ou jurídica que, sem vínculo empregatício, realiza a mediação de negócios mercantis. Essa lei foi resultado de décadas de mobilização da categoria, liderada por nomes como Dr. Plínio Affonso de Farias Mello, patrono dos representantes comerciais, que lutou pela valorização e proteção jurídica da atividade.

        A criação do Sistema Confere/Cores foi um marco institucional, garantindo fiscalização, registro profissional e normatização da atuação em todo o território nacional. Desde então, a profissão passou a contar com respaldo legal, identidade própria e reconhecimento como agente estratégico do desenvolvimento econômico.

Internet:<core‑sp.org.br>  (com adaptações).
“No Brasil, a figura do representante comercial começou a se consolidar com os mascates.” Considerando o trecho apresentado, assinale a opção correta, acerca do emprego da vírgula.
Alternativas
Q3748788 Português
Raízes da Representação – A Origem da Profissão

        A representação comercial tem origem milenar, remontando aos primeiros intercâmbios mercantis entre civilizações. No Brasil, a figura do representante comercial começou a se consolidar com os mascates – comerciantes itinerantes que percorriam o interior do país vendendo produtos manufaturados. Com o avanço da industrialização e a expansão territorial, surgiu a necessidade de profissionais que atuassem como intermediários entre fabricantes e mercados consumidores.

        A profissão foi oficialmente regulamentada com a promulgação da Lei nº 4.886, de 9 de dezembro de 1965, que definiu o representante comercial autônomo como pessoa física ou jurídica que, sem vínculo empregatício, realiza a mediação de negócios mercantis. Essa lei foi resultado de décadas de mobilização da categoria, liderada por nomes como Dr. Plínio Affonso de Farias Mello, patrono dos representantes comerciais, que lutou pela valorização e proteção jurídica da atividade.

        A criação do Sistema Confere/Cores foi um marco institucional, garantindo fiscalização, registro profissional e normatização da atuação em todo o território nacional. Desde então, a profissão passou a contar com respaldo legal, identidade própria e reconhecimento como agente estratégico do desenvolvimento econômico.

