Questões de Concurso Sobre português
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Como a capacitação digital está transformando o mercado de trabalho
Por Alexandre Max

(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O mercado de trabalho postula que os funcionários estejam sempre em processo de atualização para enfrentar as mudanças que a tecnologia promove no ambiente de trabalho.
II. Aprimoramento digital é condição para permanecer nas empresas; entretanto prescinde de cursos e atualizações a todo momento.
III. Treinamento, capacitação, comportamentos, proatividade, entre outros, são aspectos fundamentais para o atual mercado de trabalho.
Quais estão corretas?
Como a capacitação digital está transformando o mercado de trabalho
Por Alexandre Max

(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) A expressão “Ao investir” poderia ser substituída por “Conquanto se invista”, sem causar alteração de sentido.
( ) Os termos correlatos “não só... mas também” estabelecem uma conexão de coordenação entre as orações.
( ) Se a expressão “não só... mas também” fosse substituída por “não só... mas ainda”, o sentido original seria mantido.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Como a capacitação digital está transformando o mercado de trabalho
Por Alexandre Max

(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Já havia outro ou outros formatos de aprendizagem.
II. Os novos formatos estão relacionados apenas ao ensino remoto e aos aplicativos.
III. Não se pode delimitar quantos serão os novos tipos de aprendizagem.
Quais estão corretas?
Como a capacitação digital está transformando o mercado de trabalho
Por Alexandre Max

(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O vocábulo “escalável” recebe acento gráfico por ser uma paroxítona terminada em “l”.
II. A palavra “conteúdos” é acentuada em virtude da ocorrência do hiato assinalado.
III. A palavra “além” é acentuada por ser um monossílabo tônico.
Quais estão corretas?
Como a capacitação digital está transformando o mercado de trabalho
Por Alexandre Max

(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. No trecho “exi....e que os funcionários, especialmente aqueles em funções operacionais”, a palavra “aqueles” se refere a “funcionários”.
II. No trecho “Plataformas digitais e treinamentos a distância permitem que colaboradores, que antes ficavam __ margem de bons programas de capacitação”, o vocábulo “que” (2ª ocorrência) retoma “colaboradores”.
III. No trecho “Isso demonstra a importância de programas que também foquem o desenvolvimento de habilidades interpessoais” (l. 17-18), o vocábulo “Isso” faz referência à informação que será imediatamente enunciada.
Quais estão corretas?
Como a capacitação digital está transformando o mercado de trabalho
Por Alexandre Max

(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
Como a capacitação digital está transformando o mercado de trabalho
Por Alexandre Max

(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
Como a capacitação digital está transformando o mercado de trabalho
Por Alexandre Max

