Questões de Concurso Sobre português

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Q3521588 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O distanciamento entre pais e filhos em tempos de redes sociais

As redes sociais, inicialmente celebradas como pontes entre pessoas distantes, têm se tornado, paradoxalmente, muros silenciosos dentro de muitos lares. Pais e filhos convivem sob o mesmo teto, mas suas atenções estão cativas a telas que brilham mais do que os olhos um do outro. A intimidade, antes construída em torno de refeições, conversas noturnas ou mesmo silêncios partilhados, cede espaço à distração contínua.

Muitos pais, ao tentarem compensar a ausência física com presentes ou permissividade digital, reforçam uma dinâmica de afastamento. Os filhos, por sua vez, criam vínculos mais intensos com influenciadores do que com os próprios responsáveis. Não se trata de demonizar a tecnologia — ela é ferramenta e, como tal, depende de como é utilizada. O problema emerge quando se naturaliza a negligência afetiva, disfarçada de “tempo de qualidade online”.

Recuperar a presença exige esforço mútuo: escuta ativa, disponibilidade real, e a difícil arte de dizer “agora não” para o celular, a fim de dizer “sim” para quem está ao lado. Talvez seja este o grande desafio contemporâneo da parentalidade: reaprender a estar junto — de verdade.  
Ao utilizar a expressão “muros silenciosos dentro de muitos lares”, o autor recorre a uma figura de linguagem com a finalidade de:  
Alternativas
Q3521587 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O distanciamento entre pais e filhos em tempos de redes sociais

As redes sociais, inicialmente celebradas como pontes entre pessoas distantes, têm se tornado, paradoxalmente, muros silenciosos dentro de muitos lares. Pais e filhos convivem sob o mesmo teto, mas suas atenções estão cativas a telas que brilham mais do que os olhos um do outro. A intimidade, antes construída em torno de refeições, conversas noturnas ou mesmo silêncios partilhados, cede espaço à distração contínua.

Muitos pais, ao tentarem compensar a ausência física com presentes ou permissividade digital, reforçam uma dinâmica de afastamento. Os filhos, por sua vez, criam vínculos mais intensos com influenciadores do que com os próprios responsáveis. Não se trata de demonizar a tecnologia — ela é ferramenta e, como tal, depende de como é utilizada. O problema emerge quando se naturaliza a negligência afetiva, disfarçada de “tempo de qualidade online”.

Recuperar a presença exige esforço mútuo: escuta ativa, disponibilidade real, e a difícil arte de dizer “agora não” para o celular, a fim de dizer “sim” para quem está ao lado. Talvez seja este o grande desafio contemporâneo da parentalidade: reaprender a estar junto — de verdade.  
O texto aponta, com preocupação, para um fenômeno crescente nas relações - familiares contemporâneas. Considerando o seu conteúdo, é possível inferir que o autor:
Alternativas
Q3521556 Português
Sobre o uso da vírgula, marque a alternativa cuja pontuação compromete o sentido do período.  
Alternativas
Q3521555 Português
No trecho “Apesar dos conselhos, ele continuava impassível”, a palavra “impassível” indica uma qualidade do sujeito. Trata-se, portanto, de: 
Alternativas
Q3521554 Português
Assinale a alternativa em que ocorre erro de concordância nominal: 
Alternativas
Q3521553 Português
Observe a frase:

“A repentina mudança de clima preocupou os agricultores locais.”

Quanto à estrutura do predicado, pode-se afirmar que ele é: 
Alternativas
Q3521552 Português
Assinale a opção em que há erro quanto a classificação do sujeito. 
Alternativas
Q3521551 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Considerando os elementos argumentativos do texto, pode-se afirmar que a proposta central é: 
Alternativas
Q3521550 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Ao afirmar que “a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva”, o autor indica que: 
Alternativas
Q3521549 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Assinale a alternativa que melhor expressa uma crítica implícita presente no texto:  
Alternativas
Q3521548 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Quando o autor menciona que os consumidores veem os influencers como “gente como a gente”, a intenção é destacar:  
Alternativas
Q3521547 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
A partir da leitura do texto, é possível inferir que a ascensão dos influencers digitais está diretamente relacionada:  
Alternativas
Q3520914 Português
A cidade também se orgulha de suas iniciativas sustentáveis, como programas de conversão de resíduos em energia, enquanto educação e saúde são acessíveis e de alta qualidade.


"Não é apenas a infraestrutura. É a sensação de que as pessoas confiam umas nas outras e nas suas intenções."


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdyldg20e7o) 




Quanto à acentuação, ortografia e ao coletivo dos vocábulos empregados no texto, julgue as afirmativas a seguir:


I.Os vocábulos 'sustentáveis' e 'acessíveis' são acentuados pela regra das paroxítonas terminadas em 'eis'. Mesma regra presente nas palavras 'cantásseis' e 'dóceis'.


II.O vocábulo 'infraestrutura' não é hifenizado, pois não se emprega hífen quando o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente.


III.O vocábulo 'qualidade' apresenta 9 letras e 9 fonemas, sendo classificado como uma palavra paroxítona.


IV.O vocábulo 'pessoas' forma o coletivo em 'multidões'. Em muitos casos, pode haver mais de um coletivo para um mesmo objeto ou ser, como exemplo, tem-se o vocábulo 'cabras', que forma o coletivo em: fato, malhada, rebanho.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3520883 Português

O anúncio no início de abril feito por Trump, de que..... tarifas de 34% sobre produtos chineses..... uma retaliação em igual medida de Pequim.


Isso..... novos golpes e contra-golpes de ambos os lados que..... em tarifas americanas que..... 145% contra a China e de tarifas de 125% sobre produtos americanos importados pela China.


No trecho da reportagem do site de notícias BBC News, alguns termos foram propositalmente suprimidos. Com base nas regras de concordância verbal e nominal, identifique a alternativa que apresenta os vocábulos que completam adequadamente os espaços

Alternativas
Q3520701 Português
O sujeito gramatical das orações que formam o primeiro parágrafo do texto classifica-se como 
Alternativas
Q3520700 Português
O verbo “passa”, em “tampouco passa por oferecer uma formação sem a mínima infraestrutura” (linhas 31 e 32), concorda com o termo  
Alternativas
Q3520699 Português
Assinale a alternativa em que é apresentada uma reescrita gramaticalmente correta e com o mesmo sentido do seguinte trecho do texto: “dadas as grandes lacunas na educação básica” (linhas 55 e 56). 
Alternativas
Q3520698 Português
No texto, a palavra “falaciosa” (linha 64) veicula o mesmo sentido de  
Alternativas
Q3520697 Português
No trecho “ainda bem, ainda existem” (linhas 59 e 60), o autor faz referência à existência de 
Alternativas
Q3520696 Português
A respeito da pontuação empregada no trecho “dado que há discentes, já vi, que não sabem mandar um e-mail” (linhas 25 e 26) e suas implicações sintáticas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
32681: C
32682: B
32683: B
32684: C
32685: B
32686: D
32687: D
32688: A
32689: B
32690: D
32691: C
32692: C
32693: D
32694: C
32695: B
32696: D
32697: C
32698: E
32699: B
32700: A