Questões de Concurso Sobre português

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Q3804306 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão:


O perigo de se apegar a animais de estimação, segundo a psicologia


    Um estudo desenvolvido por estudantes de psicologia da PUC-RS relaciona o apego excessivo a animais de estimação a riscos psicológicos como neuroticismo, depressão, ansiedade e uma maior vulnerabilidade emocional.
    De acordo com a pesquisa, realizada com mais de 2,6 mil usuários em uma pesquisa conduzida de forma remota, “gostar demais” dos animais de estimação, como cães e gatos, costuma estar relacionado a uma tendência de substituição de relações humanas próximas por elos familiares com pets, chamados de “vínculos ultrafusionalmente dependentes”.
    Esse quadro pode acentuar sintomas depressivos e a ansiedade, além de promover o isolamento social, indicam os pesquisadores. Situações de alerta podem envolver hábitos como dormir frequentemente ou diariamente com o pet na cama, tratá-lo de forma excessivamente “humanizada” e reduzir interações sociais para passar mais tempo com os bichinhos, diz a pesquisa.
    A relação assimétrica também contribui com comportamentos neuróticos e com o encobrimento de problemas interpessoais nos donos, que costumam “transferir” funções psicológicas fornecidas por relações humanas ao animal.
    Mas os sintomas não são só humanos: o apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente nos próprios bichinhos, que desenvolvem síndromes ansiosas, como a do abandono, ao serem deixados sozinhos por longos períodos de tempo. Chamada “síndrome da ausência do dono”, esse fenômeno tem origem na “dependência extrema” do contato humano.
    Enquanto vínculos equilibrados tendem a melhorar o bem-estar humano e a promover situações de mais extroversão e sociabilidade, os vínculos ansiosos e a preocupação excessiva com os pets aumentam o risco de depressão.
    De acordo com um relatório desenvolvido na França, Baromètre Facco-Odoxa 2024, até 85% dos donos de pets do país consideram que seus animais de estimação melhoram sua saúde mental, mas cerca de 26% admitem ser “emocionalmente dependentes” deles.
    Isso significa que mesmo eventos naturais, como uma viagem ou, mais grave, a eventual morte dos bichinhos, podem ser traumáticos e difíceis de serem superados pelos donos mais ansiosos, que praticam essa espécie de “hiperapego”.
    De acordo com o relatório, alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os animais:

    • Você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.
    • Você reduziu suas interações sociais para ficar com ele.
    • Você sente angústia emocional só de pensar que ele pode envelhecer ou morrer.
    • Você fala mais com seu animal de estimação do que com as pessoas ao seu redor.
    • Você o humaniza a ponto de lhe dar emoções ou responsabilidades que não lhe pertencem.

(SILVA. Anne. https://www.msn.com/pt-br/saude/other/o-perigo-de-se-apegar-a-animais-de-estimação)
A partir da leitura do texto sobre o apego excessivo a animais de estimação, assinale a alternativa que melhor exemplifica um fenômeno pragmático identificado na construção de sentidos do texto. 
Alternativas
Q3804304 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão:


O perigo de se apegar a animais de estimação, segundo a psicologia


    Um estudo desenvolvido por estudantes de psicologia da PUC-RS relaciona o apego excessivo a animais de estimação a riscos psicológicos como neuroticismo, depressão, ansiedade e uma maior vulnerabilidade emocional.
    De acordo com a pesquisa, realizada com mais de 2,6 mil usuários em uma pesquisa conduzida de forma remota, “gostar demais” dos animais de estimação, como cães e gatos, costuma estar relacionado a uma tendência de substituição de relações humanas próximas por elos familiares com pets, chamados de “vínculos ultrafusionalmente dependentes”.
    Esse quadro pode acentuar sintomas depressivos e a ansiedade, além de promover o isolamento social, indicam os pesquisadores. Situações de alerta podem envolver hábitos como dormir frequentemente ou diariamente com o pet na cama, tratá-lo de forma excessivamente “humanizada” e reduzir interações sociais para passar mais tempo com os bichinhos, diz a pesquisa.
    A relação assimétrica também contribui com comportamentos neuróticos e com o encobrimento de problemas interpessoais nos donos, que costumam “transferir” funções psicológicas fornecidas por relações humanas ao animal.
    Mas os sintomas não são só humanos: o apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente nos próprios bichinhos, que desenvolvem síndromes ansiosas, como a do abandono, ao serem deixados sozinhos por longos períodos de tempo. Chamada “síndrome da ausência do dono”, esse fenômeno tem origem na “dependência extrema” do contato humano.
    Enquanto vínculos equilibrados tendem a melhorar o bem-estar humano e a promover situações de mais extroversão e sociabilidade, os vínculos ansiosos e a preocupação excessiva com os pets aumentam o risco de depressão.
    De acordo com um relatório desenvolvido na França, Baromètre Facco-Odoxa 2024, até 85% dos donos de pets do país consideram que seus animais de estimação melhoram sua saúde mental, mas cerca de 26% admitem ser “emocionalmente dependentes” deles.
    Isso significa que mesmo eventos naturais, como uma viagem ou, mais grave, a eventual morte dos bichinhos, podem ser traumáticos e difíceis de serem superados pelos donos mais ansiosos, que praticam essa espécie de “hiperapego”.
    De acordo com o relatório, alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os animais:

