Questões de Concurso Sobre português

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Q3766785 Português
Leia alguns trechos retirados do artigo “Cinquenta anos de pesquisa contábil no Brasil: principais contribuições e direções futuras” (SciELO Brasil - Fifty years of accounting research in Brazil: main contributions and future directions) e assinale a alternativa que NÃO explica a função do fenômeno linguístico analisado:
Alternativas
Q3766784 Português

Em uma página das redes sociais, encontramos o seguinte texto:


ORAÇÂO DOS CONCURSEIROS

“Vaga nossa que está no serviço público,

Azarado seja nosso concorrente,  

Seja correta nossa resposta, assim na certeza como no chute.

O cursinho nossa de cada dia que pagamos até hoje,

Justificai nossas despesas,

Assim como justificamos as respostas dissertativas.

E não nos deixe cair em pegadinhas, 

Mas livrai-nos da reprovação.

Amém!” 


Podemos afirmar que no texto acima temos um processo de intertextualidade
Alternativas
Q3766783 Português

Leia o texto a seguir:


                        Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa CORRETA para a seguinte pergunta: O que garante, linguisticamente, a construção do humor nesta tirinha? 

Alternativas
Q3766782 Português
Para resolver à questão abaixo, leia o texto retirado de “A Aldeia que nunca mais foi a mesma”, de Rubem Alves, Folha de S. Paulo, 19/05/1984.

Era uma aldeia de pescadores de onde a alegria fugira e os dias e as noites se sucediam numa monotonia sem fim, das mesmas coisas que aconteciam, das mesmas coisas que se diziam, dos mesmos gestos que se faziam, e os olhares eram tristes, baços peixes que já nada procuravam, por saberem inútil procurar qualquer coisa, os rostos vazios de sorrisos e de surpresas, a morte prematura morando no enfado, só as intermináveis rotinas do dia a dia, prisão daqueles que se haviam condenado a si mesmos, sem esperanças, nenhuma outra praia pra onde navegar...

Até que o mar, quebrando um mundo, anunciou de longe que trazia nas suas ondas coisa nova, desconhecida, forma disforme que flutuava, e todos vieram à praia, na espera... E ali ficaram, até que o mar, sem se apressar, trouxe a coisa e a depositou na areia, surpresa triste, um homem morto... 

Pode-se dizer que, no texto de Rubem Alves, há os dois tipos textuais entrelaçados:
Alternativas
Q3766781 Português
Para resolver à questão abaixo, leia o texto retirado de “A Aldeia que nunca mais foi a mesma”, de Rubem Alves, Folha de S. Paulo, 19/05/1984.

Era uma aldeia de pescadores de onde a alegria fugira e os dias e as noites se sucediam numa monotonia sem fim, das mesmas coisas que aconteciam, das mesmas coisas que se diziam, dos mesmos gestos que se faziam, e os olhares eram tristes, baços peixes que já nada procuravam, por saberem inútil procurar qualquer coisa, os rostos vazios de sorrisos e de surpresas, a morte prematura morando no enfado, só as intermináveis rotinas do dia a dia, prisão daqueles que se haviam condenado a si mesmos, sem esperanças, nenhuma outra praia pra onde navegar...

Até que o mar, quebrando um mundo, anunciou de longe que trazia nas suas ondas coisa nova, desconhecida, forma disforme que flutuava, e todos vieram à praia, na espera... E ali ficaram, até que o mar, sem se apressar, trouxe a coisa e a depositou na areia, surpresa triste, um homem morto... 

Analise as assertivas seguintes acerca do texto de Rubem Alves:
I) As formas verbais “sucediam”, “aconteciam”, “diziam”, “faziam”, “eram”, “procuravam” criam uma ideia de situações que se arrastam no tempo e constroem um cenário no qual as ações principais se dão.
II) As formas verbais “fugira” e “haviam condenado” são ações que ocorreram antes de qualquer outra ação do pretérito.
III) As formas verbais aspectuais “morando” e “quebrando” dão ideia de certa duratividade.
IV) O verbo “anunciou” inicia uma nova fase, a da estreia da ação principal.
Pode-se afirmar que estão CORRETAS as assertivas em: 
Alternativas
Q3766780 Português

Leia o texto seguinte para responder à questão abaixo:


Dentre


Marcos Bagno


        Se existe algo perfeitamente inútil, no que diz respeito aos usos da língua, é reverter um processo de mudança que já se concluiu. Nenhum brasileiro vai voltar a fazer, por exemplo, a diferença entre mui e muito, que existiu no passado, quando se usava mui diante de adjetivos e advérbios (mui bonita, mui depressa) e muito diante de nomes (muita gente, muitos meninos). Com o tempo, a forma única muito se impôs, transformando o mui em relíquia do passado, que algumas pessoas ainda hoje usam para obter um efeito humorístico. Diversas línguas conservam essa diferença, como o espanhol, por exemplo, em que o uso diferenciado de muy e mucho é obrigatório, causando alguma dificuldade para os aprendizes brasileiros de castelhano.


