Questões de Concurso Sobre português

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Q3382237 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os conceitos de situação comunicativa, gênero textual e recursos de coesão e coerência, assinale a alternativa que descreve corretamente uma característica relevante do texto-base.
Alternativas
Q3382236 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com a pesquisa sobre a formação de enxames de mosquitos, como os cientistas do NeuroMat/USP propõem que cada mosquito ajusta sua posição dentro do enxame, em contraste com estudos anteriores?
Alternativas
Q3382180 Português

Assinale a frase em que há erro quanto à colocação pronominal:

Alternativas
Q3382179 Português
Em qual alternativa o pronome relativo está empregado corretamente?
Alternativas
Q3382178 Português
O termo destacado exerce a função de conjunção subordinativa causal em:
Alternativas
Q3382177 Português
Assinale a alternativa em que há erro de concordância verbal:
Alternativas
Q3382176 Português
Na palavra deslealdade, o prefixo e o sufixo são, respectivamente:
Alternativas
Q3382175 Português
Em qual das palavras abaixo há erro de acentuação gráfica?
Alternativas
Q3382174 Português
Qual alternativa apresenta corretamente a forma com hífen, segundo a reforma ortográfica?
Alternativas
Q3382173 Português
Em qual alternativa há figura de linguagem do tipo metáfora?
Alternativas
Q3382172 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresenta sentido denotativo:
Alternativas
Q3382171 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Qual dos trechos abaixo expressa uma consequência do uso excessivo de redes sociais, segundo o texto?
Alternativas
Q3382170 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
O texto pode ser classificado como:
Alternativas
Q3382169 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
O autor do texto sugere que, para lidar com esse problema, deve-se:
Alternativas
Q3382168 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Pode-se inferir do texto que o uso abusivo das redes sociais por crianças e adolescentes:
Alternativas
Q3382166 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Segundo o texto, o vício em redes sociais entre crianças e adolescentes pode estar relacionado à:
Alternativas
Q3381985 Português
Coreia do Sul consegue reciclar 97% dos resíduos alimentares


O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.


"A década de 1980 foi um período fundamental para o desenvolvimento econômico da Coreia do Sul", explica o professor Jae-Cheol Jang do Instituto de Agricultura da Universidade Nacional de Gyeongsang.


Com a industrialização e a urbanização, também surgiram problemas sociais, e um deles foi o manejo de resíduos.


A Coreia do Sul tem mais de cinquenta milhões de habitantes e uma densidade populacional alta, sendo mais de quinhentas pessoas por quilômetro quadrado.


No Peru, por exemplo, a densidade não chega a 30 habitantes por quilômetro quadrado.


Com as mudanças econômicas, cresceu também o número de aterros sanitários, alguns próximos a áreas residenciais, o que gerou muitos protestos.


Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente que o dióxido de carbono.


Pressionados pelos cidadãos, o governo buscou uma solução para o problema dos aterros.


Em 1995, foi aprovado um sistema que cobrava por volume de resíduo gerado, sem separar restos de alimentos de lixos em geral. Em 2005, o descarte de restos de comida em aterros foi proibido por lei.


E em 2013 foi implementado o atual sistema de cobrança por peso dos restos de comida.


O sistema continua evoluindo à medida que a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico: você tem que pagar cada vez que joga fora seus restos de comida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99p3xvy7veo.adaptado.
 O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.
Assinale a alternativa em que a concordância nominal entre os termos da frase está adequada à norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q3381984 Português
Coreia do Sul consegue reciclar 97% dos resíduos alimentares


O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.


"A década de 1980 foi um período fundamental para o desenvolvimento econômico da Coreia do Sul", explica o professor Jae-Cheol Jang do Instituto de Agricultura da Universidade Nacional de Gyeongsang.


Com a industrialização e a urbanização, também surgiram problemas sociais, e um deles foi o manejo de resíduos.


A Coreia do Sul tem mais de cinquenta milhões de habitantes e uma densidade populacional alta, sendo mais de quinhentas pessoas por quilômetro quadrado.


No Peru, por exemplo, a densidade não chega a 30 habitantes por quilômetro quadrado.