    • Você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.
    • Você reduziu suas interações sociais para ficar com ele.
    • Você sente angústia emocional só de pensar que ele pode envelhecer ou morrer.
    • Você fala mais com seu animal de estimação do que com as pessoas ao seu redor.
    • Você o humaniza a ponto de lhe dar emoções ou responsabilidades que não lhe pertencem.

(SILVA. Anne. https://www.msn.com/pt-br/saude/other/o-perigo-de-se-apegar-a-animais-de-estimação)
Analise a frase a seguir: "O apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente nos próprios bichinhos." Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3804303 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão:


O perigo de se apegar a animais de estimação, segundo a psicologia


    Um estudo desenvolvido por estudantes de psicologia da PUC-RS relaciona o apego excessivo a animais de estimação a riscos psicológicos como neuroticismo, depressão, ansiedade e uma maior vulnerabilidade emocional.
    De acordo com a pesquisa, realizada com mais de 2,6 mil usuários em uma pesquisa conduzida de forma remota, “gostar demais” dos animais de estimação, como cães e gatos, costuma estar relacionado a uma tendência de substituição de relações humanas próximas por elos familiares com pets, chamados de “vínculos ultrafusionalmente dependentes”.
    Esse quadro pode acentuar sintomas depressivos e a ansiedade, além de promover o isolamento social, indicam os pesquisadores. Situações de alerta podem envolver hábitos como dormir frequentemente ou diariamente com o pet na cama, tratá-lo de forma excessivamente “humanizada” e reduzir interações sociais para passar mais tempo com os bichinhos, diz a pesquisa.
    A relação assimétrica também contribui com comportamentos neuróticos e com o encobrimento de problemas interpessoais nos donos, que costumam “transferir” funções psicológicas fornecidas por relações humanas ao animal.
    Mas os sintomas não são só humanos: o apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente nos próprios bichinhos, que desenvolvem síndromes ansiosas, como a do abandono, ao serem deixados sozinhos por longos períodos de tempo. Chamada “síndrome da ausência do dono”, esse fenômeno tem origem na “dependência extrema” do contato humano.
    Enquanto vínculos equilibrados tendem a melhorar o bem-estar humano e a promover situações de mais extroversão e sociabilidade, os vínculos ansiosos e a preocupação excessiva com os pets aumentam o risco de depressão.
    De acordo com um relatório desenvolvido na França, Baromètre Facco-Odoxa 2024, até 85% dos donos de pets do país consideram que seus animais de estimação melhoram sua saúde mental, mas cerca de 26% admitem ser “emocionalmente dependentes” deles.
    Isso significa que mesmo eventos naturais, como uma viagem ou, mais grave, a eventual morte dos bichinhos, podem ser traumáticos e difíceis de serem superados pelos donos mais ansiosos, que praticam essa espécie de “hiperapego”.
    De acordo com o relatório, alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os animais:

    • Você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.
    • Você reduziu suas interações sociais para ficar com ele.
    • Você sente angústia emocional só de pensar que ele pode envelhecer ou morrer.
    • Você fala mais com seu animal de estimação do que com as pessoas ao seu redor.
    • Você o humaniza a ponto de lhe dar emoções ou responsabilidades que não lhe pertencem.

(SILVA. Anne. https://www.msn.com/pt-br/saude/other/o-perigo-de-se-apegar-a-animais-de-estimação)
Observe os trechos:

Trecho 1: “gostar demais dos animais de estimação […] costuma estar relacionado a uma tendência de substituição de relações humanas próximas por elos familiares com pets.”
Trecho 2: “Alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os animais: você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.”

