Questões de Concurso Sobre português

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Q3798428 Português
Assinale a alternativa que se apresenta totalmente correta em relação ao emprego dos sinais de pontuação.
Alternativas
Q3798427 Português
Assinale a alternativa em que a colocação do pronome destacado está de acordo com a normapadrão.
Alternativas
Q3798426 Português
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Disponível em <https://pt.scribd.com/document/778827560/RPE-3aSerie-30a-Semana-PORT-1-11>.

Em relação à tirinha acima, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3798425 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada introduz uma oração com sentido de causa. 
Alternativas
Q3798424 Português
Assinale a alternativa que admite a dupla possibilidade de concordância apresentada entre parênteses.
Alternativas
Q3798423 Português
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente os espaços em branco a seguir, na mesma ordem:

- Fiquei ___ espera da secretária, ___ qual me atendeu com muita educação.
- Estarei na esquina ___ uma hora em ponto.
- Eu me refiro ___ pessoas que perdem ___ paciência ___ toa.
Alternativas
Q3798422 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras grafadas corretamente.
Alternativas
Q3798421 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A fábula do porco-espinho

    Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos; assim, se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados. Então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
    Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E sobreviveram.
    Moral da história: o melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele em que cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.

ALVES, Rubem. A fábula do porco-espinho. Disponível em <https://radioesmeralda.com.br/mensagens/a-fbula-do-porcoespinho/>.
“Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.”

O adjetivo destacado no trecho acima tem o seu sentido linguístico referente a:
Alternativas
Q3798420 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A fábula do porco-espinho

    Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos; assim, se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados. Então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
    Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E sobreviveram.
    Moral da história: o melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele em que cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.

ALVES, Rubem. A fábula do porco-espinho. Disponível em <https://radioesmeralda.com.br/mensagens/a-fbula-do-porcoespinho/>.
A característica fundamental do texto como uma fábula é o fato de apresentar:
Alternativas
Q3798419 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A fábula do porco-espinho

    Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos; assim, se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados. Então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
    Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E sobreviveram.
    Moral da história: o melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele em que cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.

ALVES, Rubem. A fábula do porco-espinho. Disponível em <https://radioesmeralda.com.br/mensagens/a-fbula-do-porcoespinho/>.
O texto “A fábula do porco-espinho” é predominantemente uma:
Alternativas
Q3798238 Português
Assinale a alternativa cuja concordância do verbo destacado se encontra de acordo com a normapadrão.
Alternativas
Q3798237 Português
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GIÓ. Dilo, o jacaré do pantanal que ainda não virou couro. Disponível em <https://www.geocities.ws/quadrinhosafins/dilo.htm>.

Na tirinha acima, a expressão “até mesmo” tem o sentido de:
Alternativas
Q3798236 Português
Assinale a alternativa em que a colocação do pronome destacado está de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3798235 Português
Assinale a alternativa cuja palavra ou expressão destacada possui valor adjetivo, qualificando um outro termo do período. 
Alternativas
Q3798234 Português
Assinale a alternativa cuja lacuna pode ser preenchida tanto por “a” quanto por “à”, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3798233 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras se encontram grafadas de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3798232 Português
Assinale a frase que contém uma expressão em sentido figurado.
Alternativas
Q3798231 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Furto de flor

    Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! 


ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. Contos plausíveis.
1985. Disponível em <https://www.culturagenial.com/cronicas-curtascom-interpretacao/>.
“Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara.”
As formas verbais destacadas acima, no tempo em que se encontram, indicam ações:
Alternativas
Q3798230 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Furto de flor

    Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! 


ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. Contos plausíveis.
1985. Disponível em <https://www.culturagenial.com/cronicas-curtascom-interpretacao/>.
“Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3798229 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Furto de flor

    Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! 


ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. Contos plausíveis.
1985. Disponível em <https://www.culturagenial.com/cronicas-curtascom-interpretacao/>.
Em relação ao texto “Furto de flor”, é correto afirmar que ele:
Alternativas
Respostas
21741: D
21742: E
21743: C
21744: B
21745: E
21746: D
21747: A
21748: C
21749: A
21750: B
21751: C
21752: E
21753: D
21754: A
21755: B
21756: D
21757: B
21758: E
21759: C
21760: A