Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 255.760 questões

Q3594516 Português
Marque a alternativa que apresenta corretamente o antônimo da palavra destacada.
Alternativas
Q3594515 Português
Marque a alternativa em que a palavra destacada foi corretamente substituída por um sinônimo.
Alternativas
Q3594514 Português
Assinale a alternativa CORRETA quanto à classificação das palavras.
Alternativas
Q3594513 Português
Marque a alternativa com a separação silábica CORRETA.
Alternativas
Q3594512 Português
Leia o texto para responder à questão.


“Conexão o tempo todo”


    Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. Celulares, tablets e computadores fazem parte da nossa rotina desde cedo. Mas esse uso constante de telas pode gerar um comportamento chamado dependência digital, quando a pessoa sente que precisa estar online o tempo todo.

    Quando passamos horas e horas olhando para a tela, nosso cérebro libera uma substância chamada dopamina, que traz uma sensação de prazer. É o mesmo mecanismo que ocorre com algumas drogas. Por isso, muitas pessoas — mesmo querendo parar — acabam repetindo o comportamento várias vezes.

    Isso pode atrapalhar o sono, deixando difícil adormecer ou descansar bem. Além disso, estudos mostram que o uso excessivo de redes sociais e smartphones está ligado à ansiedade, ao isolamento social e até à queda no rendimento escolar.

    Por outro lado, as tecnologias também trazem benefícios importantes: permitem que nos comuniquemos com amigos e familiares, aprendamos novas coisas pela internet e acessemos informações úteis. O desafio é encontrar um equilíbrio saudável — usar a tecnologia sem deixar que ela nos controle.

    Por isso, é importante criar limites: definir horários para usar o celular, procurar dormir sem telas por um tempo antes de dormir, e praticar atividades que não envolvam aparelhos eletrônicos. Assim, podemos aproveitar o melhor da tecnologia sem prejudicar nossa saúde e nosso bem-estar.


Fonte: Adaptado de informações sobre “dependência digital” e “uso de mídia digital e saúde mental” (Wikipedia, 2024).
Uma estratégia recomendada pelo texto para evitar a dependência digital é
Alternativas
Q3594511 Português
Leia o texto para responder à questão.


“Conexão o tempo todo”


    Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. Celulares, tablets e computadores fazem parte da nossa rotina desde cedo. Mas esse uso constante de telas pode gerar um comportamento chamado dependência digital, quando a pessoa sente que precisa estar online o tempo todo.

    Quando passamos horas e horas olhando para a tela, nosso cérebro libera uma substância chamada dopamina, que traz uma sensação de prazer. É o mesmo mecanismo que ocorre com algumas drogas. Por isso, muitas pessoas — mesmo querendo parar — acabam repetindo o comportamento várias vezes.

    Isso pode atrapalhar o sono, deixando difícil adormecer ou descansar bem. Além disso, estudos mostram que o uso excessivo de redes sociais e smartphones está ligado à ansiedade, ao isolamento social e até à queda no rendimento escolar.

    Por outro lado, as tecnologias também trazem benefícios importantes: permitem que nos comuniquemos com amigos e familiares, aprendamos novas coisas pela internet e acessemos informações úteis. O desafio é encontrar um equilíbrio saudável — usar a tecnologia sem deixar que ela nos controle.

    Por isso, é importante criar limites: definir horários para usar o celular, procurar dormir sem telas por um tempo antes de dormir, e praticar atividades que não envolvam aparelhos eletrônicos. Assim, podemos aproveitar o melhor da tecnologia sem prejudicar nossa saúde e nosso bem-estar.


Fonte: Adaptado de informações sobre “dependência digital” e “uso de mídia digital e saúde mental” (Wikipedia, 2024).
O texto sugere que o uso equilibrado das tecnologias pode
Alternativas
Q3594510 Português
Leia o texto para responder à questão.


“Conexão o tempo todo”


    Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. Celulares, tablets e computadores fazem parte da nossa rotina desde cedo. Mas esse uso constante de telas pode gerar um comportamento chamado dependência digital, quando a pessoa sente que precisa estar online o tempo todo.

