Questões de Concurso Sobre português

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Q3750196 Português
Mencionando-se os porquês, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3750195 Português
Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente, segundo a mesma regra.
Alternativas
Q3750194 Português

Em relação à língua, linguagem, variações linguísticas, leia as alternativas, coloque (V) verdadeira ou (F) falsa e assinale a alternativa devida.



( ) A formação, o desenvolvimento e a expansão da Língua Portuguesa estão obviamente vinculados à história dos povos que a criaram e ainda hoje a empregam e transformam.



( ) O Português é uma língua neolatina, novilatina ou românica, pois foi formada com base nas transformações verificadas no latim levado pelos dominadores romanos à Região da Península Ibérica.



( ) O Português no seu desenvolvimento histórico, tem os seguintes períodos: 1- Protoportuguês – do século IX ao século XII. A documentação desse período é muito rara, são textos redigidos em latim bárbaro, nos quais se encontram algumas palavras portuguesas; 2- Português histórico – do século XII aos dias atuais. Esse período subdivide-se em duas fases: a fase arcaica ´do século XII até o século XV e a fase moderna – do século XVI aos dias atuais.



( ) Na fase arcaica do Português, houve inicialmente uma língua comum ao noroeste da Península Ibérica, (regiões da Galiza e norte de Portugal), o galegoportuguês ou galaico-português, fartamente documentado em textos que incluem uma literatura de elevado grau de elaboração, (a lírica galego-portuguesa). Com a separação política de Portugal e sua posterior expansão para o sul, o português e o galego se foram individualizando, transformando-se o primeiro numa língua nacional e o segundo numa das línguas que, na Espanha, coexistem como castelhano.



( ) Na fase moderna do Português, devemos distinguir o português clássico, (séculos XVI e XVII) do português pós-clássico, (do século XVIII aos nossos dias). Na época do português clássico, tiveram início os estudos gramaticais e desenvolveu-se uma extensa literatura, em grande parte influenciada por modelos latinos. No período pós-clássico, a língua começou a assumir as características que hoje apresenta. 

Alternativas
Q3750193 Português

Leia o texto para responder às próxima questão.


O verbo amar. (J.G. de Araújo Jorge).



Te amei: era de longe que te olhava

e de longe me olhavas vagamente...

Ah, quanta coisa nesse tempo a gente sente,

que a alma da gente faz escrava.



Te amava: como inquieto adolescente,

tremendo ao te enlaçar, e te enlaçava

adivinhando esse mistério ardente

do mundo, em cada beijo que te dava.



Te amo: e ao te amar assim, vou conjugando

os tempos todos desse amor, enquanto

segue a vida, vivendo, e eu, vou te amando...



Te amar: é mais que um verbo, é a minha lei,

e é por ti que o repito no meu canto:

te amei, te amava, te amo e te amarei!

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “vagamente” significa:
Alternativas
Q3750192 Português

Leia o texto para responder às próxima questão.


O verbo amar. (J.G. de Araújo Jorge).



Te amei: era de longe que te olhava

e de longe me olhavas vagamente...

Ah, quanta coisa nesse tempo a gente sente,

que a alma da gente faz escrava.



Te amava: como inquieto adolescente,

tremendo ao te enlaçar, e te enlaçava

adivinhando esse mistério ardente

do mundo, em cada beijo que te dava.



Te amo: e ao te amar assim, vou conjugando

os tempos todos desse amor, enquanto

segue a vida, vivendo, e eu, vou te amando...



Te amar: é mais que um verbo, é a minha lei,

e é por ti que o repito no meu canto:

te amei, te amava, te amo e te amarei!

Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (inquieto, mistério, lei).
Alternativas
Q3750191 Português

Leia o texto para responder às próxima questão.


O verbo amar. (J.G. de Araújo Jorge).



Te amei: era de longe que te olhava

e de longe me olhavas vagamente...

Ah, quanta coisa nesse tempo a gente sente,

que a alma da gente faz escrava.



Te amava: como inquieto adolescente,

tremendo ao te enlaçar, e te enlaçava

adivinhando esse mistério ardente

do mundo, em cada beijo que te dava.



Te amo: e ao te amar assim, vou conjugando

os tempos todos desse amor, enquanto

segue a vida, vivendo, e eu, vou te amando...



Te amar: é mais que um verbo, é a minha lei,

e é por ti que o repito no meu canto:

te amei, te amava, te amo e te amarei!

Em se tratando de encontros vocálicos, as palavras do texto (coisa, beijo, lei) são respectivamente:
Alternativas
Q3750190 Português

Leia o texto para responder às próxima questão.


O verbo amar. (J.G. de Araújo Jorge).



Te amei: era de longe que te olhava

e de longe me olhavas vagamente...

Ah, quanta coisa nesse tempo a gente sente,

que a alma da gente faz escrava.



Te amava: como inquieto adolescente,

tremendo ao te enlaçar, e te enlaçava

adivinhando esse mistério ardente

do mundo, em cada beijo que te dava.



Te amo: e ao te amar assim, vou conjugando

os tempos todos desse amor, enquanto

segue a vida, vivendo, e eu, vou te amando...



Te amar: é mais que um verbo, é a minha lei,

e é por ti que o repito no meu canto:

te amei, te amava, te amo e te amarei!

