Questões de Concurso Comentadas sobre português

Foram encontradas 182.711 questões

Q3601525 Português

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Faculdade nega emissão de diploma de técnica que assinou laudos de órgãos com HIV



Laboratório afirma que ela entregou diploma de biomedicina, mas a funcionária nega e diz ter sido usada como "laranja"



Redação Terra

15 out 2024- 12h40

(atualizado às 13h33)



A Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera afirmou, nesta terça-feira, 15, que não emitiu o certificado de biomedicina de Jacqueline Iris Bacellar de Assis, auxiliar administrativa que trabalhava no PCS Lab Saleme. De acordo com a Folha de S. Paulo, a assinatura da funcionária aparece em um dos laudos que atestam falso negativo para HIV dos órgãos de doadores que provocaram a infecção de 6 pacientes no Rio de Janeiro. (...)



De acordo com a Folha de S. Paulo, a defesa da funcionária disse que ela "jamais trabalhou como biomédica", que "não tem capacidade técnica e nunca teve interesse na função". A mulher, conforme seu advogado, também alegou que não reconhece o diploma citado pelo laboratório, pois "jamais cursou ou tem a faculdade de biomedicina".



REDAÇÃO TERRA. Faculdade nega emissão de diploma de técnica que assinou laudos de órgãos com HIV, 15 de outubro de 2024. Adaptado de: <https://www.terra.com.br/noticias/brasil/cidades/faculdade-nega-emissao-dediploma-de-tecnica-que-assinou-laudos-de-orgaos-com-hiv,ce03b741b807f668cd7e0e9a09b7dbf62p3j4lie.html> Acesso em: 17 out. 2024. 



Da análise do texto, é adequado afirmar que o uso das aspas no fragmento destacado consiste em:

Alternativas
Q3601524 Português

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As mulheres que 'pausam' tratamento do câncer de mama para engravidar



Um novo estudo aponta que paralisar a medicação utilizada contra o tumor por um período, para engravidar e amamentar, não traz prejuízos à saúde da mulher.



André Biernath - Da BBC News Brasil em Londres 05/10/2023 06:14 - atualizado 05/10/2023 07:55



(...)



O primeiro passo após o diagnóstico do câncer de mama costuma ser a cirurgia, que faz a retirada dos nódulos principais.



Mas há sempre o risco de sobrar algumas células tumorais microscópicas, impossíveis de ver a olho nu. Essas unidades podem se multiplicar e dar origem a novos caroços.


É para evitar esse cenário, e fazer uma espécie de "pente-fino", que os especialistas indicam as sessões de químio e/ou radioterapia.


Antes que essa segunda leva terapêutica comece, porém, é importante ter a conversa sobre maternidade e o eventual congelamento de óvulos (se a paciente tiver essa disponibilidade financeira): afinal, pode ser que as substâncias químicas e a radiação afetem as células reprodutoras.


Ao preservar os gametas femininos, é possível buscar uma fertilização in vitro, caso o procedimento seja necessário no futuro. (...)



Biernath, André. As mulheres que 'pausam' tratamento do câncer de mama para engravidar. Estado de Minas, 05 de outubro de 2024. Adaptado de: <https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bemviver/2023/10/05/interna_bem_viver,1571897/as-mulheres-que-pausam-tratamento-do-cancer-de-mama-paraengravidar.shtml#google_vignette> Acesso em: 15 out. 2024.



Da análise do texto, é adequado afirmar, somente em relação ao último parágrafo, que o fragmento “caso o procedimento seja necessário no futuro” tem sentido:

Alternativas
Q3601523 Português

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Dia do Professor: (...) histórias de educadores que têm paixão pelo ofício



A profissão que forma todas as profissões: neste dia 15 de outubro, é comemorado no Brasil o Dia do Professor. Para celebrar a data, a International Schools Partnership reuniu (...) histórias inspiradoras de profissionais que têm verdadeira paixão pela Educação. (...)