    Quando passamos horas e horas olhando para a tela, nosso cérebro libera uma substância chamada dopamina, que traz uma sensação de prazer. É o mesmo mecanismo que ocorre com algumas drogas. Por isso, muitas pessoas — mesmo querendo parar — acabam repetindo o comportamento várias vezes.

    Isso pode atrapalhar o sono, deixando difícil adormecer ou descansar bem. Além disso, estudos mostram que o uso excessivo de redes sociais e smartphones está ligado à ansiedade, ao isolamento social e até à queda no rendimento escolar.

    Por outro lado, as tecnologias também trazem benefícios importantes: permitem que nos comuniquemos com amigos e familiares, aprendamos novas coisas pela internet e acessemos informações úteis. O desafio é encontrar um equilíbrio saudável — usar a tecnologia sem deixar que ela nos controle.

    Por isso, é importante criar limites: definir horários para usar o celular, procurar dormir sem telas por um tempo antes de dormir, e praticar atividades que não envolvam aparelhos eletrônicos. Assim, podemos aproveitar o melhor da tecnologia sem prejudicar nossa saúde e nosso bem-estar.


Fonte: Adaptado de informações sobre “dependência digital” e “uso de mídia digital e saúde mental” (Wikipedia, 2024).
O uso excessivo de smartphones e redes sociais pode levar principalmente à(ao)(a)
Alternativas
Q3594509 Português
Leia o texto para responder à questão.


“Conexão o tempo todo”


    Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. Celulares, tablets e computadores fazem parte da nossa rotina desde cedo. Mas esse uso constante de telas pode gerar um comportamento chamado dependência digital, quando a pessoa sente que precisa estar online o tempo todo.

    Quando passamos horas e horas olhando para a tela, nosso cérebro libera uma substância chamada dopamina, que traz uma sensação de prazer. É o mesmo mecanismo que ocorre com algumas drogas. Por isso, muitas pessoas — mesmo querendo parar — acabam repetindo o comportamento várias vezes.

    Isso pode atrapalhar o sono, deixando difícil adormecer ou descansar bem. Além disso, estudos mostram que o uso excessivo de redes sociais e smartphones está ligado à ansiedade, ao isolamento social e até à queda no rendimento escolar.

    Por outro lado, as tecnologias também trazem benefícios importantes: permitem que nos comuniquemos com amigos e familiares, aprendamos novas coisas pela internet e acessemos informações úteis. O desafio é encontrar um equilíbrio saudável — usar a tecnologia sem deixar que ela nos controle.

    Por isso, é importante criar limites: definir horários para usar o celular, procurar dormir sem telas por um tempo antes de dormir, e praticar atividades que não envolvam aparelhos eletrônicos. Assim, podemos aproveitar o melhor da tecnologia sem prejudicar nossa saúde e nosso bem-estar.


Fonte: Adaptado de informações sobre “dependência digital” e “uso de mídia digital e saúde mental” (Wikipedia, 2024).
Qual é o efeito principal da liberação de dopamina mencionada no texto?
Alternativas
Q3594508 Português
Leia o texto para responder à questão.


“Conexão o tempo todo”


    Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. Celulares, tablets e computadores fazem parte da nossa rotina desde cedo. Mas esse uso constante de telas pode gerar um comportamento chamado dependência digital, quando a pessoa sente que precisa estar online o tempo todo.

    Quando passamos horas e horas olhando para a tela, nosso cérebro libera uma substância chamada dopamina, que traz uma sensação de prazer. É o mesmo mecanismo que ocorre com algumas drogas. Por isso, muitas pessoas — mesmo querendo parar — acabam repetindo o comportamento várias vezes.

    Isso pode atrapalhar o sono, deixando difícil adormecer ou descansar bem. Além disso, estudos mostram que o uso excessivo de redes sociais e smartphones está ligado à ansiedade, ao isolamento social e até à queda no rendimento escolar.