(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
O conteúdo, enquanto obra passível de proteção, é utilizado somente como insumo técnico para ensinar o modelo sobre as relações estatísticas entre os seus elementos. Embora esses vetores não reproduzam diretamente a obra original e os modelos não armazenem os dados como um banco de referência consultável, eles podem carregar sua estrutura em forma matemática, o que poderia levar à conclusão de que, a partir disso, seria possível reconstruir o conteúdo protegido.
Os vocábulos destacados podem ser substituídos, respectivamente, mantendo-se o sentido e a norma-padrão do trecho, por:
(André Dahmer. Malvados # 846. Disponível em: www.malvados.com.br)
A vírgula no 1o quadro foi empregada pelo mesmo motivo que em:
I. O assessor encaminhou o parecer ao vereador avaliando as alterações no projeto.
II. O presidente informou ao diretor que o secretário foi nomeado para o cargo.
III. O diretor informou ao secretário que estava com dificuldades de protocolar o documento.
Das construções apresentadas, ocorre ambiguidade apenas em:
Texto para a questão.
O direito de papel
No dia 26 de agosto de 1789, os deputados franceses lançaram um dos grandes documentos da modernidade: a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Era um vigoroso manifesto iluminista contra o Antigo Regime. Foi uma resposta ao crescimento dos movimentos sociais no verão de 1789, nas tensas semanas entre a queda da Bastilha, a onda de saques do Grande Medo e o fim dos direitos feudais (4 de agosto). Na semana que vem, o documento completa 228 anos.
Os artigos da Declaração demolem o prédio secular do Absolutismo de Direito divino e da desigualdade social pelo nascimento. Era um novo mundo, pelo menos no papel. Deputados homens, na maioria de origem burguesa, refizeram o mundo pela sua perspectiva. Quando uma voz dissidente e feminina, Olympe de Gouges, lançou a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, foi parar na guilhotina. Sejamos justos: a guilhotina não era machista. A lâmina ignorou gênero: matou Danton, Robespierre, Luís XVI, Maria Antonieta, freiras carmelitas e Lavoisier.
O texto de 26 de agosto é fundacional nas suas glórias e limitações. Suas ideias varreram a Europa e atravessaram o oceano. A Revolução de 1789 resultou na tirania napoleônica, porém, curiosamente, foi Napoleão que difundiu muitos legados revolucionários, inclusive o sistema métrico decimal. Os ingleses se orgulham de não terem sido invadidos pelo corso, juntam a seu nacionalismo invicto as jardas, as libras e até “stones”.
Em 1948, a jovem ONU revisitou a Declaração. A Segunda Guerra Mundial ainda contabilizava seus genocídios e a Guerra Fria estremecia Berlim. A Assembleia aproveitou o momento e organizou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
É impossível discordar de uma única linha do texto. Ali está o melhor da humanidade como nós sonharíamos que ela fosse: tolerante, democrática, igualitária e respeitadora das diferenças. Ali o Homo sapiens, na sua sangrenta trajetória de guerras e preconceitos, deu uma pequena parada, respirou fundo e sonhou que as coisas poderiam ser de outra maneira. De muitas formas, o texto da ONU cumpre a origem da palavra dupla: o não lugar e o lugar bom. Se você nunca leu o texto de 1948, vale a pena consultá-lo como uma baliza de valores.
Meus alunos sempre questionam a validade de tais documentos. Do que adiantaria dizer que todos os homens são iguais e nascem livres, se por toda parte são desiguais e a maioria não é livre de forma metafórica ou prática? Qual o sentido de um papel diante do imperativo da força? O racista da Virgínia continua sua convicção canalha com ou sem o texto da ONU. O agressor de mulheres nunca leu Simone de Beauvoir. Se lesse, mudaria algo? O homofóbico responde a dramas pessoais internos que não serão transformados com as obras completas de Freud em alemão. O mundo real e material, o mundo aqui e agora, de que forma um papel pode mudá-lo? A dúvida é pertinente e forte.
Fonte: https://www.estadao.com.br/cultura/leandro-karnal/o direito-de-papel/ (adaptado).
I. No futuro do pretérito do indicativo, a forma adequada é: “Os artigos da Declaração demoliriam o prédio secular.”
II. No pretérito imperfeito do indicativo, a forma correta é: “Os artigos da Declaração demoliam o prédio secular.”
III. No pretérito mais-que-perfeito do indicativo, a forma correta é: “Os artigos da Declaração demolirão o prédio secular.”
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Texto para a questão.
O direito de papel
No dia 26 de agosto de 1789, os deputados franceses lançaram um dos grandes documentos da modernidade: a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Era um vigoroso manifesto iluminista contra o Antigo Regime. Foi uma resposta ao crescimento dos movimentos sociais no verão de 1789, nas tensas semanas entre a queda da Bastilha, a onda de saques do Grande Medo e o fim dos direitos feudais (4 de agosto). Na semana que vem, o documento completa 228 anos.
