Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3524071 Português
1ª Copa Estância Regional de Futsal


   O Departamento Municipal de Esportes e Lazer promove a 1ª Copa Estância Regional de Futsal Categorias de Base 2025, Sub-10, Sub-12, Sub-14 com a participação dos municípios de: Piraju, Timburi, Sarutaiá, Águas de Santa Bárbara, Chavantes, Fartura, Ipaussu e Taguaí. A abertura será neste sábado, dia 15, às 8:00 horas, no Ginásio de Esportes Professor Cyro Barreiros, com termino previsto para o dia 31/05/2025, rodadas a partir das 08:00 horas. Entrada franca.


Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/ver-noticia/1-copa-estancia-regional-de-futsal>. Acesso em 13/03/2025. Com adaptações.
Questão 5 - “O Departamento Municipal de Esportes e Lazer promove a 1ª Copa Estância Regional de Futsal Categorias de Base 2025...”.

Os termos em evidência desempenham função sintática, respectivamente, de: 
Alternativas
Q3524070 Português
1ª Copa Estância Regional de Futsal


   O Departamento Municipal de Esportes e Lazer promove a 1ª Copa Estância Regional de Futsal Categorias de Base 2025, Sub-10, Sub-12, Sub-14 com a participação dos municípios de: Piraju, Timburi, Sarutaiá, Águas de Santa Bárbara, Chavantes, Fartura, Ipaussu e Taguaí. A abertura será neste sábado, dia 15, às 8:00 horas, no Ginásio de Esportes Professor Cyro Barreiros, com termino previsto para o dia 31/05/2025, rodadas a partir das 08:00 horas. Entrada franca.


Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/ver-noticia/1-copa-estancia-regional-de-futsal>. Acesso em 13/03/2025. Com adaptações.
Observe com atenção o trecho a seguir:
“A abertura será neste sábado, dia 15, às 8:00 horas, no Ginásio de Esportes Professor Cyro Barreiros, com termino previsto para o dia 31/05/2025, rodadas a partir das 08:00 horas. Entrada franca.”
A palavra encontrada nesse trecho cuja interpretação é feita em relação a um referencial de proximidade ou distância é:
Alternativas
Q3524068 Português
1ª Copa Estância Regional de Futsal


   O Departamento Municipal de Esportes e Lazer promove a 1ª Copa Estância Regional de Futsal Categorias de Base 2025, Sub-10, Sub-12, Sub-14 com a participação dos municípios de: Piraju, Timburi, Sarutaiá, Águas de Santa Bárbara, Chavantes, Fartura, Ipaussu e Taguaí. A abertura será neste sábado, dia 15, às 8:00 horas, no Ginásio de Esportes Professor Cyro Barreiros, com termino previsto para o dia 31/05/2025, rodadas a partir das 08:00 horas. Entrada franca.


Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/ver-noticia/1-copa-estancia-regional-de-futsal>. Acesso em 13/03/2025. Com adaptações.
A respeito da palavra “Departamento”, na primeira linha do texto, é correto afirmar que ela possui:
Alternativas
Q3524067 Português
1ª Copa Estância Regional de Futsal


   O Departamento Municipal de Esportes e Lazer promove a 1ª Copa Estância Regional de Futsal Categorias de Base 2025, Sub-10, Sub-12, Sub-14 com a participação dos municípios de: Piraju, Timburi, Sarutaiá, Águas de Santa Bárbara, Chavantes, Fartura, Ipaussu e Taguaí. A abertura será neste sábado, dia 15, às 8:00 horas, no Ginásio de Esportes Professor Cyro Barreiros, com termino previsto para o dia 31/05/2025, rodadas a partir das 08:00 horas. Entrada franca.


Disponível em <https://www.estanciadepiraju.sp.gov.br/ver-noticia/1-copa-estancia-regional-de-futsal>. Acesso em 13/03/2025. Com adaptações.
Uma característica presente no texto que é comum a textos informativos do gênero notícia é:
Alternativas
Q3524046 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Analise as afirmativas a seguir, em seguida assinale se estão corretas (C) ou erradas (E):




I. Na frase “profissionais da saúde mental”, o substantivo “profissionais” é um substantivo biforme, pois varia em gênero para indicar homem ou mulher.



II. Na expressão “ambientes de trabalho mais saudáveis”, o termo “mais saudáveis” é um advérbio que modifica o verbo “promovam”.



III. Na frase “esgotamento físico e emocional”, os termos “físico” e “emocional” são adjetivos que qualificam o substantivo “esgotamento”.




Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3524045 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Considerando a progressão textual do texto, qual alternativa melhor explica como o autor organiza as ideias para desenvolver o tema? 
Alternativas
Q3524043 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

No texto, a palavra “burnout” aparece em itálico. Qual é a principal razão para esse uso?
Alternativas
Q3524042 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Analise as afirmativas abaixo com base nos verbos:



I. O verbo promove, presente no trecho “o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar”, é rizotônico, pois a tonicidade recai sobre o radical;


II. O verbo precisa, no trecho “quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde”, é arrizotônico, já que a sílaba tônica recai fora do radical;


III. O verbo cresce, no trecho “cresce a urgência por estratégias”, é um exemplo de verbo arrizotônico, pois a tonicidade recai na desinência.



Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3524041 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Leia as afirmativas a seguir sobre o uso de pontuações, em seguida marque V para verdadeiro ou F para falso.