        Por causa dessa irreversibilidade é que tenho uma dó danada dessa gente que, em livros, jornais, revistas, programas de televisão ou em sites de internet, se esforça por ensinar o emprego supostamente correto de dentre, tentando uma diferença no que diz respeito ao uso dessa palavra em oposição à forma entre. Diferença que – estão aí os milhões de exemplos para confirmar – não existe mais na consciência dos falantes, nem mesmo dos letrados.


        A presença do de em dentre (de + entre) indica que, originalmente, essa palavra, era usada em situações em que o verbo exigia a preposição de, e os puristas sempre alegam que dentre é equivalente a “do meio de”. Por exemplo:


        (a) Margarida foi eleita a mais bonita dentre as alunas da turma


         ➜   Alguém de fora tirou Margarida do meio da turma e elegeu ela como a mais bonita


        (b) Margarida foi eleita a mais bonita entre as alunas da turma

               

           As próprias alunas, numa decisão interna, elegeram Margarida a mais bonita da turma


        Com isso, estatisticamente, os usos de dentre seriam muito menos frequentes que os de entre, preposição que a gente emprega o tempo todo. No entanto, parece que os falantes decidiram descartar aquela antiga diferença – demasiado sutil – para estabelecer uma nova, talvez mais precisa e fácil de identificar: empregar dentre sempre que se fizer referência a uma multiplicidade de opções, e entre em todos os demais casos.


        Veja que ninguém diz “O Rio Paraíba do Sul serve de divisa dentre o estado do Rio e Minas Gerais”, “Não existe mais amor dentre Ana e José”, “Apareça aqui em casa dentre as 5 e 6 da tarde” etc. Ninguém comete esses erros. Mas todo mundo diz – e escreve – “dentre todas as casas do bairro, esta é a mais antiga”, “dentre os muitos candidatos a prefeito, só um é negro”, “dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você” (...)


        Fica evidente, portanto, que já passou da hora de revisores, corretores de vestibular e outros profissionais que vivem de caçar erros deixarem de lado essa bobagem de querer eliminar os usos supostamente errados de dentre. É trabalho em vão. A velha e inoperante diferença entre as duas palavras se tornou mais um daqueles saberes esotéricos sobre a língua que não têm nenhum respaldo na realidade dos usos e que, quando apresentados ao falante comum, só servem para fazer ele se sentir ignorante, quando a ignorância está mesmo em quem se recusa a ver que a língua muda e que lugar de fóssil é museu. 


(Fonte: BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, p. 135-136.) 

De acordo com o texto anterior, estão corretos todos os exemplos que demonstram a nova acepção do uso de “dentre” na contemporaneidade, EXCETO
Alternativas
Q3766779 Português

Leia o texto seguinte para responder à questão abaixo:


Dentre


Marcos Bagno


        Se existe algo perfeitamente inútil, no que diz respeito aos usos da língua, é reverter um processo de mudança que já se concluiu. Nenhum brasileiro vai voltar a fazer, por exemplo, a diferença entre mui e muito, que existiu no passado, quando se usava mui diante de adjetivos e advérbios (mui bonita, mui depressa) e muito diante de nomes (muita gente, muitos meninos). Com o tempo, a forma única muito se impôs, transformando o mui em relíquia do passado, que algumas pessoas ainda hoje usam para obter um efeito humorístico. Diversas línguas conservam essa diferença, como o espanhol, por exemplo, em que o uso diferenciado de muy e mucho é obrigatório, causando alguma dificuldade para os aprendizes brasileiros de castelhano.


        Por causa dessa irreversibilidade é que tenho uma dó danada dessa gente que, em livros, jornais, revistas, programas de televisão ou em sites de internet, se esforça por ensinar o emprego supostamente correto de dentre, tentando uma diferença no que diz respeito ao uso dessa palavra em oposição à forma entre. Diferença que – estão aí os milhões de exemplos para confirmar – não existe mais na consciência dos falantes, nem mesmo dos letrados.