Com base nos trechos acima, assinale a alternativa correta sobre o uso de metáfora e de metonímia.
Alternativas
Q3804302 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão:


O perigo de se apegar a animais de estimação, segundo a psicologia


    Um estudo desenvolvido por estudantes de psicologia da PUC-RS relaciona o apego excessivo a animais de estimação a riscos psicológicos como neuroticismo, depressão, ansiedade e uma maior vulnerabilidade emocional.
    De acordo com a pesquisa, realizada com mais de 2,6 mil usuários em uma pesquisa conduzida de forma remota, “gostar demais” dos animais de estimação, como cães e gatos, costuma estar relacionado a uma tendência de substituição de relações humanas próximas por elos familiares com pets, chamados de “vínculos ultrafusionalmente dependentes”.
    Esse quadro pode acentuar sintomas depressivos e a ansiedade, além de promover o isolamento social, indicam os pesquisadores. Situações de alerta podem envolver hábitos como dormir frequentemente ou diariamente com o pet na cama, tratá-lo de forma excessivamente “humanizada” e reduzir interações sociais para passar mais tempo com os bichinhos, diz a pesquisa.
    A relação assimétrica também contribui com comportamentos neuróticos e com o encobrimento de problemas interpessoais nos donos, que costumam “transferir” funções psicológicas fornecidas por relações humanas ao animal.
    Mas os sintomas não são só humanos: o apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente nos próprios bichinhos, que desenvolvem síndromes ansiosas, como a do abandono, ao serem deixados sozinhos por longos períodos de tempo. Chamada “síndrome da ausência do dono”, esse fenômeno tem origem na “dependência extrema” do contato humano.
    Enquanto vínculos equilibrados tendem a melhorar o bem-estar humano e a promover situações de mais extroversão e sociabilidade, os vínculos ansiosos e a preocupação excessiva com os pets aumentam o risco de depressão.
    De acordo com um relatório desenvolvido na França, Baromètre Facco-Odoxa 2024, até 85% dos donos de pets do país consideram que seus animais de estimação melhoram sua saúde mental, mas cerca de 26% admitem ser “emocionalmente dependentes” deles.
    Isso significa que mesmo eventos naturais, como uma viagem ou, mais grave, a eventual morte dos bichinhos, podem ser traumáticos e difíceis de serem superados pelos donos mais ansiosos, que praticam essa espécie de “hiperapego”.
    De acordo com o relatório, alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os animais:

    • Você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.
    • Você reduziu suas interações sociais para ficar com ele.
    • Você sente angústia emocional só de pensar que ele pode envelhecer ou morrer.
    • Você fala mais com seu animal de estimação do que com as pessoas ao seu redor.
    • Você o humaniza a ponto de lhe dar emoções ou responsabilidades que não lhe pertencem.

(SILVA. Anne. https://www.msn.com/pt-br/saude/other/o-perigo-de-se-apegar-a-animais-de-estimação)
Considerando a tipologia textual e o uso de pontuação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3804301 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


A verdade e o sábio (conto popular)

    Uma história antiga conta que enquanto escapava de um grupo de ladrões cruéis, um viajante encontrou um sábio sentado sob uma árvore. Desesperado, ele se aproximou do sábio e implorou:
    — Estou em grande perigo, esses homens querem me machucar. Por favor, ajude-me!
    O sábio, sempre tranquilo, aconselhou:
    — Continue correndo pela trilha, e não olhe para trás.
    Assim que o viajante retomou a sua fuga, o sábio mudou a sua posição, sentando-se sob uma árvore diferente, com vista para outra direção. Quando os salteadores se aproximaram, cientes da honestidade do sábio, descreveram o viajante e perguntaram se ele o tinha visto.
    O sábio repetiu por um instante e respondeu:
    — Pela verdade que carrego em meu coração: desde que estou sentado sob esta árvore, nenhum homem passou por mim.
    Os salteadores, confiando na palavra do sábio, optaram por buscar em outra direção, e o viajante conseguiu escapar ileso. 
Qual dos ditados populares abaixo melhor resume a mensagem central do texto?
Alternativas
Q3804300 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


A verdade e o sábio (conto popular)