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3750158 Português
A concordância verbal e nominal está plenamente de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3750155 Português





TEXTO 2


A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.


Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
Analise as afirmativas sobre a estrutura e formação de palavras.

I. O termo “interminável” (Texto 2) é formado por derivação prefixal e sufixal, a partir do verbo “terminar”.
II. A palavra “descontração” (Texto 2) é um exemplo de derivação parassintética, pois o prefixo e o sufixo foram adicionados simultaneamente.
III. O vocábulo “smartphone” (Texto 2) é um substantivo composto por justaposição, formado por dois radicais de origem inglesa.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3750154 Português





TEXTO 2


A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.


Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
Considerando as regras de pontuação da norma-padrão da língua portuguesa, analise as assertivas abaixo.

I. Em “O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação...”, o sujeito da oração é composto, o que justifica a ausência de vírgula antes do verbo “cria”.

II. A estrutura “seja ele qual for” (Texto 2) deve, obrigatoriamente, ser isolada por vírgulas por constituir uma oração adverbial intercalada.

III. No período “Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração..., não passa da resposta...”, a vírgula após “Muitas vezes” é utilizada para isolar um adjunto adverbial de tempo deslocado para o início da frase.


É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3750151 Português





TEXTO 2


A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.


Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
No trecho do Texto 2, “o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos”, a relação semântica estabelecida entre as duas orações é de:
Alternativas
Q3750149 Português
Vou-me embora pra Pasárgada
Manuel Bandeira
Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconsequente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Vem a ser contraparente Da nora que nunca tive
E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo Tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado Deito na beira do rio Mando chamar a mãe-d’água Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcaloide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar — Lá sou amigo do rei — Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada.
Fonte: BANDEIRA, Manuel. Libertinagem. Rio de Janeiro: Editora Global, 1930.


Após leitura do poema “Vou-me embora pra Pasárgada”, de Manuel Bandeira, analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seguir.

I. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo em destaque apresenta a colocação pronominal denominada mesóclise, que é bem comum nos textos dos escritores do cânone literário;
II. Nos versos “De tal modo inconsequente\ Que Joana a Louca de Espanha”, o termo em destaque classifica-se como pronome relativo;
III. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo “pra” não se adequa ao uso da normapadrão e deve ser, imediatamente, corrigido;
IV. Os verbos “escolherei”, “farei”, “andarei”, “montarei” e “subirei” estão conjugados na primeira pessoa do singular do futuro do presente do modo indicativo. 


Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:
Alternativas
Q3750148 Português
Imagem associada para resolução da questão


No que diz respeito às funções da linguagem, percebe-se que, no anúncio apresentado, a Coca-Cola usa, predominantemente:
Alternativas
Q3750146 Português
No que diz respeito ao uso do hífen, assinale, a seguir, a alternativa cuja palavra está grafada incorretamente.
Alternativas
Q3750144 Português
As conjunções integrantes precedem as orações que possuem valor de substantivo. Sabendo disso, assinale, a seguir, a alternativa em que o “se” possui função de conjunção integrante.  
Alternativas
Q3750143 Português
Assinale, a seguir, a alternativa cuja oração em destaque não se trata de uma oração subordinada adjetiva.
Alternativas
Q3750141 Português
Cultura: por que e para quem?

Fernando Silva


    Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!

   O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?

Alta cultura e baixa cultura?

   Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.

   Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.

   É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim  como uma arma discriminatória.

   Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.

   “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.

   A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.


Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/ cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]
Analise as afirmativas a seguir sobre o texto de Fernando da Silva.

I. As menções realizadas ao estudioso Raymond Williams e ao Antropólogo Roberto da Matta revelam o recurso da intertextualidade na construção do texto;

II. O termo em negrito na frase “A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos” classifica-se, morfologicamente, como pronome pessoal do caso reto;

III. Na frase “Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas”, a vírgula que separa o termo em negrito do restante do texto é obrigatória porque o adjunto adverbial está deslocado;

IV. Na frase “Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras”, o termo em negrito trata-se de uma conjunção integrante que precede uma oração subordinada substantiva subjetiva.

Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas: 
Alternativas
Q3750098 Português
Leia, a seguir, o anúncio da Coca-Cola e responda à questão.

No que diz respeito às funções da linguagem, percebe-se que, no anúncio apresentado, a CocaCola usa, predominantemente:
Alternativas
Q3750053 Português
Conjunção é uma palavra invariável que liga orações ou palavras da mesma oração. Analise as frases a seguir e assinale aquela em que a conjunção ou locução conjuntiva destacada está corretamente classificada:
Alternativas
Q3750052 Português
Leia o texto para responder à questão:

Q3.png (321×322)
(Disponível em:<https://campusvirtual.fiocruz.br/portal/?q=palavrachave-de-documentos/sextas-de-poesia&page=4> )

A respeito da colocação pronominal (próclise, mesóclise e ênclise) e com base no texto acima, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
25181: A
25182: C
25183: A
25184: B
25185: A
25186: A
25187: D
25188: B
25189: D
25190: B
25191: E
25192: E
25193: A
25194: B
25195: D
25196: D
25197: B
25198: A
25199: B
25200: A