        A presença do de em dentre (de + entre) indica que, originalmente, essa palavra, era usada em situações em que o verbo exigia a preposição de, e os puristas sempre alegam que dentre é equivalente a “do meio de”. Por exemplo:


        (a) Margarida foi eleita a mais bonita dentre as alunas da turma


         ➜   Alguém de fora tirou Margarida do meio da turma e elegeu ela como a mais bonita


        (b) Margarida foi eleita a mais bonita entre as alunas da turma

               

           As próprias alunas, numa decisão interna, elegeram Margarida a mais bonita da turma


        Com isso, estatisticamente, os usos de dentre seriam muito menos frequentes que os de entre, preposição que a gente emprega o tempo todo. No entanto, parece que os falantes decidiram descartar aquela antiga diferença – demasiado sutil – para estabelecer uma nova, talvez mais precisa e fácil de identificar: empregar dentre sempre que se fizer referência a uma multiplicidade de opções, e entre em todos os demais casos.


        Veja que ninguém diz “O Rio Paraíba do Sul serve de divisa dentre o estado do Rio e Minas Gerais”, “Não existe mais amor dentre Ana e José”, “Apareça aqui em casa dentre as 5 e 6 da tarde” etc. Ninguém comete esses erros. Mas todo mundo diz – e escreve – “dentre todas as casas do bairro, esta é a mais antiga”, “dentre os muitos candidatos a prefeito, só um é negro”, “dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você” (...)


        Fica evidente, portanto, que já passou da hora de revisores, corretores de vestibular e outros profissionais que vivem de caçar erros deixarem de lado essa bobagem de querer eliminar os usos supostamente errados de dentre. É trabalho em vão. A velha e inoperante diferença entre as duas palavras se tornou mais um daqueles saberes esotéricos sobre a língua que não têm nenhum respaldo na realidade dos usos e que, quando apresentados ao falante comum, só servem para fazer ele se sentir ignorante, quando a ignorância está mesmo em quem se recusa a ver que a língua muda e que lugar de fóssil é museu. 


(Fonte: BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, p. 135-136.) 

O texto em análise apresenta algumas estratégias que concorrem para provocar e/ou fazer o leitor refletir sobre o tema abordado.
A esse respeito, analise as assertivas seguintes: 
I) A utilização de diversos exemplos atuais e antigos.
II) O recurso a questões retóricas e a estatísticas.
III) A utilização de termos eruditos, para garantir a legitimidade ao texto.
IV) A construção de um texto com entrelaçamento de ideias divergentes e convergentes.
Estão CORRETAS somente as assertivas: 
Alternativas
Q3766778 Português

Leia o texto seguinte para responder à questão abaixo:


Dentre


Marcos Bagno


        Se existe algo perfeitamente inútil, no que diz respeito aos usos da língua, é reverter um processo de mudança que já se concluiu. Nenhum brasileiro vai voltar a fazer, por exemplo, a diferença entre mui e muito, que existiu no passado, quando se usava mui diante de adjetivos e advérbios (mui bonita, mui depressa) e muito diante de nomes (muita gente, muitos meninos). Com o tempo, a forma única muito se impôs, transformando o mui em relíquia do passado, que algumas pessoas ainda hoje usam para obter um efeito humorístico. Diversas línguas conservam essa diferença, como o espanhol, por exemplo, em que o uso diferenciado de muy e mucho é obrigatório, causando alguma dificuldade para os aprendizes brasileiros de castelhano.


        Por causa dessa irreversibilidade é que tenho uma dó danada dessa gente que, em livros, jornais, revistas, programas de televisão ou em sites de internet, se esforça por ensinar o emprego supostamente correto de dentre, tentando uma diferença no que diz respeito ao uso dessa palavra em oposição à forma entre. Diferença que – estão aí os milhões de exemplos para confirmar – não existe mais na consciência dos falantes, nem mesmo dos letrados.


        A presença do de em dentre (de + entre) indica que, originalmente, essa palavra, era usada em situações em que o verbo exigia a preposição de, e os puristas sempre alegam que dentre é equivalente a “do meio de”. Por exemplo:


        (a) Margarida foi eleita a mais bonita dentre as alunas da turma


         ➜   Alguém de fora tirou Margarida do meio da turma e elegeu ela como a mais bonita


        (b) Margarida foi eleita a mais bonita entre as alunas da turma

               

           As próprias alunas, numa decisão interna, elegeram Margarida a mais bonita da turma


        Com isso, estatisticamente, os usos de dentre seriam muito menos frequentes que os de entre, preposição que a gente emprega o tempo todo. No entanto, parece que os falantes decidiram descartar aquela antiga diferença – demasiado sutil – para estabelecer uma nova, talvez mais precisa e fácil de identificar: empregar dentre sempre que se fizer referência a uma multiplicidade de opções, e entre em todos os demais casos.