Os artigos da Declaração demolem o prédio secular do Absolutismo de Direito divino e da desigualdade social pelo nascimento. Era um novo mundo, pelo menos no papel. Deputados homens, na maioria de origem burguesa, refizeram o mundo pela sua perspectiva. Quando uma voz dissidente e feminina, Olympe de Gouges, lançou a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, foi parar na guilhotina. Sejamos justos: a guilhotina não era machista. A lâmina ignorou gênero: matou Danton, Robespierre, Luís XVI, Maria Antonieta, freiras carmelitas e Lavoisier.
O texto de 26 de agosto é fundacional nas suas glórias e limitações. Suas ideias varreram a Europa e atravessaram o oceano. A Revolução de 1789 resultou na tirania napoleônica, porém, curiosamente, foi Napoleão que difundiu muitos legados revolucionários, inclusive o sistema métrico decimal. Os ingleses se orgulham de não terem sido invadidos pelo corso, juntam a seu nacionalismo invicto as jardas, as libras e até “stones”.
Em 1948, a jovem ONU revisitou a Declaração. A Segunda Guerra Mundial ainda contabilizava seus genocídios e a Guerra Fria estremecia Berlim. A Assembleia aproveitou o momento e organizou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
É impossível discordar de uma única linha do texto. Ali está o melhor da humanidade como nós sonharíamos que ela fosse: tolerante, democrática, igualitária e respeitadora das diferenças. Ali o Homo sapiens, na sua sangrenta trajetória de guerras e preconceitos, deu uma pequena parada, respirou fundo e sonhou que as coisas poderiam ser de outra maneira. De muitas formas, o texto da ONU cumpre a origem da palavra dupla: o não lugar e o lugar bom. Se você nunca leu o texto de 1948, vale a pena consultá-lo como uma baliza de valores.
Meus alunos sempre questionam a validade de tais documentos. Do que adiantaria dizer que todos os homens são iguais e nascem livres, se por toda parte são desiguais e a maioria não é livre de forma metafórica ou prática? Qual o sentido de um papel diante do imperativo da força? O racista da Virgínia continua sua convicção canalha com ou sem o texto da ONU. O agressor de mulheres nunca leu Simone de Beauvoir. Se lesse, mudaria algo? O homofóbico responde a dramas pessoais internos que não serão transformados com as obras completas de Freud em alemão. O mundo real e material, o mundo aqui e agora, de que forma um papel pode mudá-lo? A dúvida é pertinente e forte.
Fonte: https://www.estadao.com.br/cultura/leandro-karnal/o direito-de-papel/ (adaptado).
Texto para a questão.
O direito de papel
No dia 26 de agosto de 1789, os deputados franceses lançaram um dos grandes documentos da modernidade: a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Era um vigoroso manifesto iluminista contra o Antigo Regime. Foi uma resposta ao crescimento dos movimentos sociais no verão de 1789, nas tensas semanas entre a queda da Bastilha, a onda de saques do Grande Medo e o fim dos direitos feudais (4 de agosto). Na semana que vem, o documento completa 228 anos.
Os artigos da Declaração demolem o prédio secular do Absolutismo de Direito divino e da desigualdade social pelo nascimento. Era um novo mundo, pelo menos no papel. Deputados homens, na maioria de origem burguesa, refizeram o mundo pela sua perspectiva. Quando uma voz dissidente e feminina, Olympe de Gouges, lançou a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, foi parar na guilhotina. Sejamos justos: a guilhotina não era machista. A lâmina ignorou gênero: matou Danton, Robespierre, Luís XVI, Maria Antonieta, freiras carmelitas e Lavoisier.
O texto de 26 de agosto é fundacional nas suas glórias e limitações. Suas ideias varreram a Europa e atravessaram o oceano. A Revolução de 1789 resultou na tirania napoleônica, porém, curiosamente, foi Napoleão que difundiu muitos legados revolucionários, inclusive o sistema métrico decimal. Os ingleses se orgulham de não terem sido invadidos pelo corso, juntam a seu nacionalismo invicto as jardas, as libras e até “stones”.
Em 1948, a jovem ONU revisitou a Declaração. A Segunda Guerra Mundial ainda contabilizava seus genocídios e a Guerra Fria estremecia Berlim. A Assembleia aproveitou o momento e organizou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
É impossível discordar de uma única linha do texto. Ali está o melhor da humanidade como nós sonharíamos que ela fosse: tolerante, democrática, igualitária e respeitadora das diferenças. Ali o Homo sapiens, na sua sangrenta trajetória de guerras e preconceitos, deu uma pequena parada, respirou fundo e sonhou que as coisas poderiam ser de outra maneira. De muitas formas, o texto da ONU cumpre a origem da palavra dupla: o não lugar e o lugar bom. Se você nunca leu o texto de 1948, vale a pena consultá-lo como uma baliza de valores.
Meus alunos sempre questionam a validade de tais documentos. Do que adiantaria dizer que todos os homens são iguais e nascem livres, se por toda parte são desiguais e a maioria não é livre de forma metafórica ou prática? Qual o sentido de um papel diante do imperativo da força? O racista da Virgínia continua sua convicção canalha com ou sem o texto da ONU. O agressor de mulheres nunca leu Simone de Beauvoir. Se lesse, mudaria algo? O homofóbico responde a dramas pessoais internos que não serão transformados com as obras completas de Freud em alemão. O mundo real e material, o mundo aqui e agora, de que forma um papel pode mudá-lo? A dúvida é pertinente e forte.
Fonte: https://www.estadao.com.br/cultura/leandro-karnal/o direito-de-papel/ (adaptado).