Internet:<core‑sp.org.br>  (com adaptações).
Considerando os aspectos de forma e conteúdo, assinale a opção que apresenta o gênero desse texto.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SP Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SP - Office Boy |
Q3748766 Português
O excesso de atividades e atribuições sem a organização devida pode levar as pessoas a desenvolver transtornos e esgotamento mental, fazendo diagnósticos diferenciados e motivando reações em cadeia em que quem estiver próximo sofre também os danos ocasionados por tal situação. Com base nessas informações, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SP Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SP - Office Boy |
Q3748756 Português
        Enzo. A nova geração. Nomofóbico (não confunda!). Ignorou a advertência (“Vallentyna vai fazer pra mim, em troca de um lanche…”). Curtiu praia, cinema, futebol com os amigos, enquanto o sujeito esperava. O sujeito, os objetos e os adjuntos... No dia do teste, viu Vallentyna e Aretuza, a professora, chorando. Não entendeu lhufas. Então, a lágrima no olho da professora foi virando lentamente uma gargalhada na cara da amiga, que estudou. A professora esclareceu: “O Seu Lindolfo está no hospital. A cantina não vai abrir hoje”.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).
No trecho “Ignorou a advertência”, a forma verbal “ignorou” concorda com a palavra
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SP Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SP - Office Boy |
Q3748755 Português
        Enzo. A nova geração. Nomofóbico (não confunda!). Ignorou a advertência (“Vallentyna vai fazer pra mim, em troca de um lanche…”). Curtiu praia, cinema, futebol com os amigos, enquanto o sujeito esperava. O sujeito, os objetos e os adjuntos... No dia do teste, viu Vallentyna e Aretuza, a professora, chorando. Não entendeu lhufas. Então, a lágrima no olho da professora foi virando lentamente uma gargalhada na cara da amiga, que estudou. A professora esclareceu: “O Seu Lindolfo está no hospital. A cantina não vai abrir hoje”.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).
Assinale a opção em que a descrição entre parênteses corresponde ao termo retirado do texto.
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Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SP Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SP - Office Boy |
Q3748754 Português
        Enzo. A nova geração. Nomofóbico (não confunda!). Ignorou a advertência (“Vallentyna vai fazer pra mim, em troca de um lanche…”). Curtiu praia, cinema, futebol com os amigos, enquanto o sujeito esperava. O sujeito, os objetos e os adjuntos... No dia do teste, viu Vallentyna e Aretuza, a professora, chorando. Não entendeu lhufas. Então, a lágrima no olho da professora foi virando lentamente uma gargalhada na cara da amiga, que estudou. A professora esclareceu: “O Seu Lindolfo está no hospital. A cantina não vai abrir hoje”.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).
Assinale a opção que apresenta, pelo menos, uma expressão de sentido conotativo.
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Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SP Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SP - Office Boy |
Q3748753 Português
        Enzo. A nova geração. Nomofóbico (não confunda!). Ignorou a advertência (“Vallentyna vai fazer pra mim, em troca de um lanche…”). Curtiu praia, cinema, futebol com os amigos, enquanto o sujeito esperava. O sujeito, os objetos e os adjuntos... No dia do teste, viu Vallentyna e Aretuza, a professora, chorando. Não entendeu lhufas. Então, a lágrima no olho da professora foi virando lentamente uma gargalhada na cara da amiga, que estudou. A professora esclareceu: “O Seu Lindolfo está no hospital. A cantina não vai abrir hoje”.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).
No trecho “O Seu Lindolfo está no hospital. A cantina não vai abrir hoje”, a segunda ideia apresentada (a de que a cantina não vai abrir hoje) pode ser entendida como o(a)
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Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SP Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SP - Office Boy |
Q3748752 Português
        Enzo. A nova geração. Nomofóbico (não confunda!). Ignorou a advertência (“Vallentyna vai fazer pra mim, em troca de um lanche…”). Curtiu praia, cinema, futebol com os amigos, enquanto o sujeito esperava. O sujeito, os objetos e os adjuntos... No dia do teste, viu Vallentyna e Aretuza, a professora, chorando. Não entendeu lhufas. Então, a lágrima no olho da professora foi virando lentamente uma gargalhada na cara da amiga, que estudou. A professora esclareceu: “O Seu Lindolfo está no hospital. A cantina não vai abrir hoje”.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).
No trecho “Então, a lágrima no olho da professora foi virando lentamente uma gargalhada na cara da amiga, que estudou”, o termo “que” se classifica como 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SP Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SP - Office Boy |
Q3748751 Português
        Enzo. A nova geração. Nomofóbico (não confunda!). Ignorou a advertência (“Vallentyna vai fazer pra mim, em troca de um lanche…”). Curtiu praia, cinema, futebol com os amigos, enquanto o sujeito esperava. O sujeito, os objetos e os adjuntos... No dia do teste, viu Vallentyna e Aretuza, a professora, chorando. Não entendeu lhufas. Então, a lágrima no olho da professora foi virando lentamente uma gargalhada na cara da amiga, que estudou. A professora esclareceu: “O Seu Lindolfo está no hospital. A cantina não vai abrir hoje”.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).
No trecho “Não entendeu lhufas”, a palavra “lhufas”, nesse contexto, pode ser substituída por
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SP Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SP - Office Boy |
Q3748750 Português
        Enzo. A nova geração. Nomofóbico (não confunda!). Ignorou a advertência (“Vallentyna vai fazer pra mim, em troca de um lanche…”). Curtiu praia, cinema, futebol com os amigos, enquanto o sujeito esperava. O sujeito, os objetos e os adjuntos... No dia do teste, viu Vallentyna e Aretuza, a professora, chorando. Não entendeu lhufas. Então, a lágrima no olho da professora foi virando lentamente uma gargalhada na cara da amiga, que estudou. A professora esclareceu: “O Seu Lindolfo está no hospital. A cantina não vai abrir hoje”.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).

“No dia do teste, viu Vallentyna e Aretuza, a professora, chorando.”


No trecho apresentado, a primeira vírgula foi empregada para

Alternativas
Respostas
36221: D
36222: C
36223: D
36224: A
36225: B
36226: B
36227: E
36228: E
36229: C
36230: B
36231: A
36232: D
36233: B
36234: D
36235: E
36236: C
36237: E
36238: A
36239: B
36240: E