Questões de Concurso Sobre português

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Q3813541 Português
Cansaço no fim de ano


(Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/noticia/2025/12 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das seguintes propostas de substituição vocabular mantém o sentido original do texto? 
Alternativas
Q3813540 Português
Cansaço no fim de ano


(Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/noticia/2025/12 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em “Outro ponto relevante é o impacto do ritmo circadiano” (l. 19), o termo “circadiano” poderia ser substituído, sem alterar o significado do trecho em que ocorre, por:
Alternativas
Q3813539 Português
Cansaço no fim de ano


(Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/noticia/2025/12 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 03, 15 e 22.
Alternativas
Q3813072 Português
Imagem associada para resolução da questão
BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em .
No último quadrinho acima, as formas verbais destacadas em “Você pode levar meu gibi da Mônica! Mas tem que devolver!”, nessa mesma ordem, expressam os sentidos de: 
Alternativas
Q3813070 Português
Assinale a alternativa cuja colocação do pronome destacado na sentença se encontra de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3813069 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada indica uma circunstância da ação expressa pelo verbo. 
Alternativas
Q3813068 Português
“A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta.” (Fernando Pessoa)

Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual se apresenta a palavra destacada no pensamento acima.
Alternativas
Q3813067 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “chão” está sendo empregada em sentido próprio, denotativo.
Alternativas
Q3813066 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Dinheiro não traz felicidade

        Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.

        É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?

        Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.

        A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.

        É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.

        Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade. 

        Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...)

GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em .

“Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.”


A palavra destacada no trecho acima remete ao sentido de algo que:

Alternativas
Q3813065 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Dinheiro não traz felicidade

        Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.

        É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?

        Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.

        A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.

        É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.

        Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade. 

        Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...)

GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em .
“A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade.”
Assinale a alternativa que apresenta o sentido expresso pela locução destacada no trecho acima e o termo que substitui adequadamente essa locução.
Alternativas
Q3813064 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Dinheiro não traz felicidade

        Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.

        É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?

        Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.

        A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.

        É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.

        Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade. 

        Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...)

GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em .
A autora do texto “Dinheiro não traz felicidade” defende a ideia de que: 
Alternativas
Q3804145 Português
“Estudei muito para tentar desvendar os enigmas da natureza.”
A palavra destacada no enunciado acima possui o sentido de:
Alternativas
Q3804144 Português
Imagem associada para resolução da questão

RIBEIRO, Estevão. Tapa. Disponível em <https://mobile.publishnews.com.br/materias/2025/07/04/os-passarinhos-tapa>.


O humor na tirinha acima resulta do(a):
Alternativas
Q3804143 Português
“Cada grande livro redefine a função da literatura.” (Jérôme Ferrari)
O termo destacado no pensamento acima, nessa mesma ordem, é formado por:
Alternativas
Q3804142 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta corretamente a colocação do pronome destacado em relação ao verbo.
Alternativas
Q3804141 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada está corretamente empregada.
Alternativas
Q3804140 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está empregada corretamente.
Alternativas
Q3804139 Português
Assinale a alternativa em que a expressão destacada possui valor adjetivo, qualificando um ser mencionado na frase.
Alternativas
Q3804138 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.

“Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece.”


A expressão destacada no trecho acima deixa clara a ideia de que o fim do mundo:

Alternativas
Q3804137 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.
“A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Respostas
22281: D
22282: B
22283: A
22284: C
22285: B
22286: A
22287: C
22288: B
22289: D
22290: E
22291: A
22292: D
22293: B
22294: C
22295: A
22296: D
22297: A
22298: E
22299: C
22300: B