    Por outro lado, as tecnologias também trazem benefícios importantes: permitem que nos comuniquemos com amigos e familiares, aprendamos novas coisas pela internet e acessemos informações úteis. O desafio é encontrar um equilíbrio saudável — usar a tecnologia sem deixar que ela nos controle.

    Por isso, é importante criar limites: definir horários para usar o celular, procurar dormir sem telas por um tempo antes de dormir, e praticar atividades que não envolvam aparelhos eletrônicos. Assim, podemos aproveitar o melhor da tecnologia sem prejudicar nossa saúde e nosso bem-estar.


Fonte: Adaptado de informações sobre “dependência digital” e “uso de mídia digital e saúde mental” (Wikipedia, 2024).
Segundo o texto, o que significa “dependência digital”?
Alternativas
Q3594477 Português
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Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
Nas passagens – O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa... (1o parágrafo) – e – ... o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados... (4o parágrafo) –, as expressões destacadas exprimem, correta e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3594476 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância verbal e concordância nominal. 
Alternativas
Q3594475 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

•  O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa... (1o parágrafo)
•  ... mas diversas questões barram o avanço da prática. (1o parágrafo)
•  No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro... (4o parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3594474 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
A expressão destacada está empregada em sentido figurado em:
Alternativas
Q3594473 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
O objetivo do editorial é analisar
Alternativas
Q3594472 Português
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A Bungavília 3


       O Xico recusou vir para a quinta1 . A mãe ficou zangada e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o dinheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda.

     Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos2.

     Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende.

     O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão.

    Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contínuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões.


(Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas. 2015)


1 Quinta: propriedade rural.
2 Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola.
3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos. 
Na passagem do 2o parágrafo – É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos. –, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de: 
Alternativas
Q3594471 Português
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A Bungavília 3


       O Xico recusou vir para a quinta1 . A mãe ficou zangada e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o dinheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda.

     Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos2.

     Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende.

     O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão.

    Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contínuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões.


(Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas. 2015)


1 Quinta: propriedade rural.
2 Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola.
3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos. 
A colocação pronominal atende à norma-padrão em: 
Alternativas
Q3594470 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Bungavília 3


       O Xico recusou vir para a quinta1 . A mãe ficou zangada e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o dinheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda.

     Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos2.

     Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende.

     O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão.

    Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contínuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões.


(Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas. 2015)


1 Quinta: propriedade rural.
2 Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola.
3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos. 
Eu concordo              pai quanto à beleza da buganvília. Até é uma planta bonita. Por isso, entendo o zelo                   .
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3594469 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Bungavília 3


       O Xico recusou vir para a quinta1 . A mãe ficou zangada e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o dinheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda.

     Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos2.

     Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende.

     O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão.

    Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contínuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões.


(Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas. 2015)


1 Quinta: propriedade rural.
2 Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola.
3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos. 
O uso do acento indicativo da crase atende à norma-padrão em:
Alternativas
Q3594468 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Bungavília 3


       O Xico recusou vir para a quinta1 . A mãe ficou zangada e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o dinheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda.

     Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos2.

     Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende.

     O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão.

    Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contínuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões.


(Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas. 2015)


1 Quinta: propriedade rural.
2 Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola.
3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos. 
Ao falar sobre a recusa de Xico de ir à quinta, a narradora deixou claro que
Alternativas
Q3593901 Português

Leia a tira a seguir:


10.jpg (545×631)


Considere as frases a seguir:



•  “Preciso capturar o duende!” (1º quadro)


•  “Peguei um duende!” (2º quadro)



De acordo com a norma-padrão, é correto substituir os dois trechos em destaque, na ordem em que aparecem, por:

Alternativas
Respostas
35941: B
35942: D
35943: C
35944: C
35945: E
35946: A
35947: D
35948: B
35949: C
35950: E
35951: A
35952: B
35953: C
35954: D
35955: A
35956: D
35957: C
35958: B
35959: E
35960: C