    Uma história antiga conta que enquanto escapava de um grupo de ladrões cruéis, um viajante encontrou um sábio sentado sob uma árvore. Desesperado, ele se aproximou do sábio e implorou:
    — Estou em grande perigo, esses homens querem me machucar. Por favor, ajude-me!
    O sábio, sempre tranquilo, aconselhou:
    — Continue correndo pela trilha, e não olhe para trás.
    Assim que o viajante retomou a sua fuga, o sábio mudou a sua posição, sentando-se sob uma árvore diferente, com vista para outra direção. Quando os salteadores se aproximaram, cientes da honestidade do sábio, descreveram o viajante e perguntaram se ele o tinha visto.
    O sábio repetiu por um instante e respondeu:
    — Pela verdade que carrego em meu coração: desde que estou sentado sob esta árvore, nenhum homem passou por mim.
    Os salteadores, confiando na palavra do sábio, optaram por buscar em outra direção, e o viajante conseguiu escapar ileso. 
A construção de sentidos envolve elementos pragmáticos e paralinguísticos, além da definição de sua tipologia textual.
Considerando esses aspectos, qual alternativa analisa corretamente esses três componentes?
Alternativas
Q3804299 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


A verdade e o sábio (conto popular)

    Uma história antiga conta que enquanto escapava de um grupo de ladrões cruéis, um viajante encontrou um sábio sentado sob uma árvore. Desesperado, ele se aproximou do sábio e implorou:
    — Estou em grande perigo, esses homens querem me machucar. Por favor, ajude-me!
    O sábio, sempre tranquilo, aconselhou:
    — Continue correndo pela trilha, e não olhe para trás.
    Assim que o viajante retomou a sua fuga, o sábio mudou a sua posição, sentando-se sob uma árvore diferente, com vista para outra direção. Quando os salteadores se aproximaram, cientes da honestidade do sábio, descreveram o viajante e perguntaram se ele o tinha visto.
    O sábio repetiu por um instante e respondeu:
    — Pela verdade que carrego em meu coração: desde que estou sentado sob esta árvore, nenhum homem passou por mim.
    Os salteadores, confiando na palavra do sábio, optaram por buscar em outra direção, e o viajante conseguiu escapar ileso. 
A sabedoria do personagem se manifesta principalmente em sua capacidade de
Alternativas
Q3804298 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


A verdade e o sábio (conto popular)

    Uma história antiga conta que enquanto escapava de um grupo de ladrões cruéis, um viajante encontrou um sábio sentado sob uma árvore. Desesperado, ele se aproximou do sábio e implorou:
    — Estou em grande perigo, esses homens querem me machucar. Por favor, ajude-me!
    O sábio, sempre tranquilo, aconselhou:
    — Continue correndo pela trilha, e não olhe para trás.
    Assim que o viajante retomou a sua fuga, o sábio mudou a sua posição, sentando-se sob uma árvore diferente, com vista para outra direção. Quando os salteadores se aproximaram, cientes da honestidade do sábio, descreveram o viajante e perguntaram se ele o tinha visto.
    O sábio repetiu por um instante e respondeu:
    — Pela verdade que carrego em meu coração: desde que estou sentado sob esta árvore, nenhum homem passou por mim.
    Os salteadores, confiando na palavra do sábio, optaram por buscar em outra direção, e o viajante conseguiu escapar ileso. 
No conto, o espaço opera como elemento estruturante da narrativa, intervindo diretamente na ação e no jogo de sentidos construído entre verdade, ética e percepção. Assinale a alternativa que melhor interpreta a função do deslocamento espacial do sábio na dinâmica narrativa.
Alternativas
Q3804297 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


A verdade e o sábio (conto popular)

    Uma história antiga conta que enquanto escapava de um grupo de ladrões cruéis, um viajante encontrou um sábio sentado sob uma árvore. Desesperado, ele se aproximou do sábio e implorou:
    — Estou em grande perigo, esses homens querem me machucar. Por favor, ajude-me!
    O sábio, sempre tranquilo, aconselhou:
    — Continue correndo pela trilha, e não olhe para trás.
    Assim que o viajante retomou a sua fuga, o sábio mudou a sua posição, sentando-se sob uma árvore diferente, com vista para outra direção. Quando os salteadores se aproximaram, cientes da honestidade do sábio, descreveram o viajante e perguntaram se ele o tinha visto.
    O sábio repetiu por um instante e respondeu:
    — Pela verdade que carrego em meu coração: desde que estou sentado sob esta árvore, nenhum homem passou por mim.
    Os salteadores, confiando na palavra do sábio, optaram por buscar em outra direção, e o viajante conseguiu escapar ileso. 
Assinale a alternativa que melhor explica a estratégia discursiva adotada pelo sábio.
Alternativas
Q3804190 Português
Ao analisar a frase “A decisão que parecia inquestionável revelou-se frágil quando novos elementos foram apresentados”, avalie o sentido predominante construído pelo enunciado. A partir da relação semântica entre as orações, conclui-se que o trecho expressa uma:
Alternativas
Q3804179 Português

Analise a charge abaixo e responda as questões 14 e 15.