        Veja que ninguém diz “O Rio Paraíba do Sul serve de divisa dentre o estado do Rio e Minas Gerais”, “Não existe mais amor dentre Ana e José”, “Apareça aqui em casa dentre as 5 e 6 da tarde” etc. Ninguém comete esses erros. Mas todo mundo diz – e escreve – “dentre todas as casas do bairro, esta é a mais antiga”, “dentre os muitos candidatos a prefeito, só um é negro”, “dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você” (...)


        Fica evidente, portanto, que já passou da hora de revisores, corretores de vestibular e outros profissionais que vivem de caçar erros deixarem de lado essa bobagem de querer eliminar os usos supostamente errados de dentre. É trabalho em vão. A velha e inoperante diferença entre as duas palavras se tornou mais um daqueles saberes esotéricos sobre a língua que não têm nenhum respaldo na realidade dos usos e que, quando apresentados ao falante comum, só servem para fazer ele se sentir ignorante, quando a ignorância está mesmo em quem se recusa a ver que a língua muda e que lugar de fóssil é museu. 


(Fonte: BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, p. 135-136.) 

Em relação ao texto “Dentre”, analise as assertivas a seguir:
I) Em função da acepção mais antiga sobre o uso de “dentre” e “entre”, estatisticamente a última forma seria a mais recorrente, pois não teria a preposição que ocorre na primeira forma.
II) A nova acepção de “dentre” é empregada quando se indica uma grande quantidade de opções, configurando-se, portanto, uma mudança linguística.
III) Os defensores do uso original de “dentre” e “entre” lograrão êxito se as escolas usarem com mais recorrência os sentidos originais de tais palavras.
IV) Quando se tem uma variação linguística, oscilando entre duas ou mais formas, até chegar ao ponto de haver a mudança, é de difícil reversibilidade.
Estão CORRETAS
Alternativas
Q3766777 Português

Leia o texto seguinte para responder à questão abaixo:


Dentre


Marcos Bagno


        Se existe algo perfeitamente inútil, no que diz respeito aos usos da língua, é reverter um processo de mudança que já se concluiu. Nenhum brasileiro vai voltar a fazer, por exemplo, a diferença entre mui e muito, que existiu no passado, quando se usava mui diante de adjetivos e advérbios (mui bonita, mui depressa) e muito diante de nomes (muita gente, muitos meninos). Com o tempo, a forma única muito se impôs, transformando o mui em relíquia do passado, que algumas pessoas ainda hoje usam para obter um efeito humorístico. Diversas línguas conservam essa diferença, como o espanhol, por exemplo, em que o uso diferenciado de muy e mucho é obrigatório, causando alguma dificuldade para os aprendizes brasileiros de castelhano.


        Por causa dessa irreversibilidade é que tenho uma dó danada dessa gente que, em livros, jornais, revistas, programas de televisão ou em sites de internet, se esforça por ensinar o emprego supostamente correto de dentre, tentando uma diferença no que diz respeito ao uso dessa palavra em oposição à forma entre. Diferença que – estão aí os milhões de exemplos para confirmar – não existe mais na consciência dos falantes, nem mesmo dos letrados.


        A presença do de em dentre (de + entre) indica que, originalmente, essa palavra, era usada em situações em que o verbo exigia a preposição de, e os puristas sempre alegam que dentre é equivalente a “do meio de”. Por exemplo:


        (a) Margarida foi eleita a mais bonita dentre as alunas da turma


         ➜   Alguém de fora tirou Margarida do meio da turma e elegeu ela como a mais bonita


        (b) Margarida foi eleita a mais bonita entre as alunas da turma

               

           As próprias alunas, numa decisão interna, elegeram Margarida a mais bonita da turma


        Com isso, estatisticamente, os usos de dentre seriam muito menos frequentes que os de entre, preposição que a gente emprega o tempo todo. No entanto, parece que os falantes decidiram descartar aquela antiga diferença – demasiado sutil – para estabelecer uma nova, talvez mais precisa e fácil de identificar: empregar dentre sempre que se fizer referência a uma multiplicidade de opções, e entre em todos os demais casos.