( ) No trecho: “Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde”, os dois-pontos são utilizados no texto para introduzir uma explicação ou esclarecimento, como em listas ou definições;


( ) No trecho: “A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação”, o travessão é usado no texto para substituir a vírgula em enumerações e não possui função expressiva;


( ) No trecho: “entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade”, a vírgula aparece no texto para isolar expressões explicativas.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

Alternativas
Q3524040 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Analise as afirmativas abaixo sobre a acentuação gráfica de palavras presentes no texto:



I. A palavra saúde é acentuada por conter um hiato;


II. A palavra síndrome é acentuada porque é uma paroxítona terminada em -e.


III. A palavra saudáveis é acentuada por ser uma paroxítona.




Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3524039 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

No trecho “Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis...”, o conectivo destacado tem a função de
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Q3524038 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Qual dos recursos a seguir representa um argumento utilizado pelo autor para sustentar a gravidade do burnout no ambiente de trabalho? 
Alternativas
Q3524037 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Qual é a ideia principal do texto?
Alternativas
Q3523998 Português
“O estudante do Ensino Médio tem oportunidade de desenvolver maior autonomia e capacidade de atuação na vida pública e na produção cultural, especialmente nas culturas juvenis manifestadas em músicas, danças e na internet [...] não se trata apenas da integração entre as diferentes linguagens, mas também de uma nova forma de funcionamento, em que novas ações e papéis ganham espaço”. (SEDUC, 2020).

A essa nova forma de funcionamento relativa à área de Linguagens e suas Tecnologias para o Ensino Médio, associa-se o conceito de: 
Alternativas
Q3523966 Português

Na obra de Williams (2005), dois pais discutem a respeito das tentativas de utilizar feedbacks positivos com seus filhos. Um deles sugere ao outro que experimente oferecer esse tipo de feedback enquanto brinca, junto com a criança, de jogos eletrônicos que ela tem como favoritos.

A premissa dessa sugestão é que

Alternativas
Q3523951 Português
Patton, Stone e Heen (2021) afirmam que um dos principais erros em uma conversa difícil é que “deduzimos as intenções a partir do impacto sobre nós”. Isso significa que
Alternativas
Q3523900 Português
Diferentemente de mídias anteriores, os novos (hiper) textos e (multi)letramentos têm uma determinada característica que se deve à sua própria constituição e ao seu funcionamento.
Trata-se da
Alternativas
Q3523889 Português
Analise a seguinte sequência de atividades, adaptada de Lerner (2001), para responder à questão.


1. Seleção de poemas: A professora lê diversos poemas, incluindo sugestões das crianças e da bibliotecária, todos aprovados pela qualidade literária. As crianças escolhem os poemas que gostariam de gravar, compartilhando impressões e discutindo os autores.

2. Organização da tarefa: A professora forma duplas, que releem os poemas escolhidos, discutem como interpretá-los e definem quem gravará qual poema. Estudam os textos em casa.

3. Audição de gravações: As crianças ouvem gravações de poetas ou declamadores para se inspirarem.

4. Gravação e ensaio: Cada dupla grava os poemas, escuta as gravações, faz ajustes e regrava se necessário. Experimentam com outros poemas.

5. Audição: Todas as crianças escutam as gravações e trocam sugestões.

6. Gravação (segundo ensaio): As duplas regravam os poemas, ajustando conforme as sugestões dos ouvintes, repetindo até a gravação ficar satisfatória.

7. Gravação final: As duplas fazem ajustes finais, com correções da professora e das crianças, até o produto ser aprovado.

8. Audição final: Todos ouvem a gravação compilada pela professora.


(Lerner, 2001. Adaptado)
Essa sequência de atividades trabalha com textos de um mesmo gênero, o que, para Lerner (2001),
Alternativas
Q3523888 Português
Analise a seguinte sequência de atividades, adaptada de Lerner (2001), para responder à questão.


1. Seleção de poemas: A professora lê diversos poemas, incluindo sugestões das crianças e da bibliotecária, todos aprovados pela qualidade literária. As crianças escolhem os poemas que gostariam de gravar, compartilhando impressões e discutindo os autores.

2. Organização da tarefa: A professora forma duplas, que releem os poemas escolhidos, discutem como interpretá-los e definem quem gravará qual poema. Estudam os textos em casa.

3. Audição de gravações: As crianças ouvem gravações de poetas ou declamadores para se inspirarem.

4. Gravação e ensaio: Cada dupla grava os poemas, escuta as gravações, faz ajustes e regrava se necessário. Experimentam com outros poemas.

5. Audição: Todas as crianças escutam as gravações e trocam sugestões.

6. Gravação (segundo ensaio): As duplas regravam os poemas, ajustando conforme as sugestões dos ouvintes, repetindo até a gravação ficar satisfatória.

7. Gravação final: As duplas fazem ajustes finais, com correções da professora e das crianças, até o produto ser aprovado.

8. Audição final: Todos ouvem a gravação compilada pela professora.


(Lerner, 2001. Adaptado)
No âmbito do projeto cuja sequência foi apresentada, Lerner (2001) entende que a leitura em voz alta
Alternativas
Q3523886 Português
Leia a descrição a seguir, adaptada de Oliveira (in: Kleiman, 1995):

Diz respeito à condição decorrente da falta de oportunidade de interação intensa e sistemática com determinados aspectos culturais fundamentais nesse tipo de sociedade e não a alguma classificação técnica do grau de alfabetização desses indivíduos. O modo de inserção dos membros desse grupo na sociedade tem a marca da exclusão, em um sistema em que o pleno domínio da leitura e da escrita e de outras práticas letradas é um pressuposto da constituição das competências individuais necessárias e valorizadas nessa sociedade.

Oliveira caracteriza nesse excerto o grupo denominado
Alternativas
Respostas
28301: D
28302: B
28303: A
28304: A
28305: D
28306: D
28307: D
28308: A
28309: A
28310: D
28311: D
28312: C
28313: D
28314: A
28315: C
28316: C
28317: B
28318: E
28319: A
28320: D