Gillian: amor pelos pequenos



A sorocabanaGillian Taveira Moraes Ichiama, de 39 anos, está envolvida com a Educação desde pequena. Aos três anos, foi matriculada pela mãe no Centro de Educação Infantil Municipal de sua cidade natal, no interior de São Paulo. Ela afirma que, hoje, trabalhar com os pequenos alunos da Escola (...), na capital paulista, é uma forma de lembrar da infância, da qual se recorda com muito carinho.


“Até hoje me lembro das brincadeiras vividas no tanque de areia e no gira-gira. Lembro-me também da árvore com flores rosas, chamada popularmente de Pata-de-Vaca”, diz a educadora. O apreço pelo lúdico segue com Gillian, que sempre busca proporcionar experiências diferenciadas aos seus pequenos alunos.



A professora sempre estudou em escolas públicas, do infantil até o Ensino Médio. Ela, que tem algumas tias envolvidas na área da Educação, sempre teve apoio dos pais e da família em suas escolhas. (...)



Aos 17, Gillian formou-se em um curso de inglês que frequentou desde os 10. Em 2005, mudou-se com o marido Alexandre Toshio para o Japão. Lá estudou Pedagogia a distância pela Universidade Católica de Brasília. Em 2006, começou a dar aulas de inglês em uma escola brasileira em Hamamatsu, no estado de Shizuoka. Com a crise que afetou os imigrantes no Japão, ela e o marido retornaram ao Brasil em 2009. Em 2013, começou sua trajetória na Escola (...), como professora assistente.



Gillian não parou na faculdade: continuou se dedicando, fazendo cursos diversos sobre a Educação Infantil, como rotina, acolhimento, aprendizagens, inclusive participando como ouvinte de congressos sobre bilinguismo.



A educadora gosta de apreciar as horas vagas na presença de suas filhas, Alícia Aimi, de 14 anos, e Manuela Maki, de 8. As duas ainda não mostram inclinação para a área da Educação, mas Gillian afirma que as apoiaria incondicionalmente caso decidam enveredar na profissão. (...)



ABC do ABC. Dia do Professor: três histórias de educadores que têm paixão pelo ofício, 15 de outubro de 2024. Adaptado de: <https://abcdoabc.com.br/dia-do-professor-tres-historias-de-educadores-que-tem-paixao-pelo-oficio/> Acesso em: 15 out. 2024.



Da análise dos fragmentos sublinhados, o tipo de coesão que o texto apresenta é a  

Alternativas
Q3601522 Português

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Acesso à mamografia pelo SUS é drama para mulheres em MG


Burocracia no acesso e valores defasados no pagamento de procedimentos, insumos e profissionais, resultando em menor oferta de serviços, diagnósticos tardios, evasão e mortes. Esses foram os principais problemas relatados nesta terça-feira (16/7/24), em audiência pública sobre os entraves à realização de mamografias pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado.


O debate foi realizado pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).


De um lado, embora reconheçam avanços, os secretários reforçaram a necessidade de mais agilidade e justiça no repasse de recursos do SUS. Do outro, o titular da SES garantiu que, embora o financiamento do setor seja no modelo tripartite (União, Estados e municípios), nos próximos três meses deve ser implementada uma nova estratégia de articulação do Executivo diretamente com as prefeituras, inclusive com a implementação de um aplicativo específico voltado para a saúde da mulher. (...)



ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MINAS GERAIS. Acesso à mamografia pelo SUS é drama para mulheres em MG, 16 de julho de 2024. Adaptado de: <https://www.almg.gov.br/comunicacao/noticias/arquivos/Acesso-amamografia-pelo-SUS-e-drama-para-mulheres-em-MG/>. Acesso em: 24 set. 2024. 



Da análise do texto, é adequado afirmar que os operadores discursivos sublinhados consistem, de acordo com Fávero (2007), em operadores de:

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Q3600751 Português

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Educação financeira para surdos é tema de pesquisa de estudante de Ciências Contábeis da UFJFGV


4 de outubro de 2024



Materiais educacionais em Libras e profissionais mais capacitados. Quando o assunto é a educação financeira para surdos, essas são as principais carências. É o que indica uma pesquisa conduzida pelo estudante de Ciências Contábeis do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora em Governador Valadares, Alex Gil de Souza, e que integra o seu trabalho de conclusão de curso apresentado na última terça-feira, 1º.