        Veja que ninguém diz “O Rio Paraíba do Sul serve de divisa dentre o estado do Rio e Minas Gerais”, “Não existe mais amor dentre Ana e José”, “Apareça aqui em casa dentre as 5 e 6 da tarde” etc. Ninguém comete esses erros. Mas todo mundo diz – e escreve – “dentre todas as casas do bairro, esta é a mais antiga”, “dentre os muitos candidatos a prefeito, só um é negro”, “dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você” (...)


        Fica evidente, portanto, que já passou da hora de revisores, corretores de vestibular e outros profissionais que vivem de caçar erros deixarem de lado essa bobagem de querer eliminar os usos supostamente errados de dentre. É trabalho em vão. A velha e inoperante diferença entre as duas palavras se tornou mais um daqueles saberes esotéricos sobre a língua que não têm nenhum respaldo na realidade dos usos e que, quando apresentados ao falante comum, só servem para fazer ele se sentir ignorante, quando a ignorância está mesmo em quem se recusa a ver que a língua muda e que lugar de fóssil é museu. 


(Fonte: BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, p. 135-136.) 

No texto denominado “Dentre”, há manifestações de opiniões do produtor do texto que podem influenciar o leitor, levando-o à adesão do ponto de vista apresentado.
Em todos os trechos sublinhados a seguir, verificamos esse recurso, EXCETO em:
Alternativas
Q3766506 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

Analise as assertivas a seguir sobre o processo de formação da palavra MITOLÓGICO.



I. O processo de formação da palavra é o de derivação sufixal.



II. No processo de formação da palavra, altera-se a classe gramatical da palavra primitiva.



III. A inclusão do prefixo “mito” à palavra primitiva permitiu a sua formação.



É correto o que se afirma em 

Alternativas
Q3766505 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

Considerando as orações destacadas no trecho “O mito ilustra a dualidade entre os perigos da curiosidade desenfreada, que pode desencadear consequências irreversíveis, e a persistência da esperança, que oferece consolo diante das adversidades” (linhas 08-10), analise as seguintes assertivas: 

I. Ambas as orações classificam-se como orações subordinadas adjetivas explicativas, e ampliam a compreensão sobre o termo a que se referem.


II. Devem ser isoladas por vírgulas de acordo com a norma culta da língua portuguesa na modalidade escrita.


III. Retomam os termos “mito” e “dualidade”, em seus sentidos gerais.


IV. Desempenham a função de adjetivos dos termos a que se referem.

É correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3766504 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

Assinale a opção que apresenta o uso do acento grave pela mesma regra do trecho “Ao ceder à curiosidade, Pandora liberou todos os infortúnios” (linhas 05-06). 
Alternativas
Q3766503 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

O termo destacado em “a esperança permanece no fundo da caixa, tornando-se um símbolo importante dentro da história” (linhas 07-08) classifica-se sintaticamente como 
Alternativas
Q3766502 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

Assinale a opção que apresenta a palavra cujo acento gráfico é usado pela mesma regra de “mitológico”. 
Alternativas
Q3766501 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

As vírgulas destacadas no trecho “[...] os perigos da curiosidade desenfreada, que pode desencadear consequências irreversíveis, e a persistência [...]” (linhas 09-11) têm a função de
Alternativas
Q3766500 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

Assinale a opção que apresenta a correta relação entre o termo destacado, a classe de palavras à qual ele pertence e a função sintática que desempenha. 
Alternativas
Q3766499 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

O encontro vocálico que aparece na palavra “curiosidade” tem a mesma classificação do que aparece em
Alternativas
Q3766498 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

A palavra que apresenta uma semivogal nasal é 
Alternativas
Q3766497 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

Assinale a opção que apresenta corretamente o número de grafemas e de fonemas de cada palavra. 
Alternativas
Q3766349 Português
Analise as orações abaixo:
“[…] Contei esta história a um professor de melancolia … […]”
“[…] Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha …[…]”
Machado de Assis, Um Apólogo
Assinale a alternativa que indica corretamente o sujeito das orações, respectivamente.
Alternativas
Respostas
23621: B
23622: D
23623: C
23624: D
23625: D
23626: A
23627: C
23628: B
23629: A
23630: B
23631: B
23632: A
23633: C
23634: D
23635: D
23636: B
23637: C
23638: D
23639: A
23640: A