Com as mudanças econômicas, cresceu também o número de aterros sanitários, alguns próximos a áreas residenciais, o que gerou muitos protestos.


Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente que o dióxido de carbono.


Pressionados pelos cidadãos, o governo buscou uma solução para o problema dos aterros.


Em 1995, foi aprovado um sistema que cobrava por volume de resíduo gerado, sem separar restos de alimentos de lixos em geral. Em 2005, o descarte de restos de comida em aterros foi proibido por lei.


E em 2013 foi implementado o atual sistema de cobrança por peso dos restos de comida.


O sistema continua evoluindo à medida que a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico: você tem que pagar cada vez que joga fora seus restos de comida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99p3xvy7veo.adaptado.
A complexa trajetória da Coreia do Sul na gestão dos resíduos alimentares evidencia múltiplos fatores interligados, que envolvem desde aspectos econômicos e demográficos até decisões políticas estratégicas.
De acordo com o texto base, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3381983 Português
Coreia do Sul consegue reciclar 97% dos resíduos alimentares


O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.


"A década de 1980 foi um período fundamental para o desenvolvimento econômico da Coreia do Sul", explica o professor Jae-Cheol Jang do Instituto de Agricultura da Universidade Nacional de Gyeongsang.


Com a industrialização e a urbanização, também surgiram problemas sociais, e um deles foi o manejo de resíduos.


A Coreia do Sul tem mais de cinquenta milhões de habitantes e uma densidade populacional alta, sendo mais de quinhentas pessoas por quilômetro quadrado.


No Peru, por exemplo, a densidade não chega a 30 habitantes por quilômetro quadrado.


Com as mudanças econômicas, cresceu também o número de aterros sanitários, alguns próximos a áreas residenciais, o que gerou muitos protestos.


Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente que o dióxido de carbono.


Pressionados pelos cidadãos, o governo buscou uma solução para o problema dos aterros.


Em 1995, foi aprovado um sistema que cobrava por volume de resíduo gerado, sem separar restos de alimentos de lixos em geral. Em 2005, o descarte de restos de comida em aterros foi proibido por lei.


E em 2013 foi implementado o atual sistema de cobrança por peso dos restos de comida.


O sistema continua evoluindo à medida que a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico: você tem que pagar cada vez que joga fora seus restos de comida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99p3xvy7veo.adaptado.
Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente "que" o dióxido de carbono.
Em relação à classe gramatical, o vocábulo destacado denomina-se 
Alternativas
Q3381982 Português
Coreia do Sul consegue reciclar 97% dos resíduos alimentares


O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.


"A década de 1980 foi um período fundamental para o desenvolvimento econômico da Coreia do Sul", explica o professor Jae-Cheol Jang do Instituto de Agricultura da Universidade Nacional de Gyeongsang.


Com a industrialização e a urbanização, também surgiram problemas sociais, e um deles foi o manejo de resíduos.


A Coreia do Sul tem mais de cinquenta milhões de habitantes e uma densidade populacional alta, sendo mais de quinhentas pessoas por quilômetro quadrado.


No Peru, por exemplo, a densidade não chega a 30 habitantes por quilômetro quadrado.


Com as mudanças econômicas, cresceu também o número de aterros sanitários, alguns próximos a áreas residenciais, o que gerou muitos protestos.


Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente que o dióxido de carbono.


Pressionados pelos cidadãos, o governo buscou uma solução para o problema dos aterros.


Em 1995, foi aprovado um sistema que cobrava por volume de resíduo gerado, sem separar restos de alimentos de lixos em geral. Em 2005, o descarte de restos de comida em aterros foi proibido por lei.


E em 2013 foi implementado o atual sistema de cobrança por peso dos restos de comida.


O sistema continua evoluindo à medida que a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico: você tem que pagar cada vez que joga fora seus restos de comida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99p3xvy7veo.adaptado.
O sistema continua evoluindo "à medida que" a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico.
Em relação à expressão destacada, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
35921: D
35922: C
35923: C
35924: B
35925: B
35926: A
35927: B
35928: A
35929: D
35930: C
35931: B
35932: A
35933: B
35934: C
35935: B
35936: B
35937: A
35938: B
35939: B
35940: D