Questões de Concurso Sobre português

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Q3522975 Português
A expressão “as luzes da razão foram, então, apagadas” realiza construção figurada classificada como:
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Q3522973 Português
Ao propor paráfrase de trecho complexo, o recurso de coesão que evita ambiguidade na retomada de ideias é:
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Q3522972 Português
Na sequência “Não que o poeta ignore a dor – ele a ressignifica”, a função do travessão é:
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Q3522824 Português
No ensino de figuras de linguagem em canções contemporâneas, o encaminhamento que promove autoria discente consiste em:
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Q3522822 Português
Quando trabalha emojis em mensagens institucionais, o professor evidencia letramento crítico se propõe aos alunos:
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Q3522820 Português
Ao avaliar competência de leitura de texto híbrido (reportagem com infográfico interativo), o descritor mais adequado é aquele que verifica se o estudante:
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Q3522819 Português
Em uma prova de Língua Portuguesa, o professor deseja avaliar a competência de seus estudantes em articular informações de texto verbal, infográfico e podcast sobre mobilidade urbana. Qual item de avaliação cumpre melhor esse objetivo por integrar diferentes linguagens e mídias em uma única questão?
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Q3522817 Português
Ao planejar sequência didática sobre memes como artefatos culturais, qual estratégia estimula análise crítica de códigos visuais e textuais de forma articulada?
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Q3522726 Português
Assinalar a alternativa em que a crase é OBRIGATÓRIA. 
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Q3522725 Português
Assinalar a alternativa em que a palavra sublinhada está grafada CORRETAMENTE.
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Q3522724 Português

A imagem abaixo apresenta uma linguagem informal. Assinalar a alternativa que representa uma linguagem formal do mesmo texto. 




Imagem associada para resolução da questão

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Q3522723 Português
No trecho "Sua tecnologia reduz as temperaturas dentro de estufas em até sete graus Celsius sem comprometer a entrada de luz.", a palavra sublinhada tem como sinônimo:
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Q3522722 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

De acordo com o texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
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Q3522721 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

A oração sublinhada no trecho abaixo é classificada em:

Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento.
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Q3522720 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

A palavra “isso”, sublinhada no 1º parágrafo, faz referência à qual ação citada no texto?
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Q3522719 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

A palavra “mensuráveis” (4º parágrafo) tem seu antônimo em:
Alternativas
Q3522718 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

Se passarmos a palavra sublinhada abaixo para o plural, quantas outras também deverão ser alteradas?



Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo.

Alternativas
Q3522717 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

Considerando as informações do texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) A força e o equilíbrio também diminuem com a idade, assim como a flexibilidade.


( ) Fatores comportamentais podem acelerar a perda da flexibilidade.


( ) Exercícios de flexibilidade devem ser evitados, pois aumentam o risco de lesão.


( ) Uma boa flexibilidade ajuda os idosos a caminharem com mais segurança.

Alternativas
Q3522548 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cadê a casa do caranguejo-ermitão?

O caranguejo-ermitão é bastante comum nas praias do Brasil, sendo chamado também de paguro, eremita, caranguejo-de-concha ou caranguejo-casa-alugada. Ele tem o hábito de viver solitário ou isolado, daí o 'ermitão' no seu nome.

Os caranguejos comuns, chamados verdadeiros, têm aquela casca grossa, o exoesqueleto, que serve como uma armadura para proteger o animal. Os ermitões, porém, têm o abdome (parte de trás do corpo) mole, o que aumenta muito a chance de ele ser facilmente capturado e virar alimento para outro animal. Além disso, muitas espécies de ermitões são geralmente encontradas em águas rasas, ficando diretamente expostos à luz do Sol.

Para driblar essas desvantagens, esse crustáceo precisou desenvolver algumas estratégias de sobrevivência. Uma delas foi a busca por abrigo em conchas vazias abandonadas por moluscos, animais de corpo mole que vivem dentro das conchas que encontramos nas praias.

Disponível em: https://chc.org.br/artigo/cade-a-casa-do-caranguejo-ermitao/
"O caranguejo-ermitão é bastante comum nas praias do Brasil, sendo chamado também de paguro, eremita, caranguejo-de-concha ou caranguejo-casa-alugada. Ele tem o hábito de viver solitário ou isolado, daí o 'ermitão' no seu nome."
Analise o emprego dos vocábulos presentes no trecho e marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3522547 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cadê a casa do caranguejo-ermitão?

O caranguejo-ermitão é bastante comum nas praias do Brasil, sendo chamado também de paguro, eremita, caranguejo-de-concha ou caranguejo-casa-alugada. Ele tem o hábito de viver solitário ou isolado, daí o 'ermitão' no seu nome.

Os caranguejos comuns, chamados verdadeiros, têm aquela casca grossa, o exoesqueleto, que serve como uma armadura para proteger o animal. Os ermitões, porém, têm o abdome (parte de trás do corpo) mole, o que aumenta muito a chance de ele ser facilmente capturado e virar alimento para outro animal. Além disso, muitas espécies de ermitões são geralmente encontradas em águas rasas, ficando diretamente expostos à luz do Sol.

Para driblar essas desvantagens, esse crustáceo precisou desenvolver algumas estratégias de sobrevivência. Uma delas foi a busca por abrigo em conchas vazias abandonadas por moluscos, animais de corpo mole que vivem dentro das conchas que encontramos nas praias.

Disponível em: https://chc.org.br/artigo/cade-a-casa-do-caranguejo-ermitao/
"Para driblar essas desvantagens, esse crustáceo precisou desenvolver algumas estratégias de sobrevivência. Uma delas foi a busca por abrigo em conchas vazias abandonadas por moluscos, animais de corpo mole que vivem dentro das conchas que encontramos nas praias."
Com base no emprego das palavras no trecho, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
32601: C
32602: B
32603: A
32604: A
32605: B
32606: D
32607: C
32608: B
32609: A
32610: C
32611: D
32612: B
32613: C
32614: B
32615: B
32616: D
32617: C
32618: A
32619: D
32620: A