Educador e há cerca de seis anos atuando como intérprete da Língua Brasileira de Sinais, Alex acompanha de perto as dificuldades que a comunidade surda enfrenta para entender conceitos básicos sobre finanças, o que o motivou a buscar soluções. E o estudo, realizado em uma instituição de Governador Valadares, representa um passo importante nessa direção. (...)



UFJF. Educação financeira para surdos é tema de pesquisa de estudante de Ciências Contábeis da UFJF-GV, 04 de outubro de 2024. Adaptado de: <https://www2.ufjf.br/noticias/2024/10/04/educacao-financeira-para-surdos-etema-de-pesquisa-de-estudante-de-ciencias-contabeis-da-ufjf-gv/> Acesso em: 18 out. 2024.



Da análise do texto, em relação ao fragmento “o que o motivou a buscar soluções”, é adequado afirmar que o elemento destacado corresponde a um complemento: 

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Q3600750 Português

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Enfermeiros pedem jornada de 30 horas e recebem apoio na Câmara



Debatedores criticam decisão do STF de vincular piso salarial à jornada de 44 horas semanais



Enfermeiros e parlamentares defenderam, na Câmara dos Deputados, a jornada de 30 horas semanais para a categoria e a implantação do piso salarial nacional de R$ 4.750, definido pela Lei 13.434/22.



Os participantes de audiência na Comissão de Administração e Serviço Público, nesta terça-feira (21), criticaram decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que o piso se refere a uma jornada de trabalho de 8 horas diárias ou 44 horas semanais. Também pediram a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC 19/24) do Senado que estabelece jornada de 30 horas para enfermeiros. (...)



Apesar de entender que o Supremo “está querendo legislar onde não pode”, o deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE), autor da PEC que deu origem à Emenda Constitucional 127, ressaltou a importância de, em uma nova proposta, se prever origem de recursos para pagar os enfermeiros.



“Qual é o valor do superávit? É R$ 1 bilhão, R$ 900 milhões? Isso pra carga horária de quanto? Podemos brigar por uma carga de 30 e encontrar outro volume de recursos? Tem que ver quanto significa isso baixando de 44 horas para 30”, ponderou Benevides. (...)



AGÊNCIA CÂMARA DE NOTÍCIAS. Enfermeiros pedem jornada de 30 horas e recebem apoio na Câmara, 21 de maio de 2024. Adaptado de: <https://www.camara.leg.br/noticias/1064816-enfermeiros-pedem-jornada-de-30-horase-recebem-apoio-na-camara> Acesso em: 01 out. 2024. 



Da análise do texto, é adequado afirmar que o uso das aspas, no fragmento destacado, consiste em:

Alternativas
Q3600749 Português

Leia o fragmento a seguir para responder a esta questão.



“Proibidão do freezer: 7 alimentos que não devem ser congelados”:



Quem nunca abriu o pote de sorvete que estava no congelador e se surpreendeu ao encontrar feijão? Congelar comida é uma ótima forma de manter a praticidade na cozinha e evitar jogar alimentos fora.



Adaptado de: <https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2024/10/22/conheca-7-alimentos-que-nao-devemser-congelados.htm>. Acesso em: 22 out. 2024 


O texto é constituído de duas sentenças. Da análise do texto, é adequado afirmar que, na sentença:

Alternativas
Q3600748 Português

Leia atentamente o fragmento seguinte:



Nossa voz é formada nas pregas vocais, que vibram com a passagem do ar vindo dos pulmões. O som formado ali nas pregas, entretanto, é baixo. Ele ganha volume conforme ricocheteia pelas paredes da cavidade oral: garganta, faringe, boca e cavidades nasais.



Adaptado de: <https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2024/09/29/por-que-o-gas-helio-deixa-a-voz-fina-qual-gasdeixaria-grave.htm?cmpid>. Acesso em: 30 set. 2024. 