Na charge, o humor é construído principalmente pelo uso de qual figura de linguagem? 
Alternativas
Q3804178 Português
Não há educação fora das sociedades humanas e não há homem no vazio. O esforço educativo que desenvolveu o Autor e que pretende expor neste ensaio, ainda que tenha validade em outros espaços e em outro tempo, foi todo marcado pelas condições especiais da sociedade brasileira. Sociedade intensamente cambiante e dramaticamente contraditória. Sociedade em “partejamento”, que apresentava violentos embates entre um tempo que se esvaziava, com seus valores, com suas peculiares formas de ser, e que “pretendia” preservar-se e um outro que estava por vir, buscando configurar-se. Este esforço não nasceu, por isso mesmo, do acaso. Foi uma tentativa de resposta aos desafios contidos nesta passagem que fazia a sociedade. Desde logo, qualquer busca de resposta a estes desafios implicaria, necessariamente, numa opção. Opção por esse ontem, que significava uma sociedade sem povo, comandada por uma “elite” superposta a seu mundo, alienada, em que o homem simples, minimizado e sem consciência desta minimização, era mais “coisa” que homem mesmo, ou opção pelo Amanhã. Por uma nova sociedade, que, sendo sujeito de si mesma, tivesse no homem e no povo sujeitos de sua História. Opção por uma sociedade parcialmente independente ou opção por urna sociedade que se “descolonizasse” cada vez mais. Que cada vez mais cortasse as correntes que a faziam e fazem permanecer como objeto de outras, que lhe são sujeitos
No trecho: “Opção por essa ontem, que significava uma sociedade sem povo, comandada por uma ‘elite’ superposta a seu mundo (...), ou opção pelo Amanhã.”
O termo “que” exerce função sintática e semântica específica na oração em que aparece, sendo considerado:
Alternativas
Q3804177 Português
Não há educação fora das sociedades humanas e não há homem no vazio. O esforço educativo que desenvolveu o Autor e que pretende expor neste ensaio, ainda que tenha validade em outros espaços e em outro tempo, foi todo marcado pelas condições especiais da sociedade brasileira. Sociedade intensamente cambiante e dramaticamente contraditória. Sociedade em “partejamento”, que apresentava violentos embates entre um tempo que se esvaziava, com seus valores, com suas peculiares formas de ser, e que “pretendia” preservar-se e um outro que estava por vir, buscando configurar-se. Este esforço não nasceu, por isso mesmo, do acaso. Foi uma tentativa de resposta aos desafios contidos nesta passagem que fazia a sociedade. Desde logo, qualquer busca de resposta a estes desafios implicaria, necessariamente, numa opção. Opção por esse ontem, que significava uma sociedade sem povo, comandada por uma “elite” superposta a seu mundo, alienada, em que o homem simples, minimizado e sem consciência desta minimização, era mais “coisa” que homem mesmo, ou opção pelo Amanhã. Por uma nova sociedade, que, sendo sujeito de si mesma, tivesse no homem e no povo sujeitos de sua História. Opção por uma sociedade parcialmente independente ou opção por urna sociedade que se “descolonizasse” cada vez mais. Que cada vez mais cortasse as correntes que a faziam e fazem permanecer como objeto de outras, que lhe são sujeitos
No trecho, ao mencionar que a sociedade estava em “partejamento” e vivenciava “violentos embates” entre um tempo que se esvaziava e outro que buscava configurar-se, o Autor evidencia que: 
Alternativas
Q3803929 Português
Qual a frase que está corretamente pontuada? 
Alternativas
Q3803928 Português
Qual das frases abaixo está pontuada corretamente?
Alternativas
Q3803926 Português
Marque a alternativa que NÃO contêm adjetivo na frase: 
Alternativas
Q3803923 Português
Marque a alternativa em que a palavra está escrita de forma incorreta: 
Alternativas
Respostas
26981: D
26982: B
26983: E
26984: B
26985: D
26986: E
26987: A
26988: B
26989: A
26990: D
26991: D
26992: B
26993: C
26994: C
26995: B
26996: X
26997: D
26998: A
26999: C
27000: B