Questões de Concurso Sobre português
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Texto I
LÍNGUA PORTUGUESA
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura;
Ouro nativo, que, na ganga impura,
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceanos largos!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
BILAC, Olavo. Língua Portuguesa. In: BILAC, Olavo. Poesias. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1888.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Texto I
LÍNGUA PORTUGUESA
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura;
Ouro nativo, que, na ganga impura,
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceanos largos!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
BILAC, Olavo. Língua Portuguesa. In: BILAC, Olavo. Poesias. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1888.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Texto I
LÍNGUA PORTUGUESA
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura;
Ouro nativo, que, na ganga impura,
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceanos largos!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
BILAC, Olavo. Língua Portuguesa. In: BILAC, Olavo. Poesias. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1888.
I. O escritor critica diversos aspectos da sociedade, aliados ao moralismo e à perversão das instituições de ensino do período.
II. Nota-se um tom de ironia autoral quanto às suas reminiscências escolares, deixando a entender quão nocivas estas se mostram à sua existência.
III. Embora, o narrador-personagem não expresse positividade em relação à época de sua experiência no Ateneu, este é capaz de reconhecer a contribuição humana e técnica apreendida naquele espaço de ensino, a qual é considerada como determinante para sua vida adulta.
IV. A menção feita ao Dr. Aristarco Argolo de Ramos é movida por uma descrição pautada em ressentimento e, ao mesmo tempo, análise crítica das suas intenções de avareza mercadológica e de artificialismo acadêmico diante da autopromoção por ele propagada no contexto.
Pode-se analisar que está correto o que se afirmou somente em:
De acordo com a norma-padrão da Língua-Portuguesa e a concordância entre verbo e sujeito, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das frases a seguir:
1. __________muitos servidores aguardando a reunião na Secretaria.
2. __________duas semanas de atraso na entrega dos medicamentos.
3 __________ haver soluções melhores para o fluxo do SUS
Leia o texto para responder à questão.
O trabalho do ajudante de obras e serviços públicos exige atenção, responsabilidade e cuidado com os espaços coletivos. Ao varrer ruas, recolher materiais, limpar bocas-delobo, transportar ferramentas ou auxiliar em obras, o servidor contribui diretamente para a conservação da cidade e para a segurança da população. Por isso, além da força física, são indispensáveis organização, respeito às orientações recebidas e uso adequado dos equipamentos de proteção.
Leia o texto para responder à questão.
O trabalho do ajudante de obras e serviços públicos exige atenção, responsabilidade e cuidado com os espaços coletivos. Ao varrer ruas, recolher materiais, limpar bocas-delobo, transportar ferramentas ou auxiliar em obras, o servidor contribui diretamente para a conservação da cidade e para a segurança da população. Por isso, além da força física, são indispensáveis organização, respeito às orientações recebidas e uso adequado dos equipamentos de proteção.