Em relação ao uso de pontuação no texto, é adequado afirmar que:

Alternativas
Q3600746 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões 04 e 05.


Os consumidores elogiaram a qualidade das facas e o fato de serem práticas na hora de cozinhar.


“O produto chegou muito rápido. Após a confirmação da compra, elas chegaram em 3 dias. Vieram super amoladas, tem que tomar cuidado quando for usar. Elas são bem finas, mas como não uso para finalidades mais pesadas, elas super compensaram. Gostei!” Julia


“Amei demais! São muito lindas, vêm amoladas, perfeitas demais e tem um ótimo custo-benefício. Apesar do cabo ser de plástico, ele é bem firme. Chegou antes do prazo também.” Kethely


Fragmento adaptado de: <https://www.uol.com.br/guia-de-compras/ultimas-noticias/2024/09/25/kit-de-facas.htm>. Acesso em: 27 set. 2024. 

Qual é a tipologia textual do texto da questão anterior? 
Alternativas
Q3600745 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões 04 e 05.


Os consumidores elogiaram a qualidade das facas e o fato de serem práticas na hora de cozinhar.


“O produto chegou muito rápido. Após a confirmação da compra, elas chegaram em 3 dias. Vieram super amoladas, tem que tomar cuidado quando for usar. Elas são bem finas, mas como não uso para finalidades mais pesadas, elas super compensaram. Gostei!” Julia


“Amei demais! São muito lindas, vêm amoladas, perfeitas demais e tem um ótimo custo-benefício. Apesar do cabo ser de plástico, ele é bem firme. Chegou antes do prazo também.” Kethely


Fragmento adaptado de: <https://www.uol.com.br/guia-de-compras/ultimas-noticias/2024/09/25/kit-de-facas.htm>. Acesso em: 27 set. 2024. 

Da análise do texto, as palavras destacadas têm sentido: 
Alternativas
Q3600744 Português

Atente-se ao fragmento a seguir:



Quanto à proteína, que está em alta, tenha uma atenção redobrada. Nem todos os produtos “ricos em proteína” são saudáveis, como alertei nesta edição da cerveja “proteica”.



Adaptado de: <https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/guia-do-supermercado/2024/09/30/como-identificarpropagandas-enganosas-nos-rotulos-de-alimentos.htm>. Acesso em: 30 set. 2024. 



Quanto ao uso de vírgulas, é adequado afirmar que:

Alternativas
Q3600743 Português

Considere o seguinte excerto para responder a esta questão.



[...] Esse desalinhamento afetivo teria ficado claro em uma declaração de Harry sobre William em 2000, quando o marido de Kate, 42, tirou seu ano sabático.



Adaptado de: <https://www.uol.com.br/splash/noticias/2024/09/19/relacao-entre-harry-e-william-ja-era-ruim-antes-demae-morrer-diz-biografa.htm?cmpid=copiaecola>. Acesso em: 19 set. 2024.



O trecho “o marido de Kate” em destaque é compreensível através da seguinte coesão referencial:

Alternativas
Q3600742 Português

Leia o texto para responder a esta questão.



A Nada Imploram Tuas Mãos já Coisas

Ricardo Reis (heterônimo de Fernando Pessoa)



A nada imploram tuas mãos já coisas,

Nem convencem teus lábios já parados,

No abafo subterrâneo

Da úmida imposta terra.



Só talvez o sorriso com que amavas

Te embalsama remota, e nas memórias

Te ergue qual eras, hoje

Cortiço apodrecido.



E o nome inútil que teu corpo morto

Usou, vivo, na terra, como uma alma,

Não lembra. A ode grava,

Anônimo, um sorriso.



PESSOA, F. Mensagem. São Paulo: Martin Claret, 2006, p. 123.



Em relação à ode de Ricardo Reis, analise as afirmações a seguir:



I. Há uma relação de intersubjetividade entre um eu, implícito no diálogo com um tu, sempre visível nos pronomes possessivos e na conjugação de alguns verbos na 2ª pessoa do singular.



II. A ode configura-se um “discurso-diálogo” que se reduz, na verdade, a um monólogo, uma vez que a pessoa a quem o eu-lírico se dirige está morta.



III. O nome da pessoa, enquanto viva, torna-se inútil com a morte ao passo que o sorriso (talvez) permaneça nas memórias.



IV. A ode é dirigida à mulher amada, sendo o eu-lírico um homem ainda saudoso de sua partida.




Da análise, está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3598237 Português
As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança

Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega

Por Leo Caparroz
13 mar 2023


      A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.

     Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.

     Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.

    Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.

      A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara-se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024.



Leia o seguinte trecho e assinale a alternativa correta.

“À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente.”.
Alternativas
Q3598236 Português
As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança

Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega

Por Leo Caparroz
13 mar 2023


      A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.

     Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.

     Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.

    Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.

      A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara-se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024.



Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa correta: “Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria [...]”.
Alternativas
Q3598235 Português
As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança

Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega

Por Leo Caparroz
13 mar 2023


      A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.

     Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.

     Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.

    Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.

      A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara-se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024.



Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3598234 Português
As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança

Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega

Por Leo Caparroz
13 mar 2023


      A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.

     Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.

     Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.

    Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.

      A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara-se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024.



Assinale a alternativa que apresenta um termo de sentido semelhante ao da palavra destacada em:
“[...] quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências.”.
Alternativas
Q3598233 Português
As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança

Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega

Por Leo Caparroz
13 mar 2023


      A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.

     Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.

     Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.

    Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.

      A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara-se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024.



No trecho “Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa.”, a expressão em destaque estabelece, em relação a outra oração, o sentido de
Alternativas
Q3598232 Português
As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança

Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega

Por Leo Caparroz
13 mar 2023


      A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.

     Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.

     Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.

    Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.

      A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara-se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024.



Assinale a alternativa em que a reescrita se mantém gramaticalmente correta e apresenta sentido oposto ao desta frase do texto: “[...] elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal.”.
Alternativas
Q3598231 Português
As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança

Você não nasceu sambando – e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega

Por Leo Caparroz
13 mar 2023


      A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou. Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes – se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.

     Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas. Esse período de aprendizado, quando a jovem operária tem cerca de 8 dias de idade, é crucial para que ela aperfeiçoe sua técnica.

     Os pesquisadores também descobriram que, quando as operárias novatas perdiam as aulas de dança, suas direções eram mais descuidadas e com mais incoerências. Alguns aspectos melhoraram com a prática, mas outros foram internalizados incorretamente e mantidos assim. No estudo, eles criaram cinco colônias onde todas as abelhas tinham a mesma idade. Sem nenhuma anciã para guiá-las, elas tiveram que descobrir os segredos da dança por conta própria; ao contrário de outras cinco colônias de controle, feitas de forma mais natural. Quando os insetos alcançaram idade suficiente para sair e procurar flores, os autores registraram e compararam as danças dos dois grupos.

    Em suas primeiras tentativas, as abelhas destreinadas tinham danças que erravam mais em comunicar ângulos de direção e distância. À medida que ganhavam mais experiência, elas ficavam melhores – com 20 dias de idade, já amadurecidas e experientes, elas se movimentaram tão bem quanto dançarinas criadas em uma colmeia normal. Contudo, elas ainda falhavam em comunicar a distância corretamente. Os pesquisadores montaram as colmeias para que ambos os grupos tivessem que percorrer as mesmas distâncias até o alimento, mas as abelhas destreinadas dançavam como se fosse mais longe do que o normal.

      A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancampara-se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/ Acesso em: 27 mar. 2024.



No trecho “Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado.”,
Alternativas
Respostas
35221: D
35222: A
35223: B
35224: B
35225: A
35226: D
35227: C
35228: B
35229: B
35230: D
35231: A
35232: B
35233: C
35234: A
35235: D
35236: C
35237: B
35238: D
35239: C
35240: B